Repórter mirim

Alexandre Borges fala sobre o personagem Jacques Leclair

Júlia Barros Pimentel, de 10 anos, virou repórter da VEJA SÃO PAULO por um dia e conversou com o ator da novela "Ti-ti-ti"

Por: Júlia Barros Pimentel - Atualizado em

Alexandre Borges 2195a
Julia Barros Pimentel, de 10 anos, entrevista o ator Alexandre Borges (Foto: Mario Rodrigues)

Júlia: Se não fosse ator, qual profissão escolheria?

Alexandre: Sempre quis ser ator. Desde quando eu tinha a sua idade já pensava assim. Ficava vendo filmes na televisão, às vezes assistia a uma peça de teatro infantil. Meu pai é diretor de teatro (Tanah Corrêa), e, apesar de os meus pais serem separados, eu sempre passei férias com ele e o acompanhava fazendo peças. Eu também queria ser comissário de bordo ou diplomata, profissões em que eu pudesse viajar, mas teatro foi o que me pegou.

+ Veja vídeo da entrevista de Alexandre Borges a Júlia Pimentel Barros

+ Alexandre Borges é um dos paulistanos do ano

Júlia: Uma coisa que eu gosto no Jacques Leclair é que ele tem personalidade forte e vontade própria. Na vida real você também é assim?

Alexandre: Sou um pouco também, Júlia. O Jacques tem uma coisa legal que é gostar muito da moda, das clientes, de fazer os vestidos, ainda que os desenhos dele sejam meio cafonas. Como ele gosta muito do que faz, fica super feliz quando as coisas acontecem e superestressado quando começam a andar mal. Também sou assim.

Alexandre Borges e Julia 2195a
Júlia e Alexandre: assista a parte da entrevista em www.vejinha. com.br (Foto: Mario Rodrigues)

Júlia: Os seus fãs te atrapalham? Alexandre: Meus fãs nunca atrapalham. Quando você trabalha com arte, seja um ator, um pintor ou um músico, só vai existir o seu trabalho se houver público. Então, quando você encontra um fã, é um momento precioso.

Júlia: Como é a sua relação com os atores mirins? Alexandre: Elas têm uma pureza que os adultos já perderam. Vão sem muitas preocupações para uma gravação, mais pelo talento mesmo. Sempre gostei de trabalhar com crianças. Fora de cena a gente procura diverti-las, contar uma história, fazer bagunça, para que fiquem o mais descontraídas possível e não achem aquilo chato.

Júlia: Gosta de brincar de que com o seu filho? Alexandre: O negócio dele é futebol. Nos fins de semana, a gente pega a bola e vai para a praia ou para o clube e passa o dia inteiro jogando.

Júlia: E do que você gostava de brincar quando era criança? Alexandre: Jogar bola também.

Júlia: Como você faz para ser uma pessoa feliz? Alexandre: Meu momento de felicidade é quando eu consigo, depois de um trabalho, passear e dar risada com meu filho e minha mulher. Coisas simples, mas às vezes difíceis. Não é todo mundo que tem esse privilégio.

Fonte: VEJA SÃO PAULO