Cinema

'O Exterminador do Futuro - Gênesis' é a maior estreia da semana

Arnold Schwarzenegger está de volta à cinessérie que o consagrou na década de 80

Por: Miguel Barbieri Jr. - Atualizado em

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Arnold Schwarzenegger está de volta à cinessérie que o consagrou em 1984. E é, justamente, naquele ano que parte da trama de O Exterminador do Futuro - Gênesis se desenrola. A principal estreia da semana vai levar multidões aos cinemas.

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Para a criançada, a pedida é Kiriku - Os Homens e as Mulheres, gracioso desenho animado francês com ritmo calmo e sensacional palheta de cores. Também da França vem a simpática comédia dramática Meu Verão na Provença, sobre os conflitos entre um avô do interior e os netos da capital.

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Quem vai atrair muitos espectadores também é Meu Passado Me Condena 2, continuação da comédia de sucesso com Fábio Porchat e Miá Mello, desta vez quase toda ambientada em Portugal.

Os Minions ganham painel gigante feito pelo artista plástico Eduardo Kobra

 

  • Comédia / Policial

    Belas e Perseguidas
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    A comédia policial com duplas já rendeu muitos filmes, incluindo o par feminino do recente As Bem-Armadas. Duas atrizes também são as estrelas desta trama manjada, que rende risadas esporádicas, sobretudo por causa da afinação entre as protagonistas. Filha de um tira incorruptível, a personagem de Reese Witherspoon cresceu no banco traseiro da viatura do pai. Dele, herdou a profissão e o bom caráter. A oficial Cooper, porém, terá uma missão complicada pela frente. Acompanhada de um colega, vai escoltar uma casal de testemunhas para depor contra um traficante em Dallas. Mas algo desanda na operação e a policial se vê obrigada a proteger sozinha a dondoca Daniella Riva (Sofía Vergara, do seriado Modern Family). Seguem-se, então, as perseguições genéricas e as brincadeiras com o estereótipo da latina sensual da colombiana Sofía. Estreou em 2/7/2015.
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  • A franquia nascida na década de 80 rendeu quatro longas-metragens, e este quinto episódio é uma espécie de recriação da cinessérie de ficção científica. Em 2029, as máquinas dominaram os homens, mas o líder dos sobreviventes, John Connor (Jason Clarke), consegue virar o jogo. Um exterminador, contudo, embarca numa máquina do tempo e vai parar em 1984. Connor logo descobre o objetivo da máquina: matar sua mãe, Sarah Connor (Emilia Clarke), e, assim, impedir seu nascimento. Mas ela é protegida desde criança por outro androide (interpretado por Arnold Schwarzenegger). Personagem igualmente importante, Kyle Reese (Jai Courtney) foi escolhido por Connor para voltar ao passado e ajudar Sarah. A ação, porém, concentra-se em 2017, quando o Skynet vai controlar a humanidade. Achou o enredo o samba do terminator maluco? E é. Arnold, aos 67 anos, ainda rende bem na pancadaria, mas, hoje, se vira melhor no humor — suas tiradas brincando com o envelhecimento são divertidas. Efeitos visuais de praxe e um vilão dissimulado também deixam o resultado frouxo. Direção: Alan Taylor (Terminator Genisys, EUA, 2015, 126min). 12 anos. Estreou em 2/7/2015.
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  • O cinema do diretor malaio Tsai Ming Liang ficou marcado pelo ritmo lento de trabalhos como O Rio (1997) e Cães Errantes (2013). Nesse média-metragem experimental, o realizador lança um explícito exercício de paciência ao espectador. Sem diálogos, a trama coloca um monge budista em pontos movimentados de Marselha, na França. Sua ideia é contrastar os passos em câmera lentíssima dele com a agitação das pessoas em trânsito. As cenas são looongas. Em uma delas, o monge demora quinze minutos (!) para descer uma escadaria. Se a proposta de reflexão sobre o tempo se mostra necessária, a realização do documentário exige ansiedade em nível zero. Estreou em 2/7/2015.
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  • Depois de Kiriku e a Feiticeira (1998) e Kiriku — Os Animais Selvagens (2005), o diretor francês Michel Ocelot encerra uma trilogia com Kiriku — Os Homens e as Mulheres. O trabalho segue a técnica da tradicional animação em 2D para contar curtas histórias do valente e serelepe Kiriku. Garotinho de uma aldeia africana, ele está sempre pronto para resolver os problemas dos adultos. Dois contos se destacam no longa-metragem: a jornada de Kiriku para encontrar um velho desaparecido na floresta e a insistência do protagonista em acolher um menino tuaregue que se perdeu dos pais numa tempestade de areia. Ao contrário dos concorrentes americanos em cartaz, como Divertida Mente e Minions, o desenho animado tem um ritmo calmo e, sempre no desfecho das tramas, a cantoria marca discreta presença. Embora as fábulas sejam bonitinhas, o esplêndido visual, feito em uma palheta de cores fortes e vibrantes, fascina mais. Estreou em 2/7/2015.
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  • O sucesso da série no canal Multishow gerou um bem-sucedido longa-metragem em 2013 e também uma peça em cartaz no Teatro Shopping Frei Caneca. Era esperada, portanto, uma continuação da trajetória conjugal de Fábio e Miá, sempre interpretados pelos atores Fábio Porchat e Miá Mello. A trama de Meu Passado Me Condena 2 se passa três anos após o casamento deles. Uma crise abateu-se sobre o relacionamento e, de Portugal, vem a oportunidade de reaquecer a paixão. A avó de Fábio morreu e o avô (Antônio Pedro) pede a presença do neto no enterro. Em uma bela quinta no interior, desenrolam-se as confusões amorosas. Fábio reencontra uma namoradinha de infância (Mafalda Rodiles), que está noiva de Álvaro (Ricardo Pereira), antigo desafeto do protagonista. Entre briguinhas e reconciliações, o roteiro expõe seu humor em piadas ora espertas, ora manjadas, e se dá melhor no quesito romântico — a idílica paisagem portuguesa contribui para isso. Porchat e Miá, parceiros de três anos na vida profissional, resistem aos altos e baixos da história com uma química invejável. Estreou em 2/7/2015.
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  • Contrariados por sair de Paris durante as férias de verão, os irmãos adolescentes Lea (Chloe Jouannet) e Adrien (Hugo Dessioux), mais o caçula surdo-mudo Theo (Lukas Pelissier), são obrigados pela avó (Anna Galiena) a passar dois meses na companhia de Paul (Jean Reno), o avô que eles não conhecem. A chegada a uma remota fazenda na Provença é cheia de tumultos. Plugados na tecnologia e sem deixar de lado o celular e o laptop, os jovens não conseguem embarcar no modo de vida rústico do ermitão Paul, um cultivador de oliveiras. Aos poucos, o humor desponta nos contrastes entre os caipiras do interior e os protagonistas da capital e ainda na visita-surpresa dos amigos hippies ao casal de idosos. O sol e as cores ardentes da estação também aquecem os sentimentos. A trama, antes com um acento de drama familiar, ganha contornos suaves em romances idílicos e reconciliações comoventes. Embora o longa-metragem seja francês, a história tem alcance e apelos para o espectador de qualquer nacionalidade e geração. Estreou em 2/7/2015.
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  • Iris (Emmanuelle Béart), desde criança, sempre foi a filha predileta de sua mãe (Alice Isaaz). “Patinho feio” da família, Joséphine (Julie Depardieu) desfez o casamento, anda encrencada em dívidas e tem um casal de filhos para criar. Embora casada com um homem rico (Patrick Bruel), Iris nunca engrenou numa profissão e, agora, entrou numa enrascada por ter prometido escrever um livro. Pede, então, ajuda da irmã,estudiosa da Idade Média. Elas fazem um trato. Em troca de grana, Joséphine será a ghost writer da mana dondoca. Relações familiares são um prato cheio para o cinema francês e, em Os Olhos Amarelos dos Crocodilos, os personagens pensam e agem com naturalidade tornando a história, além de crível, digestiva. O problema está nos arredores do enredo central. Nas dispensáveis subtramas, o filme perde o ritmo e ganha duração excessiva. Estreou em 2/7/2015.
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  • Quase duas décadas depois de estrear como diretor com Momento de Afeto (1997), o ator Alan Rickman (o professor Severus Snape, da cinessérie Harry Potter) volta ao posto e mostra faro apurado para a recriação de época. Em Um Pouco de Caos, Rickman interpreta o rei francês Luís XIV e narra um fato ocorrido em 1682. A pedido do Rei Sol, o jardineiro da corte André Le Nôtre (Matthias Schoenaerts) fica encarregado de construir um auditório ao ar livre no Palácio de Versalhes. Para o trabalho, escala a paisagista Sabine de Barra (Kate Winslet). Nem tudo, porém, é o que parece. Além de Sabine ser uma personagem fictícia, sua intérprete e o diretor são ingleses e Schoenaerts, belga. Um episódio da história francesa, falado na língua de Shakespeare, teve locações apenas na... Inglaterra (!). Fica difícil, portanto, encontrar credibilidade numa trama cujo próprio ponto de partida não se sustenta. Estreou em 2/7/2015.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO