Cinema

Filmes cult são exibidos na rede Cinemark

Confira uma seleção de longas como A Filha do Pai na rede Cinemark

Por: Redação VEJINHA.COM - Atualizado em

A Filha do Pai
'A Filha do Pai': Astrid Bergès-Frisbey e Daniel Auteuil: adaptação da literatura (Foto: Divulgação)

Nos dias 11 e 13 de junho, os complexos Metrô Santa Cruz, Iguatemi, Pátio Higienópolis, Pátio Paulista, Cidade Jardim e Villa-Lobos exibem filmes prestigiados na sessão Cine Cult.  Os valores são de acordo com cada bilheteria.

Confira abaixo onde assistir aos filmes participantes:

 

  • Sucesso na Argentina, onde liderou por três semanas seguidas a lista de maiores bilheterias, a comédia 2 Mais 2 provoca risadas ao tratar abertamente, sem glamour nem ingenuidade, de um tabu, a troca de casais. Médico bem-sucedido, Diego (papel de Adrián Suar) perde o chão ao receber um convite, digamos, apimentado de sua esposa, Emilia (Julieta Díaz). Eles passam a ir para a cama com o casal de amigos moderninhos Richard (Juan Minujín) e Betina (Carla Peterson). O desconforto desse pai de família careta rende as piadas mais divertidas da fita, que, depois de brincar com o estereótipo do machão latino, comete o pecado de se render a um desfecho pouco malicioso. Estreou em 17/5/2013.
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  • Um dos grandes atores do cinema francês, Daniel Auteuil (Caché) mostra-se confiante em seu longa-metragem de estreia como diretor. Auteuil também protagoniza sua própria adaptação do livro La Fille du Puisatier, de Marcel Pagnol (1895-1974). Na trama, ambientada no fim da década de 30, a jovem do interior Patricia (Astrid Bergès-Frisbey) se apaixona pelo aviador Jacques (Nicolas Duvauchelle). Quando ele é obrigado a partir para servir na II Guerra, a moça descobre a gravidez. Seu pai (Auteuil), um poceiro humilde, trata de salvar a honra da filha, mas a endinheirada família de Jacques o recebe friamente. Estreou em 21/12/2012.
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  • Em Buenos Aires, Mercedes finaliza as etapas que a levarão a Barcelona e a um novo namorado, que está a sua espera. Mas por coincidência ela tromba em Ariel, que se transforma em uma companhia muito agradável. Em paralelo, Juan chega à Argentina depois de muitos anos fora. Ele não consegue se acertar com a mulher que estava à procura, e em vez disso acaba conhecendo Micaela.
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  • Recém-formada em medicina, a pernambucana Verônica (Hermila Guedes) vai fazer residência num hospital público do Recife. Como escolheu ser psiquiatra, atende casos dramáticos de pessoas que sofrem de depressão, esquizofrenia, insônia... Para aliviar a barra-pesada, se joga na cama de seu paquera (papel de João Miguel) ou faz sexo com estranhos. O cotidiano fica ainda mais abalado quando seu pai (W.J. Solha) adoece e eles precisam mudar de apartamento por causa de um vazamento no edifício onde moram. O dilema da protagonista de ter (ou não) escolhido a profissão certa e sua liberdade diante dos relacionamentos são abordados de forma séria e ousada, respectivamente. Atriz mal aproveitada na TV, Hermila, estrela de fitas como O Céu de Suely e Assalto ao Banco Central, tem atuação convincente. Contudo, é dispensável a redundante narração em off de sua personagem, além de ser rápida e simplista a resolução de seus problemas. Do Festival de Brasília, o longa-metragem do diretor de Cinema, Aspirinas e Urubus saiu com seis importantes prêmios, incluindo melhor filme (pelos júris oficial e popular) e melhor roteiro. Estreou em 15/11/2012.
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  • A francesa Alice (Alice Taglioni) tinha 15 anos quando viu uma fita de Woody Allen pela primeira vez. A partir de então, fez do cineasta seu guru e, com ele, tem imaginárias conversas existenciais. A protagonista cresceu, formou-se farmacêutica e vive à procura de um marido. Bonita, solteira e independente, Alice, veja só, receita filmes para seus clientes. Seus pais, a irmã e o cunhado também não param de tentar achar o homem ideal para ela. Eis, então, que surge o boa-praça Victor (Patrick Bruel). Charmoso instalador de alarmes, o cara, para desespero de Alice, jamais assistiu a uma produção de seu diretor favorito. Em seu primeiro longa-metragem, Sophie Lellouche tenta homenagear Woody Allen com uma comédia romântica que emula de raspão os trabalhos do grande realizador americano. Feita de quiproquós românticos — ora previsíveis, ora charmosos —, o filme fica só na intenção. A narrativa é embalada por uma deliciosa trilha sonora cujo ápice traz Ella Fitzgerald em Bewitched. Estreou em 04/01/2013.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO