Para rir

As comédias em cartaz

Trinta e cinco espetáculos de humor estão em cartaz na cidade

Por: Redação VEJASAOPAULO.COM - Atualizado em

Trair e Coçar... É Só Começar
Anastácia Custódio e Mário Pretini na comédia Trair e Coçar... É Só Começar (Foto: Celia Santos/Fabio Cerati)

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  • O espetáculo é dividido em dois atos, o primeiro de stand-up comedy, e o segundo com personagens que vão desde um caipira até um rapper revoltado. Com os comediantes Robson Nunes, Luiz França e sempre um convidado diferente ainda surpreendem fazendo uma interação com o público no quadro Show Mico. O bar Beverly Hills ainda recebe os comediantes dos espetáculos Em Pé na Rede e Humor de Salto Alto.
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  • Um grupo musical faz exaustivos ensaios há dez anos e até hoje nunca realizou um show. Esse é o interessantíssimo ponto de partida da comédia da Cia. dos Outros, que critica os persistentes artistas que não vivem de sua arte e não estabelecem um diálogo com o público. A boa ideia, no entanto, revela-se soterrada de imediato. O que se vê em cena: um grupo de atores que também não consegue interagir com a plateia e lança um discurso gradualmente enfraquecido por falta de suporte dramatúrgico e pelo ritmo arrastado. Com Amanda Lyra, Carolina Bianchi, Clayton Mariano, Tomás Decina e Pedro Cameron. Estreou em 2/11/2012. Dia 29/4/2014.
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  • Um  assalto na periferia de uma grande cidade é o mote para fazer piada sobre as reações à violência. Encenada pela Companhia de Teatro São Paulo, com mais de 40 anos de fundação, a peça é escrita e dirigida por Carlos Meceni, que também integra o elenco. Um motoboy, uma garçonete, um cozinheiro, dois políticos, duas malas de dinheiro e um ladrão atrapalhado dividem a cena, trazendo à tona, enquanto provocam gargalhadas, reflexões sobre como estamos vivendo nossas vidas e até onde somos verdadeiros. A situação agrava-se ante a urgência da situação e o público é surpreendido com o desfecho dos personagens. De 31/1/2013 até período indeterminado.
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  • Na comédia escrita por Pedro Fabrini, Oswaldo (Alessandro Ramos) e Quitéria (Marcia Manfredini) interpretam um casal que se desentende por qualquer motivo. Uma ajuda dos céus chega na figura de um anjo (papel do também diretor Eduardo Martini), que se torna responsável por promover a paz entre os dois. Estreou em 8/8/2014. Até 28/3/2015.
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  • Comédia

    Casal TPM
    VejaSP
    3 avaliações
    No centro da comédia de Paula Giannini está um casal. Os altos e baixos da paixão, a rivalidade e a impaciência fazem do cotidiano uma bomba-relógio. Nada é surpreendente na abordagem do tema. O carisma e o timing de Paula Giannini como protagonista, no entanto, divertem parte da plateia. Com o também diretor Amauri Ernani. Estreou em 25/4/2008. Até 27/9/2015.
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  • Os atores Fabio Rabin, Luiz França e Murilo Gun sobem ao palco para apresentar textos de própria autoria. Temas da atualidade são satirizados pelos atores e também por convidados que se alternam a cada semana. A partir de 26/04/2013, Murilo Gun, Diogo Portugal e Mauricio Meirelles integram o elenco fixo da atração. Estreou em 03/10/2008. Em cartaz por tempo indeterminado.
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  • A casa, que tem como sócios Rafinha Bastos, Danilo Gentili e Ítalo Gusso, recebe humoristas de terça a domingo. No formato stand-up, os shows duram aproximadamente 1h15. Confira abaixo a programação: Terças, 21h: Comédia em Preto e Branco, com Rodrigo Capella e Marcelo Marrom Quartas, 21h: Noite de Improviso, com Márcio Ballas, Marcão Gonçalves, Gui Tomé e um improvisador convidado Quintas, 21h30: Eri Johnson - Pra Ver se Lota, com grupo Em Pé na Rede Sextas (21h30 e 0h), sábados (20h, 22h e 0h) e domingos (20h): quatro humoristas convidados se revezam no palco e apresentam os seus set's de stand-up. Clique aqui para detalhes.  
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  • Gueminho Bernardes escreveu, dirige e protagoniza o monólogo cômico. Um palestrante especializado em manuais de autoajuda lista regras que devem ser seguidas no trabalho e na intimidade para sabotar de vez a vida pessoal e profissional. Estreou em 14/3/2014. Até 4/5/2014.
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  • De Luiz Sander. Criado e protagonizado pelo ator Luiz Sander — conhecido como o Mineirinho de Maceió —, o espetáculo traz doze personagens em cenas curtas e números musicais. Um velho funcionário de um teatro, um político revoltado com a falta de visibilidade e um eleitor que não consegue parar de rir estão entre as criações do humorista, que também dirige a montagem. Estreou em 09/01/2010.
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  • O autor Franz Keppler se deu bem na primeira comédia. Sob a direção de Otávio Martins, Suzy Rêgo e José Rubens Chachá interpretam advogados que já dividiram o mesmo teto e se reencontram em um tribunal. Eles têm a missão de defender os interesses de um rapaz e de uma moça (Pedro Henrique Moutinho e Renata Brás) em fase de separação. Estreou em 18/1/2013. Até 30/3/2014.
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  • De Renato Scarpin. O ator investe na stand-up comedy. Scarpin critica a política e cria situações em cima de questões cotidianas. Estreou em 23/11/2009. De 3/5/2014. Até 26/7/2015.
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  • Adaptada por Franz Keppler, a comédia de Eduardo Galán traz uma história interessante e de forte contexto social sobre as consequências da quebradeira da Espanha. A trama é centrada em três mães na faixa dos 30 anos (interpretadas por Fernanda Mareze, Ana Saab e Rafaela Veronese) que decidem fazer um calendário sensual. A ideia é arrecadar fundos para a construção de um centro de esportes para seus filhos. O que tinha tudo para ser atraente para por aqui. Atores deslocados e sem uma direção firme de Kleber Di Lazzare não alcançam objetivo algum — não fazem graça e tampouco valorizam a história. Com Blota Filho, João Baldasserini e o diretor Kleber Di Lazzare. Estreou em 8/3/2014. Até 31/8/2014.
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  • Em 2010, os atores Carlos Moreno e Mira Haar celebraram em Florilégio Musical a amizade iniciada no grupo Pod Minoga, lá pelos anos 70. A aceitação do projeto rendeu uma continuação, e à dupla se juntou a atriz Patricia Gasppar. Desta vez, o trio homenageia os astros da música brasileira dos anos 30, 40 e 50, época em que o rádio e as grandes vozes dominavam a mídia. Em seis blocos, eles cantam sucessos de Emilinha Borba, Francisco Alves, Nelson Gonçalves e Cartola, entre outros, e, numa ponte com a atualidade, chegam a Michel Teló. A irreverência muitas vezes dá o tom e pode divertir parte dos saudosistas, mas, na falta de uma costura dramatúrgica, a espontaneidade fica diluída no palco. Estreou em 13/10/2013. Até 30/8/2015.
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  • Escrita por André Roussin, a comédia ganhou adaptação e direção de Carlos Artur Thiré. Uma matriarca italiana (personagem de Rosi Campos) faz de tudo para manter a família unida e bem-vista perante a sociedade. Ela tem dois filhos gêmeos (interpretados por Leonardo Miggiorin), que se comportam de maneiras distintas e não tarda para um deles virar alvo dos vizinhos. Com Carlo Briani e Débora Gomez. Estreou em 2/8/2013. Até 16/3/2014.
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  • O teatro pode transmitir mensagens inquietantes ou de alívio. Talvez nem tenha sido essa a intenção da jornalista Maria Dolores ao publicar o livro transformado em comédia por Martha Mendonça e Nelito Fernandes. Com um filho adolescente e a conta bancária vazia, ela se descobriu grávida sem planejar. Flávia Monteiro e Rebeca Reis representam a mesma mulher nas duas fases, embora o diretor Luiz Antônio Pilar tenha imprimido sutilezas capazes de fazer delas tipos distintos. Uma tem 18 anos e espera um bebê do namorado. A outra beira os 32 e fica em pânico com a reação do marido. Espontâneas, as atrizes fazem da plateia uma espécie de confidente e encorajam as mulheres a enfrentar essa nova etapa. Estreou em 7/2/2014. Dias 7, 8 e 9/11/2014.
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  • De Marcelo Mansfield. Integrante do programa Agora É Tarde, da Band, o ator Marcelo Mansfield protagoniza mais um standup comedy. Sozinho em cena, ele faz piadas inspirado em tipos comuns e fatos do cotidiano. Estreou em 02/04/2008. Até 3/5/2014.
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  • O título provoca curiosidade, mas também pode repelir uma fatia do público. No Quarto ao Lado — O Espetáculo do Vibrador, comédia da americana Sarah Ruhl, traz Daniel Alvim na pele de um médico que vive no começo da era da eletricidade. Ele usa um aparelho capaz de diminuir a tensão das pacientes e as auxiliar contra a histeria. Não tarda para que sua mulher (Marisol Ribeiro, pouco à vontade no papel) se interesse pelo tratamento que tornou o marido tão popular. Transitam ainda pelo consultório um casal muito nervoso (vivido por Julia Ianina e Luciano Gatti) e um artista (papel de Rafael Primot) que descobre outras formas de prazer. Conhecida por peças densas, como A Mulher que Ri (2008) e As Meninas (2009), a diretora Yara de Novaes limpa qualquer possibilidade de vulgaridade e insere um refinamento no tom de chanchada. Mesmo piadas quase chulas ganham um contorno sutil que combina com a trama sobre o despertar de novas possibilidades sexuais em um tempo tão conservador. As atrizes Fafá Rennó e Maria Bia completam o elenco. Estreou em 18/11/2013. Até 6/4/2014.
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  • Tudo começou como um pocket show para ocupar duas noites de um teatro carioca. O que aconteceu nos dezessete meses seguintes surpreendeu até o autor, Artur Xexéo, e a diretora, Jacqueline Laurence. Mais de 50.000 pessoas aplaudiram a comédia musical, agora em cartaz por aqui. Apoiados por três instrumentistas, Françoise Forton e Aloísio de Abreu encenam a trama de clara inspiração nos contos de fadas. O espetáculo é ambientado em um café parisiense, no qual dois turistas se encontram na década de 90, embalados por canções como La Vie en Rose e C’est Si Bon. No dia seguinte, ela carimba o passaporte de volta e ele fica. A pergunta de como teria sido o futuro daquele amor não sai da cabeça da dupla. No palco nu, Françoise fisga a plateia com interpretações afinadas, e Abreu não faz feio diante da colega. A despretensão é tão grande que se transforma em trunfo para conquistar o público. Estreou em 14/3/2014. Até 13/4/2014. Durante o final de semana de carnaval, o ator Tadeu Aguiar substitui Aloísio de Abreu. Raízes: coprodutora da peça, Françoise é filha de francês e aprendeu o idioma antes do português.
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  • Clássico de Molière, a comédia ganhou adaptação e direção de Gerardo Franco. Um solteirão mulherengo (papel de Beto Nasci) tem medo de se casar e ser vítima de adultério. Ele resolve, então, criar uma menina (a atriz Carol Macedo) para, no futuro, se transformar em sua esposa. Com Lucas Nadin, Giovani Grecco, Nilda Araújo e Michele Pascoal. Estreou em 11/1/2014. Até 27/4/2014.
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  • Miriam Lins adaptou e dirige a comédia de Rodolfo da Rocha Carvalho. Um aposentado (vivido por Milton Levy) sonha em ser ator. O convite para interpretar um homossexual em uma peça, no entanto, o envolve em vários mal-entendidos. Calcada em piadas politicamente incorretas, a peça traz todas as fórmulas para uma ampla comunicação e tem no elenco os atores Adriano Toloza, Miriam Lins e Adelita Del Sent. Mas o destaque é Levy, com inúmeros improvisos. Estreou em 5/10/2007. Até 29/3/2015.
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  • De Milton Levy. É o autor, destaque da comédia O Amante do Meu Marido, quem protagoniza e dirige o monólogo. Passagens de três décadas de carreira como ator dão o tom. Estreou em 04/06/2009. Até 30/7/2014.
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  • A comédia apresenta a vingança de uma sogra que, depois de morta, volta a assombrar o genro mal intencionado, que toda a vida lhe roubou e usou sua filha como meio de chantageá-la. Com Ronaldo Ciambroni, Eduardo Guimarães, Rodrigo Nascimento, Crís Ciambroni, Magda Mielli e Wellington Firmino. Estreou em 15/03/2013. Até 15/3/2014.
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  • O Marido da Minha Mulher é uma comédia de Sérgio Abritta que conta a história de Alex (Arthur Alavarse) um fanfarrão convicto e incorrigível. Casado com Bruna (Arieli Portela) uma dona-de-casa bonita e inteligente que vive solitária. Numa de suas farras Alex acaba sofrendo um acidente deixando viúva a bela esposa. Após a morte de Alex a jovem viúva será disputada por Nico (Murilo Cunha) um mauricinho pernóstico e por Paulo (Ton Prado), melhor amigo de Alex. Para impedir que ela se case com seu desafeto Nico, o morto volta a terra e pede ajuda a seu melhor amigo Paulo. Estreou em 30/09/2012.
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  • Vítima de um trágico acidente, morre o milionário George Steinbrich. Ansiosos para a leitura do testamento, a família retorna do velório e recebe a surpreendente notícia de que o acidente foi fruto de sabotagem, dando início a uma misteriosa trama de suspense e comédia, onde todos são possíveis assassinos. Com Rosana Canhedo, Diego Krausz, Lau Brambilla, Bárbara Barros e Rodrigo Sanches. Estreou em 21/9/2013. Até 30/3/2014.
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  • De um lado, Ruí um homem esperto que apesar da idade avançada sempre tentou levar vantagens na vida e de outro lado o tímido Raul, rapaz mais novo e eduacado, um verdadeiro gentleman. Os dois estão prontos para iniciar uma luta diferente, a disputa pelo cargo de chefe de uma média empresa de São Paulo. Com Ronaldo Ciambroni, Warney Paulo e Glaura Lacerda. De 18/1/2014 a 16/3/2014.
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  • A casa de humor fundada por Eduardo Sterblitch, Carlinhos Silva e Marcos Chiesa recebe comediantes, que mostram seus espetáculos e esquetes. Quinta, 21h30, Não Seja Rudy, é uma mistura de tudo que Rudy Landucci aprendeu nesses quase 10 anos de carreira. Sexta, 22h: Show do Mallandro Sábado, 20h, 22h e 0h: Vários artistas
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  • O humorista Diogo Portugal apresenta diversos personagens, como uma manicure famosa e uma ex-prostituta palestrante. Até 20/3/2014.
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  • O humorista Oscar Filho protagoniza e dirige uma coletânea de textos na stand up comedy. Passagens da vida pessoal e fatos do cotidiano fazem parte do repertório de piadas do ex-integrante do programa CQC, da Band. Estreou em 24/3/2012. Reestreia prometida para 28/2/2015. Até 30/5/2015.
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  • Uma das noites de stand-up comedy mais antigas e tradicionais de São Paulo. Grandes comediantes já fizeram parte do elenco do Segundas Cômicas, dentre deles Marcelo Adnet, Fábio Rabin e Danilo Gentili. Atualmente, o elenco é composto por destaques da nova geração: Fabiano Cambota, Murilo Gun, Nando Viana, Renato Tortorelli, Rogerio Vilela.  Toda segunda três deles se revezam no palco e trazem um convidado especial. Em cartaz por tempo indeterminado. 
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  • Sucesso há 25 anos, a comédia de Marcos Caruso é baseada na suspeita de adultérios múltiplos. Uma empregada (papel de Anastácia Custódio) envolve seus patrões e dois casais em confusões. Com Ivan de Almeida, Carla Pagani, Carlos Mariano, Lara Córdula e outros. Estreou em 24/8/1989. Até 8/3/2015.
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  • Em seu espetáculo solo, a drag Nany People faz piadas sobre o cotidiano em temas como cirurgia plástica, telefonia celular e atividades físicas. De 15/5, 22/5, 5/6 e 19/6/2014.
