Diversidade

Confira quatro exposições em cartaz no MAC-USP

Com duas sedes, uma na Cidade Universitária e outra no Ibirapuera, o Museu de Arte Contemporânea da USP exibe pinturas, esculturas e fotografias

Por: Redação VEJINHA.COM - Atualizado em

Natureza-Morta com Pera
'Natureza-Morta com Pera', litografia de Prunella Clough, integra a mostra 'Um Outro Acervo do MAC-USP' (Foto: Divulgação)

Conheça abaixo as quatro exposições que você pode ver nas duas unidades do MAC-USP:

  • Formado por peças adquiridas no programa de aquisição nos primeiros anos da Bienal de São Paulo, a mostra reúne 115 obras. Elas passaram ao acervo do Museu de Arte Contemporânea da USP pelo empresário Ciccillo Matarazzo. A seleção de telas, gravuras, desenhos e esculturas aproveita a relevância da Bienal nos primeiros anos para sintetizar correntes e movimentos artísticos em voga no pós-guerra. Estão ali, por exemplo, as diversas vertentes do construtivismo e do abstracionismo informal e geométrico. A principal oportunidade do espectador é apreciar nomes pouco lembrados, embora de qualidade. É o caso dos britânicos William Scott e Prunella Clough. De 25/08/2012 a 28/07/2013.
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  • Depois de vários adiamentos, o Museu de Arte Contemporânea, enfim, começa a inaugurar sua nova sede, no antigo prédio do Detran, no Ibirapuera. De modo tímido e algo decepcionante, é verdade: apenas um pequeno espaço do térreo está disponível ao visitante — somente no fim de 2012 a mudança deve ser finalizada. O Tridimensional no Acervo do MAC: uma Antologia traz dezoito esculturas da coleção. Apesar do contexto frustrante, a mostra em si é bem costurada e compacta. Formas sinuosas destacam-se em Figura Reclinada em Duas Peças: Pontos, do inglês Henry Moore, e em O Implacável, de Maria Martins. Franz Weissmann e Sérvulo Esmeraldo apostam no construtivismo. Entre os contemporâneos, preste atenção em Sem Título Mas com Amor, de Ernesto Neto, feita com chumbo, bolas de isopor e uma meia de náilon.
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  • Sob a guarda do MAC-USP desde 2005, a coleção que pertenceu ao Banco Santos ganha um recorte na mostra. Foram reunidas 63 imagens representativas de cinquenta artistas, realizadas de 1954 a 2003. Elas investigam o momento em que a fotografia começa a abandonar a teoria do instante decisivo, de Cartier-Bresson, e passa a apostar em territórios mais experimentais, nos quais as técnicas de montagem e encenação adquirem atenção especial. O tema das pessoas na praia, por exemplo, é abordado com cores e excessos por Daniel Klajmic e em preto e branco sóbrio por Claudio Edinger. Um dos núcleos da montagem dedica-se ao erotismo. Entre os nomes está o do italiano Oliviero Toscani, pivô de uma recente e polêmica campanha envolvendo personalidades políticas aos beijos. Jeff Wall e Olafur Eliasson também integram a seleção. Prorrogada até 10/03/2013.
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  • A exposição 'Redes Alternativas' apresenta 40 trabalhos de artistas latino-americanos e do leste da Europa que se valeram, direta ou indiretamente, da fotografia como registro de performances, ações e situações. De 16/06/2011 a 04/11/2012.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO