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Cidade tem panelaço durante programa partidário do PT

Presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula falaram no vídeo, que fez referência a panelas cheias "de comida e esperança"

Por: Veja São Paulo - Atualizado em

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Propaganda política do PT: José de Abreu foi o apresentador (Foto: Reprodução TV )

O programa do Partido dos Trabalhadores em rede nacional, na noite desta quinta-feira (6), motivou panelaço ao redor de toda a cidade de São Paulo.

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Dilma Rousseff: presidente afirmou que sabe "suportar pressão" (Foto: Reprodução TV)

Além de buzinas nas ruas, paulistanos bateram panelas nas janelas de prédios e casas em regiões como Moema, Pinheiros, Alto da Lapa, Mooca, Morumbi, Vila Carrão, Interlagos, Jardins, Vila Mariana, Pompeia, Barra Funda, Pirituba e na região da Avenida Paulista.

A manifestação popular se transformou em um dos temas mais discutidos nas redes sociais nesta noite. No Twitter, por exemplo, #panelaço ficou entre os principais assuntos comentados no mundo. Paulistanos também publicaram no Youtube vídeos do protesto.

 

No programa com duração de dez minutos, apresentado pelo ator José de Abreu, falaram a presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente Lula, entre outros. Ao ressaltar realizações do governo petista da Presidência, como Pronatec e Minha Casa, Minha Vida, fizeram uma alusão aos panelaços, mostrando os recipientes cheios "de comida e esperança", em referência ao combate à miséria no país.

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Propaganda política: ex-presidente Lula participou da propaganda política (Foto: Reprodução TV )

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Em seu discurso, Dilma disse que sabe suportar "pressões e até injustiças". A presidente afirmou ainda que este ano é de “travessia” para um “lugar melhor”. "Sei que muita coisa pode melhorar. Tem muito brasileiro sofrendo, mas juntos vamos sair desta."

Já Lula afirmou que problemas econômicos se resolvem com políticas corajosas "e não com oportunismo", destacando ainda que, apesar dos problemas, o país atualmente é muito melhor. "Nosso pior momento ainda é melhor para o trabalhador do que o melhor momento dos governos passados.”

Fonte: VEJA SÃO PAULO