Perfil

Ex-feirante, Chico Louco é "dono" de marcas de luxo de carros

Empresário, que começou a vida na Zona Leste, comercializa cinquenta veículos por ano. Nenhuma custa menos de 1,8 milhão de reais

Por: Luiz Maklouf Carvalho e Sérgio Quintella - Atualizado em

Chico Longo Ferrari
(Foto: João Luiz Oliveira)

Era como se uma cena de romance açucarado de Hollywood virasse realidade na madrugada daquela Quarta-Feira de Cinzas de 1996, no Itaim. Filha de um pintor e de uma costureira, Osana Lia Poliselli, a Polly, de 24 anos, havia acabado de se mudar de Barretos, no interior, para São Paulo. Dividia com uma amiga um apartamento na Vila Brasilândia e trabalhava com promoção de eventos. Tinha saído, vendendo saúde, de uma das mais quentes baladas da época na capital, a Limelight, na Rua Franz Schubert.

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A garota chamava atenção com 1,68 metro de curvas, ressaltadas por minissaia e blusa pretas, quando apareceu o príncipe encantado. Ele deixou a Ferrari no meio da rua e foi se render aos encantos da moça. Convidada a entrar na reluzente “carruagem” e ir com ele embora dali, a jovem resistiu à corte do animado desconhecido, mas guardou o cartão, no qual estava escrito “Francisco Longo, empresário”.

Um ano depois desse encontro, a secretária de Longo recebeu uma ligação. “Diga a ele que é a Polly, de Barretos”, anunciou. “Eu já ia pôr a Interpol atrás de você”, brincou Longo ao telefone, segundo a garota. Os dois passaram a sair, socialmente, sobretudo para restaurantes dos Jardins. Na época, ela sonhava com uma vida melhor, com direito a emprego fixo. Ele, por sua vez, saboreava os primeiros frutos de uma impressionante ascensão conquistada à custa de muito trabalho e de uma afiadíssima lábia de vendedor. A trajetória de Polly e a de Francisco continuam ligadas até hoje, como se verá ao final desta reportagem, embora o conto de fadas da Franz Schubert não tenha tido um desfecho feliz.

Chico Louco - Via Ialia
A Via Italia: o quartel-general do comerciante na Avenida Brasil (Foto: João Luiz Oliveira)

O empresário de 51 anos é atualmente o importador exclusivo, no Brasil, de quatro marcas de carro entre as mais incensadas, caras e cobiçadas do mundo: Ferrari, Maserati, Lamborghini e Rolls- Royce. Nenhuma das novas máquinas custa menos que 1,8 milhão de reais. Alguns reluzentes exemplares se encontram expostos na Via Italia, empresa que as comercializa, na chamativa loja da Avenida Brasil, 1769. Ali, Chico, como é mais conhecido, despacha quando não está viajando — às vezes pela Europa, aonde vai quatro vezes por ano, outras por Florianópolis, ou em um iate de grande porte, com amigos e garotas, em animados programas que unem negócios e lazer. Sempre com trabalho duro pelo meio: atrair clientes que possam comprar seus bólidos invejáveis.

Em setembro, exibiu uma Ferrari 458 Speciale Aperta — conversível, de pelo menos 2,7 milhões de dólares — no festival náutico da Tedesco Marina, em Balneário Camboriú. O vídeo da apresentação, disponível no YouTube, mostra o empresário de blazer escuro e calça cor de vinho, sem gravata, explicando as maravilhas do modelo em exposição, um dos 499 que a fábrica italiana produziu, dois deles abiscoitados pelo empresário brasileiro. “O carro é um fascínio”, disse aos poucos mas deslumbrados presentes. “O feliz proprietário vai ter uma joia nas mãos.” É um deleite ver a proteção vermelha de polietileno ser retirada — e então surgir a 458 Speciale A, amarela com listras azuis, tinindo de nova.

Chico Longo e Felipe Massa
Ao lado de Felipe Massa: cicerone de corredores (Foto: João Luiz Oliveira)

O proprietário da concessão das quatro prestigiadas grifes internacionais automotivas começou a vida como feirante, juntamente com os pais, no bairro da Penha, onde nasceu, e no Mercado Municipal. Mario Longo, de 91 anos, e Elvira Chilelli, já falecida, vindos da Itália, vendiam frutas. Daí surgiu o primeiro apelido do futuro representante por aqui da Ferrari: Chico Bananeiro. Ele próprio nunca contou a história em detalhes.

Procurado pela reportagem de VEJA SÃO PAULO, negou todos os seis pedidos de entrevista, declarando, via assessores, que não fala sobre sua vida pessoal (as fotos que ilustram esta reportagem são imagens de arquivo). Em julho de 2010, durante uma audiência judicial, disse aos presentes que tinha vindo de baixo, passado necessidade e até dormido na rua por dois meses.

Com 20 anos, apaixonado por carros, descobriu-se um talentoso vendedor de modelos usados. Começou na área em 1985, em um espaço exíguo na parte lateral do posto de combustíveis Furacão, situado na Avenida Cangaíba. “O Chico dava nó em fumaça, era bom de ‘rolo’”, lembra o comerciante Vitor Danhessi, amigo dos tempos de Zona Leste. Do posto Furacão, Longo partiu para um imóvel maior, próximo do Viaduto Aricanduva, onde montou a Chico’s Car. O salto maior ocorreu nos anos 90, quando o presidente Fernando Collor de Mello liberou a importação de veículos. O ex-feirante não perdeu tempo. Em 1995, conseguiu levar para a Penha a primeira concessionária oficial da BMW no Brasil, a Osten (oriental, em alemão).

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Aos poucos, o antigo apelido foi substituído por outro: Chico Louco. Parte da origem disso pode ser creditada ao seu estilo de vida. Longo faz a linha boêmia (nunca se casou e continua solteiro até hoje). Sempre tentou chamar atenção nas baladas. “Era um duro e, certa vez, pediu um terno emprestado a um amigo nosso, dizendo que isso o ajudaria a se dar bem na noite”, conta o comerciante Ademar Salles Júnior, conhecido do empresário à época da Zona Leste.

Quando o dinheiro deixou de ser um problema, Longo tinha direito a um camarote na Limelight. “As mulheres mais bonitas da casa eram levadas por mim ao espaço, pois o cara pedia baldes de champanhe francês, e eu tinha de tratá-lo bem”, conta Sandro Samelli, um dos sócios da balada. “Como ele é baixinho, precisava subir no sofá para beijar as mais altas.”

Chico Longo - Carnaval
Chico Longo, o primeiro, da direita para a esquerda, com os amigos em Peruíbe (Foto: Divulgação)

O empresário também não levava desaforo para casa. Em 1988, teve um ataque de fúria ao ser expulso por seguranças de outra boate, no Itaim. “Ele pegou seu BMW e invadiu, com carro e tudo, a danceteria”, afirma Salles Júnior. “Ninguém se machucou, e os amigos correram para tirá-lo de lá”, completa.

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O apelido Chico Louco combina igualmente com sua forma agressiva de fazer negócios. Trata-se de um daqueles profissionais incapazes de deixar passar uma oportunidade. “Uma vez, vi um cliente fechar a compra de uma Ferrari zero-quilômetro com outro vendedor. Quando o Chico chegou perto, conseguiu convencê-lo a levar uma mais cara. Era uma Ferrari 360 Spider. Custou 1,4 milhão de reais”, conta o funileiro Rogério Campos, ex-funcionário da Osten e da Via Italia.

A mesma impetuosidade se mostrou fundamental para que ele virasse o “dono” da marca do cavallino rampante. “O pioneiro da Ferrari no Brasil foi meu pai”, explica Barbara Gancia, uma das apresentadoras do Saia Justa, do GNT. “O Chico veio depois, e eles se deram bem.” Na lembrança irreverente da jornalista, ficou a imagem do bom comerciante (“Vende geladeira até para esquimó”) e do sujeito de jeitão humilde. “Quem sou eu para estar com esse príncipe aqui?”, dizia o ex-feirante, por exemplo, para agradar ao aristocrático Piero Gancia, então presidente da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA).

Piero faleceu em 2010, com 88 anos. Ele obteve a concessão para comercializar a Ferrari no Brasil do próprio comendador Enzo Ferrari, em Maranello, sede da fábrica. Dificuldades financeiras o atrapalharam — e foi aí que o Chico da BMW entrou na pista, oferecendo sociedade e capital. “O que uniu os dois foi o amor pela Ferrari”, entende Carlo Gancia, irmão de Barbara e empresário de marketing esportivo.

Chico Longo - lançamento
O empresário em um lançamento da Ferrari (Foto: João Luiz Oliveira)

Na memória de Carlo, Piero admirava a história do menino pobre que chegou lá. “É um sonhador e um realizador, saiu do nada e construiu mais uma trajetória de ascensão social, bem brasileira”, define. Carlo tem certeza de que nunca houve uma sociedade comercial entre os dois. Na prática, Piero continuou atuando como um embaixador da marca: frequentava a loja da Via Europa, depois rebatizada de Via Italia, a importadora que trazia as Ferrari, abrilhantava os eventos (entre eles a Fórmula 1), lustrava a casca grossa de Chico. Mas os negócios, mesmo, ficavam com o ex-bananeiro da Penha.

A Maserati veio naturalmente, depois de a Ferrari comprá-la. O prestígio e a competência do empresário — que vende, em média, cinquenta dessas joias por ano — conquistaram, ainda, a representação da Lamborghini e da Rolls- Royce. No caso da Lamborghini, a disputa principal era com um empresário de peso do setor, Natalino Bertin Junior. Ele já importava a marca, como vendedor independente. Gastou muito dinheiro para oficializar a credencial na fábrica italiana. Esteve lá meia dúzia de vezes e dava como certa a sua escolha. De repente, sem que Bertin sequer suspeitasse, Chico Longo venceu.

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Sua estratégia foi dirigir-se à Audi — dona da Lamborghini —, operação coordenada por Jaroslav Sussland, por muito tempo representante da Audi no Brasil (com os irmãos Ayrton e Leonardo Senna). Atualmente, Sussland trabalha como diretor da Rolls- Royce Motor Cars, empresa do Grupo Via Italia. “O Chico não gosta de publicidade, não sei nada sobre essa transação”, despista o executivo. Bertin Junior também não quis comentar o episódio.

Longo frequentava os Senna. Passou até um réveillon com a família. A representação da Ferrari o fez conhecer também grandes corredores da escuderia, como Michael Schumacher e Felipe Massa, para citar apenas dois. É Chico quem os recepciona, com gala, quando há corridas de Fórmula 1 no Brasil. Às vezes vai a outros países, e também circula à vontade entre pilotos e técnicos da marca. Em 2004, o empresário assumiu o volante, na categoria “gentlemen drivers”.

“É gente que tem dinheiro e bate mais que bengala de cego”, para usar a definição brincalhona de Barbara Gancia. Longo montou a Via Italia Racing, uma equipe com pilotos profissionais, entre eles Chico e Daniel Serra, pai e filho, que disputa, por exemplo, as 24 horas de Daytona, nos Estados Unidos. O próprio Chico, paramentado, pilota a Ferrari da vez.

Ferrari - Chico Longo
Ferrari da equipe Via Italia Racing, que disputou corridas no Brasil e no exterior (Foto: José Mario Dias)

A Osten, a primeira experiência de representação oficial no ramo dos importados, mudou de mãos em 2001. Jorge Yamaniski Filho, diretor do Grupo Hiroshima, o novo proprietário do negócio, não revela o valor da transação, mas dá uma alfinetada no antigo dono. “A própria BMW estava forçando a troca de gestão, por uma mais profissional”, afirma. Procurada por VEJA SÃO PAULO, a montadora não quis comentar a declaração.

Um dos fatos intrigantes a respeito de Chico envolve suas posses. A Via Italia está registrada em nome da Loctan LLC, uma offshore nos Estados Unidos, e de Rosela Longo, irmã de Chico. Ele aparece nos papéis como representante e administrador da Loctan no Brasil. O empresário mora com o pai em um apartamento de 320 metros quadrados no Jardim Anália Franco, na Zona Leste. Ali no pedaço, um imóvel idêntico está sendo vendido por 1,7 milhão de reais.

O apartamento dos Longo foi comprado em 1996 por 1,1 milhão de reais. Em 2006, Chico registrou em cartório a venda da propriedade a um comerciante chamado Roberto Dib. A operação custou 180 000 reais na época. Em 2009, o imóvel foi novamente transferido, desta vez por 210 000 reais, para a empresa Ugly Negócios Imobiliários, de Omar Mohamad Dib. Chico e seu pai, no entanto, nunca saíram do endereço. Procurado por VEJA SÃO PAULO, Mohamad Dib declarou não ter condições de dar detalhes sobre a transação. “A Ugly é uma empresa de investimento imobiliário, estou viajando e não carrego comigo informações de algo feito há quase dez anos”, justificou.

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Outro mistério envolvendo a vida de Longo diz respeito ao desfecho de sua história com Polly, a musa que ele cortejou no fim do Carnaval em meio à Rua Franz Schubert. “O filho é o segredo que o Chico esconde do mundo, mas agora já chega”, disse Polly a VEJA SÃO PAULO, em um ensolarado sábado de outubro em Barretos — ao lado, João Victor, de 17 anos, fazia acrobacias numa pista de skate.

Aos 44 anos, a mãe trabalha atualmente como cabeleireira na cidade. O menino nasceu com 2,8 quilos, na Santa Casa de Barretos, em 25 de junho de 1998, sob a assistência da família materna. O empresário só soube, pelo telefone, quando a criança tinha 6 meses. Manteve a negativa e a indiferença. Em dezembro de 1998, a advogada de Polly entrou com uma ação de investigação de paternidade com pedido de alimentos. Chico contestou. Meses depois, recebeu a intimação judicial para o exame de DNA. Compareceu. Na narrativa da mulher, não teve sequer curiosidade de conhecer o bebê de colo, também presente para a colheita de sangue. “Ei, dona Polly, que problemão a senhora me arrumou”, foi o que Chico disse, segundo ela.

Polly - Chico Longo
Polly e João Victor: processo de paternidade e briga por pensão (Foto: João Luiz Oliveira)

O DNA atestou a paternidade de Francisco Longo, a Justiça mandou assentar o nome do pai na certidão de nascimento e condenou o empresário a pagar dez salários mínimos de pensão alimentícia. Chico contestou judicialmente o valor — mas, em dezembro de 2000, um acórdão do Tribunal de Justiça de São Paulo confirmou os dez salários mínimos da primeira instância. Por um suposto acordo informal com a então advogada de Polly — hoje negado pelo advogados Lucas Henrique Marchi e Mohamed Adi Neto, de Barretos, que assumiram a causa em 2010 —, o empresário acertou, à revelia do acórdão, o pagamento da metade, cinco salários mínimos. Desde o nascimento de João Victor, há dezessete anos, Chico nunca lhe deu um segundo de atenção.

Em um dos encontros, ocorrido em julho de 2010, durante uma audiência no fórum de Barretos, ainda para discutir os dez ou cinco salários mínimos da pensão, João Victor tinha acabado de fazer 12 anos. Polly o levou — ambos na esperança de reconhecimento afetivo, principalmente o garoto. Chico carregou para lá o amigo e advogado Abrão Jorge Miguel Neto. Durante a audiência — uma tentativa de conciliação, que resultou infrutífera —, João Victor, na última esperança de pelo menos um olhar, ficou observando, de uma porta próxima. Às tantas, o advogado Mohamed Adi Neto pediu ao empresário que virasse um pouco à direita, onde estava o garoto, “para conhecer o filho”. Longo não olhou.

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Em outubro de 2012, o advogado Abrão Neto, simpático ao reconhecimento afetivo do garoto, escreveu, em um e-mail para os advogados de Polly: “Diante do quadro que já discutimos, realmente não há interesse em aproximação com o menor em questão, por mais esforços que já tenham sido feitos de minha parte em relação a este tema”.

Em 12 de março de 2013, quando o menor em questão já tinha 14 anos, a juíza Mônica Senise Ferreira de Camargo, de Barretos, decretou, a pedido dos advogados de Polly, a prisão de Francisco Longo, por não pagamento de pensões atrasadas no valor, à época, de aproximadamente 56 000 reais. Quando a polícia apareceu para executar o mandado na Via Italia da Avenida Brasil, o empresário pediu algumas horas de prazo.

Foi o tempo de seu advogado, Bernardo La Padulla Tellini, chegar a Barretos, de avião, e levar o montante ao escritório Adi & Marchi. Dívida quitada, a juíza revogou imediatamente a ordem de prisão. Apesar de tudo, João Victor continua esperançoso de uma aceitação, embora demonstre perplexidade com o desenrolar da história. “Meu pai não me quer, e eu não entendo por quê”, queixa-se. Chico ainda tenta contestar na Justiça o valor da pensão. Insiste em baixar a obrigação para cinco salários mínimos. A diferença em questão, de cerca de 4 000 reais, não dá sequer para comprar um jogo completo de pneus para uma Ferrari. 

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  • Japoneses

    Tokyo Rose

    Rua Jerônimo da Veiga, 457, Itaim Bibi

    4 avaliações
  • Cozinha variada

    America - Jardins

    Avenida Nove de Julho, 5363, Jardim Europa

    Tel: (11) 3708 3620

    VejaSP
    5 avaliações

    Como conforto é a palavra de ordem entre os clientes por aqui, muita gente vai logo de delivery na hora de provar as receitas da rede. Ainda que a entrega costume ser efciente, não se compara a qualidade dos pratos à dos servidos no salão, claro. Entradinha carregaaada de creme, o dip de espinafre gratinado acompanhado de torradas (R$ 29,90) é indicado para partilhar. Em porção de 220 gramas, o ribeye que vem com salada de repolho coleslaw e baked potato ao molho de queijos (servida mais para morna do que fumegante) ganha o nome de minuano (R$ 65,50). Antes sazonal, o hambúrguer deluxe (R$ 38,90, com batata frita) com queijo gruyère, cogumelos frescos salteados e maionese trufada entrou para o menu regular.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Franceses

    Le Jazz Brasserie

    Rua dos Pinheiros, 254, Pinheiros

    Tel: (11) 2359 8141

    VejaSP
    21 avaliações

    A fórmula do bistrô a preços razoáveis deu tão certo que, além das unidades nos Jardins (☎ 3062-9797) e no Shopping Iguatemi (☎ 3097-8331), a matriz, em Pinheiros, ganhou um movimentado bar no imóvelvizinho. Em qualquer um dos endereços, com cozinha do sócio Chico Ferreira, provam-se boas entradas como a terrine de porco (R$ 27,50). Sugestão mais recente, o leitão de pele crocante com purê de batata ao molho de suco de beterraba (R$ 46,00) veio se somar ao filé ao poivre (R$ 62,50). Uma das sobremesas criadas especialmente para o Le Jazz pela premiada confeitaria de Marilia Zylbersztajn é a musse de iogurte com limão-siciliano (R$ 23,00).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Bares variados

    Bar Brahma Centro

    Avenida São João, 677, centro

    Tel: (11) 2039 1250

    VejaSP
    7 avaliações

    O bar mais turístico da cidade se localiza no cruzamento eternizado por Caetano Veloso: o das avenidas Ipiranga e São João, no centro. Todos os olhares se voltam ao classudo salão com lustres de cristal. Em um pequeno palco apresentam-se astros da velha guarda como Jerry Adriani e Moacyr Franco. Também concorrida, a varandona é cenário agradável para tomar o chope da marca que dá nome à casa (R$ 8,50). Feito com linguiça calabresa, o picadinho (R$ 52,00) vem com arroz, farofa, brócolis e uma boa banana à milanesa.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Hamburguerias

    Meats - Jardim Paulista

    Alameda Lorena, 2090, Jardim Paulista

    Tel: (11) 3791 0474

    VejaSP
    3 avaliações

    A primeira filial da lanchonete do chef Paulo Yoller tem uma baita vantagem sobre a matriz: ali raramente há filas. No menu, as pedidas exclusivas não perdem em nada para as sugestões da casa de Pinheiros. Esqueça os talheres na hora de abocanhar a espiga de milho com molho aïoli, queijo da Serra do Salitre (MG) e uma gema mole no topo (R$ 18,00). O ovo frito também vira estrela no zoiudo (R$ 30,00), um hambúrguer com aspargos, confit de alho e bacon. Pelo mesmo valor e também com 180 gramas, o acertado hortinha leva coalhada seca, vinagrete de limão e bacon (olha ele aí de novo). O docinho do brigadeiro de colher (R$ 10,00) fica menos intenso com o acréscimo de cachaça de jambu.

    Preços checados em 12 de maio de 2015.

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  • Em fevereiro de 1989, 3 000 pessoas se reuniram em Altamira, no Pará, para discutir a construção de cinco usinas na região do Xingú (entre elas, era pauta a até hoje polêmica hidrelétrica de Belo Monte). Estavam lá 650 índios e a fotógrafa paulistana Nair Benedicto. Militante — ela foi torturada em 1969 depois de produzir uma série de fotos sobre a ditadura militar —, fez uma série de registros sobre o encontro. Até o ano passado, eles estavam todos intactos. Com as chuvas do último verão, porém, sua casa na Vila Mariana foi inundada e, junto com ela, danificaram-se os filmes. O esforço para o resgate do material deixou marcas igualmente imprevisíveis e deslumbrantes nas fotos. Após reveladas, elas mostraram borrões de cores rosadas e a junção de várias imagens em uma só. Dependuradas em uma das salas da Casa da Imagem, formam uma das várias séries produzidas por Nair em diversos períodos de sua vida. Os textos de parede escritos em primeira pessoa revelam traços e crenças da artista. Na sala onde estão expostas fotografias de São Paulo,  por exemplo, um breve parágrafo faz homenagem à cidade: “Sempre me emociono quando volto de algum lugar e chego a São Paulo. [...] Me entristece ver os casarões desaparecerem para dar lugar aos prédios — muitas vezes tão anônimos”. A frase também deixa claro o porquê da escolha por esse museu para sediar a mostra Por Debaixo do Pano: suas portas e paredes ornamentadas mostram a típica decoração do período imperial, em um exemplo de conservação. Fundada nos anos 1880, a também chamada Casa Número 1, assim conhecida pela numeração que recebeu na época de sua construção, abriga também registros com temáticas de desigualdade social e tradições regionais. Até 7/2/2016.
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  • A proposta era ousada e também bastante perigosa. Um burburinho, no entanto, desde que o projeto foi anunciado, lá pelo início do ano, se criou em torno do musical Nuvem de Lágrimas. Escrito por Anna Toledo, o espetáculo dirigido por Tânia Nardini e Luciano Andrey é uma livre adaptação do romance Orgulho e Preconceito, publicado pela inglesa Jane Austen em 1813, embalada por sucessos da dupla Chitãozinho & Xororó. Em um tempo em que, na cabeça dos produtores, qualquer acorde pode originar uma produção do gênero, o musical se mostra um surpreendente resultado de criatividade. Afinal, uma boa história aparece costurada por canções conhecidas e adequadas ao enredo e não se apoia na biografia dos astros. Na trama, ambientada no interior paulista no início dos anos 90, a comerciante Bete Borba (vivida por Lucy Alves) e do advogado Darcy (papel de Gabriel Sater) vivem às turras. As diferenças originam um clima de romance e resta ao público torcer pelo final feliz. Em um contraponto, José e Juci (interpretados por Zé Henrique de Paula e Rosana Penna), os pais da garota, atravessam uma crise. Um rico fazendeiro da região (o ator Blota Filho), ex-noivo de Juci, reaparece para recuperar o amor perdido no passado. Por meias dessas duas histórias, a montagem discute diferenças sociais e comportamentais, encontrando facilmente a empatia com a plateia. O objetivo não é surpreender ou conquistar o público pelos olhos, com cenários e figurinos luxuosos. A memória afetiva e os ouvidos, no entanto, se tornam ferramentas importantes. Fio de Cabelo, Evidências, Se Deus me Ouvisse e a canção-título garantem a identificação desse musical genuinamente sertanejo, na maioria bem interpretado e comovente pela simplicidade. Direção musical de Carlos Bauzys Com Adriana Del Claro, Letícia Maneira Zapulla, Sérgio Dalcin, Erika Altimeyer, Blota Filho, Roberto Sargentelli e outros. Estreou em 05/11/2015. Até 31/01/2016.
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  • Livremente inspirado no poema homônimo de Charles Baudelaire, o espetáculo O Convite à Viagem é um híbrido de teatro, performance e música que estreou em Londres em 2014 e faz única apresentação por aqui na terça (1º). Em cena, o ator italiano Marco Gambino dramatiza situações sobre temas como a distância, a saudade e a imaginação apoiado pelo piano do brasileiro Marcelo Bratke e pelas projeção de imagens assinadas por Mariannita Luzzati. Além de  Baudelaire, Manuel Bandeira e Jorge Luis Borges são lembrados na dramaturgia e Heitor Villa-Lobos e Igor Stravinsky figuram na trilha sonora. Dia 1º/12/2015.
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  • Em agosto de 2014, Passo Torto e Ná Ozzetti dividiram o palco pela primeira vez em um projeto de ensaios abertos do Sesc. A admiração mútua, contudo, vem de antes. Formada por Romulo Fróes, Kiko Dinucci, Rodrigo Campos e Marcelo Cabral, a banda tem entre as suas referências a Vanguarda Paulista — movimento do qual a cantora fez parte com o grupo Rumo nos anos 80. A intérprete, por sua vez, frequentava os shows da carreira-solo e de projetos paralelos de cada um dos integrantes do Passo Torto. O encontro em cena fluiu tão bem que resultou no disco Thiago França, lançado em julho. A banda investe em uma sonoridade de instrumentação crua, cheia de ruídos e tramas, para que Ná apresente com a voz doce e límpida alguns personagens, como o gato de rua inglês chamado Cipó. Dia 4/05/2016.
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  • O evento que celebra a cultura geek terá encontros com autores e atores, exposições, disputas de games e oficinas de maquiagem, entre outras atividades. No primeiro dia de atrações, Edgar Vivar, o Sr. Barriga do seriado Chaves, animou uma plateia de cerca de 500 nerds. O escritor Timothy Zahn, que vendeu 20 milhões de livros da saga 'Star Wars', também foi responsável por longas filas ao autografar os folhosos da trilogia Thrawn, que conta histórias do universo expandido da série de ficção. Ele dará novas palestras nos outros dias de feira. Um dos roteiristas responsáveis pelos quadrinhos do Batman, Scott Snyder, participará de uma conversa com o público na quinta (4/12), às 19h30. No mesmo dia, o ator americano Sean Astin, em sua primeira visita ao Brasil, fala sobre sua carreira e relembra curiosidades de clássicos como Os Goonies (1985), Rudy (1993) e a trilogia O Senhor dos Anéis, em que interpretou o heróico hobbit Sam Gamgi. Além disso, discute o trabalho de dublagem na série das Tartarugas Ninja (como o Raphael) e nos filmes da Liga da Justiça (Shazam) e a recente passagem pelo terror The Strain. No sábado (6/12), às 14h30, o ator americano Jason Momoa, que interpreta o personagem Khal Drogo na série Game of Thrones, conta suas experiências. Lançamentos de livros, concurso de cosplay e outras personalidades completam a programação. Os ingressos custam R$ 160,00 (quinta e sexta) e R$ 200,00 (sábado e domingo). Dias 4, 5, 6 e 7/12/2014. + Paulistanos que se orgulham de ser nerds + Loja produz réplicas de personagens da cultura pop para decoração + Roteiro do nerd intermediário
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  • Terror / Aventura

    Victor Frankenstein
    VejaSP
    Sem avaliação
    Há um ponto de partida diferenciado em Victor Frankenstein que o distancia do livro escrito, em 1818, por Mary Shelley (1797-1851). A perspectiva aqui é a do assistente do cientista, um corcunda de circo, interpretado por Daniel Radcliffe. Em Londres, o intrépido Victor Frankenstein (James McAvoy) enxerga habilidades médicas na “criatura” circense e, como um herói, o resgata de patrões tiranos. A retirada de um edema nas costas, um banho demorado e roupas limpas dão ao rapaz uma imagem de normalidade e um novo nome, Igor. Assim, o doutor e seu ajudante passam a fazer experiências macabras. A primeira delas consiste em reunir pedaços de animais mortos para dar vida a algo, no mínimo, monstruoso. Frankenstein, porém, não está livre de punição e é vigiado pelo inspetor policial Turpin (Andrew Scott). O jovem roteirista Max Landis, de 30 anos, também escreveu a trama de American Ultra, outra estreia da semana. Embora ele acrescente ao enredo Igor, um personagem interessante e inexistente no romance da escritora, as soluções encontradas caem na mesmice. Outra falha está na concepção visual do monstro (sim, ele surge nos minutos finais), que mais parece um boneco de cera raivoso. Estreou em 26/11/2015.
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  • Um clássico é um filme que continua fresco e impactante mesmo com o passar do tempo. De 1957, Morangos Silvestres retorna às telas em ótima cópia restaurada e faz parte dos longas-metragens sem validade vencida. A deslumbrante fotografia em preto e branco emoldura o acerto de contas com o passado do professor e médico Isak Borg (Victor Sjöström). Aos 78 anos, ele sai de Estocolmo para receber uma homenagem, em Lund, pelo cinquentenário de sua carreira. A nora (Ingrid Thulin) o acompanha na viagem de carro. O diretor Ingmar Bergman mistura sonho e realidade, juventude e velhice, alegrias e dissabores em sua reflexão existencial. A prima Sara (Bibi Andersson), assim como outros parentes, ressurge nas amargas lembranças. Ao longo do caminho, o motorista dá carona a um trio de viajantes e também a um casal de meia-idade em crise. Reencontra a mãe e tem uma visão da mulher morta. Dos flashbacks, nascem os questionamentos da vida presente. Com quase seis décadas, a obra-prima ainda se mantém conservada em formol — não só pelo roteiro incisivo, mas também pela realização irradiante. Reestreou em 26/11/2015.
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  • Assim como em A Casa de Alice (2007), o realizador Chico Teixeira, carioca radicado em São Paulo, tece uma delicada crônica sobre uma família de classe média baixa em seu novo filme. O protagonista, agora, é o paulistano Serginho (Matheus Fagundes), um rapaz de 15 anos que vira, prematuramente, “o homem da casa”. O pai abandonou sua mãe (Gilda Nomacce) e seu irmão mais novo. Para garantir parte do sustento, ele vende verduras na barraca do tio nas feiras. Tem um único amigo e uma atração por uma jovem japonesa. Seja por uma relação paterna, seja por uma paixão platônica de adolescente, Serginho começa a se aproximar de Ney (Irandhir Santos), um professor solitário mas com as rédeas da própria vida. Diretor e roteirista premiado no Festival de Gramado, Teixeira sabe ser hábil para expor confitos íntimos usando a sutileza e abrindo mão de questões polêmicas. Segue, assim, a linha de seu trabalho anterior: simples, enxuto, sensível e eficiente. Estreou em 26/11/2015.
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  • M. Night Shyamalan ficou famoso pelo ainda notável O Sexto Sentido (1999) e, de lá para cá, só foi descendo a ladeira — vide seus dois filmes anteriores, os desastrosos O Último Mestre do Ar e Depois da Terra. O novo A Visita não vai reabilitar a carreira do cineasta, mas tem lá suas qualidades. Como se prestasse uma homenagem (intencional ou não) às fitas de terror dos anos 70, Shyamalan usa clichês e prega alguns sustos na plateia ao narrar a trajetória de dois irmãos adolescentes. Becca (Olivia DeJonge) e Tyler (Ed Oxenbould) vão, finalmente, conhecer os avós. Eles são pais de sua mãe (Kathryn Hahn), que os deixou ainda jovem para se casar e nunca mais os viu. Durante a estada, os visitantes notam comportamentos estranhos. O avô (Peter McRobbie) guarda fraldas geriátricas sujas num galpão e a avó (Deanna Dunagan) anda nua pela casa na madrugada. Até mesmo a conclusão é lugar-comum e, nem por isso, deixa de surpreender. O problema maior, porém, está na realização. Shyamalan se acha descobridor da pólvora e filma como se fosse um documentário executado pela personagem de Becca. Ou seja: as tomadas são, em sua maioria, feitas com uma nervosa câmera na mão. Ao deixar de lado a fantasia para apostar num suposto registro real, o diretor esvazia o medo em nome de uma fórmula cinematográfica para lá de desgastada. Estreou em 26/11/2015.
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  • Projeto X, de 2012, é, além de deliciosamente exagerado, um dos mais vibrantes retratos da juventude atual. O mesmo diretor, o inglês Nima Nourizadeh, tenta repetir a façanha em American Ultra — Armados e Alucinados, mas não consegue atingir o ponto certo do cozimento. Absurdos e violência abusiva também se unem na trajetória de Mike (Jesse Eisenberg). Esse jovem de uma modorrenta cidade americana se divide entre o trabalho numa loja de conveniência (sempre às moscas) e o namoro com Phoebe (Kristen Stewart). O casal curte fumar maconha e sonha em viajar para o Havaí. Mas há um problema: frágil e inseguro, Mike tem crises de pânico. Tudo muda quando, ao reagir a uma tentativa de assassinato, o rapaz descobre força e habilidades além do normal. Vem, então, a revelação. Mike é fruto de uma experiência da CIA e está sendo caçado pelo agente Adrian Yates (Topher Grace). Há certa originalidade no enredo e cenas de ação bem comandadas em uma narrativa trôpega. O problema maior, porém, reside na oscilação do humor. Trata-se, é óbvio, de uma comédia, mas atores como Kristen Stewart e Topher Grace pensam estar num filme sério. Só o versátil Jesse Eisenberg, de A Rede Social e Zumbilândia, embarcou na brincadeira. Estreou em 26/11/2015.
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  • Documentário

    Iván
    VejaSP
    Sem avaliação
    O diretor paranaense Guto Pasko teve uma pequena grande ideia: acompanhar a viagem de um senhor, então com 91 anos, do Brasil à sua Ucrânia natal. Detalhe: Iván Bojko deixou seu país quase sete décadas atrás e nunca mais regressou. O documentário Iván já começa emocionante. Fabricante artesanal da bandura, típico instrumento ucraniano, Iván recebe a passagem aérea em frente à câmera e não contém as lágrimas. A partir daí, o realizador faz uma rápida retrospectiva de sua vida. Durante a II Guerra, ele foi enviado pelos nazistas para um campo de trabalhos forçados na Alemanha e, em 1948, imigrou para o Brasil. O regresso de Iván, em 2010, vai de Frankfurt a Kiev, capital da Ucrânia, até chegar às aldeias por onde passou sua infância e juventude. Lá, é recebido pelos sobrinhos, por velhos amigos e vizinhos. É difícil para Iván não se comover com a homenagem. A cereja do bolo fica para o final, quando ele revê, 68 anos depois, a irmã. Com alguns cortes na edição, o trabalho ficaria melhor. São dispensáveis, por exemplo, a visita à fábrica de banduras e as longas apresentações musicais. Estreou em 26/11/2015.
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  • A geografia do centro

    Atualizado em: 30.Nov.2015

Fonte: VEJA SÃO PAULO