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  • Em outubro de 2001, a atriz e diretora Grace Gianoukas idealizou um projeto humorístico composto de solos de diversos comediantes. Em poucas semanas, a Terça Insana gerou um entusiasmado boca a boca — e, desde lá, foram mais de 2 200 apresentações em palcos paulistanos e do restante do país, 400 espetáculos diferentes, dois registros em DVD e 500 personagens. Disposta a investir em novos formatos, a encenadora decretou o fim da Terça Insana e preparou uma turnê de despedida, Adiós, Amigos, que ocupa o Teatro Bradesco de sexta (19/12) a domingo (21/12/2014). Dez atores que já passaram pelo projeto, como Luis Miranda, Marco Luque, Arthur Kohl e Roberto Camargo, foram convidados para participações. Tipos memoráveis para os fãs da montagem marcarão presença no roteiro, entre eles a mal-humorada Mulher-Limão e a diva viciada em Lexotan Aline Dorel, duas impagáveis criações de Grace.   Leia entrevista com Grace Gianoukas sobre o fim da "Terça Insana".
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  • Clássico da dramaturgia contemporânea brasileira, a comédia Toda Donzela Tem um Pai que É uma Fera foi escrita em 1962, por Gláucio Gill. Três anos depois, o autor morreu de um infarto e, em 1966, sua peça virou um filme de sucesso. Cinco décadas passadas, a história carrega forte atualidade, sobretudo pela leitura escolhida pelo diretor Roberto Lage. Em cena, um coronel (interpretado por Isser Korik) faz de tudo para defender a honra da filha (papel de Greta Antoine), que resolveu morar com o namorado (Elvis Shelton). Por causa de um mal-entendido, o pai força a moça a se casar com o amigo mulherengo do namorado dela (o ótimo Augusto Zacchi). As mulheres, no entanto, são quem comandam a ação e decidem o destino dos personagens masculinos. Lage mostra que o desatino em torno do sonho de se casar sobreviveu ao tempo. Um destaque é a atriz Mariana Hein, que tira proveito do histrionismo da vizinha burra. Estreou em 12/3/2014. Até 29/5/2014.
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  • Na comédia dramática Vermelho (2012), Antonio Fagundes apresentou o filho Bruno, hoje com 24 anos, oficialmente ao público. Naquela trama, um consagrado artista plástico e o jovem assistente viviam conflitos, em um inevitável jogo de espelhos. Menos de três meses depois do fim da turnê do espetáculo, a dupla estreia a perturbadora e divertida comédia Tribos, escrita pela inglesa Nina Raine e dirigida por Ulysses Cruz. Está explícito que a energia juvenil de Bruno contaminou o pai a ponto de fazê-lo apostar em uma encenação moderna, com um elenco numeroso e sem protagonismos, capaz de dialogar com diferentes gerações. Billy (papel de Bruno) nasceu surdo em uma família pouco convencional em que todos podem ouvir. Os pais politicamente incorretos (vividos por Fagundes e Eliete Cigaarini) o criaram em um casulo e não se conformam com a dependência dos outros dois filhos (Guilherme Magon e Maíra Dvorek). A situação se desestabiliza de vez quando Billy se apaixona por Silvia (a atriz Arieta Corrêa), uma garota que começa a ensurdecer depois de adulta. Com diálogos afiados e repletos de acidez, o texto é estruturado em nove cenas que abordam a surdez metafórica nas relações pessoais. Como sempre, Fagundes brilha ao aproveitar o histrionismo do personagem, e Bruno mostra potencial na pele do deficiente auditivo em busca de identidade. Sobressai também Guilherme Magon. O ator investe em uma sutil interiorização para fortalecer o irmão deprimido de Billy. Estreou em 14/9/2013. Até 17/8/2014.
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  • De Pasqual Lourenço e Pedro Tudech. Recém-saída de um colégio de freiras, a adolescente Neuzinha tem um sonho: tornar-se sexóloga em um programa de televisão. Sua opressora mãe, porém, tem outros planos para ela: arma seu noivado com um rico fazendeiro. Com Sil Malanzu, Raquel Macedo, Dan Boni e José Moraes. Estreou em 01/03/2002. Até 31/5/2014.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO