Segurança

Criminalidade no Morumbi: aplicativo para vigiar a casa

Moradora passou a ter um verdadeiro Big Brother após o segundo assalto à sua residência

Por: Arthur Guimarães [colaborou Mariana Barros]

Morumbi assaltos 2233
M.G.: 'já disseram que iriam colocar fogo no meu filho' (Foto: Fernando Moraes)

Após o segundo assalto, em maio, contratamos uma empresa para monitorar o interior da nossa casa. Tenho câmera na cozinha, no corredor, na sala, na garagem e na rua. Vivo um verdadeiro Big Brother. Chegamos ao ponto de permitir que alguém observe nossa vida 24 horas. Não temos mais privacidade. Se o funcionário da empresa quiser, ele fica assistindo a nossa rotina o dia inteiro. Precisamos confiar nele também.

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Meu marido tem um aplicativo no celular que mostra todas as imagens. Ele o acessa a cada quinze minutos. E, para falar a verdade, eu colocaria câmera em tudo, até no meu quarto. No primeiro roubo, eles foram agressivos e disseram que iriam colocar fogo no meu filho. No meio da ação, o ladrão atendeu o celular e falou: “Agora não posso. Estou trabalhando.” M.G., 42 anos, administradora de empresa e vizinha do Clube Paineiras

Fonte: VEJA SÃO PAULO