Cinema

Cinco filmes que integram as mostras em cartaz na cidade

Os ciclos apresentam filmes como Cabra Marcado Para Morrer, de Eduardo Coutinho, e o recém-saído dos cinemas Azul É a Cor Mais Quente

Por: Redação Veja São Paulo

Cabra Marcado para Morrer
Cena de "Cabra Marcado para Morrer" (Foto: Divulgação)

Cabra Marcado para Morrer: Eduardo Coutinho (1933-2014) começou a rodar o documentário em 1964, mas o interrompeu por causa do golpe militar. Dezessete anos depois, retomou as filmagens. O longa-metragem será exibido na sexta (11), às18h, na mostra Imagens da Ditadura, na Cinemateca. Com a ajuda da viúva e de amigos, Coutinho registra aqui a vida de João Pedro Teixeira, líder camponês assassinado por ordem de latifundiários do Nordeste.

Os Brutos Também Amam 2368
(Foto: Divulgação)

Os Brutos Também Amam: O projeto Quarta Fora da Lei apresenta semanalmente, às 19h, um faroeste clássico no Cine Olido. Em cartaz na quarta (9) está o longa-metragem de George Stevens (1904–1975), realizado em 1953. A trama cobre a trajetória de um filho de rancheiros que idolatra um pistoleiro, interpretado por Alan Ladd. Este chega à região para defender a propriedade de seus pais contra um criador de gado. O ingresso custa R$ 1,00.

Terra em Transe 2368
(Foto: Divulgação)

Terra em Transe: Um dos mais importantes trabalhos de Glauber Rocha (1939-1981) integra o ciclo O Imaginário dos 50 Anos do Golpe, no Centro Cultural São Paulo. Com ingresso a R$ 1,00, a projeção está agendada para este domingo (6), às 15h, e para o próximo (13), às 19h30. Paulo Autran, José Lewgoy, Paulo Gracindo e Jardel Filho compõem o elenco do filme,de 1967, que enfoca a disputa pelo poder na fictícia cidade de Eldorado.

Canção da Floresta 2368
(Foto: Divulgação)

Canção da Floresta: O filme do diretor alemão Michael Obert tem exibição no sábado (12), às 13h, no Cine Livraria Cultura, dentro da extensa programação do É Tudo Verdade. Premiada no festival de documentários de Amsterdã, a produção acompanha o escritor americano Louis Sarno, que se apaixonou pela música africana. Ele se mudou para a África e teve um filho. No roteiro, Sarno leva o garoto para conhecer os Estados Unidos, refletindo, assim, sobre a globalização.

Azul é a Cor Mais Quente 2368
(Foto: Divulgação)

Azul É a Cor Mais Quente: Recém-saído dos cinemas, o longa-metragem, vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes, volta ao cartaz no Festival Sesc dos Melhores Filmes de 2013. Haverá duas chances: neste sábado (5) e na sexta (11), às 21h30. No drama do diretor tunisiano Abdellatif Kechiche, a jovem Adele (Adèle Exarchopoulos) vive de forma intensa sua primeira paixão por outra mulher, Emma, papel de Léa Seydoux.

Fonte: VEJA SÃO PAULO