A Opinião do Leitor

Cartas sobre a edição 2259

Por: - Atualizado em

Capa da edição 2259
(Foto: Veja São Paulo)

Café (capa): 40%

RedeTV!: 13%

Matthew Shirts: 10%

Criminalidade: 10%

Outros: 27%

Café

Como produtora de cafés especiais, só tenho a aplaudir a iniciativa de VEJA SÃO PAULO de divulgar o hábito saudável que é beber um café de qualidade (“Sabor renovado”, 7 de março). O consumidor precisa saber que o café brasileiro é um dos melhores do mundo e segue rígidas exigências legais e sociais. Café responsável, sustentável e delicioso. Parabéns à revista e a todos os profissionais do café.

ELIANE DE ANDRADE NOGUEIRA

Há dez anos eu me mudei para o Brasil e inaugurei a rede Café Santo Grão. Quando li a reportagem, percebi quanto o mercado tem crescido e ganhado em conhecimento e maturidade. Parabéns pelo excelente material, que contribuiu muito para cultivarmos nossa cultura.

MARCO KERKMEESTER

Diretor do Santo Grão Café

Algumas marcas de café contêm ingredientes como grãos de outras plantas. Deve ser por isso que certos sabores inusitados foram identificados nos testes com os especialistas no assunto.

ROBSON SANT’ANNA

Além de dados relevantes, a reportagem trouxe ótimas opções de cafés e de lugares onde degustá-los. Um dos meus preferidos fica em Santos: a Bolsa do Café. Lá é possível tomar uma bebida de altíssima qualidade e ainda provar algumas receitas que utilizam os grãos no preparo. Por ser um local histórico, é também um ótimo passeio.

WAGNER FERNANDES GUARDIA

Estamos muito longe de ter um café servido adequadamente. É verdade que a cidade conta com excelentes cafeterias, que oferecem uma bebida de qualidade, porém só para quem acorda tarde. Muitas delas abrem as portas apenas após as 10 horas e costumam fechar nos fins de semana. Falta ainda oferecer um pão ou bolo caseiro como acompanhamento. O que se vê na maioria desses locais, infelizmente, são guloseimas industrializadas ou sanduíches mirabolantes que não combinam em nada com a essência da bebida.

GIOVANNA NUCCI

Gostei muito da reportagem sobre o café, mas faltou mencionar o café solúvel. Em casa só utilizamos esse tipo, por ser prático e de preparo rápido. Será que o mercado de café solúvel não é significativo? Tenho de confessar, entretanto, que de vez em quando bate a vontade de tomar um café de coador. Ainda bem que minha mulher faz um cafezinho delicioso.

LUIZ CARLOS MONTEIRO

Café é, sem dúvida, a minha bebida favorita. O tema é vasto e rende páginas e mais páginas. Fiquei curiosa para saber mais sobre o café arábica e qual a sua avaliação entre os especialistas.

EDNA ADONAI

Sou apreciador de café há anos e já tive a oportunidade de provar a bebida em diversos lugares do mundo. Tenho minhas divergências quanto à lista feita por VEJA SÃO PAULO das melhores cafeterias. No Santo Grão, que ficou em terceiro lugar, achei o café ácido a ponto de enrugar a boca, e o atendimento péssimo, embora o pão de queijo seja delicioso. Também discordo da lista das melhores marcas de café, pois o Melitta, na sexta posição, é considerado excepcional por vários baristas, e o Pilão, terceiro lugar, vem perdendo qualidade. A verdade é que falar de café é como falar de vinho: cada um tem o seu preferido.

ROLF WILLIAM GEWERS

Exceto pela marca Illy, que utiliza grãos do cerrado mineiro, muito superiores em qualidade, as outras marcas do ranking não aguçam o paladar nem despertam desejo de compra. Cafés produzidos em Minas Gerais, como o Cooxupé, de Guaxupé, o Café Cocatrel, de Três Pontas, e outros dos municípios de Patrocínio e Uberlândia, são muito melhores do que os disponíveis no mercado paulistano. Pena que não sejam encontrados por aqui.

EDUARDO C. PEREIRA

RedeTV!

A omissão e a consequente conivência do poder público com os desmandos da direção da RedeTV! fazem com que seus donos, Amilcare Dallevo Jr. e Marcelo de Carvalho, continuem debochando da Justiça, do Ministério Público, dos trabalhadores da empresa e da sociedade (“Sem motivo para pânico”, 7 de março). Manter a concessão nas condições em que a emissora opera é, no mínimo, ser irresponsável e omisso. O número de ações trabalhistas movidas contra a empresa fala por si. Não há nenhuma conta bancária em nome da RedeTV! ou de seus sócios com um único centavo depositado. Se há elevado faturamento, para onde vai o dinheiro? A situação da emissora merece ser investigada com profundidade, para evitar que aconteça com ela o mesmo que ocorreu com sua antecessora, a Rede Manchete.

ADÃO RIBEIRO

Tudo bem que o senhor Amilcare Dallevo Jr. tenha dinheiro para construir uma casa do tamanho do Estádio do Morumbi, mas será que ele não se envergonha disso?

CÁSSIA ROSA DE SANTANA

A RedeTV! tem inúmeras dívidas trabalhistas, de indenizações a ser pagas a ex-funcionários que saíram de lá há anos e não foram ressarcidos pela perda de direitos. Tanto é que a emissora foi incluída no cadastro do Banco Nacional dos Devedores Trabalhistas (BNDT). Enquanto isso, Amilcare Dallevo Jr. constrói a maior mansão do país.

RITA DE CÁSSIA DOS SANTOS

Não se chuta cachorro morto, mas também não se abraça cachorro doente, como creio ser o caso da RedeTV!. Apesar de seu principal acionista estar construindo a maior casa do Brasil, coisa de megalomaníaco, ele ainda atrasa os salários dos profissionais que emprega, vende horário nobre para transmitir programa de igreja e se desfaz de suas principais atrações.

PEDRO FORTES

Filantropia

As empresas que patrocinam as entidades sociais e por vezes compram ingressos de grandes espetáculos para que sejam repassados ao público, gerando renda a essas ONGs, merecem mesmo o nosso aplauso (“Boas causas no palco”, 7 de março).

KIMITOSHI SHICHIJO

Daslu

Quando li a chamada de capa da reportagem “O futuro do prédio da Daslu” (7 de março), achei que o texto abordaria o passivo fiscal da empresa. São bilhões de reais de dívidas. Quem arcará com esse prejuízo?

JOSÉ SINÉSIO DE MORAIS

Terraço Paulistano

Gostaria de agradecer ao repórter Ricky Hiraoka pela nota “Encrenca em Higienópolis” (7 de março). A repercussão tem sido muito positiva. Espero que toque as autoridades da prefeitura, para que este impasse seja finalmente resolvido.

TEODORO EGGERS

Proprietário do Bar Higienópolis

Ivan Angelo

Acabei de ler a crônica “Aristeu quer se casar” (7 de março) e achei-a espetacular. Fiquei curiosa para saber se o Aristeu existe. Não posso me candidatar porque não tenho nenhum dos requisitos exigidos por ele. Já fui casada, tenho dois filhos e “apenas” 46 anos. Sem falar dos vícios: sou uma fumante voraz. Seria ótimo se todos nós pudéssemos ser assim tão claros em nossos objetivos. Parabéns, Ivan Angelo, e obrigada por nos proporcionar uma leitura tão agradável. Fiquei sua fã.

MARIA DE LOURDES SANTOS

Matthew Shirts

Matthew, estou adorando suas crônicas em VEJA SÃO PAULO. Sempre começo a leitura da revista por elas. Aproveitando sua viagem a trabalho, gostaria de fazer umas encomendas... (“A teoria das encomendas”, 29 de fevereiro). Brincadeirinha!

SANDRA OLIVEIRA

Sua crônica sobre as encomendas me fez recordar uma ocasião em que um amigo foi ao Japão. Na volta, ele trouxe dois espelhinhos, daqueles de maquiagem, um para a neta e o outro para mim. Foi uma lembrancinha simples, mas que guardo até hoje. Adorei ter sido lembrada por alguém em outro continente. Os presentes trazidos de fora têm significado para quem os recebe com carinho.

BEATRIZ SOUZA OLIVEIRA

Encomendas são chatérrimas. É um mau hábito de um povo folgado, que acha que pela simpatia se consegue tudo. Imagino que o Matthew não concorde, sendo um entusiasta do Brasil como é. Mesmo assim, quero registrar: encomenda é muito chato!

MÔNICA MELLO

Criminalidade

Meu pai foi tomar um café na padaria e nunca mais voltou (“Somos todos reféns”, 29 de fevereiro). Foi assassinado com um tiro ao reagir a um assalto. Morreu na esquina de casa a uma semana de completar 90 anos. Ele sempre dizia que as autoridades estavam equivocadas ao orientar as pessoas a não reagir, pois esse comportamento criaria uma nação de bananas. De qualquer forma, afirmava, já estamos sendo mortos, pois, reagindo ou não, os bandidos atiram para matar.

EDUARDO NASCIMBENI

Correções: na reportagem “Caçadores do rádio perdido” (29 de fevereiro), Aparecido Xavier de Almeida é eletrotécnico. A foto da Lotus de Emerson Fittipaldi (“Mistérios da Cidade”, 7 de março) foi tirada durante o GP de Monza, na Itália, em 1972.

 

ESCREVA PARA NÓS

E-mail: vejasp@abril.com.br

Cartas: Caixa Postal 14110,

CEP 05425-902, São Paulo, SP

As mensagens devem trazer a assinatura, o endereço, o número da cédula de identidade e o telefone do remetente. Envie para Diretor de Redação, VEJA SÃO PAULO. Por motivos de espaço ou clareza, as cartas poderão ser publicadas resumidamente

Atendimento ao leitor: (11) 3037-2541

Sobre assinaturas: (11) 5087-2112

Atenção: ninguém está autorizado a solicitar objetos em lojas nem a fazer refeições em nome da revista a pretexto de produzir reportagens para qualquer seção de VEJA SÃO PAULO

 

Fonte: VEJA SÃO PAULO