Feriado

Seleção programas para fazer no feriado de 1º de maio

Peças de teatro, exposições, programas com a criançada. Confira uma seleção de eventos que vai tirar qualquer um do tédio no feriadão

Por: Veja São Paulo - Atualizado em

Sexta-feira é Dia do Trabalho e feriado é sempre uma boa época para aproveitar a cidade. Enquanto muita gente viaja para a praia ou para o interior, a capital fica sem trânsito e cheia de boas opções culturais para quem não quer ficar em casa. Confira bons programas que estarão abertos no dia 1º. 

  • Elas deixaram de ser as gatinhas que esnobavam a rapaziada, tampouco se esbaldam na balada como se não houvesse amanhã. Escrita e dirigida por Elzemann Neves, a comédia Quando Eu Era Bonita traz as atrizes Ester Laccava e Lulu Pavarin na pele de duas mulheres à deriva na festa de fim de ano da firma. Embalada por taças de champanhe, a dupla conversa, ri e chora, sempre relembrando os tempos em que tinham na mão o trunfo da beleza. Entrosadas, as atrizes surgem guiadas por várias ambições e as tiram de letra com desenvoltura. Provocam gargalhadas, apelam para a tragédia e ainda estimulam o público a uma interessante reflexão sobre a condição feminina nos dias atuais. Estreou em 13/3/2015. Até 12/7/2015.
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  • Comédia dramática

    Intocáveis
    VejaSP
    8 avaliações
    Realizado pelos cineastas Olivier Nakache e Éric Toledano em 2011, o filme francês com François Cluzet e Omar Sy teve enorme empatia com o público. Adaptada para o palco por José Rubens Siqueira, a comédia dramática Intocáveis busca um impacto semelhante, com as devidas proporções de alcance entre cinema e teatro. Na trama, ambientada em Paris, o milionário Philipe (interpretado por Marcello Airoldi) perdeu muito da alegria de viver desde que ficou tetraplégico em razão de um acidente. Ele contrata o inexperiente e malandro Driss (vivido por Val Perré, que substitui Ailton Graça) como cuidador e o rapaz lhe apresenta uma nova visão de mundo, devolvendo ao paciente o sorriso abandonado há muito tempo. Eliana Guttman, Bruna Miglioranza, Livia La Gatto, Ricardo Ripa e Sidney Santiago completam o eficiente elenco no apoio, mas sem chance de destaque. É um espetáculo para agradar na medida a quem procura um  programa despretensioso. Estreou em 15/3/2016. Até 30/4/2016.
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  • Em 2014, o cantor e compositor Chico Buarque virou setentão. Sua veia de dramaturgo foi homenageada no Rio de Janeiro com essa nova versão do musical de 1978 que, agora, chega aos palcos paulistanos. Inspirado em A Ópera do Mendigo (1728), de John Gay, e A Ópera dos Três Vinténs (1928), de Bertolt Brecht e Kurt Weill, o texto de Chico ganhou inusitada adaptação e direção de João Falcão. O elenco, basicamente masculino, causa estranhamento e exige um desprendimento maior do público em relação aos personagens femininos, originalmente carregados de sensualidade. Ambientada na Lapa carioca dos anos 40, a peça traz a história do contrabandista Max Overseas (vivido por Moyseis Marques). Ele se casa com a jovem Teresinha (interpretada pelo ator Fábio Enriquez) e provoca a ira do sogro, o cafetão Duran (Ricca Barros). A ótima direção musical e os arranjos de Beto Lemos para canções como Folhetim, Teresinha e Geni e o Zepelim, junto com o talento dos intérpretes, valorizam o conjunto. Com Guilherme Borges, Adren Alves, Alfredo Del Penho, Eduardo Landim, Renato Luciano e Larissa Luz, a única mulher no grupo, entre outros, além de seis músicos. Estreou em 13/3/2015. Até 3/5/2015.
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  • Whoopi Goldberg já era uma atriz bastante conhecida quando protagonizou o filme de Emile Ardolino em 1992. Tinha até um Oscar de coadjuvante por Ghost, do Outro Lado da Vida. Para a cantora Karin Hils, no entanto, interpretar a personagem Deloris na adaptação do longa, que, no formato musical, foi visto em onze países, tem tudo para ser a consagração. Sob a direção original de Jerry Zaks, a montagem é repleta de qualidades e, mesmo assim, o carisma e o vozeirão da ex-integrante da banda Rouge saltam aos olhos e ouvidos do público. Na trama, Deloris Van Cartier é uma cantora despachada, cercada de más companhias. O tempo fecha assim que ela testemunha um assassinato e, no desespero de salvar a pele, se esconde num convento. Por lá, a moça conquista a simpatia das freiras e revoluciona o coral da instituição. Os adaptadores Bianca Tadini e Luciano Andrey injetam uma deliciosa pegada pop na versão brasileira do texto de Cheri e Bill Steinkellner com músicas de Alan Menken e letras de Glenn Slater. As cenas têm ritmo, as piadas, mesmo que algumas fáceis demais, arrancam risadas e as interpretações carregam uma naturalidade incomum no gênero. Entre os 31 atores, Adriana Quadros e Andrezza Massei são destaque como a Madre Superiora e a Irmã Maria Patrícia, respectivamente. Na pele do atrapalhado policial Eddie, Thiago Machado é uma surpresa. Estreou em 5/3/2015. Até 25/10/2015.
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  • Documentário cênico

