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Chiquinho Scarpa fala sobre a morte de sua ex, Carola de Oliveira

Paulistana de 40 anos, que sofria de anorexia e diabete, teve parada cardiorrespiratória na sexta (25)

Por: Alvaro Leme - Atualizado em

Carola de Oliveira e Chiquinho Scarpa
Carola e Chiquinho, no dia do casamento: união durou apenas nove meses | Crédito: Veja São Paulo

Morreu ontem uma das figuras mais polêmicas da sociedade paulistana. Aos 40 anos de idade, Ana Carolina de Oliveira, mais conhecida como Carola Scarpa devido ao seu casamento de nove meses com o playboy Chiquinho Scarpa, foi enterrada na manhã deste sábado, no Cemitério do Morumby. O ex-marido conta mais detalhes a seguir: 

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Veja São Paulo – O que aconteceu com Carola? Chiquinho Scarpa – Ela estava anoréxica, pesando 42 quilos, segundo me relatou uma das irmãs dela. E sofria de diabete. Anteontem à noite, por volta das 22h, estava se sentindo mal e pediu que o filho dela, o Frank, fosse à farmácia comprar um remédio. Dormiu o dia seguinte, amanheceu em coma. Chamaram uma ambulância mas, no caminho para o hospital, a Carola teve uma parada cardiorrespiratória. Ao meio-dia, morte cerebral. 

 

Veja São Paulo – Como ficou sabendo? Chiquinho Scarpa – O pai dela, o Guga, havia mandado me ligarem, mas estavam todos tão chocados que acabaram não falando comigo. O enterro foi hoje de manhã, às 10h30.

 

Veja São Paulo – No Facebook você escreveu que a amou profundamente. Chiquinho Scarpa – Sim, muito. Quando a vi pela primeira vez, a Carola tinha uns catorze anos. Linda. Foi na [Rua] Oscar Freire. Uns quatro ou cinco anos mais tarde, a reencontrei no Gallery. Eu namorando a Dóris Giesse e ela meio com aquele mágico, o David Cooperfield. Mas só uns dez, quinze anos depois é que nos casamos. 

Veja São Paulo – Você e a Carola tinham contato? Chiquinho Scarpa – Não. Nunca mais nos falamos depois da separação.

ATUALIZAÇÃO (26/2/2011, 14h26): Um representante da família procurou VEJA SÃO PAULO e afirmou que Ana Carolina de Oliveira não tinha anorexia e não estava com 42 quilos. Segundo esse representante, Carola teve uma crise aguda de hipoglicemia devido à diabete, que resultou num coma irreversível.

Fonte: VEJA SÃO PAULO