Cinema

'X-Men - Apocalipse' estreia no maior número de salas

Personagens da Marvel encaram um novo vilão 

Por: Miguel Barbieri Jr. - Atualizado em

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Depois de Batman vs Superman e Capitão América - Guerra Civil, outros super-heróis desembarcam nos cinemas. Mas a badalada franquia da Marvel ganha um de seus fimes mais irregulares com X-Men - Apocalipse.

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O cinema comercial, aliás, não vive sua melhor semana e dá para dispensar Vizinhos 2, A Vingança Está na Moda e Pais e Filhas. Melhor concentrar tempo e dinheiro no circuito alternativo, que traz duas boas opções: o documentário Espaço Além - Marina Abramovic e o Brasil e o romance sul-coreano Certo Agora, Errado Antes.

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E antes tarde do que nunca: exibido no festival Mix Brasil em 2013, São Paulo em Hi-Fi, registro sobre a noite gay paulistana nas décadas de 70 e 80, chega, finalmente, ao CineSesc para sessões regulares. 

  • Comédia dramática

    Amores Urbanos - Filme
    VejaSP
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    Tipos característicos (e não menos estereotipados) de São Paulo surgem no primeiro longa-metragem da diretora Vera Egito. Três amigos moram no mesmo edifício. Um apartamento é ocupado pela lésbica Mica (Renata Gaspar) e pelo DJ gay Diego (interpretado pelo cantor Thiago Pethit). Ao lado, mora a assistente de estilo Julia (Maria Laura Nogueira). Os conflitos de cada um, embora reflitam uma situação habitual na metrópole, acabam esbarrando no lugar-comum. Julia não dá sorte com os namorados infiéis e Mica tem um caso com uma atriz (papel da cantora Ana Cañas), que se recusa a sair do armário. Diego só quer saber de sexo sem compromisso. Direção de arte afiada e protagonistas empenhados em um roteiro de comédia dramática encaixado numa estrutura narrativa com cara de episódio-piloto de seriado de TV. Estreou em 19/5/2016.
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  • Na Paris de 1899, Jean Albertini (Tahar Rahim), um policial órfão e humilde, aceita o desafio de um delegado: infiltra-se entre anarquistas para saber detalhes e esquemas de roubo do grupo. Jean emprega-se numa fábrica de pregos e, lá, dá início a uma série de amizades. Escondendo sua verdadeira função, acaba se encantando pela jovem Judith (Adèle Exarchopoulos, de Azul É a Cor Mais Quente). O roteiro dá uma noção do anarquismo, movimento político que prega uma socidade independente do Estado. Embora falte tensão e densidade ao roteiro, o drama consegue dar um bom panorama da época sem entregar-se ao panfetarismo ou ao romance forçado. Estreou em 19/5/2016.
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  • Seja em Hahaha (2010) ou em A Visitante Francesa (2002), o diretor sul-coreano Hong Sang-soo arranja um jeito de arejar suas histórias com narrativas pouco convencionais. Volta ao criativo estilo, agora mais bem-sucedido, com Certo Agora, Errado Antes. Na primeira metade do roteiro, o cineasta Ham (Jeong Jae-yeong), vindo de Seul, está na cidade de Suwon para apresentar seu novo filme. Lá, conhece a jovem pintora Yoon (Kim Min-hee) e, com ela, passa o dia batendo papo e bebendo (muito) saquê. A segunda parte repete a situação do encontro, só que com outro desdobramento. As diferenças são ora sutis, ora radicais. A ideia do cineasta (e roteirista) é propor um jogo de cena em que uma frase, um gesto ou um drinque a mais podem mudar o rumo da vida dos personagens. Estreou em 19/5/2016.
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  • Atravessando uma crise pessoal, no fim de 2013, Marina Abramovic veio ao Brasil. A artista performática sérvia, radicada nos Estados Unidos, quis fazer uma peregrinação por vários estados do país para conhecer a fundo rituais daqui. Nasceu assim o documentário Espaço Além — Marina Abramovic e o Brasil, que tem início em Goiás, mais exatamente no contato dela com o médium João de Deus. Mesmo sem falar português, Marina fez imersões profundas no corpo e na alma, seja tomando o chá de ayahuasca, seja purificando-se com lama e folhas nas mãos de uma xamã paranaense. Em um momento mais descontraído, ela vai explorar a culinária da baiana Dadá. São momentos de autoconhecimento muito bem captados pelas lentes próximas (mas jamais invasivas) do diretor Marco Del Fiol. E o Brasil está lá, estampado na natureza exuberante e na fé de forma plural. Estreou em 19/5/2016.
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  • O drama se passa em dois tempos. Na década de 80, o premiado escritor viúvo Jake Davis (Russell Crowe) é aconselhado a se internar numa clínica por estar atravessando um período de instabilidade mental. Deixa, então, sua pequena filha, Katie (Kylie Rogers), aos cuidados da irmã de sua falecida esposa. Nos dias de hoje, Katie (Amanda Seyfried) virou uma mulher afetivamente fria, que transa compulsivamente. Um dia, ela conhece o certinho Cameron (Aaron Paul) e algo parece mudar em sua vida. O passado se mostra muito mais interessante em um roteiro de vaivéns aborrecidos, sobretudo pela atuação de Crowe. Estreou em 19/5/2016.
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  • Exibido no festival Mix Brasil em 2013, o documentário São Paulo em Hi-Fi entra, finalmente, em cartaz. O CineSesc exibe em sessões diárias o precioso registro do diretor Lufe Steffen sobre a noite gay paulistana. Passando de raspão pelos anos 60, o filme centra foco e faz uma apurada radiografia de boates lendárias das décadas de 70 e 80, a exemplo de Medieval, HS, Corintho e Nostromondo. Frequentadores da noite e empresários pioneiros, como Celso Curi e Elisa Mascaro, dão depoimentos. Estreou em 19/5/2016.
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  • Em 1951, Tilly (Kate Winslet) retorna à cidadezinha natal, nos rincões do deserto australiano. Virou modista, está bem vestida e veio com um propósito: saber se foi responsável pela morte de um garoto e vingar-se daqueles que a enxotaram do vilarejo quinze anos antes. Encontra a mãe (Judy Davis, ótima) desmemoriada e uma antiga paixão de infância, o bonitão Teddy (Liam Hemsworth), jogador de rúgbi e pobretão. Há de tudo um pouco na trama: humor, drama, suspense e romance. Pouca coisa, porém, funciona. Além de uma frágil resolução investigativa, o amor dos protagonistas não convence nem decola (por um motivo estúpido do roteiro). Os figurinos de Kate e a ambientação de época, ao menos, são eficientes. Estreou em 19/5/2016.
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  • Feminismo universitário e casamento gay entraram como novidades no roteiro da continuação da comédia de 2014. É uma forma de dar uma refrescada na mesma história de antes, contada aqui com menos vulgaridade e um pouco mais de graça. Aos 18 anos, Shelby (Chloë Grace Moretz) decide abrir a própria irmandade depois de descobrir que festas são permitidas apenas nas “repúblicas” dos garotos. Para azar de Mac e Kelly (Seth Rogen e Rose Byrne), a estudante escolhe morar ao lado deles, justamente no momento em que o casal está prestes a vender a casa. Teddy (Zac Efron), o vizinho barulhento do filme anterior, foi colocado para fora do apartamento pelo colega (Dave Franco), que arranjou um parceiro para casar. Estreou em 19/5/2016.
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  • Os cinemas vivem uma batalha entre super-heróis, com Batman vs Superman e Capitão América — Guerra Civil em cartaz, e X-Men — Apocalipse  agrega mais do mesmo à história dos mutantes da Marvel. Sequência de Primeira Classe (2011) e Dias de um Futuro Esquecido (2014), o longa-metragem volta a apresentar, agora na década de 80, novos personagens — ou personagens em sua versão nova. É o caso, por exemplo, de Jean Grey, Ciclope e Noturno, defendidos com vontade por Sophie Turner, Tye Sheridan e Kodi Smit-McPhee. Eles se juntam ao time do “bem” na escola do Professor Xavier (James McAvoy). Na contramão está Apocalipse, um ser egípcio milenar, considerado o mais poderoso e antigo dos mutantes (Oscar Isaac está canastrão e irreconhecível no papel). A vingança desse vilão é formar um exército e, assim, dominar o mundo. Recruta, então, a jovem Tempestade (Alexandra Shipp), Psylocke (Olivia Munn) e Anjo (Ben Hardy). Em roteiro pouco original, há sequências superlativas de destruição (embaladas com trilha sonora grandiloquente) e Magneto e Mercúrio roubando a cena nos melhores momentos. Surpreende o drama vivido por Magneto (o sempre ótimo Michael Fassbender) na Polônia e, numa história séria e sisuda, Mercúrio (Evan Peters) responde pelos deliciosos toques de bom humor. Na guerra final, a computação gráfica impera e fica a sensação de déjà vu. Num breve futuro, será um capítulo de X-Men esquecível. Estreou em 19/5/2016.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO