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Conheça espetáculos para cantar e dançar

Broadway paulistana produz mais musicais a cada ano, veja lista

Por: Redação VEJINHA.COM - Atualizado em

A Família Addams
Vovó Addams e Feioso: personagens sombrios, mas divertidos, no musical "A Família Addams" (Foto: João Caldas / Divulgação)

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  • A trupe de Zé Celso Martinez Corrêa traz mais uma montagem sobre a atriz Cacilda Becker (interpretada por Camila Mota e Sylvia Prado). O musical mostra a maturidade da estrela como primeira-dama do Teatro Brasileiro de Comédia (TBC) e também nas produções na Cia. Cinematográfica Vera Cruz. Com Vera Barreto Leite, Acauã Sol, Letícia Coura e outros. Dramaturgia e direção de Zé Celso e Marcelo Drummond. Dias 15 e 22/12/2014. 
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  • Camila Mota e Sylvia Prado interpretam a atriz Cacilda Becker (1921-1969) em mais um musical dirigido por Zé Celso Martinez Corrêa, também autor ao lado de Marcelo Drummond. O foco desta vez é a ruptura com as convenções e processos criativos da época e também a vida pessoal e seus amores, como o diretor Adolfo Celi. Com Joana Medeiros, Letícia Coura, Roderick Himeros, Juliane Elting, Acauã Sol e outros. De 26/7/2014. Dias 16 e 23/12/2014. 
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  • A trupe de Zé Celso Martinez Corrêa apresenta montagem sobre a vida da atriz Cacilda Becker (personificada por Camila Mota, Sylvia Prado e Nash Laila). O musical está dividido em dois atos: o primeiro se inicia em 1949, quando Cacilda começa a atuar no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC). Em seguida, vem sua representação política depois do golpe de 1964. Aos domingos, no mesmo horário, a trupe de Zé Celso encena Cacilda!!!! A Fábrica de Cinema & Teatro, que revive a intensa atividade da diva nos palcos. Com Vera Barreto Leite, Acauã Sol, Letícia Coura e outros. Estreou em 16/8/2013. Dias 13, 14, 20 e 21/12/2014.
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  • Emílio Dantas protagoniza Cazuza — Pro Dia Nascer Feliz, o Musical. Com direção de João Fonseca, a peça faz sessão gratuita no Memorial da América Latina na sexta (26/6/2015), às 20h, e traz a vida e sucessos do ídolo, morto em 1990 em decorrência da aids.
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  • Assim como em Vingança (2013), espetáculo inspirado na obra de Lupicínio Rodrigues, este musical recorre ao universo de um compositor popular para criar uma história. Com dramaturgia e direção de Sérgio Maggio, a montagem traz amores proibidos, personagens rebeldes e um crime passional, reproduzindo o clima folhetinesco das canções do goiano Odair José. A trama é centrada em dois tempos. Em 1923, o assassinato de uma cortesã escandaliza a sociedade paulistana. De lá, a história avança para 1973, com o Brasil no auge da repressão militar e um aspirante a cantor (o ator Luiz Felipe Ferreira) em atrito com o pai conservador (papel de Jones de Abreu). Os clichês saltam aos olhos e ouvidos da plateia, bem ao estilo de Odair José. Cativado pela despretensão da montagem, o espectador se envolve a ponto de cantarolar trechos das vinte músicas do roteiro. Eu, Você e a Praça, Eu Vou Tirar Você Deste Lugar, A Noite Mais Linda do Mundo e Uma Vida Só (Pare de Tomar a Pílula), entre outras, são cantadas pelos atores, apoiados por quatro instrumentistas. Em meio aos oito intérpretes, a vedete Watusi, popular nos anos 70 e 80, representa a cafetina China. Com Camila Guerra, Gabriela Correa e outros. Estreou em 20/11/2014. Até 19/1/2015. 
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  • Com o musical, a Cia. Pessoal do Faroeste encerra a trilogia sobre a produção cultural na região da Luz, que já rendeu as peças Cine Camaleão: a Boca do Lixo e Homem Não Entra. A trama aborda o movimento Frente Negra, criado em 1932, e revela várias facetas da participação dos negros no contexto político, cultural e social da época. Com Mel Lisboa, Clodoaldo Dias, Flávio Rodrigues, Melvin Santhana, Raphael Garcia e outros. Com texto e direção geral de Paulo Faria, a montagem tem direção musical de Felipe Roseno. Estreou 14/10/2014. Até 15/12/2015..
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  • Depois do bem-sucedido A Madrinha Embriagada, o diretor Miguel Falabella engata este grandioso projeto no mesmo palco. Baseada no texto de Dale Wassermanom, com melodias de Mitch Leigh e letras de Joe Darion, a ação foi ambientada em um manicômio do fim da década de 30. Por lá, um paciente (interpretado por Cleto Baccic) apresenta-se como Miguel de Cervantes, poeta, ator e coletor de impostos, e interna-se na companhia do criado Sancho (Jorge Maya). Para minimizar a triste realidade, ele propõe aos internos e funcionários um mergulho na fantasia, e todos passam a fazer teatro. Eles descobrem a força do sonho como meio para suportar o cotidiano. Além do bom trabalho de Baccic e Maya, Sara Sarres sobressai na pele de Dulcineia e Guilherme Sant’Anna dá fôlego ao papel de Governador. Criativa e correta, a versão de Falabella tem grande capacidade de comunicação com a plateia a que se destina e a deixa de olhos cheios. Estreou em 13/9/2014. Até 28/6/2015. Em 1972: o musical teve uma célebre montagem protagonizada por Paulo Autran, Bibi Ferreira e Grande Otelo, com direção de Flávio Rangel.
