Mais barato

Cinemas têm sessões por R$ 6,00

Nove longas participam da promoção da Cinemark

Por: Redação VEJINHA.COM - Atualizado em

Bem Casados
'Bem Casados': as atrizes Camila Morgado e Rosi Campos também estão no elenco da comédia (Foto: Divulgação)

Diariament, às 14h, a rede Cinemark tem uma sessão promocional por R$ 6,00 (inteira) e R$ 3,00 (meia) para quem comprar os ingressos na bilheteria. A promoção é válida de segunda a sexta.

Confira os filmes e as salas participantes:

Bem Casados

Interlar Aricanduva Cinemark (sala 7); Iguatemi Cinemark (sala 2); Metrô Boulevard Tatuapé Cinemark (sala 5); Mooca Plaza Cinemark (sala 3); Metrô Tatuapé Cinemark (sala 6); Metrô Tucuruvi (sala 4); Shopping Cidade São Paulo Cinemark (sala 6); Shopping Granja Vianna (sala 5); Pátio Higienópolis Cinemark (sala 4); Pátio Paulista Cinemark (sala 3)

Califórnia

Metrô Santa Cruz Cinemark (sala 3)

Hotel Transilvânia 2

Center Norte Cinemark (sala 4); SP Market Cinemark (sala 11)

Peter Pan - O Filme

Villa-Lobos Cinemark (sala 6)

O Presente

Market Place Cinemark (sala 5) 

S.O.S. - Mulheres ao Mar 2

Tamboré Cinemark (sala 6)

Tudo que Aprendemos Juntos

Central Plaza Cinemark (sala 4)

Vai Que Cola - O Filme

Shopping D Cinemark (sala 8)

Victor Frankenstein

Eldorado Cinemark (sala 5); Tietê Plaza Shopping Cinemark (sala 5)

  • Projeto X, de 2012, é, além de deliciosamente exagerado, um dos mais vibrantes retratos da juventude atual. O mesmo diretor, o inglês Nima Nourizadeh, tenta repetir a façanha em American Ultra — Armados e Alucinados, mas não consegue atingir o ponto certo do cozimento. Absurdos e violência abusiva também se unem na trajetória de Mike (Jesse Eisenberg). Esse jovem de uma modorrenta cidade americana se divide entre o trabalho numa loja de conveniência (sempre às moscas) e o namoro com Phoebe (Kristen Stewart). O casal curte fumar maconha e sonha em viajar para o Havaí. Mas há um problema: frágil e inseguro, Mike tem crises de pânico. Tudo muda quando, ao reagir a uma tentativa de assassinato, o rapaz descobre força e habilidades além do normal. Vem, então, a revelação. Mike é fruto de uma experiência da CIA e está sendo caçado pelo agente Adrian Yates (Topher Grace). Há certa originalidade no enredo e cenas de ação bem comandadas em uma narrativa trôpega. O problema maior, porém, reside na oscilação do humor. Trata-se, é óbvio, de uma comédia, mas atores como Kristen Stewart e Topher Grace pensam estar num filme sério. Só o versátil Jesse Eisenberg, de A Rede Social e Zumbilândia, embarcou na brincadeira. Estreou em 26/11/2015.
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  • Na visão do diretor Miguel Faria Jr., Chico Buarque revisa a própria história do ponto de vista da maturidade. O documentário traz imagens de arquivo, depoimentos e canções nas vozes de Ney Matogrosso (As Vitrines) e Milton Nascimento (Sobre Todas as Coisas). Estreou em 26/11/2015.
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  • Todo Mundo Quase Morto (2004) é uma ótima comédia de zumbis. Zumbilândia (2009) chegou quase lá. Mas esta nova incursão no mundo dos mortos-vivos resume-se a duas ou três cenas para dar um sorriso amarelo. Fora isso, trata-se de um amontoado de clichês do cotidiano de adolescentes, piadas grosseiras e nenhuma originalidade na trama. Nela, um faxineiro ressuscita, por descuido, um morto de um laboratório. Corte! Três escoteiros (Tye Sheridan, Logan Miller e Joey Morgan) estão acampados quando dois deles decidem sair na surdina e curtir uma rave para a qual não foram convidados. No meio do caminho, começam a trombar com os zumbis e perceber que a cidade está sendo evacuada. O destaque fica para Sarah Dumont, a loira valente e funcionária de um clube de strippers. Claro, ela vira objeto de desejo dos garotos. Estreou em 12/11/2015.
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  • Aventura / Drama

    No Coração do Mar
    VejaSP
    1 avaliação
    Depois do sensacional (e pouco notado) Rush, o diretor Ron Howard, de 61 anos, mostra vitalidade invejável no comando desta aventura dramática, inspirada na história verídica que deu origem a Moby Dick. O próprio escritor do clássico literário, Herman Melville (papel de Ben Whishaw), vira personagem e, em meados do século XIX, chega a Nantucket, no Estado de Massachusetts, para tentar extrair um depoimento de Thomas Nickerson (Brendan Gleeson). Já idoso e corroído pelo álcool, além de arredio por causa das lembranças amargas, Nickerson recorda como sobreviveu ao naufrágio do baleeiro Essex, em 1820, depois do ataque de um cachalote de 30 metros de comprimento. No comando do navio estava o capitão almofadinha George Pollard (Benjamin Walker). Quem mais entendia do assunto, contudo, era o imediato Owen Chase (Chris Hemsworth). A rivalidade entre a dupla pôs em risco a tripulação quando eles se desentenderam durante uma tenebrosa tempestade. A partir daí, o enredo ganha contornos bastante dramáticos e sem concessões — o roteiro aborda, inclusive, o canibalismo em um ato de sobrevivência durante os meses em que os marujos estiveram à deriva no oceano. Majestoso em suas incursões marítimas, o longa-metragem atinge seu ápice justamente no surgimento do gigantesco cetáceo. Estreou em 3/12/2015.
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  • Na continuação da animação de 2012, o troll Orm, depois de vencer a Rainha das Neves, tem uma nova missão. Ele quer dar mais conforto a sua avó, com quem vive e, para isso, decide participar de uma batalha cujo prêmio será o casamento com uma princesa. Quase nada funciona no desenho animado russo: um protagonista falastrão que tem um alter ego do mal (confuso para a criançada) metido numa aventura sem graça nem tensão. Estreou em 12/11/2015.
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  • Terror / Aventura

    Victor Frankenstein
    VejaSP
    Sem avaliação
    Há um ponto de partida diferenciado em Victor Frankenstein que o distancia do livro escrito, em 1818, por Mary Shelley (1797-1851). A perspectiva aqui é a do assistente do cientista, um corcunda de circo, interpretado por Daniel Radcliffe. Em Londres, o intrépido Victor Frankenstein (James McAvoy) enxerga habilidades médicas na “criatura” circense e, como um herói, o resgata de patrões tiranos. A retirada de um edema nas costas, um banho demorado e roupas limpas dão ao rapaz uma imagem de normalidade e um novo nome, Igor. Assim, o doutor e seu ajudante passam a fazer experiências macabras. A primeira delas consiste em reunir pedaços de animais mortos para dar vida a algo, no mínimo, monstruoso. Frankenstein, porém, não está livre de punição e é vigiado pelo inspetor policial Turpin (Andrew Scott). O jovem roteirista Max Landis, de 30 anos, também escreveu a trama de American Ultra, outra estreia da semana. Embora ele acrescente ao enredo Igor, um personagem interessante e inexistente no romance da escritora, as soluções encontradas caem na mesmice. Outra falha está na concepção visual do monstro (sim, ele surge nos minutos finais), que mais parece um boneco de cera raivoso. Estreou em 26/11/2015.
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  • No filme anterior, Adriana (Giovanna Antonelli) fisgou o estilista André (Reynaldo Gianecchini) num cruzeiro e agora vive uma eterna lua de mel com o namorado. Mesmo ele insistindo para que ela o acompanhe em seu desfile de estreia num navio, da rota Miami-Cancún, Adriana prefere ficar no Rio de Janeiro e trabalhar. Uma confusão, causada por Anita (Rhaisa Batista), bela top model e ex-noiva de André, vai provocar uma crise de ciúme na protagonista e, claro, levá-la de volta a bordo. Adriana estará amparada pela irmã (Fabiula Nascimento) e pela ex-empregada (Thalita Carauta). De um roteiro canhestro, que inclui uma absurda perseguição policial nos Estados Unidos, nasceu uma comédia preenchida com muito merchandising, passagens divertidas, locações de cartão-postal e narrativa fluente. Estreou em 22/10/2015.
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  • Versão transportada para os cinemas da série de TV protagonizada por Paulo Gustavo, Vai que Cola é uma comédia desleixada, que parece ter sido feita às pressas, com piadas requentadas e atuações que pedem a todo custo uma gargalhada do espectador. Ainda bem que o próprio Paulo Gustavo tira sarro do filme, fazendo autocrítica entre uma cena e outra, o que, no entanto, não é capaz de salvar a trama. Ele interpreta Valdomiro, sócio de uma companhia de engenharia que se mete em falcatruas, perde a cobertura no Leblon e vai parar numa pensão no Méier. No local, moram Dona Jô (Catarina Abdalla), a dona do pedaço, o espalhafatoso Ferdinando (Marcus Majella), que adora se vestir de mulher, um casal de conveniência (Emiliano D’Ávila e Samantha Schmütz) e as amigas Velna (Fiorella Mattheis) e Terezinha (Cacau Protásio), além de Wilson (Fernando Caruso), o faz-tudo do subúrbio. Por meio de mais uma malandragem, Valdomiro consegue reaver o luxuoso apartamento e levar, a contragosto, toda a turma para desfilar de grã-finos no Leblon. Estreou em 1º/10/2015.
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  • M. Night Shyamalan ficou famoso pelo ainda notável O Sexto Sentido (1999) e, de lá para cá, só foi descendo a ladeira — vide seus dois filmes anteriores, os desastrosos O Último Mestre do Ar e Depois da Terra. O novo A Visita não vai reabilitar a carreira do cineasta, mas tem lá suas qualidades. Como se prestasse uma homenagem (intencional ou não) às fitas de terror dos anos 70, Shyamalan usa clichês e prega alguns sustos na plateia ao narrar a trajetória de dois irmãos adolescentes. Becca (Olivia DeJonge) e Tyler (Ed Oxenbould) vão, finalmente, conhecer os avós. Eles são pais de sua mãe (Kathryn Hahn), que os deixou ainda jovem para se casar e nunca mais os viu. Durante a estada, os visitantes notam comportamentos estranhos. O avô (Peter McRobbie) guarda fraldas geriátricas sujas num galpão e a avó (Deanna Dunagan) anda nua pela casa na madrugada. Até mesmo a conclusão é lugar-comum e, nem por isso, deixa de surpreender. O problema maior, porém, está na realização. Shyamalan se acha descobridor da pólvora e filma como se fosse um documentário executado pela personagem de Becca. Ou seja: as tomadas são, em sua maioria, feitas com uma nervosa câmera na mão. Ao deixar de lado a fantasia para apostar num suposto registro real, o diretor esvazia o medo em nome de uma fórmula cinematográfica para lá de desgastada. Estreou em 26/11/2015.
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  • Afranquia 007 ganhou vitalidade com a entrada de Daniel Craig no papel do protagonista. Desde 2006, foram três longas-metragens, muitas correrias e alguns mortos. O quarto episódio da cinessérie com Craig (e o segundo dirigido por Sam Mendes) é 007 contra Spectre. Vale o aviso: seria bom re(ver) os filmes anteriores da nova fase para compreender o roteiro em sua totalidade. A história traz de volta personagens antigos para, justamente, fazer com que James Bond entenda o motivo da morte de M (Judi Dench), em Operação Skyfall (2012), e das maldades ao seu redor. Só assim, parece, o agente secreto poderá enterrar seus fantasmas. Em um plano-sequência magistral, a trama tem início na Cidade do México. Bond está numa missão, consegue ser bem-sucedido, mas deixa estragos no local que comprometem seu futuro. Perde a licença, mas não desiste de encontrar o responsável pelos pesadelos de seu passado. Itália, Áustria, Marrocos e, claro, Inglaterra servem de belos cenários para uma aventura com ação em escala menor e estofo dramático. Trata-se de um James Bond, digamos, mais cerebral e romântico, embora a fúria de 007 (em já icônica encarnação de Craig) seja sua marca registrada. Estreou em 5/11/2015.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO