Passeios

Cinquenta programas para fazer no feriado

Tem filme, exposição, lugares para comer e passeios entre as sugestões para sair de casa neste 9 de julho

Por: Veja São Paulo

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+ Sete motivos para pegar a estrada no feriado

+ Passeios bons e baratos em Campos do Jodão

  • Parques

    KidZania

    Avenida Rebouças, 3970, Pinheiros

    Tel: (11) 3995 4500

    VejaSP
    13 avaliações

    A cada meia hora, uma simulação de um grande incêndio acontece no hotel da cidade fictícia de KidZania. Em poucos minutos o minicarro dos bombeiros chega e dele sai um grupo de crianças treinadas para controlar o fogo em poucos minutos. Se houver algum ferido, uma ambulância com pequenos médicos socorre a vitima, que é encaminhada para o hospital, onde ocorrem também operações, como transplante de fígado. Toda essa agitação pode ser conferida na primeira unidade brasileira da rede mexicana KidZania, instalada no Shopping Eldorado desde dezembro de 2014. Por lá ocorrem ainda simulações de casos enfrentados em uma delegacia, cozinha de restaurante, agência de publicidade, laboratório de ciências e até em uma redação de jornal. A ideia ali é o visitante escolher quais profissões quer desempenhar durante o passeio, entre as 52 opções disponíveis.

    O parque mostra-se bem organizado, limpo e oferece um mix de atrações divertido, é verdade, mas o preço do ingresso revela-se um balde de água fria e só vale a pena para quem quiser muito conhecer o lugar ou tiver certeza de que a criança se identifica com o passeio. Custa 120 reais para as crianças – as de até 4 anos junto de outra pagante entram de graça e a garotada a partir de 8 anos pode ficar sozinha por lá. Só para acompanhar e sem participar de nada, os adultos desembolsam 50 reais. Quem optar por investir no passeio, deve se atentar ao horário de funcionamento para aproveitar ao máximo.

    Ao cruzar o portão de entrada, semelhante a um aeroporto, o visitante recebe um cheque de 50 kidZos – moeda local. A aventura começa com uma ida ao banco para trocar o cheque por cédulas ou um cartão, usados para ingressar nos diversos estabelecimentos e instituições da cidade. Depois de “trabalhar” em uma das áreas, eles recebem o salário em kidZos – a moeda pode ser utilizada também para pagar por serviços como manicure.

    Para os adultos que quiserem dar um tempo do barulho da música ambiente somada a sirenes e buzinas dos veículos das brincadeiras, há um espaço equipado com poltronas, wi-fi, tomada para carregar celular e uma cafeteria. Quem estiver acompanhado de crianças de até 4 anos possui à disposição outro ambiente com jogos e brinquedos voltados para essa faixa etária. É proibido entrar com alimentos, mas dentro do local, dispõe de unidades do Burger King, 1900 Pizzeria e Kopenhagen, além de uma pequena praça de alimentação.

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  • A Ceagesp promove mais um Festival de Sopas no Entreposto Terminal São Paulo (ETSP), localizado na Vila Leopoldina. Cinco caldos quentes são servidos a cada semana. As versões de cebola simples ou gratinada são as únicas fixas no cardápio. Custa R$ 32,90 por pessoa. + Confira o mapa do local e localize-se dentro da Ceagesp O evento ocorre no antigo prédio do Unibanco, com entrada pelo Portão 4, na altura do número 1 946 da Avenida Doutor Gastão Vidigal. Há estacionamento no local (R$ 10,00 preço único). Vai até o dia 30 de agosto. + As melhores comidinhas do varejão noturno Confira o cardápio servido de 5 a 9 de agosto: Sopa de salmão com brócolis e chia Sopa de chilli mexicano Lámen Vegetariana: creme de pera com queijo roquefort Sopa de cebola Sopa de cebola gratinada Canjica (somente às quartas-feiras) Sopa de chocolate com frutas (somente aos domingos)
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  • Inspirado no livro homônimo de César Obeid, o trabalho da Cia. Repentistas do Corpo aborda temas como a natureza e o folclore. Se a montagem de visual colorido se mantivesse do início ao fim firme na proposta de ser um espetáculo de dança infantojuvenil, como anuncia o programa distribuído na porta do teatro, o resultado seria melhor. Mas, quando as coreografias são interrompidas para um momento de interação com a plateia para ensinar percussão corporal, o ritmo se perde. O elenco, formado por Cláudia Christ, Marcela Miyashita, Sérgio Rocha (também diretor) e Vitor Bassi, manda muito bem nas cenas de dança. Até 26/7/2015.
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  • A franquia nascida na década de 80 rendeu quatro longas-metragens, e este quinto episódio é uma espécie de recriação da cinessérie de ficção científica. Em 2029, as máquinas dominaram os homens, mas o líder dos sobreviventes, John Connor (Jason Clarke), consegue virar o jogo. Um exterminador, contudo, embarca numa máquina do tempo e vai parar em 1984. Connor logo descobre o objetivo da máquina: matar sua mãe, Sarah Connor (Emilia Clarke), e, assim, impedir seu nascimento. Mas ela é protegida desde criança por outro androide (interpretado por Arnold Schwarzenegger). Personagem igualmente importante, Kyle Reese (Jai Courtney) foi escolhido por Connor para voltar ao passado e ajudar Sarah. A ação, porém, concentra-se em 2017, quando o Skynet vai controlar a humanidade. Achou o enredo o samba do terminator maluco? E é. Arnold, aos 67 anos, ainda rende bem na pancadaria, mas, hoje, se vira melhor no humor — suas tiradas brincando com o envelhecimento são divertidas. Efeitos visuais de praxe e um vilão dissimulado também deixam o resultado frouxo. Direção: Alan Taylor (Terminator Genisys, EUA, 2015, 126min). 12 anos. Estreou em 2/7/2015.
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  • Animação

    Minions
    VejaSP
    7 avaliações
    Assim como os pinguins de Madagascar ganharam um desenho animado próprio neste ano, os personagens amarelinhos de Meu Malvado Favorito chegam às telas com a intenção de arrebentar nas bilheterias em um 2015 repleto de sucessos gigantescos, a exemplo de Velozes & Furiosos 7, Vingadores — Era de Ultron e Jurassic World. Minions, embora tenha um roteiro pouco criativo, vai agradar. Contam pontos o carisma e a graça dos baixinhos, além de piadas espirituosas pipocando na trama principal. Um narrador relembra quem são os minions, seres pequenos que apareceram na Terra antes do homem. Como vivem em grupo, sentem a necessidade de ter um líder. Buscam, então, um vilão para chamar de seu — e vale tudo, de Drácula a Napoleão Bonaparte. A procura é em vão. Por causa da depressão de seus amiguinhos, três deles decidem sair de onde moram para buscar ajuda. Stuart, Kevin e Bob chegam, então, à Nova York de 1968. Eles descobrem uma convenção de vilões em Orlando e se mandam para a Flórida a fm de conhecer a malvada número 1 do planeta, Scarlett Overkill (dublada por Adriana Esteves). Uma deliciosa trilha sonora, com Beatles, The Doors e Rolling Stones, embala a saga do trio, ambientada em Londres. A partir daí, Minions sobrevive das gags com os fofos protagonistas, que, mesmo falando uma língua incompreensível, divertem crianças e adultos. Estreou em 25/6/2015.
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  • Comédia dramática

    Samba - Filme
    VejaSP
    6 avaliações
    Olivier Nakache e Eric Toledano foram responsáveis por Intocáveis (2011), um dos maiores sucessos do cinema francês dos últimos anos. Revelação do filme anterior, o ator Omar Sy volta no recente trabalho dos diretores na pele do protagonista Samba, um senegalês que mora ilegalmente em Paris há dez anos. Ele faz bicos em restaurantes e é preso por agentes do departamento de imigração. Na outra ponta da história está Alice (Charlotte Gainsbourg), executiva em licença médica cujo novo trabalho é colaborar com uma ONG que tenta regularizar a situação dos clandestinos no país. O destino se encarrega de fazer o encontro de Samba e Alice. Enquanto ele tem energia contagiante (muito semelhante à de seu personagem em Intocáveis), a moça se encaixa num quadro depressivo. Não à toa, os realizadores usam a mesma fórmula de antes: uma combinação de drama e humor com uma pegada mais alto-astral. A graça da trama, contudo, vem da presença do francês Tahar Rahim. Quase sempre visto em papéis sisudos, o ator de origem argelina interpreta um brasileiro e rouba a cena ao ensaiar um strip-tease ao som de Palco, de Gilberto Gil. Estreou em 9/7/2015.
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  • Com mais de 6 milhões de espectadores, A Culpa É das Estrelas foi recordista de público no Brasil em 2014. Seu escritor, John Green, bancou o espertinho ao ser um dos produtores executivos de Cidades de Papel, longa-metragem também inspirado em livro de sua autoria. Embora se espere que a renda nas bilheterias seja gorda, a adaptação é uma furada. Tão bem explorado no filme anterior, o cotidiano dos adolescentes atinge aqui um grau insípido (e muitas vezes sonolento). Dá saudade, por exemplo, dos trabalhos assinados por John Hughes na década de 80, como Clube dos Cinco e Curtindo a Vida Adoidado. Em Cidades de Papel, o protagonista, Quentin (interpretado de forma insossa por Nat Wolff), é um jovem de 18 anos que, desde criança, tem uma queda por sua vizinha, Margo (Cara Delevingne). O tempo tratou de afastá-los. Enquanto ele se entregou à vidinha careta, ela mostrou ser uma garota disposta a conquistar a liberdade muito cedo. Os dois se reencontram quando ela pede a Quentin que a ajude a se vingar do namorado e da melhor amiga. No dia seguinte, Margo desaparece. A história se desenrola, até aqui, numa simpática mistura de ação, humor e romance platônico. Não demora para a trama ganhar características de um road movie e ser acrescida de dois personagens insuportáveis, Radar e Ben, amigos do protagonista e interpretados pelos péssimos atores Justice Smith e Austin Abrams. Os poucos conflitos evaporam e manjadas frases de efeito (tipo “precisei me perder para me encontrar”) dominam um curtíssimo repertório sobre o universo teen. Estreou em 9/7/2015.
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  • Baseado no livro do rabino Nilton Bonder, o monólogo A Alma Imoral estreou em julho de 2006 no Rio de Janeiro em uma sala onde mal cabiam cinquenta pessoas. O interesse imediato e crescente surpreendeu a própria atriz e adaptadora Clarice Niskier. Pronta para conquistar novos fãs, Clarice volta para uma temporada no Teatro Eva Herz. O sucesso pode ser justificado pela identificação imediata do público com as palavras. Em um roteiro quase informal, a intérprete fala a respeito da sua primeira e arrebatadora impressão ao ler a obra de Bonder e divide questionamentos com a plateia. Inspirada em conceitos bíblicos e filosóficos, ela reflete sobre o certo e o errado, o moral e o imoral ou a necessidade de trair para romper limites e estabelece uma conversa franca e provocativa. Clarice aparece nua em boa parte da montagem e transforma um tecido preto em figurinos. Guiada pela sutil supervisão do diretor Amir Haddad, seduz cada espectador como se fosse o único. Estreou em 14/3/2008. Até 11/12/2016.
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  • O autor e diretor Leonardo Moreira oferece um refinado texto e uma encenação que desafia o espectador. Ambientado em três tempos, o drama mostra personagens que enfrentam situações de ruptura. Em 1938, um casal (Thiago Amaral e Fernanda Stefanski), que acaba de comprar uma casa, encara a separação. Passadas quatro décadas, em 1979, duas irmãs (Luciana Paes e Maria Amélia Farah) internam o  pai (o ator Edison Simão) em um asilo. Nos dias atuais, uma mulher e a empregada (Aline Filócomo e Paula Picarelli) constatam o abandono da residência onde a família viveu e registram lembranças em um vídeo. Os atores da Cia. Hiato são fundamentais para esse acerto. Estreou em 27/05/2011. Até 26/7/2015.
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  • Whoopi Goldberg já era uma atriz bastante conhecida quando protagonizou o filme de Emile Ardolino em 1992. Tinha até um Oscar de coadjuvante por Ghost, do Outro Lado da Vida. Para a cantora Karin Hils, no entanto, interpretar a personagem Deloris na adaptação do longa, que, no formato musical, foi visto em onze países, tem tudo para ser a consagração. Sob a direção original de Jerry Zaks, a montagem é repleta de qualidades e, mesmo assim, o carisma e o vozeirão da ex-integrante da banda Rouge saltam aos olhos e ouvidos do público. Na trama, Deloris Van Cartier é uma cantora despachada, cercada de más companhias. O tempo fecha assim que ela testemunha um assassinato e, no desespero de salvar a pele, se esconde num convento. Por lá, a moça conquista a simpatia das freiras e revoluciona o coral da instituição. Os adaptadores Bianca Tadini e Luciano Andrey injetam uma deliciosa pegada pop na versão brasileira do texto de Cheri e Bill Steinkellner com músicas de Alan Menken e letras de Glenn Slater. As cenas têm ritmo, as piadas, mesmo que algumas fáceis demais, arrancam risadas e as interpretações carregam uma naturalidade incomum no gênero. Entre os 31 atores, Adriana Quadros e Andrezza Massei são destaque como a Madre Superiora e a Irmã Maria Patrícia, respectivamente. Na pele do atrapalhado policial Eddie, Thiago Machado é uma surpresa. Estreou em 5/3/2015. Até 25/10/2015.
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  • Com mais de quatro décadas de experiência, o grupo paulistano Ballet Stagium faz nova temporada da coreografia Figuras e Vozes, de 2014. Com apoio do programa O Boticário na Dança, o elenco de catorze bailarinos se lança no desafio de investigar o espírito do dadaísmo e suas consequências nos dias atuais, marcados pela rapidez da informação. Surgido durante a I Guerra Mundial, o movimento de cunho antirracional propunha outras visões de mundo. A direção é do casal Marika Gidali e Décio Otero. Bem diversa, a trilha conta com canções de artistas como Tetê Espíndola e Yann Tiersen. Dias 8, 9 e 10/7/2015.
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  • Convidado da Osesp, o barítono alemão Matthias Goerne, que já se apresentou em palcos como Royal Opera House, de Londres, Vienna State Opera e Metropolitan Opera, de Nova York, participa, sob a regência da americana Marin Alsop, titular da orquestra, do programa que inclui Abertura Trágica, Op. 81, de Johannes Brahms, O Cavaleiro da Rosa, Op. 59: Suíte, de Richard Strauss, e três peças de Gustav Mahler: A Trompa Mágica do Menino, Canções Fúnebres Infantis e Agora Vejo Bem por que Tão Sombrias Flamas. Dias 9, 10 e 12/7/2015.
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  • O São Bernardo Plaza Shopping monta durante as férias uma pista de patinação no gelo de 162 metros quadrados. O espaço tem capacidade para 35 patinadores e disponibiliza todos os equipamentos de segurança necessários, como joelheiras, cotoveleiras, capacetes e luvas. Para as crianças com menos de cinco anos há uma espécie de trenó conduzido por um dos monitores.
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  • Deslizar sobre 162 metros quadrados de uma superfície gelada é a brincadeira para quem curte adrenalina, mas com segurança — são disponibilizados patins, joelheiras, capacetes e luvas. É diversão garantida para crianças acima de 5 anos. Os adultos também estão liberados. Para os novinhos, a dica é curtir a atração dentro de um “trenó”. Até 13/6/2016.
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  • Quem não vai viajar em julho e precisa ficar com as crianças na cidade durante as férias sabe como é difícil encontrar programas para variar o cardápio. O Shopping Market Place, na Zona Sul, aposta em pista de patinação no gelo para divertir o público. Quem mais vai curtir o programa é a garotada acima de 5 anos que é ligada em esporte e não tem medo de cair. Os equipamentos de segurança (capacete, cotoveleira, joelheira...) estão incluídos no preço do ingresso e há monitores para instruir e ajudar os que não possuem desenvoltura no rinque — isso, contudo, é questão de pouco tempo, pois os pequenos pegam rapidamente os macetes para se firmar sobre os patins. Para os menorzinhos, a opção mostra-se menos atraente: eles podem passear por cinco minutos em uma espécie de trenó conduzido pelos funcionários. Custa R$ 18,00. Mas a graça mesmo está em arriscar manobras e testar o equilíbrio na pista gelada. Até 9/8/2015.
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  • As crianças que tiverem a chance de conferir neste espetáculo seu primeiro show de rock podem comemorar. Além da boa música (o arranjo das canções do quarteto de Liverpool é levado a sério e sai próximo do original), o programa é para se divertir até cansar. De cara, o grupo liderado por Fábio Freire (voz, violão e uquelele) e completado por Gabriel Manetti (voz), Eduardo Puperi (guitarra, teclados e gaita), Humberto Vigler (bateria) e Johny Frateschi (baixo) já chama todo mundo a sair da cadeira para dançar, balançar a cabeleira e pular. O teatro mostra-se espaçoso — ainda bem — e Beatles para Crianças vira uma deliciosa anarquia, principalmente nos momentos em que a plateia é liberada para subir ao palco e ajudar a banda. Ao som de “classicaços” como Hey Jude, Let It Be, Help, Black Bird e All You Need Is Love, os adultos não conseguem se conter e entram na brincadeira cantando as onze faixas a plenos pulmões. Entre uma música e outra, os carismáticos instrumentistas contam histórias apoiadas por projeções no fundo de cena. É impossível não sair de lá com um sorriso no rosto. Recomendado a partir de 2 anos.
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  • Em sua 23ª edição, o evento traz sete peças com apresentações diárias. Toda segunda, pode-se ver ✪✪✪ Alice - O Musical, dirigida por Max Oliveira. Às terças, sobe ao palco o elenco de Marcelo, Marmelo, Martelo e Outras Histórias, adaptação de Marcelo Peroni para o texto de Ruth Rocha. Com formato de saga musical e trilha sonora inspirada em clássicos de Pink Floyd, Beatles e Queen, A Bela Adormecida — Uma Ópera Rock, sob o comando de Daniela Biancardi, tem vez às quartas. No dia seguinte, ganha exibição Piratas do Caramba, de Rafael Pequeno. No fim da semana, às sextas, ✪✪✪ Pinocchio ocupa a cena com os atores da Cia. Urbana de Teatro. Aos sábados e domingos, às 16 horas, é possível assistir à ✪✪✪ Rapunzel, da Cia. Le Plat du Jour. Na sequência, às 17h50, a Imago Cia. de Animação encerra a programação com a ótima ✪✪✪✪ Pedro e o Lobo. De 4/7/2015 a 31/7/2015.
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  • Infantil

    Festa
    VejaSP
    Sem avaliação
    Formada há dez anos, a Banda Mirim, que já levou ao palco Felizardo, Espoleta e O Fantasma do Som, marca mais um golaço com um musical de tema simples e execução criativa. Desta vez a plateia acompanha o aniversário de Margarida (a ótima Cláudia Missura) em etapas: a ansiedade pela chegada dos amigos, as trapalhadas da cômica bisavó (Lelena Anhaia) com os convidados, a hora de abrir os presentes, o momento do Parabéns... O colorido espetáculo reúne treze canções, a maioria de autoria própria — com espaço para uma versão de Love Me Tender, famosa na voz de Elvis Presley. Em uma solução acertada, as músicas conduzem o espectador durante a vida da protagonista, desde a tal festa de 10 anos de idade até ela ficar velhinha. Nesse clima de “bagunça que funciona”, capaz de emocionar e fazer rir, os dez atores-instrumentistas do grupo dão um show em cena, revezando-se entre os personagens e a cantoria. Estreou em 11/10/2014. Até 25/7/2015.
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  • Para crianças / Parques de diversão

    Parque da Mônica

    Avenida das Nações Unidas, 22540, Jurubatuba

    Tel: (11) 5696 2200

    VejaSP
    2 avaliações

    Uma das grandes qualidades da atração reinaugurada em julho, após cinco anos de hiato, é conseguir transportar os visitantes para a atmosfera dos gibis. Impressionam logo na chegada a riqueza de detalhes dos cenários e a variedade de brinquedos. Entre os mais disputados estão justamente dois velhos conhecidos do espaço no Shopping SP Market: o bote aquático agora rebatizado de Horacic Park e a montanha-russa do Astronauta — que pode dar frio na barriga até nos mais grandinhos. Ao lado dos pais, as crianças têm risada garantida na Trombada do Louco, um bate-bate que testa suas habilidades no volante. Para sorte dos menos aventureiros, nem tudo é pura agitação. Os bem novos curtem o teatro da turma e a casa dos personagens.

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  • Parques

    Aquário de São Paulo

    Rua Huet Bacelar, 407, Ipiranga

    Tel: (11) 2273 5500

    28 avaliações

    Após uma expansão realizada em abril de 2015, o parque tem como grande atração um casal de ursos polares, vindos da Rússia. Aurora e Peregrino vivem em um recinto climatizado de 1500 metros quadrados. Também são novidades bichos provenientes de regiões como Austrália, África e Indonésia. São cangurus, equidnas, vombates e leões-marinhos. Há ainda lêmures, que ganharam fama com o personagem Rei Julien do filme Madagascar (2005), e suricatos, similares a Timão, do desenho O Rei Leão (1994). Um casal de coalas deve chegar em breve.

    + Conheça as novidades do Aquário de São Paulo

    O ala antiga ainda atrai atenções. Um tanque gigante de 1 milhão de litros de água salgada abriga diversas espécies aquáticas. Para observá-las, adultos e crianças ficam em um espaço que lembra um navio naufragado. Os peixes são vistos através de placas acrílicas quando se olha para a frente ou para o alto.

    Por ali circulam oito tubarões-lixa e o tubarão-mangona Pancho, que tem 1,80 metro de comprimento e pesa 100 quilos. Em outro setor estão mamíferos aquáticos a exemplo de lontras e o peixe-boi Tapajós, ameaçado de extinção e vindo da Amazônia. Por ali, a sensação é de uma visita à Amazônia. O público conhece também reproduções de lugares como a Patagônia, no pinguinário, cheio de aves originárias da região do sul da Argentina. O lago dos jacarés faz uma referência ao Pantanal.

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  • Parques

    Borboletário Águias da Serra

    Estrada da Ponte Alta, 4300, Engenheiro Marsilac

    Tel: (11) 5660 6102

    VejaSP
    3 avaliações

    Longe de todo o agito da metrópole, este interessante estabelecimento fica escondido no afastado bairro Engenheiro Marsilac, no extremo da Zona Sul, a 50 quilômetros do centro da capital. A viagem é longa, cerca de uma hora e meia, mas compensa muito ver o que está do lado de dentro. Aberto em março, o Borboletário Águias da Serra é um tipo de zoológico especializado em um dos insetos mais encantadores para as crianças. Atualmente, são encontrados 2.000 exemplares e onze espécies — que podem chegar a 27 até o fim do ano. A produção de cada animal ocorre em um laboratório envidraçado, no qual os visitantes conhecem, com a ajuda de um biólogo bem preparado, todo o ciclo de vida das espécies, observando e manipulando o ovo, a lagarta, a pupa e finalmente a bela borboleta. Ao nascerem (e dá para ver esse momento), elas são distribuídas em um jardim fechado, onde o público pode entrar. Essa é a melhor parte do passeio. No espaço, ao som de composições de Vivaldi, todos aproveitam para tocar a Caligo illioneus, mais conhecida como olho-de-coruja, e tirar fotos com ela. A borboleta se aproxima quando os monitores passam suco de laranja nos dedos das pessoas. Localizado dentro do acampamento Águias da Serra, que foi ambiente das gravações do filme da telenovela Carrossel, do SBT, o espaço de boa infraestrutura conta também com restaurante, fazendinha, caiaque e uma animadíssima oficina de foguetes. Vale, portanto, gastar um pouco de tempo para chegar lá e passar algumas horas divertindo-se e aprendendo sobre os bichos.

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  • Docerias

    Confeitaria Dama

    Rua Ferreira de Araújo, 376, Pinheiros

    Tel: (11) 5182 5088

    VejaSP
    12 avaliações

    A receita de mil-folhas (R$ 13,50) é a saborosa explicação para o habitual movimento nas três unidades da Confeitaria Dama. Mas há outros bons motivos para o sucesso da loja de Pinheiros, entre eles os deliciosos éclairs de limão-siciliano e de avelã (R$ 9,00 e R$ 10,50, respectivamente, cada um). Neste ano, as proprietárias Daniela e Mariana Gorski lançaram uma linha batizada de viennoiserie, que é como os franceses se referem ao ramo da panificação que explora os folhados. Além do croissant tradicional (R$ 6,80), bem levinho e amanteigado na medida, a lista inclui uma ótima versão de amêndoa (R$ 13,20).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Cozinha variada

    Alma Cozinha (mudou de nome para "Alma")

    Rua João Ramalho, 1489, Perdizes

    1 avaliação
  • Franceses

    La Casserole

    Largo Do Arouche, 346, Centro

    Tel: (11) 3331 6283

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    4 avaliações

    Com tantos endereços franceses que ficaram pelo caminho, como o La Paillote, tristemente fechado em maio aos 63 anos, o Casserole segue inabalável. Contam para essa enorme vitalidade o comando seguro da restauratrice Marie-France Henry e a qualidade da cozinha. A clássicos como o filé au poivre (R$ 69,00) vieram se somar bem-vindas novidades como a deliciosa porção de moules frite (R$ 57,00), mexilhões cozidos num caldo aromático de ervas, vinho e creme de leite para ser saboreados com fritas gordinhas e douradas. Os profiteroles (R$ 28,00) encerram.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Cozinha contemporânea

    Mestiço

    Rua Fernando de Albuquerque, 277, Consolação

    Tel: (11) 3256 3165

    VejaSP
    15 avaliações

    A badalação persiste nesta casa do Baixo Augusta, aberta há quase vinte anos. Logo na entrada, ficam dois grandes vasos de barro cheios de água onde flutuam flores. A lista de receitas com um toque tailandês inclui a sopa sukhothai (R$ 41,00), caldo de frango e cogumelo shimeji temperado com leite de coco, capim-santo e pimenta, e o curry verde com filé-mignon e abobrinha (R$ 68,00).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Estamos diante de obras de arte ou de brinquedos tecnológicos? Eis a dúvida que nos assalta no festival que reúne games, instalações multimídia, animações e outros projetos digitais. Com o propósito de experimentar novos formatos, a mostra tem o mérito de mexer com o público e instigá-lo de maneira mais ativa do que em uma exposição convencional. A sul-coreana Minha Yang, por exemplo, apresenta em Meditation um painel de ondas vermelhas que se mexem em sintonia com os movimentos de seu corpo. Uma das atrações mais concorridas, Swing, da dupla Christin Marczinzik e Thi Binh Mihn Nguyen, é composta de um balanço no qual a pessoal se senta, portando óculos 3D, e visualiza um cenário virtual colorido, repleto de árvores e balões. Como se fosse uma provocação ao caráter estático de pinturas, o visitante confere, através de um tablet, os famosos girassóis de Van Gogh despetalando-se no projeto japonês Arart. Ganham vida também treze telas do americano Edward Hopper no belo vídeo Shirley, do austríaco Gustav Deutsch. É diversão garantida tanto para adultos quanto para crianças. De 16/6/2015. Até 16/8/2015.
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  • CineSesc, Cine Olido, Centro Cultural São Paulo, Matilha Cultural e Cinemateca dão a largada para a sétima edição do In-Edit - Festival Internacional do Documentário Musical na quinta (2/7). Está prevista a projeção de sessenta trabalhos, entre curtas e longas-metragens, narrando a vida de artistas e bandas como James Brown, Alice Cooper, Spandau Ballet, Racionais e The Clash. Um dos filmes mais aguardados é My Name Is Now, Elza Soares, registro sobre a cantora carioca, agendado para sexta (3/7), às 19h, no CineSesc. Confira a programação: CINESESC Quinta, 2 de julho 15h – Guardiões do Samba (2014), de Eric Belhassen e Marc Belhassen 17h – Mateo (2014), de Aaron I. Naar 19h – Keep On Keepin' On (2014), de Alan Hicks 21h – Super Duper Alice Cooper (2014), de Reginald Harkema, Scot McFadyen e Sam Dunn Sexta, 3 de julho 15h – Matança (2014), de Maria Mazzillo Costa 17h – Alive Inside (2014), de Michael Rossato-Bennett 19h – My Name Is Now – Elza Soares (2014), de Elizabete Martins Campos 21h – Fresh Dressed (2014), de Sacha Jenkins Sábado, 4 de julho 15h – The Case of the Three Sided Dream (2013), de Adam Kahan 17h – From Mao to Mozart: Isaac Stern in China (1980), de Murray Lerner 19h – The Other Side of The Mirror: Bob Dylan at the Newport Folk Festival 1963-1965 (2007), de Murray Lerner 21h – Paco de Lucía: La Búsqueda (2014), de Curro Sánchez Varela Domingo, 5 de julho 15h – Basically, Johnny Moped (2013), de Fred Burns 17h – Spandau Ballet: Soul Boys of the Western World (2014), de George Hencken 19h – Premê. Quase Lindo (2015), de Alexandre Sorriso e Danilo Moraes 21h – Eu Sou Carlos Imperial (2014), de Renato Terra e Ricardo Kalil Segunda, 6 de julho 15h – Samba & Jazz (2014), de Jefferson Mello 17h – The Possibilities Are Endless (2014), de James Hall e Edward Lovelace 19h – Heaven Adores You (2014), de Nickolas Rossi 21h – Salad Days: A Decade of Punk in Washington, DC 1980-90 (2014), de Scott Crawford Terça, 7 de julho 15h – Sete Corações (2014), de Dea Ferraz 17h – We Don’t Wanna Make You Dance (2013), de Lucy Kostelanetz 19h – Don’t Think I’ve Forgotten: Cambodia’s Lost Rock and Roll (2014), de John Pirozzi 21h – Mr. Dynamite: The Rise of James Brown (2014), de Alex Gibney Quarta, 8 de julho 15h – Yorimatã (2014), de Rafael Saar 17h – Sintonizah (2015), de Willy Biondani, Lecuk Ishida 19h – B-Movie: Lust & Sound in West-Berlin 1979-1989 (2015), de Jörg A. Hoppe, Heiko Lange, Klaus Maeck 21h – Jaco (2014), de Stephen Kijak e Paul Marchand CINEMATECA Sala BNDES Sábado, 4 de julho 16h – Yorimatã (2014), de Rafael Saar 18h – Samba & Jazz (2014), de Jefferson Mello 20h – Premê. Quase Lindo (2015), de Alexandre Sorriso and Danilo Moraes Alexandre Sorriso e Danilo Moraes Domingo, 5 de julho 16h – Sumé: the Sound of a Revolution (2015), de Inuk Silis Høegh 18h – Breadcrumb Trail (2014), de Lance Bangs 20h – Taking the Dog for a Walk (2014), de Antoine Prum Quinta, 9 de julho 16h – From Mao To Mozart: Isaac Stern In China (1980), de Murray Lerner 18h – The Damned: Don’t You Wish that We Were Dead (2015), de Wes Orshoski 20h – Sessão Open Air (área externa): Blue Wild Angel: Jimi Hendrix Live at The Isle of Wight (2002), de Murray Lerner Sexta, 10 de julho 16h – Mateo (2014), de Aaron I. Naar 18h – Alive Inside (2014), de Michael Rossato-Bennett 20h – Jaco (2015), de Stephen Kijak Sábado, 11 de julho 16h – Sessão Supresa 18h – Paco De Lucía: La Búsqueda (2014), de Curro Sánchez Varela 20h – Sessão Open Air (área externa): Listening to You: The Who at The Isle of Wight Festival (1970), de Murray Lerner Domingo, 12 de julho 16h – Sessão Supresa 18h – Área externa - DJ Session Sala Petrobrás Sábado, 4 de julho 15h30 – Samba Lumière (2014), de Pedro Abib 17h30 – Zirig Dum Brasília - A Arte e o Sonho de Renato Matos (2014), de André Luiz Oliveira, Adelson Barreto Rocha Domingo, 5 de julho 17h30 – Sem Dentes - O Banguela Records e a Turma de 94 (2015), de Ricardo Alexandre 19h30 – Debate com o diretor Ricardo Alexandre e o produtor Alexandre Petillo Quinta, 9 de julho 15h30 – Heaven Adores You (2014), de Nickolas Rossi 17h30 – I Need a Dodge: Joe Strummer on the Run (2014), de Nick Hall 19h30 – Blue Wild Angel: Jimi Hendrix Live at The Isle of Wight (2002), de Murray Lerner Sexta, 10 de julho 17h30 – My Secret World: the Story of Sarah Records (2014), de Lucy Dawkins 19h30 – Keep On Keepin' On (2014), de Alan Hicks Sábado, 11 de julho 15h30 – Festival! (1967), de Murray Lerner 17h30 – Salad Days: A Decade of Punk in Washington, DC 1980-90 (2014), de Scott Crawford Domingo, 12 de julho 15h30 – Filme Vencedor da Competição Nacional CINE OLIDO Quinta, 2 de julho 17h – Jogo de Corpo. Capoeira e Ancestralidade (2013), de Matthias Röhrig Assunção, Richard Pakleppa e Cinésio Feliciano 19h – Reverberações - Itamar Assumpção (2014), de Claudia Pucci e Pedro Colombo Sexta, 3 de julho 15h – My Secret world: the Story of Sarah Records (204), de Lucy Dawkins 17h – Breadcrumb Trail (2014), de Lance Bangs 19h – I Need a Dodge: Joe Strummer on the Run (2014), de Nick Hall Sábado, 4 de julho 15h – Nas: Time Is Illmatic (2014), de One9 17h – Sem Dentes - O Banguela Records e a Turma de 94 (2015), de Ricardo Alexandre 19h – Show da banda Autoramas (Sala Olido) Domingo, 5 de julho 15h – Racionais MC's - 25 Anos no Movimento (2014), de Bia Bem 17h – Fresh Dressed (2014), de Sacha Jenkins Terça, 7 de julho 17h – Basically, Johnny Moped (2013), de Fred Burns 19h – Eu Sou Carlos Imperial (2014), de Renato Terra e Ricardo Calil Quarta, 8 de julho 17h – Angels & Dust (2013), de Héctor Herrera 19h – Autoluminescent: Rowland S. Howard (2011), de Richard Lowenstein e Lynn-Maree Milburn Quinta, 9 de julho 15h – The Other Side of The Mirror: Bob Dylan at the Newport Folk Festival 1963-1965 (2007), de Murray Lerner 17h – The Death and Resurrection Show (2014), de Shaun Pettigrew Sexta, 10 de julho 15h – Festival! (1967), de Murray Lerner 17h – B-Movie: Lust & Sound in West-Berlin 1979-1989 (2015), de Jörg A. Hoppe, Heiko Lange, Klaus Maeck 19h – The Case of The Three Sided Dream (2014), de Adam Kahan Sábado, 11 de julho 15h – Super Duper Alice Cooper (2014), de Reginald Harkema, Scot McFadyen e Sam Dunn 17h – The Damned: Don’t You Wish that We Were Dead (2015), de Wes Orshoski 19h – Mr. Dynamite: The Rise of James Brown (2014), de Alex Gibney Domingo, 12 de julho 15h – Última Chamada (2014), de Ruth Slinger 17h – Un lloc on Caure Mort (2014), de Miguel Ángel Blanca e Raúl Cuevas CCSP Terça, 7 de julho 16h – Zirig Dum Brasília - A Arte e o Sonho de Renato Matos (2014), de André Luiz Oliveira, Adelson Barreto Rocha 18h – Reverberações - Itamar Assumpção (2014), de Claudia Pucci e Pedro Colombo 20h – Todo Mundo Dança (2014), de Ruth Slinger Quarta, 8 de julho 16h – Sumé: The Sound of a Revolution (2014), de Inuk Silis Hoegh 18h – Broken Song (2013), de Claire Dix 20h – Spandau Ballet: Soul Boys of the Western World (2014), de George Hencken Quinta, 9 de julho 16h – Sessão de Curta-Metragens (85') 18h – Samba & Jazz (2014), de Jefferson Mello 20h – My Name Is Now – Elza Soares (2014), de Elizabete Martins Campos Sexta, 10 de julho 16h – Sessão de Curta-Metragens (85') 18h – Racionais MC's - 25 Anos no Movimento (2014), de Bia Bem 20h – Sem Dentes - O Banguela Records e a Turma de 94 (2015), de Ricardo Alexandre Sábado, 11 de julho 16h – Yorimatã (2014), de Rafael Saar 18h – Premê. Quase Lindo (2015), de Alexandre Sorriso e Danilo Moraes 20h – Eu Sou Carlos Imperial (2014), de Renato Terra e Ricardo Kalil Domingo, 12 de julho 16h – Angels & Dust (2013), de Héctor Herrera 18h – Autoluminescent: Rowland S. Howard (2011), de Richard Lowenstein e Lynn-Maree Milburn 20h – The Possibilities Are Endless (2014), de James Hall e Edward Lovelace MATILHA CULTURAL Quinta, 2 de julho 18h30 – Sete Corações (2014), de Dea Ferraz 20h30 – É o Fluxo (2014), de Roberto Camargos e João Augusto Neves Sexta, 3 de julho 18h30 – Sessão de Curta-Metragens (85') 20h30 – Sintonizah (2015), de Lecuk Ishida e Willy Biondani Sábado, 4 de julho 16h30 – Jogo de Corpo. Capoeira e Ancestralidade (2013), de Matthias Röhrig Assunção, Richard Pakleppa e Cinésio Feliciano 18h30 – Todo Mundo Dança (2014), de Ruth Slinger 20h30 – Última Chamada (2014), de Ruth Slinger Domingo, 5 de julho 16h30 – Nas: Time Is Illmatic (2014), de One9 18h30 – Debate: Nas, Música e Cultura Hip-Hop Terça, 7 de julho 18h30 – Taking the Dog for a Walk (2014), de Antoine Prum 21h – Show: Tony Bevan e Maurício Takara Quarta, 8 de julho 18h30 – Guardiões do Samba (2014), de Eric Belhassen e Marc Belhassen 20h30 – My Name Is Now – Elza Soares (2014), de Elizabete Martins Campos Quinta, 9 de julho 16h30 – Matança (2014), de Maria Mazzillo Costa 18h30 – Samba Lumière (2014), de Pedro Abib 20h30 – Show: O Terno Sexta, 10 de julho 16h30 – É o Fluxo (2014), de Roberto Camargos e João Augusto Neves 18h30 – Un lloc on Caure Mort (2014), de Miguel Ángel Blanca e Raúl Cuevas 20h30 – Basically, Johnny Moped (2013), de Fred Burns Sábado, 11 de julho 16h30 – We Don’t Wanna Make You Dance (2013), de Lucy Kostelanetz 18h30 – Don’t Think I’ve Forgotten: Cambodia’s Lost Rock and Roll (2014), de John Pirozzi 20h30 – Broken Song (2013), de Claire Dix Domingo, 12 de julho 16h30 – The Death and Resurrection Show (2014), de Shaun Pettigrew
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  • Feiras gastronômicas

