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Conheça a rotina paulistana de Gal Costa

Cantora que completa 70 anos nesta segunda-feira (26) se mudou para a capital paulista há três anos

Por: Carol Paschoal - Atualizado em

Gal Costa
Gal no Spot, um de seus restaurantes prediletos: “As pessoas daqui trabalham e são pontuais, gosto disso” (Foto: Fernando Moraes)

Mesmo com o rosto limpo de maquiagem e sem o aplique cacheado que aumenta o volume da cabeleira escura, a diva não passa despercebida pelas ruas. “As pessoas acenam de longe e com respeito, é como se fossem velhas conhecidas”, conta Gal Costa, que mora por aqui há três anos. A cantora completa 70 anos nesta segunda-feira (26). 

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Na época da mudança, as chances de a estrela se adaptar bem à metrópole pareciam tão boas quanto as de um dia alguém encontrar o empresário João Doria Júnior de chinelo, sunga e sem gel na cabeça, tomando uma água de coco em frente ao mar de Itapuã. Até Maria da Graça Costa Penna Burgos (nome de batismo da artista) se mostra um pouco surpresa, às vezes, por curtir tanto hoje o barato total de Sampa.

Ela mora nos Jardins, passeia pelos corredores dos shoppings Iguatemi e Higienópolis, vai a padarias naturebas, frequenta restaurantes badalados como o Spot e participa do grupo de WhatsApp de mães do Dante Alighieri, o colégio onde seu filho, Gabriel, de 10 anos, estuda. Em suma, virou uma legítima baiana paulistana. “Eu estava vivendo em Salvador, mas São Paulo tem uma coisa séria com que me identifico”, conta. “As pessoas trabalham e são pontuais, gosto disso."

Nos momentos em que não está nos palcos ou zanzando pelos seus points preferidos de São Paulo, Gal curte uma rotina caseira com o filho, Gabriel, que chegou à sua vida em 2007. Sem conseguir engravidar, por um problema de obstrução nas trompas, ela deu entrada no pedido de adoção no Rio. “Eu achava que filho precisava ser biológico, mas não tem nada disso”, afirma. “Possuímos uma ligação espiritual, afetiva e amorosa”, conta.

A baiana comparece a todas as reuniões de escola de Gabriel. “Ele é bom aluno, diz que quer ser jogador de basquete, mas vai ser músico”, sonha. “Adora os bastidores, além de ser afinadíssimo e de ter noção rítmica.” As mães dos colegas do menino no Colégio Dante Alighieri viraram presença assídua nos espetáculos de Gal.

Gal Costa
Com o flho, Gabriel: reuniões no Dante Alighieri (Foto: Divulgação)

Fonte: VEJA SÃO PAULO