Transporte

Motoristas de ônibus de dez cidades da Grande São Paulo seguem em greve

Cerca de 90 000 pessoas são afetadas pela paralisação, estima a EMTU. Condutores exigem equiparação do salário com o da capital

Por: Redação VEJASÃOPAULO.COM - Atualizado em

Interior do ônibus da Rio Pequeno - Terminal Princesa Isabel - capa 2327
Greve continua a afetar cidades da Grande São Paulo (Foto: Lucas Lima)

Motoristas de duas empresas que atuam na Grande São Paulo seguem em greve na manhã desta sexta-feira (23). As cidades de Osasco, São Bernardo do Campo, Diadema, Carapicuíba, Itapevi, Cotia, Jandira, Pirapora, Barueri e Santana do Parnaíba tiveram a circulação de ônibus afetada com a paralisação. Parte da Zona Oeste da capital também é prejudicada.

 

Os municípios são atendidos pelas empresas MobiBrasil e Viação Osasco. Juntas, elas transportam cerca de 90 000 pessoas diariamente, de acordo com a EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanas de São Paulo). A Urubupungá, que circula por Osasco e Barueri, também funciona com apenas 70% da frota.

 

Os trabalhadores exigem equiparação aos 10% reajuste concedido aos motoristas da capital. “A proposta de 8% que os patrões fizeram para a categoria não foi aceita”, diz Antônio Alves Filho, presidente do Sindicato dos Condutores de Veículos Rodoviários e Trabalhadores em Empresas de Transporte Rodoviário e Anexos de Osasco e Região.

Ontem uma reunião feita no Tribunal Regional de Trabalho entre os condutores e as empresas não levou a um acordo entre as partes.

Fonte: VEJA SÃO PAULO