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  • Lançado na Broadway em 1997, o musical O Rei Leão, de Roger Allers e Irene Mecchi, é a versão do longa da Disney, de 1994. Portanto, ao conferir a superprodução nos palcos, é quase inevitável que a memória afetiva dos fãs da animação fale mais alto. Os elementos para o encanto da plateia estão todos ali. Cenários e figurinos caprichadíssimos, uma iluminação sob medida, capaz de fazer saltar aos olhos os efeitos de manipulação de bonecos, e um elenco afinado de 53 atores para cantar as letras compostas por Gilberto Gil (nem sempre fluentes e complementares à dramaturgia) adaptadas dos originais de Elton John. A trama mostra Simba (interpretado por Tiago Barbosa, quando adulto), o herdeiro do trono de Mufasa (o ator César Mello), o Rei Leão. Ao crescer, Simba envolve-se em uma série de artimanhas do tio Scar (Felipe Carvalhido), que planeja se livrar do sobrinho para ganhar o poder. Com direção de Julie Taymor, a montagem cumpre a promessa de ser um show, um torpedo repleto de efeitos para um público ávido de emoções. Falta, no entanto, espontaneidade às atuações. Um dos poucos a sobressair é Ronaldo Reis, intérprete do suricato Timão, capaz de imprimir bom humor ao personagem. Estreou em 28/3/2013. Até 14/12/2014. Na quinta (11), haverá sessão extra, às 16h. + Veja os bastidores do musical O Rei Leão + Saiba onde jantar depois de assistir ao espetáculo
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  • Kleber Montanheiro dirige e interpreta a personagem Geni do musical de Chico Buarque com base na Ópera dos Mendigos (1728), de John Gay, e na Ópera dos Três Vinténs (1928), de Bertolt Brecht e Kurt Weill. Na trama, Duran (Gerson Steves) e sua mulher, Vitória (Heloísa Maria), precisam impedir a união da filha Teresinha (Erica Montanheiro) com o malandro Max Overseas (Flavio Tolezani e Bruno Perillo em revezamento). O Meu Amor, Folhetim e Geni e o Zepelim estão no repertório. Estreou em 8/8/2014. Até 29/6/2015.
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  • Sob o comando do dramaturgo e diretor Marcelo Marcus Fonseca, a Cia. Teatro do Incêndio acumula acertos em uma fórmula ousada. O grupo sacode a mesmice do gênero musical com uma linguagem crítica e de análise histórica, além de uma produção econômica e criativa. Apoiada em uma sólida dramaturgia, a atual montagem vence a proposta um tanto ambiciosa: apresentar os caminhos percorridos pela MPB, dos primórdios do samba ao estouro internacional da bossa nova. Carmen Miranda (interpretada por Gabriela Morato) e Ismael Silva (Matheus Campos) aparecem em cenas de fácil comunicação. São mostrados ainda episódios como o suicídio de Assis Valente e a relação de Noel Rosa (Guilherme Ciccotelli) e Aracy de Almeida (Rebeca Ristoff). Em um dos melhores momentos, o espaço da sede do grupo transforma-se em uma animada beira de praia. O espectador é convidado a se jogar na areia e a cantarolar junto aos atores e instrumentistas a canção Tarde em Itapuã. Estreou em 15/11/2014. Até 2/11/2015.
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  • Os dois filmes protagonizados por Glória Pires e Tony Ramos foram sucesso de bilheteria — somaram mais de 9 milhões de espectadores no cinema. A história, inegavelmente, funciona. Com adaptação de Flávio Marinho e encenação de Alonso Barros, o roteiro levado às telas por Daniel Filho chegou aos palcos. Se Eu Fosse Você, o Musical tem trama similar à do primeiro longa. Em plena crise conjugal, Helena (Claudia Netto) e Claudio (Nelson Freitas) decidem se separar e, de repente, se veem em meio a uma inusitada troca de corpos. Ela virou homem e, agora, Claudio é a mulher da relação. A dupla surpreende ao dar plena conta do recado em atuações divertidas, quase no limite da caricatura, mas dentro do tom cômico. Vinte e dois atores completam o elenco, entre eles Fafy Siqueira, no papel da mãe de Helena. No entanto, a montagem sofre de um problema crucial. A trilha sonora, formada por irresistíveis sucessos de Rita Lee, não foi composta para o espetáculo e raras músicas fazem algum sentido na dramaturgia. Você vai ouvir Miss Brasil 2000, Esse Tal de Rock’n Roll, Doce Vampiro e Amor e Sexo, todas bem interpretadas, principalmente por Claudia Netto, mas sem função alguma na trama. E, em um musical, as canções servem para embasar a história, certo? Estreou em 14/8/2014. Até 14/12/2014.
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  • Com dramaturgia e direção de José Celso Martinez Corrêa, o Teatro Oficina Uzyna Uzona apresenta mais um musical sobre Cacilda Becker (interpretada por Camila Mota e Sylvia Prado). Desta vez, o foco é sua parceria pessoal e profissional com o ator Walmor Chagas (papel de Marcelo Drummond) e o envolvimento da dupla com o teatro e o combate à repressão militar. Com Letícia Coura, Juliane Elting, Acauã Sol, Fred Steffen e outros. Direção musical de Montorfano e Giuliano Ferrari. Estreou em 25/4/2014. Dias 12 e 19/12/2014. 
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Fonte: VEJA SÃO PAULO