    Vila Butantan

    Rua Agostinho Cantu, 47, Butantã

    Tel: (11) 5648 731

    VejaSP
    5 avaliações

    As vans de comida ainda estão lá, mas a Vila Butantan já não é mais um simples food park. Contêineres agora formam um shopping a céu aberto com lojas de roupa e design. Na parte gastronômica, encontra-se, entre outras iniciativas, um ponto fixo do Los Mendozitos, antes uma casa de vinhos apenas itinerante. Também aportaram por lá uma unidade da hamburgueria Vinil e outra do restaurante árabe Saj.

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  • Em parceria com o Instituto Goethe, o CineSesc vai exibir 12 longas-metragens da nova cinematografia alemã. De 9/7/2015. Até 15/7/2015. Confira a programação abaixo: Quinta, 9 de julho 15h - O Superego e Você (2014), de Benjamin Heisenberg 17h - Love Steaks (2013), de Jakob Lass 19h – Pais (2012), de Robert Thalheim 21h - A Rua Bornholmer (2014), de Christian Schwochow Sexta, 10 de julho 15h - Um Professor Diferente dos Outros (2013), de Bora Dagtekin 17h – Ocidente (2013), de Christian Schwochow 19h - A Gatinha Esquisita (2013), de Ramon Zürcher 21h - Oh Boy (2011/2012), de Jan Ole Gerster Sábado, 11 de julho 15h - Mundo Sombrio (2012/2013), de Frauke Finsterwalder 17h – Jack (2013/2014), de Edward Berger 19h - Entre Mundos (2014), de Feo Aladag 21h - This Ain’t California (2011/2012), de Marten Persiel Domingo, 12 de julho 15h – Pais (2012/2013), de Robert Thalheim 17h - O Superego e Você (2014), Benjamin Heisenberg 19h - Mundo Sombrio (2012/2013), de Frauke Finsterwalder 21h - Um Professor Diferente dos Outros (2013), de Bora Dagtekin Segunda, 13 de julho 15h - Ocidente (2013), de Christian Schwochow 17h - Entre Mundos (2014), de Feo Aladag Terça, 14 de julho 15h - This Ain’t California (2011/2012), de Marten Persiel 17h - A Rua Bornholmer (2014), de Christian Schwochow 19h - Oh Boy (2011/2012), de Jan Ole Gerster 21h - Jack (2013/2014), de Edward Berger Quarta, 15 de julho 15h - Love Steaks (2013), de Jakob Lass 17h - A Gatinha Esquisita (2013), de Ramon Zürcher
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  • Duas telas dispostas lado a lado na mostra Tudo Começa num Ponto traduzem bem como Kandinsky (1866-1944) trabalhava as cores para expressar sentimentos como alegria e tristeza. Na primeira delas, Dois Ovais (1919), tons vibrantes de amarelo, azul e vermelho saltam aos olhos do visitante numa composição abstrata, mas com objetos reais escondidos nas pinceladas, como cúpulas de igreja e barcos. Em Crepuscular (1917), por outro lado, o pintor russo carrega na paleta escura, de fundo marrom, como se quisesse deixar clara a sua angústia. Não espere, portanto, pinturas frias só porque são abstratas. “Ele foi único em dar expressões gráficas a emoções”, diz Rodolfo de Athayde, diretor-geral da montagem que ocupa o CCBB. Nascido em 1866 e filho de um mercador de chá na Sibéria, o artista foi fortemente influenciado por rituais xamânicos da região, aspecto presente tanto nos quadros quanto nas peças que integram o conjunto, entre elas colares e máscaras. É bom avisar que, apesar de ser o tema da mostra, parte das 150 obras em cartaz não é de autoria de Kandinsky. Há itens de outros pintores russos que viveram na mesma época, caso de Mikhail Larionov, Nikolas Roerich e Vassily Ivánovitch Deníssov. Desse último, a monumental O Fundo do Mar (1907), de 2 metros de altura, rouba a atenção em uma das salas. A importância de Kandinsky na história da arte, como um dos precursores do abstracionismo, é justificada numa montagem abrangente, minuciosa nas informações e visualmente deslumbrante. De 8/7/2015. Até 28/9/2015. Evite filas: a organização da montagem recomenda o agendamento de horário de visita pelo site ou aplicativo do Ingresso Rápido (www.ingressorapido.com.br). + Tudo sobre a mostra de Kandinsky no CCBB
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  • A maior exposição do país dedicada ao pintor reúne 112 obras, sendo 41 telas, todas marcadas por suas inconfundíveis linhas surrealistas. Por ser organizada em ordem cronológica, a montagem possibilita observar como as pinceladas pretas se tornaram mais grossas e as cores primárias, além do verde, passaram a dominar a cena, sem perder, no entanto, a espontaneidade do traço e a intrigante beleza. Pássaros, mulheres e constelações foram temas comuns ao longo de um processo que tendeu à desconstrução das imagens. Preocupado em inovar e surpreender, Miró (1893-1983) pintou sobre restos de madeira, papelão e até por cima de embalagens de sapato. Chegou a fazer intervenções nas próprias obras: duas telas de paisagens clássicas acabaram sendo revisitadas anos depois. A cabeça de um boneco e outros objetos serviram de matéria-prima para as 22 esculturas em cartaz, tão fascinantes quanto os quadros. De 24/5/2015. Até 23/8/2015. + Oito coisas que você não sabia sobre Joan Miró
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  • A mais nova mostra permanente sobre a história do Brasil na cidade é do Itaú Cultural. A exposição ocupa dois andares do prédio da Avenida Paulista, no recém-inaugurado espaço Olavo Setubal. Ali foram dispostos os 1300 itens de duas coleções pertencentes ao banco: a Brasiliana e a Numismática (de moedas). A montagem moderna, os textos claros e objetivos e a força visual garantem um passeio encantador e bem longe do didatismo entediante. Através das belas obras, o visitante atravessa a nossa linha do tempo. Pinturas e gravuras de nomes como Debret, Descourtilz, Rugendas e a dupla Spix e Martius enchem os olhos ao mesmo tempo em que revelam o fascínio dos europeus pela natureza exuberante e pelos exóticos habitantes. A mostra conta ainda com quarenta vídeos capazes de dar movimento a alguns dos desenhos expostos. Em um corredor, uma série deles provoca no espectador a sensação de que ele caminha entre bichos da fauna brasileira, em um resultado muito divertido. Para completar, há moedas raras e prateleiras com objetos que podem ser manuseados pelo público. A partir de 13/12/2014. Aproveite com calma: recomenda-se reservar uma hora e meia para explorar os detalhes da mostra
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  • Até nos retratos, Guignard (1896-1962) se preocupava com o fundo da obra, criando cenários ricos, às vezes fantasiosos, que têm o poder de desviar a atenção do observador do centro do quadro. Ao pintar a escritora Lúcia Machado de Almeida, por exemplo, o artista fluminense que adotou Minas Gerais como segunda casa colocou palmeiras e morros no segundo plano. O método de misturar gêneros numa mesma tela é bem explorado na exposição Guignard — A Memória Plástica do Brasil Moderno, em cartaz no MAM. Com uma montagem didática, o curador Paulo Sergio Duarte facilita a vida do visitante ao separar os cerca de setenta trabalhos entre paisagens, naturezas-mortas e retratos, tudo documentado com informações cronológicas. Cidades mineiras como Ouro Preto e Mariana são reproduzidas com variações de cores, mas sempre num estilo próprio, no qual moradias e igrejas flutuam com as nuvens. A fixação do artista pelas festas juninas aparece em três peças de mesmo nome, Noite de São João (1961), com balões e fogueiras que se acendem como pontos de luz. Nem sempre, no entanto, o que está exposto é agradável aos olhos. O sofrimento de Guignard, causado em grande parte por problemas de saúde, como o diabetes e o alcoolismo, e por dificuldades financeiras, pode ser notado em Cabeça de Cristo (1960) e São Sebastião (1960). De 7/7/2015. Até 11/9/2015.
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  • Cássia Rejane Eller (1962-2001) era de uma timidez sem tamanho. Monossilábica, ela mal mirava os olhos do interlocutor e, nas entrevistas, em nada lembrava a cantora de voz potente e postura agressiva no palco. Com produtores sedentos de transformar ídolos em tema de musicais, não tardou para a artista, morta aos 39 anos, virar objeto de um. Os diretores João Fonseca e Vinícius Arneiro, no entanto, conseguiram uma proeza entre os similares do gênero. Vivida pela estreante Tacy de Campos, Cássia tem seu jeito e sua alma presentes ali. O espectador se vê diante de uma montagem simples, com estrutura de show, longe dos padrões grandiosos da Broadway e fiel à trajetória da protagonista. A dramaturga Patrícia Andrade traz à tona o acanhamento juvenil, que se tornou um empecilho na vida adulta da roqueira e pode ter ajudado a levá-la para as drogas. Para isso, a atuação de Tacy é importante. Ela repassa 38 canções em solos ou apoiada por outros seis atores-cantores. Em algumas cenas fica visível sua insegurança diante de um papel tão exigente. Mas, como se trata de Cássia, a inexperiência de Tacy ganha ares de introspecção e convence o público. Com Eline Porto, Emerson Espíndola, Jandir Ferrari e outros. Estreou em 19/9/2014. Até 25/9/2016. Proximidade: o espetáculo tem direção musical de Lan Lan, que foi percussionista da banda de Cássia Eller.
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  • É uma delícia circular pela colorida mostra Macanudismo, que reúne 650 quadrinhos, pinturas e ilustrações do argentino Ricardo Liniers. Desde 2002, ele publica no jornal La Nación tirinhas que tratam de situações cômicas do cotidiano, com pitadas de delírio que brotam da mente criativa do autor. Numa delas, uma mulher conta à amiga sobre as plásticas que fez, para em seguida revelar uma criatura asquerosa produzida com os restos de sua pele. Em outra, mais ingênua, dois pássaros observam balões no céu e se perguntam: “Como serão as aves que nascem desses ovos?”. Referências do cinema estão presentes em diversos trabalhos, do clássico filme russo O Encouraçado Potemkim a ícones pop — Liniers desenha, por exemplo, um engraçado Darth Vader cantando Britney Spears e soltando a franga. Pinguins de cartola, fantasmas e bichos narigudos integram o mundo inventivo (e irônico) do quadrinista, cujo estilo passa a falsa sensação de que estamos diante de seres inofensivos, mas deixa sempre uma piada suspensa no ar. Destaca-se no conjunto organizado pela curadora Bebel Abreu a impagável entrevista ilustrada com Ricardo Darín, na qual Liniers aparece no papel de um coelho que brinca com o famoso ator argentino. Até 1º/9/2015.
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  • Esqueça, por favor, o personagem Agostinho Carrara, do finado seriado A Grande Família, que, durante mais de uma década, limitou a imagem do ator Pedro Cardoso. Quem surge na comédia O Homem Primitivo é o intérprete e roteirista inteligente que transitava por vários papéis nos programas A Comédia da Vida Privada e Vida ao Vivo Show, na segunda metade dos anos 90, e parecia aposentado. Escrita, protagonizada e dirigida por Cardoso e Graziella Moretto, a montagem voltou ao cartaz depois de uma rápida passagem pela cidade no ano passado e segue a linha daquelas atrações televisivas, com textos ágeis e carregados de referências. No palco, duas histórias se multiplicam e, por fim, se cruzam. Em uma delas, uma atriz vai até a delegacia denunciar que foi estuprada durante a realização de uma filmagem; em outra, um casal se defronta com a demissão da empregada e precisa adiar o projeto de um filho. A decisão da funcionária se justifica inicialmente porque ela apanhou do marido e teme que os próprios rebentos caiam na marginalidade. Fique tranquilo que, apesar da discussão social e dos temas pesados, tudo é tratado em clima de paródia e crítica ao machismo enraizado na sociedade. Cardoso e Graziella dispensam caracterizações convencionais, como troca de figurinos ou recursos de maquiagem. A dupla envolve a plateia em um inteligente quebra-cabeça que propõe uma nova leitura da valorização do papel feminino decorrente da conscientização masculina. Estreou em 23/6/2015. Até 28/8/2016.
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  • Entre os anos 50 e 70, funcionou dentro do Hospital Psiquiátrico do Juquery, em Franco da Rocha, uma escola de artes comandada pelo paraibano Osório César, médico da instituição e um dos pioneiros a introduzir esse tipo de pesquisa no Brasil. Muitos internos incorporaram na época o desenho como parte do tratamento. Em 1974, a coleção com algumas obras criadas nesse ambiente foi doada ao Masp. É o que o visitante pode ver em Histórias da Loucura: Desenhos do Juquery. “São práticas estéticas que acabaram marginalizadas ao longo dos anos, mas que têm valor cultural”, explica a curadora assistente Luiza Proença. A exposição apresenta 102 peças, sendo quase metade de autoria de Albino Braz (1893-1956), um paciente nascido na Itália que sofria de esquizofrenia. Em suas composições, ele repete os mesmos personagens em ambientes sexuais. Outra sala é reservada aos demais autores da mostra. Com a orientação técnica que recebiam, muitos pacientes conseguiram um nível de qualidade estética impressionante. De 12/6/2015. Até 11/10/2015.
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  • Museus

    Museu da Língua Portuguesa

    Praça Da Luz, s/n, Bom Retiro

    Tel: (11) 3322 0080

    7 avaliações

    O museu já realizou homenagens a escritores como Fernando Pessoa, Machado de Assis, Clarice Lispector e Cazuza. Nas montagens permanentes, o espaço se dedica à valorização da língua portuguesa, usando a tecnologia para apresentar os conteúdos. O Beco das Palavras, por exemplo, é uma mesa interativa usada para formar vocábulos e descobrir seus significados e origens. Já a Linha do Tempo mostra aos visitantes a história do idioma. Há ainda um telão de 106 metros com projeções simultâneas sobre o uso do português e totens com a influência de outras línguas como tema. Observar com atenção a estrutura do prédio onde o museu está instalado também faz parte do passeio. Na Estação da Luz, o edifício é um patrimônio histórico do Século XIX.

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  • Uma linda exposição dedicada às mulheres ocupa duas salas no 2º andar da Pinacoteca. Excluídas das escolas de belas-artes, que baseavam exclusivamente o ensino no estudo de modelos masculinos vivos (e copiar homens nus era considerado indecente para as pintoras), elas atuavam na época como amadoras. A partir do fim do século XIX, quando as portas da academia foram abertas a todos, surgiram as primeiras artistas de destaque. Muitas, apesar de ter conquistado prêmios e boas críticas, caíram no esquecimento. É o caso de Abigail de Andrade (1864-1890) e Julieta de França (1872-1951), que marcam presença na mostra com pinturas e desenhos raros. Há, inclusive, uma escultura de Julieta do período em que a autora tinha aulas com Auguste Rodin, na França. A exposição também conta com trabalhos de nomes mais conhecidos do público, a exemplo de Tarsila do Amaral e Anita Malfatti, com seus potentes estudos de nus. Até 6/9/2015.
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  • Narrado por Joe Dallessandro, de 66 anos, ator da turma de Andy Warhol que estampou a capa do primeiro disco do The Smiths em 1984, o começo do álbum Rock ‘n’ Roll Sugar Darling (2014), de Thiago Pethit, dá o tom nostálgico do trabalho. Nele, o paulistano canta sobre arranjos que remetem à sujeira da Nova York setentista e mostra aversão pela mixagem tímida que tomou conta da nova MPB. A pegada underground se faz presente nos solos e riffs de guitarra da libidinosa faixa-título (a cargo de Adriano Cintra, ex-integrante do Cansei de Ser Sexy, e do celebrado produtor Kassin), além da percussão eletrônica de Quero Ser Seu Cão, uma referência à banda punk The Stooges. O toque de R&B surge na música Story in Blue.  Acompanham o rapaz Pedro Penna (guitarra), Leonardo Benedito (bateria), Augusto Passos (baixo) e Anderson Ambrifi (teclado e guitarra). Dia 22/7/2016.
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  • A programação de férias do Shopping JK Iguatemi inclui oficinas gratuitas e exposições, além de atividades especiais na Livraria da Vila. Confira a programação: Oficina Play-Doh Localizada no 2º piso, a atração é composta por duas estações temáticas que recebem vinte crianças, entre 2 e 8 anos, a cada vinte minutos. Os pequenos podem brincar com massinha de modelar num circuito com tratores, caminhões, tijolos e obstáculos. Data: 3 a 19/7/2015 Horário: terça a sexta, 14h às 20h; sábado, 12h às 20h; domingo, 14h às 20h. Grátis Oficinas infantis Durante o mês de julho, as atividades incluem a produção de monstrinhos de tecido e feltro, postal e mandala. Data: 1° a 21/7/2015 Horário: sábado, domingo e feriados, 14h às 20h. Grátis Samsung Rock Exhibition: Hear my Train a Comin´: Hendrix Hits London Dentro da série anual de exposições dedicadas ao universo da música, a primeira edição do projeto Samsung Rock Exhibition traz detalhes sobre o período em que Jimi Hendrix iniciou carreira em Londres, quando se consolidou como um dos maiores guitarristas do mundo. Data: 10/6 a 31/7/2015. Horário: segunda a sexta, 10h às 21h; sábado e domingo, 11h às 19h. Ingressos: R$ 40,00 (segunda a quinta) / R$ 50,00 (sexta a domingo). Crianças até 12 anos não pagam. Livraria da Vila Sexta, 3 de julho, das 16h às 17h Flavia e o bolo de chocolate. Com Lucielle Azevedo Idade indicada: a partir de 3 anos Quinta, 9/7, das 16h às 17h Workshop de ArtZen. Com Marcia Aftimus ArtZen é um método de criação de imagens usando padrões repetidos, com a particularidade de aumentar o foco e a criatividade. Idade indicada: a partir de 5 anos Sexta, 10/7, das 16h às 17h Oficina Cola Pritt. Com Ateliê Maria Flor Idade indicada: a partir de 3 anos Sábado, 11/7, das 16h às 17h Oficina Spin Art/ Color Wonder Idade indicada: a partir de 3 anos Domingo, 12/7, das 16h às 17h Gildomania: As aventuras do elefante Gildo e sua turma. Com Marina Bastos Idade indicada: a partir de 3 anos Sexta, 17/7, das 16h às 17h30 Venha brincar e se divertir com a Toyster Jogos educativos e quebra-cabeças com os principais personagens infantis, como Frozen e Os Vingadores. Idade indicada: a partir de 18 meses Sábado, 18/7, das 16h às 17h Oficina de culinária: Minichefs na cozinha. Com Anah Cristtina Locoselli As crianças farão pratos vegetarianos, sem glúten, sem lactose e sem açúcar. Idade indicada: a partir de 6 anos Domingo, 19/7, das 16h às 17h Contação de histórias e oficina de flores de papel: Mitologia das flores. Com Planeta Vega Idade indicada: a partir de 4 anos Sexta, 24/7, 16h às 17h Contação de histórias e oficina de biscuit: Acima de Tudo. Com Kelly e Kamila Idade indicada: a partir de 3 anos Sábado, 25/7, das 16h às 17h Oficina Sonorizando a História. Com Flávia Maia Idade indicada: de 0 a 10 anos Quinta, 30/7, das 16h às 17h Contação de histórias e oficina: O Pequeno Paulo. Com Samuca Oficina de construção de instrumento ou brinquedo com materiais recicláveis e sucatas. Idade indicada: a partir de 8 anos Setxa, 31/7, das 16h às 17h Oficina de tecido: costurando histórias. Com Lu Bueno Idade indicada: a partir de 5 anos
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  • A Biblioteca de São Paulo tem uma programação especial para as crianças curtirem as férias durante o mês de julho. Todas as atividades são gratuitas. Confira a programação: Sábado, 23 de julho 14h30 - Oficina de Rimas: indicada para toda a família, a atividade estimula os participantes a criarem poemas a partir de rimas, que serão transformadas em histórias, formando uma criação coletiva. Domingo, 24 de julho 10h - Torneio de Férias – Xadrez na BSP: ao longo do dia, serão disputadas diversas partidas de xadrez e os melhores pontuados serão premiados. Inscrições: agenda@bsp.org.br ou no balcão de atendimento da biblioteca até o dia 21 de julho. Terça, 26 de julho 10h – exibição do filme Tapete Vermelho - Ele só queria ver um filme do Mazzaropi. Na mesma data e horário, maiores de 12 anos poderão conferir o curta-metragem Um dia... e logo depois um outro, dos diretores Nando Olival e Renato Rossi. Quarta, 27 de julho 15h - Brincando e Aprendendo: para crianças a partir de 6 anos. Quinta, 28 de julho 15h - Pintando o 7: as atividades deste mês envolvem o livro Alice no País das Maravilhas, Sítio do Pica Pau Amarelo, Harry Potter, entre outros. Sexta, 29 de julho 15h30 - Pontos MIS: exibirá gratuitamente o longa brasileiro Brichos, com direção de Paulo Munhoz, na sessão infantil. Domingo, 31 de julho 11h30 - Domingo no Parque: além do Bebelê, destinado a bebês e crianças entre 6 meses e 4 anos, o espaço promove sessões de contação de histórias para toda a família. Participam neste mês as Companhias Mapinguary, Duo Encantado e Do Tok Tok.
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  • Nas férias de julho do Shopping Taboão a garotada poderá contar com muitas atrações. Entre elas estão o Magic Games, para os adoradores dos jogos eletrônicos; Criança Mania, para os pequenos de 2 a 8 anos, com piscina de bolinhas, Playstation 2, X Box, Camarim de Maquiagem; o Adrenalina Kart, que durante todo o mês de julho tem promoção especial para os apaixonados por velocidade; o Mundo da Aventura UOSS , que é um parque de diversões de aventura, contando com brinquedos como o Bungee Trampolim, Escorrega Macaco e Cama Elástica. Confira os serviços: ADRENALINA KART Idade Mínima: 8 anos ou 1,35m de altura Horário: todos os dias, das 14h às 22h Ingressos: todos os dias, 8 minutos (R$ 25,00), 12 minutos (R$ 35,00). De segunda a sexta, das 14h às 18h, 25 minutos (R$ 50,00) CRIANÇA MANIA Local: Praça Itapecerica da Serra (Próximo à Praça de Alimentação) Ingresso: R$ 11,00 (15 minutos) MAGIC GAMES Local: Loja 91/92 Ingresso: R$ 3,00 (cada ficha) e R$ 10,00 (brinquedão) MUNDO DA AVENTURA UOSS Local: Praça Taboão da Serra (Praça Central) Ingressos: Bungee Trampolim (3 minutos; R$ 15,00); Orbit Ball (4 minutos; R$ 8,00); Off Road Kid (6 voltas; R$ 12,00); Escorrega Macaco (5 minutos; R$ 5,00); Cama Elástica (5 minutos; R$ 5,00).
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  • O Shopping Metrô Tucuruvi apresenta duas atrações para as crianças durante o período de férias. Batizada de Fórmula Fun, a míni pista de Fórmula 1 permite aos pequenos de 4 a 12 anos vivenciar a emoção de pilotar em carrinhos movidos à eletricidade. Já no Bumper Boat, os adultos podem acompanhar os pequenos na brincadeira. São pequenos botes que funcionam como um bate-bate, em uma piscina de 8 metros de diâmetro, voltados para a garotada a partir de quatro anos. Até 2/8/2015.
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  • Trinta artistas de todo o país foram selecionados para concorrer ao 5º Prêmio Marcantonio Vilaça, que traz o nome de um dos galeristas mais emblemáticos da cidade, morto em 2000, aos 37 anos. O trabalho deles pode ser visto no novo prédio do MAC. Logo no início da exposição, uma projeção mapeada do goiano Grupo EmpreZa, um dos cinco vencedores desta edição, apresenta um executivo se esgueirando em uma pedra. Ao lado, a baiana Virginia de Medeiros, que costuma dar voz a excluídos, registra moradores de rua relatando suas histórias. As falas, no entanto, são entrecortadas por outros depoimentos, o que exige do visitante reforçada concentração. Retratos desses anônimos acompanham os áudios, mas é impossível identificá-los. A paraense Berna Reale, o argentino radicado no Brasil Nicolás Robbio e o carioca Gê Orthof também foram premiados. Intrigantes, os vídeos de Rodrigo Braga exploram a natureza em expedições. Conhecido por fazer de suas caminhadas uma manifestação artística, o mineiro Paulo Nazareth exibe objetos coletados na África. Ponto positivo também para o trabalho prestativo dos monitores. Até 6/12/2015.
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  • Brinquedos produzidos pela Estrela a partir dos anos 70 compõem a exposição, que é a atração de férias do Shopping West Plaza. As peças são exibidas no térreo do Bloco A. A seleção reúne 130 peças antigas, como Ar Tur, Trony, Colossus, He-Man, Boca Rica, Meu Querido Pônei, as bonecas Gui Gui, Quem Me Quer, Chuquinhas, Bate Palminhas e Susy, além dos memoráveis Murphy, Boca Rica, Ursinhos Carinhosos, Snoopy... No mesmo período, haverá também um espaço de recreação com brinquedos da Estrela para crianças de 3 a 10 anos, no 3º Piso do Bloco A, que funcionará aos sábados, das 12h às 20h, e, no restante da semana, das 14h às 20h. Ficam no espaço, bastante trivial, itens como Vire a Mesa, Aquaplay, Puxa Puxa Batatinha e quebra-cabeça, além de bonecos da turma da Peppa. O passeio vale apenas pela nostalgia (para os adultos, claro) e para quem estiver de passagem pelo shopping. De 9/7/2015 a 26/7/2015
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  • Geólogo de formação, o americano Roger Ballen começou a fotografar quando se mudou para a África do Sul, no início dos anos 80. Se primeiro ficou limitado a registrar simpáticas crianças que cruzavam o seu caminho, com o tempo direcionou o olhar crítico para a população marginalizada. Buscava deixar claro como a opressão atingia, além dos negros, a população branca, num país segregado pelo apartheid. Organizada cronologicamente, Roger Ballen: Transfigurações, Fotografias 1968-2012, em cartaz no MAC, evidencia como o interesse das lentes do artista foi se transformando. Ele criou, por exemplo, diversas séries nas quais os protagonistas são moradores brancos do interior, cujo ar de desamparo domina o retrato — Ballen chegou a ser preso por isso, mas não se intimidou. Pelo contrário, intensificou a esquisitice dos personagens nos anos seguintes. Em ensaios produzidos, construiu situações macabras e acentuou as deformações. O resultado se assemelha a um filme de David Lynch, só que bem menos polido. Prepare-se para ver imagens cheias de anomalia, numa estética assustadoramente inquietante. Até 6/12/2015.
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  • Museus

    Museu do Futebol

    Praça Charles Miller, s/n, Pacaembu

    Tel: (11) 3664 3848

    7 avaliações

    Impossível não se contagiar de cara com a atmosfera boleira deste museu cravado debaixo das arquibancadas do Estádio do Pacaembu. Todas as atrações são multimídia e interativas. Projetores exibem fotografias gigantes de ídolos como Pelé, Garrincha, Zico e Ronaldo. Numa sala, fotos antigas contextualizam os primórdios do esporte no Brasil. Há muito material em vídeo, mostrando dribles, gols e jogadas marcantes. Quem quiser se aventurar (sobretudo as crianças), pode brincar de cobrar um pênalti e medir a velocidade do chute numa atração ou jogar com uma bola virtual em outra. Duas experiências arrepiam os visitantes: imagens de torcedores incentivando aos berros seus times, projetadas em telões debaixo das arquibancadas, e o acesso para ver (e fotografar, é claro) o gramado verdinho do Pacaembu. Em outra sala, telas em alta definição apresentam a história das copas e a participação da Seleção em cada uma delas. Difícil é sair de lá sem querer gritar “Brasil, Brasil, Brasil”.

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  • A mostra de arquitetura, design e decoração chega à 29ª edição com 76 ambientes de jovens talentos e profissionais renomados como Roberto Riscala e Dado Castello Branco. Três temas guiam a Casa Cor deste ano: compartilhamento, o conceito de “menos é melhor” e a brasilidade, encontrada na abundância da cor verde e nos materiais e mobiliários nacionais das instalações. Há algum tempo na pauta da mostra, a questão da sustentabilidade aparece novamente, com iluminação totalmente de LED e reaproveitamento de recursos. De 26/5 a 12/7/2015.
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  • Bairros / Museus

    Museu da Imigração

    Rua Visconde De Parnaíba, 1316, Brás

    Tel: (11) 2692 1866

    5 avaliações

    Após quatro anos fechado, o Museu da Imigração reabriu para o público no início de 2014. O prédio da antiga Hospedaria de Imigrantes, que recebeu cerca de 2,5 milhões de pessoas de 1887 a 1978, passou por sua primeira restauração completa. Como a construção é tombada, a única alteração no projeto original foi a instalação de um elevador para cadeirantes. Já o museu traz novidades: loja, café, biblioteca, wi-fi no jardim e interligação com a maria-fumaça (pago à parte; 15 reais). O passeio é uma opção divertida para levar as crianças. Elas podem saber como foi passar por ali décadas atrás por meio de uma exposição permanente. Nela, há um painel interativo que forma um mosaico de rostos e a reprodução de um quarto e do refeitório, nos quais se podem ler cartas reais deixadas para trás. O lugar também oferece uma bonita sala para atividades infantis.

    Programação: 

    Exposição Migrar: experiências, memórias e identidades

    Mostra como os processos migratórios fazem parte de toda a história da humanidade e aprofunda os ocorridos mais recentemente, durante os séculos XIX e XX. Também apresenta o cotidiano da Hospedaria de Imigrantes do Brás e a influência da imigração na cidade e estado de São Paulo.

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Fonte: VEJA SÃO PAULO