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'Tomorrowland' e continuação de 'Qualquer Gato Vira Lata' entre as estreias

George Clooney estrela ficção científica da Disney ao lado da jovem Britt Robertson. Outros seis filmes entram em cartaz

Por: Veja São Paulo

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Cheio de efeitos visuais, Tomorrowland - Um Lugar Onde Nada É Impossível narra a aventura de um garoto prodígio chamado por uma estranha menina para conhecer uma terra do futuro. Anos mais tarde, ele vai se encontrar com uma espevitada menina que tenta burlar o sistema de segurança da Nasa.

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Também em estreia, a sequência da comédia nacional Qualquer Gato Vira Lata traz no elenco Malvino Salvador e Cleo Pires nos papéis de namorados que vão para um congresso na Riviera Maia, no México, mas que enfrentam diversas complicações amorosas.

Em cartaz num número menor de salas, o drama dinamarquês Segunda Chance, de Susanne Bier, mostra os dilemas de um policial. Daniel de Oliveira tem presença dupla nas estreias da semana - o ator está no elenco de Sangue Azul e Romance Policial.

Confira as salas e os horários:

  • A carreira de Melissa McCarthy começou na TV no fim da década de 90. Ficou famosa, porém, pelo seriado Gilmore Girls (2000-2007) e roubou a cena no cinema em Missão Madrinha de Casamento. A Espiã que Sabia de Menos é a sua maior e melhor chance de virar estrela do primeiro time. Embora os galãs Jude Law e Jason Statham estejam no elenco, a comédia fica voltada para a graça, o talento e as gordurinhas extras de Melissa. Ela interpreta Susan Cooper, uma analista da CIA que, expert em computador, ajuda os colegas em missões pelo mundo. Quando um agente (Jude Law), por quem ela era apaixonada, morre em serviço, Susan se precipita em tomar o lugar dele. A princípio, a chefe (Allison Janney) acha a ideia estranha, mas acaba aceitando. Susan, então, vira uma dona de casa caretona para, disfarçada, descobrir quem matou seu amado e encontrar uma ogiva nuclear. O roteiro está centrado em transformar Melissa em um James Bond de saia e não poupa nem mesmo sua forma roliça para fazer piadas. Para uma trama de humor, o longa-metragem tem duração em excesso, mas a protagonista, com seu jeito bonachão de tiazona, segura as pontas. Estreou em 4/6/2015.
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  • Exatamente quatro anos atrás, o filme original, inspirado na peça de Juca de Oliveira, sinalizou para uma comédia romântica anêmica. Qualquer Gato Vira-Lata 2, a sequência com o mesmo trio de atores, pega um rumo mais agradável e tem uma produção robusta, incluindo locações na Riviera Maia, no México. É para lá que partem os namorados Tati (Cleo Pires) e Conrado (Malvino Salvador). Ele vai dar uma palestra sobre o comportamento sexual do homem, enquanto ela está decidida a pedi-lo em casamento. Contudo, o tiro sai pela culatra, e Conrado pede um tempo para pensar no assunto. Entram, então, na parada a competitiva Angela (Rita Guedes), ex-mulher do protagonista, e o jovem cuca fresca Marcelo (Dudu Azevedo), uma paixão do passado de Tati. Ambos querem, claro, reconquistar o antigo parceiro. Seguem-se as reviravoltas de praxe, entremeadas com piadas ora espertas, ora grosseiras. Além da divertida participação da pequena Mel Maia, no papel de uma menina interesseira (ponto para o politicamente incorreto!), uma cena específca injeta emoção ao roteiro. A sequência dura poucos minutos e traz diálogos como se fossem extraídos da vida real no reencontro de pai e filha — e Fábio Jr. vai às lágrimas ao contracenar pela primeira vez com Cleo Pires. Estreou em 4/6/2015.
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  • Romance / Drama

    Romance Policial
    VejaSP
    Sem avaliação
    Em Romance Policial, Daniel de Oliveira interpreta o funcionário público e aspirante a escritor Antonio, que, em crise de inspiração, sai do Rio de Janeiro para repensar a vida no Deserto do Atacama, no Chile. Num povoado, o protagonista se envolve em um assassinato. A vítima foi um homem que lhe deu carona e, como estava no local do crime, Antonio passa a ser apontado como o principal suspeito. Enquanto aguarda a investigação, o rapaz se relaciona com a enigmática Florência (Daniela Ramirez). Chileno radicado no Brasil, o diretor Jorge Durán (de Proibido Proibir) se debruça sobre uma intrigante história policial e faz ótimo uso das locações em seu país de origem. Não é difícil, contudo, encontrar o verdadeiro culpado e, por isso, a conclusão, além de previsível, mostra-se chocha.Estreou em 4/6/2015.
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  • A beleza de Fernando de Noronha resplandece em Sangue Azul, premiado com o troféu de melhor fotografia no Festival de Paulínia de 2014. Dirigido pelo pernambucano Lírio Ferreira (Árido Movie), o filme traz Daniel de Oliveira na pele de Zolah, o homem-bala de um circo que chega à ilha para algumas apresentações. Lá, o rapaz reencontra a mãe (Sandra Corveloni) e a irmã (Caroline Abras). A volta à terra natal será marcada por amargas lembranças. Com elenco afinado, o realizador capricha na ambiência erótica, seja pelos corpos dourados expostos ao sol, seja pelas paqueras de alta voltagem sexual — incluem-se aí um beijo gay de Paulo César Pereio e uma forte cena de transa entre os personagens de Milhem Cortaz e Rômulo Braga. Mas, assim como em Romance Policial, faz falta um desfecho à altura de tantos (e bons) conflitos. Estreou em 4/6/2015.
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  • Vencedora do Oscar 2011 de melhor filme estrangeiro pelo estupendo Em um Mundo Melhor, a diretora dinamarquesa Susanne Bier volta à cena com mais um drama envolto em dilemas morais. O protagonista de Segunda Chance é o policial Andreas (Nikolaj Coster-Waldau), casado com Anna (Maria Bonnevie) e pai de um recém-nascido. Para não estragar as surpresas da trama, dá para adiantar que Andreas vai tomar uma atitude polêmica ao fazer uma troca de crianças. Quem fica no lugar de seu filho é o bebê da mesma idade de um casal de drogados. Além de ter a vida virada do avesso, o tira passa por um turbilhão de emoções. Há algo de previsível no roteiro, mas a conclusão principal chega a ser estarrecedora. Embora não consiga a pungência do longa-metragem premiado com a estatueta dourada, a realizadora mantém o interesse da plateia com uma história de apelo fácil. Estreou em 4/6/2015.
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  • Diretor das animações Ratatouille e Os Incríveis, Brad Bird entrou para o time dos bons realizadores de filmes de ação com o espetacular Missão: Impossível — Protocolo Fantasma. O cineasta volta ao comando de atores, agora em uma ficção científica de fantasia, típico produto dos estúdios Disney. Tomorrowland — Um Lugar Onde Nada É Impossível, porém, fica no meio do caminho. Agrada aos adultos pelo sabor de nostalgia e frustra pela infantilidade do enredo. As crianças, certamente, vão ficar fascinadas com os efeitos visuais, mas podem sentir o peso das mais de duas (cansativas) horas de duração. Dois terços do longa-metragem são dedicados a narrar a trajetória dos protagonistas, e ambas as histórias cativam pela energia e originalidade. Quando criança, na década de 60, Frank Walker (Thomas Robinson) participou de uma feira de invenções e, prodígio, foi chamado por uma estranha menina para conhecer a secreta Tomorrowland, a terra do futuro. A outra ponta da trama, ambientada nos dias de hoje, flagra a espevitada Casey Newton (Britt Robertson) tentando burlar o sistema de segurança da Nasa. Após sair da prisão, ela encontra um pin mágico que lhe dá permissão para entrar em outra dimensão. Quem vai explicar à garota o sentido da magia é o agora maduro Frank (George Clooney). Embora extensos, os casos dos personagens são intrigantes e escorados no humor. A decepção fica por conta da chegada de Frank e Casey a Tomorrowland— o que seria a cereja do bolo se torna uma patacoada missionária para salvar a Terra. Estreou em 4/6/2015.
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  • O drama alemão promete algo polêmico e escandaloso, mas só consegue aborrecer com cenas de diálogos longos e sexo bizarro sem erotismo. Trata-se da trajetória de Helena (papel de Julia Hummer). Ela tem 29 anos e uma filha de 11. Além da problemática relação com a mãe, a jovem faz programas como acompanhante e, não raro, se lança em jogos sexuais, digamos, pouco convencionais. Estreou em 4/6/2015.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO