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Chuva deixa São Paulo em estado de atenção e causa congestionamentos

De acordo com a CET, a média é de 141 a 192 quilômetros de trânsito

Por: Veja São Paulo - Atualizado em

Chuva Tempestade viaduto do chá
Pedestres se protegem da chuva no Viaduto do Chá nesta sexta (11) (Foto: Fox Press Photo/Folhapress)

Devido às chuvas que atingiram a grande São Paulo no final da tarde desta sexta (11), toda a capital e a região metropolitana estão em estado de atenção. Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), a chuva é moderada, mas há pontos com maior intensidade em diversos locais.

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As principais vias da cidade, como marginais Pinheiros e Tietê, 23 de Maio e Avenida dos Bandeirantes estão com longas filas. De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), a média é de 141 a 192 quilômetros de congestionamento. 

O tempo ruim deve continuar no sábado (12), que terá o céu encoberto e garoa isolada. Durante a madrugada, os termômetros devem registrar mínima de 13ºC na capital. A temperatura máxima não deve passar dos 16ºC.

O amanhecer de domingo (13) será gelado. A temperatura prevista para a madrugada é de 12ºC. Ao longo do dia o sol aparece entre nuvens, mas a temperatura não sobe muito. A máxima não ultrapassa os 18ºC, com índices de umidade do ar entre 60% e 90%.

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No entanto, há boas notícias. De acordo com o CGE, a qualidade do ar na Grande São Paulo melhorou significativamente por causa da chegada das chuvas. Enquanto isso, o volume do Sistema Cantareira subiu pelo terceiro dia seguido nesta sexta (11). Em menos de onze dias, todos os mananciais que abastecem a Região Metropolitana superaram a média histórica de chuvas para setembro.

Nas últimas 24 horas, o nível do Cantareira passou de 15,6% para 15,7%. No entanto, o sistema ainda opera no volume morto e ficou um mês e meio sem subir antes das chuvas desta semana.

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Os outros cinco sistemas que abastecem a Grande São Paulo também ampliaram seus volumes desde quarta (9). O Guarapiranga, na Zona Sul da capital, teve a maior elevação, passando de 72,5% para 74,1%.

Fonte: VEJA SÃO PAULO