    Dzi Croquettes
    VejaSP
    Sem avaliação
    Lançado em 2010, um documentário dirigido por Tatiana Issa e Raphael Alvarez trouxe de volta para a luz a irreverência de um grupo teatral formado por marmanjos de barba que, equilibrados no salto alto, desafiaram os militares nos anos 70. No embalo, o ator e coreógrafo Ciro Barcelos, um dos treze integrantes da formação original, criou e dirigiu o espetáculo batizado simplesmente de Dzi Croquettes, que vence a barreira cronológica e reproduz parte da essência provocativa da trupe. Claro, os tempos são outros. Os meninos de hoje não são tão peludos, muitos se depilam e é sabido que não causaria tanto espanto ver rapazes no palco de saia ou maquiagem pesada. Barcelos, então, recupera coreografias da época, como a embalada pelo bolero Dois pra Lá, Dois pra Cá, e insere textos contundentes contra a homofobia e a situação política do país. Surpresa no elenco de nove artistas, Bruno Gissoni, conhecido pelas novelas globais, funciona como o contraponto debochado em torno das polêmicas da diversidade sexual. O ponto alto é o número de flamenco protagonizado por Barcelos, que dosa técnica e ousadia e permite à plateia se sentir diante de uma montagem do Dzi Croquettes e não de um genérico. Com Rodolfo Goulart, Filipe Ribeiro, Rafael Leal, Paulo Victor Gandra, Julio Aracack, Rogério Nóbrega e Lucas Cândido. Estreou em 1/5/2015.
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  • Jorge Takla é o homem dos grandes musicais e também dos dramas profundos. Demorou, no entanto, quatro décadas para o prestigiado diretor investir em uma comédia. o resultado é puro refinamento e bom gosto para emoldurar o entretenimento de Vanya e Sonia e Masha e Spike, sucesso do americano Christopher Durang, lançado na Broadway, que remete ao universo ficcional do autor russo Anton Tchecov (1860-1904). a trama é repleta de citações a textos, tipos e frases do escritor de A Gaivota e O Jardim das Cerejeiras. Se você tiver conhecimento sobre essas peças, o espetáculo, sem dúvida, se tornará mais saboroso, mas nada é fundamental para embarcar no jogo intertextual. o trio central remete ao clássico As Três Irmãs, sendo que, aqui, a mais velha conseguiu se libertar da mediocridade familiar. Masha é uma estrela de cinema (representada por Marília Gabriela) em visita à casa de campo onde vivem os irmãos solteirões Vanya e Sonia (interpretados por Elias andreato e Patricia Gasppar). Ela chega acompanhada do jovem namorado (o ator Bruno Narchi) e, por lá, ainda encontra a aspirante a atriz Nina (Bianca Tadini) e uma empregada com poderes mediúnicos (papel de Teca Pereira). Está montado um divertido e surtado retrato familiar para enternecer o público. Bem à vontade, Marília Gabriela tira sarro de si mesma e brinca com as modulações de sua voz. Bianca e Narchi foram bem conduzidos por Takla, enquanto Patricia Gasppar convence no papel mais difícil, o da neurótica. os destaques, porém, ficam com a impagável Teca Pereira e com Elias Andreato, que contorna a afetação gay do personagem para brilhar em um belo monólogo na reta final, dando um puxão de orelha em boa parte da plateia. Estreou em 6/3/2015. Até 19/7/2015.
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  • Dirigido por Cesar Gouvêa, o espetáculo da Cia. do Quintal para crianças é encenado sobre um tabuleiro de xadrez. Narra-se aqui a trajetória de uma monarca. Após perder o marido e seu exército numa batalha, ela resolve procurar novos integrantes para a corte com a ajuda de um peão, o único sobrevivente da guerra. Mas apenas dois palhaços aparecem para preencher as vagas, que deveriam ser ocupadas por cavaleiros e bispos. Para testar os concorrentes, ela elabora algumas provas, uma delas de raciocínio. Engraçadíssima, a montagem usa o improviso de forma certeira. Sobressai o momento em que a rainha pergunta aos espectadores se alguém conhece histórias tristes. Rapidamente, a personagem cria pequenas músicas com elas. Estreou em 2/2/2013. Até 26/7/2015.
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  • Crianças e seus acompanhantes são transportados ao universo de Rapunzel, numa adaptação da companhia Le Plat du Jour para o conto dos irmãos Grimm. A atmosfera é de fantasia, e a dupla Natália Presser (no papel de Rapunzel) e Ziza Brisola (que interpreta a Bruxa Malvada) passa longe do dramalhão. Do original, restam as longas tranças da mocinha e uma vilã daquelas bem bravas. Aqui, a fúria da Bruxa começa quando o pai de Rapunzel rouba seus rabanetes de estimação para satisfazer os desejos da esposa, ainda grávida. Como vingança, a menina é sequestrada após o nascimento e aprisionada em uma casa na árvore. Chama atenção o revezamento das atrizes em seis personagens. Recomendado a partir de 3 anos. Estreou em 11/1/2014. Até 29/7/2016.
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  • Nesta adaptação da companhia a Fabulosa Trupe de Variedades para o clássico Dom Quixote de la Mancha, de Miguel de Cervantes, o protagonista atende pelo nome de Dom Caixote e seu companheiro chama-se Sancho Manco. Assim como no original, a história mostra o fidalgo que resolve sair pelo mundo em busca de aventuras. Aqui a imaginação do cavaleiro andante transforma tudo por onde ele passa. Moinhos viram gigantes e ovelhas se tornam um exército de guerreiros furiosos. O amigo insiste e tenta convencê-lo de que tais combates fazem parte apenas de sua fantasia. Nessas peripécias, a dupla interage de forma divertida com a plateia — convida, por exemplo, a criançada a participar de um jogo de palavras. Estreou em 2/8/2014. Até 26/7/2015.
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  • Faz só dois anos que Erasmo Carlos mergulhou de vez nas redes sociais — e emergiu assustado com comentários de que não teria “muito tempo de vida” ou de que era “um zumbi”. Em resposta aos haters, o Tremendão apresentou o ótimo Gentil Gigante (2014), considerado um dos melhores álbuns de sua carreira, no qual tenta (e consegue) desmistificar a “fama de mau”. A contraprova veio no ano seguinte, com o lançamento de Meus Lados B. Nele, o cantor relembra as faixas que pouco ou nunca ganharam espaço em seus espetáculos ao vivo, a exemplo de Maria Joana, sua abordagem sobre maconha feita na década de 70, beeem antes de Planet Hemp surgir. Com essa, são 23 preciosidades, como a caricata O Homem da Motocicleta, Mané João (escrita com Roberto Carlos), Estou Dez Anos Atrasado e a composição de Caetano Veloso De Noite na Cama. Ele celebra esta turnê com o DVD deste álbum, lançado agora. Dias 26 e 27/2/2016.
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  • Centros culturais

    Arte do Brasil até 1900
    VejaSP
    Sem avaliação
    A primeira mostra a ocupar o subsolo do Masp desde que as paredes do andar foram retiradas, respeitando o projeto original de Lina Bo Bardi, utiliza painéis projetados pela arquiteta para pendurar as obras. Arte do Brasil até 1900 é composta de cinquenta telas produzidas entre os séculos XVII e XIX que apresentam um pouco da história do país em paisagens, naturezas-mortas e retratos de pintores como Frans Post (1612-1680) e Almeida Júnior (1850-1899). Benedito Calixto (1853-1927), por exemplo, registrou o antigo Porto do Bispo (Santos) numa pintura exibida ao lado de um talão de cheques de 1985 do extinto Banco Bamerindus. Explica-se: a instituição financeira usou na época a imagem para ilustrar o bloco de papel. Entre os documentos que acompanham as obras, uma carta questiona se Post teria realmente visto a então longínqua Cachoeira de Paulo Afonso, na Bahia, antes de pintá-la, em 1649. Para tirar a dúvida, a peça foi comparada a uma fotografia do local, que comprova a semelhança. De 26/3/2015. Até 6/6/2015.
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  • Cinquenta itens retirados do Instituto Inhotim, alguns deles pela primeira vez, dão um gostinho de como é visitar o centro cultural mineiro. As obras faraônicas, claro, não podem ser vistas por aqui, mas a força visual e a seleção muitas vezes lúdica atraem a atenção. Logo na entrada estão pendurados os relevos espaciais supercoloridos de Hélio Oiticica. A sala dedica-se ao movimento neo concreto, que explora a arte como experiência. Essa premissa, aliás, pauta a exposição. Há registros de performances, instalações e artigos cotidianos, como os cinzeiros coletados de aviões por Jac Leirner. De 2/4/2015. Até 31/5/2015.
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  • A retrospectiva Terra Comunal é uma imersão no mundo radical de Marina Abramovic, de 68 anos. Estão reunidos, por exemplo, trabalhos com cristais brasileiros que convidam o público a explorar sua energia. Também envoltos numa aura mística, os exercícios de duas horas e meia da versão de seu famoso método lembram uma grande aula de meditação e são uma antítese do ritmo acelerado da cidade. Oito artistas brasileiros foram convidados a experimentar a versão completa (ficaram isolados em um sítio sem falar ou comer por quatro dias) e o resultado pode ser visto em ações impressionantes como a de Paula Garcia, que maneja objetos de metal dentro de uma sala imantada. Outro ponto alto da mostra é a seleção de vídeos que exibem as potentes performances de Marina desde a década de 70, caso de Rhythm 5, nas quais os limites entre corpo e mente eram testados constantemente e, muitas vezes, o esgotamento físico significava desmaios, perda de voz e ferimentos. Trata-se de uma exposição bem montada para ser vista e vivida sem olhar para o relógio. Exige paciência e disposição para mergulhar no seu mundo. De 10/3/2015. Até 10/5/2015. + Marina Abramovic chega à cidade e fala sobre mostra no Sesc Pompeia + Inscrições para participar do método no site: http://terracomunal.sescsp.org.br +Marina Abramovic abre a temporada de grandes exposições
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  • A proposta desta exposição que levou a São Paulo Companhia de Dança para dentro do MAM chama atenção pela originalidade. Saltos e piruetas são apresentados entre obras de arte — elas funcionam como cenário — e convidam os visitantes a interagir. Os ensaios que ocorriam na sala menor foram suspensos e, agora, o grupo se apresenta apenas três dias por semana. “Queríamos estimular o público a estabelecer uma relação mais corporal com a arte, que não fosse só contemplativa”, diz o curador Felipe Chaimovich. A conquista é mais aparente quando os integrantes da companhia vão para dentro da mostra e sentam nas cadeiras feitas pelo coletivo Opavivará! ou passam pela instalação de Ernesto Neto. A empolgação dos espectadores é tamanha que algumas peças foram protegidas para não ser tocadas. Quando os artistas saem de cena, dá para flagrar pessoas dançando aleatoriamente maravilhadas com a encantadora experiência. Sem a presença dos bailarinos a exposição perde a força, então cheque os horários das apresentações. Até 13/6/2015. Confira a programação: As perfomances acontecem nos seguintes horários:  6/6 sábado – 12h30 às 13h e 14h30 às 15h  13/6 sábado – 12h30 às 13h
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  • Considerado um dos nomes europeus mais importantes do pós-guerra, o italiano Piero Manzoni (1933-1963) ampliou o conceito de arte com seu trabalho provocador e cheio de bom humor, que tem influências até hoje. Em sua criação mais emblemática (e polêmica), apresentou as próprias fezes enlatadas num museu — produzindo um choque semelhante ao provocado pelo urinol do francês Marcel Duchamp. O escatológico trabalho, que questiona o status da obra de arte, faz parte da mostra que leva seu nome no MAM. A seleção inclui também um balão com o sopro do autor e um pedestal sobre o qual visitantes foram convidados a subir e, dessa forma, transformaram-se em esculturas vivas. Ações que podem ser vistas como precursoras das performances, tão difundidas atualmente. Com trajetória consistente, apesar de curta — Manzoni morreu aos 29 anos, vítima de um infarto —, ele se propunha a desmitificar a autoridade do criador. Uma ruptura que não acontecia desde as vanguardas europeias, no início do século XX. Vale, no entanto, um aviso: quem não conhece sua história corre o risco de se perder diante dos objetos expostos, aparentemente banais quando observados fora do contexto. Falta à montagem oferecer ao visitante embasamento e explicações sobre a instigante discussão levantada por Manzoni. De 8/4/2015. Até 21/6/2015.
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  • As obras repletas de listras e quadriculados que ocupam duas salas da Pinacoteca são mais do que simples exercícios cromáticos. Irlandês naturalizado americano, Sean Scully, de 69 anos, buscou referências biográficas e culturais para produzir suas telas, cuja beleza conquistou lugar em acervos de instituições importantes como o Metropolitan de Nova York e a Tate Modern, de Londres. As 46 peças fazem uma retrospectiva dos quarenta anos de carreira de Scully. É possível ver como o artista iniciou sua trajetória com linhas mais rígidas para depois soltar o traço até permitir que aparecessem as marcas de suas pinceladas. São especialmente interessantes os trabalhos que extrapolam o plano da tela ao introduzir quadros menores ou de diferentes tamanhos na composição, criando relevos. De 11/4/2015. Até 28/6/2015.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO