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Cinco motivos para não perder a festa do Ano Novo Chinês, na Liberdade

Dança do Dragão, queima de fogos e muuuuitas comidinhas estão entre as atrações do evento, que espera receber 200 000 pessoas

Por: Meriane Morselli - Atualizado em

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A comemoração do Ano Novo Chinês no bairro da Liberdade chega à 10ª edição e espera receber 200 000 pessoas no sábado (21) e no domingo (22). A data, que varia a cada ano, marca em 2015 o ano da cabra, animal que simboliza paz, harmonia e tranquilidade na cultura oriental.

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A concentração da festa será na Praça da Liberdade e as ruas próximas também recebem atrações. É uma oportunidade para se aproximar dos costumes daquele país e provar comidinhas típicas, além de ser uma bela razão para passear pela Liberdade. A organização do evento aconselha o público a utilizar transporte público (desembarque na estação Liberdade do metrô), pois os estacionamentos da região costumam lotar cedo.

 Confira cinco motivos para não perder a celebração:

1) Tirar fotos e apreciar um dos momentos mais marcantes da celebração, a “Dança do Dragão e do Leão”, que começa em torno das 12h30 no sábado (21) e no domingo (22) e simboliza a prosperidade. A performance se inicia na Rua Galvão Bueno, na altura no número 160, e segue até a Praça da Liberdade. Durante o trajeto, comerciantes da região oferecem envelopes vermelhos com dinheiro (em número par, 2, 4, 8 reais... sempre)  e pés alface para os leões. O objetivo é fazer a energia do dinheiro circular. Pessoas da mesma família também podem oferecer envelopes (levados de casa ou comprados na Liberdade) a crianças e idosos.

2) Tomar um banho de cultura chinesa, afinal um dos objetivos da festa é difundi-la. Para isso, você poderá assistir a apresentações de danças e músicas tradicionais, além de um desfile de figurinos tradicionais. Estarão à venda produtos típicos, como lanternas e chapéus, e souvenires da festa, a exemplo de camisetas e canecas com representações da cabra. Para entrar no clima, vista roupas de cores vivas, como vermelho, laranja e dourado (sinal de prosperidade, que nunca é demais) e saia distribuindo “xin nian kuai le”, feliz ano-novo em chinês.  

3) Comer, comer e comer delícias orientais, que custarão entre 15 e 20 reais. Entre as dezoito barracas serão oferecidas pedidas mais conhecidas, como guioza, yakissoba e rolinho primavera. Mas, segundo o organizador do evento, Willian Lin, a barraquinha da pamonha chinesa é parada obrigatória. Trata-se de um prato que leva arroz misturado a vegetais ou carne de porco enrolado numa folha de bananeira e cozido no vapor. “Pouca gente conhece, mas nove entre dez brasileiros gostam”, afirma Lin.

4) Como toda festa de ano novo que se preze, uma queima de fogos de artifício (invenção chinesa, aliás) está programada.  Ela ocorre no sábado (21), em torno das 19h30, quando o sol se põe. Estão prometidos de sete a oito minutos de belas imagens no céu.

5) Levar as crianças para se divertir. Elas vão curtir muito o desfile do leão e do dragão e podem participar de oficinas num espaço na Rua dos Aflitos. Nas tendas montadas, elas podem aprender a fazer nós chineses, além de conhecer lugares exóticos da China com a supervisão de instrutores. Ali, o atendimento será feito por ordem de chegada. 

Fonte: VEJA SÃO PAULO