A opinião do leitor

Cartas sobre a edição 2248

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Cartas sobre a edição 2248 - 2249
(Foto: Veja São Paulo)

Cinema

Ficamos muito honrados com a reportagem “As telas mais quentes da cidade” (21 de dezembro). São matérias assim que fazem valer nosso esforço de tentar levar conforto e qualidade de programação aos espectadores. No fim de semana tivemos um aumento de público considerável, que creditamos a VEJA SÃO PAULO. Parabéns pela iniciativa da pesquisa.

Adhemar Oliveira — Diretor de programação da rede Espaço Unibanco

Cobaias

Faço parte de uma pesquisa internacional sediada no Canadá sobre o efeito da depressão em hipertensos e outros doentes, que está sendo realizada no Brasil sob os cuidados do Instituto Dante Pazzanese desde 2008. Sempre que podemos ajudar em algo, melhoramos nossa relação com o mundo. No futuro, essas pesquisas valerão para muita gente, e isso é fundamental. Afinal, da vida nada se leva.

Antonio Jose G. Marques

Política

Um dia após ser eleito, o vereador Aurélio Miguel já aderiu ao bloco do centrão (“O meio-pesado da Câmara”, 21 de dezembro). Se eu pudesse, pegaria meu voto de volta. Está claro o que ele quer. Aurélio Miguel pode ser reeleito ou conseguir se eleger para outro cargo com a ajuda de torcedores são-paulinos, mas não será por merecimento.

Ricardo Tannus

Matthew Shirts

Adorei o texto “O melhor lugar de São Paulo” (21 de dezembro). Sou jornalista de Manaus e no último dia 12 completei um ano de residência na capital paulista. Eu me identifico muito com a cidade, onde somos o tempo inteiro incentivados a respirar cultura. Matthew, valeu pelas dicas de livros para dar de presente. É bem capaz de eu me presentear com todos eles.

Lane Lima

Sapato não é cultura, meu caro Matthew Shirts, mas uma caipirinha de morango com abacaxi feita com boa cachaça é, e muito. Ainda mais se vier acompanhada de um bom tira-gosto. São Paulo tem ainda interessantes restaurantes para apreciar bons vinhos, servidos com pratos deliciosos. Completo 61 anos no próximo dia 5 e até hoje não senti falta de livros. Acordo cedo, trabalho muito e durmo cedo. Falta-me tempo para a leitura.

Arcangelo Sforcin Filho

Tive de consultar o pai dos burros para descobrir o significado da palavra magenta, que você usou na última crônica. E, enquanto eu pesquisava, o Santos levou uma fubeca do Barcelona. Suas afirmações sobre São Paulo poderiam ser reproduzidas em veículos internacionais. Ponto para você!

Stela Marxen

Matthew, parabéns por sua crônica e por gostar da Vila Madalena. Como morador do bairro há anos, sou um pequeno cronista que adora escrever sobre esse lugar. E o acompanho em seus textos. Confesso que já caminhei em pensamento com você pela enfumaçada Avenida Sumaré e tomei uma cerveja na Mercearia São Pedro. Continue assim, dessa forma coloquial, falando da Vila, de seus filhos, dos livros, de seu pai, da vida.

Pedro Costa

Enquanto lia a última crônica, tive a sensação de estar em um bate-papo entre amigos. Fiquei feliz quando você falou de uma das minhas grandes paixões, que é ler. Um lugar com livros me atrai como um ímã. Sinto-me num pedaço do paraíso. A leitura nos permite rir, chorar, viajar e sentir emoção. Como dizia um tio, “A leitura forma e informa o homem”. E, sobre suas indicações, eu já estava lendo um dos títulos e concordo: é ótimo mesmo.

Suely Otani

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