A Opinião do Leitor

Cartas sobre a edição 2247

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Capa da edição 2247
(Foto: Veja São Paulo)

ASSUNTOS MAIS COMENTADOS

A cidade que não desliga (capa) 17%

Infrações da CET 10%

Festas fenomenais 10%

Atendimento ranzinza 7%

Outros 56%

Compulsão digital

Coincidentemente, eu estava lendo a reportagem “A cidade que não desliga” (14 de dezembro) na mesa do restaurante de um shopping no domingo quando notei que, na mesa ao lado, havia quatro adolescentes nas seguintes condições: um manuseava um tablet, o segundo falava ao celular, o terceiro digitava em seu laptop e o último mandava torpedo pelo telefone. A comida veio e eles simplesmente a “deletaram” e continuaram com o banquete digital. Essa compulsão simplesmente me enoja. As pessoas deixam de dialogar em favor da tecnologia.

Ruvin Ber José Singal

Viver conectada é muito melhor do que não viver conectada!

Fernanda Barollo Sforcin

Sinto que a internet vicia mesmo. Quando não estamos conectados, temos a mesma sensação da época em que a linha do telefone dava problema e ele deixava de funcionar ou quando o aparelho de televisão quebrava — aquela sensação de estar fora do mundo.

Mônica Delfaro David

Eu estava em um estúdio gravando um comercial para televisão quando percebi que um dos câmeras navegava em um iPad enquanto filmava. Nervosa, demorei para me concentrar novamente. Achei um absurdo.

Rose Barollo

Infrações da CET

É pertinente, oportuna e eficaz a reportagem “Casa de ferreiro, espeto de pau” (14 de dezembro). Os agentes fazem exatamente o contrário do que exigem do motorista paulistano. Funcionários falam ao celular enquanto dirigem e param sobre as faixas de pedestres, maus exemplos que talvez expliquem por que esses servidores merecem cada vez menos o respeito do contribuinte. O pessoal da CET, assim como boa parte dos funcionários públicos do país, esquece que a melhor maneira de ensinar é dando o exemplo. Da forma como agem, não têm moral nem para aplicar multas. Seguem o lema “Faça o que digo, mas não faça o que faço”.

Francisco Lira

É salutar e providencial o trabalho dos cidadãos paulistanos que desnudam as irregularidades e infrações cometidas por quem é pago para zelar pelo cumprimento da legislação. As autoridades deveriam ser as primeiras a servir de exemplo à população.

Roberto Meir

Ronaldo Fenômeno

É possível entender o deslumbramento do ex-jogador Ronaldo com seus milhões (“Festas fenomenais”, 14 de dezembro), afinal ele foi um menino pobre. Mas condomínio não é consultório de psicanalista. Basta aplicar a multa de dez cotas de condomínio por reiterado comportamento antissocial, como o Código Civil permite, para pôr fim ao problema.

Fausto Ferraz Filho

É incrível a desfaçatez dos ricos no Brasil, principalmente os famosos e boleiros. Ronaldo diz na maior cara de pau que quem mora no apartamento dele nos Jardins é o cunhado. Mas, se ele sabe que quem mora lá está cometendo ilegalidades, deveria falar com essa pessoa. Respeito é bom e todos gostam. Quanto ao condomínio atrasado, isso é uma doença de gente rica e mesquinha que não tem solução.

Antonio José Marques

É inaceitável que alguns famosos pensem que são donos do mundo. Ignoram o direito dos demais condôminos e fazem o que bem entendem. Por terem dinheiro, acham que podem atazanar a vida de todos?

Irineu Timpani

Atendimento ranzinza

São Paulo é minha parada obrigatória por motivos profissionais. A reportagem “Mau humor no balcão” (14 de dezembro), com a qual concordo, alerta para proprietários ranhetas de bares da cidade, algo que conheço bem. Mas queria aproveitar para falar da turma de atendentes simpáticos e bem-humorados, como o Waldemar, do bar Estadão, exemplo de profissionalismo. Todo mundo gosta de um sorriso e merece uma palavra de atenção. O mau humor deveria ficar em casa em vez de ser levado para o contato com o público.

Mustafa Baruki

Sou um cliente à moda antiga, gosto de ser bem tratado em qualquer estabelecimento. Se a comida for boa e o chope bem tirado, mas o dono ou o atendente me tratar mal, não volto mais!

Genoviz Pagani Filho

Mistérios da Cidade

Sobre a nota “Déficit de letras” (14 de dezembro), a Secretaria Municipal de Cultura esclarece que as bibliotecas públicas municipais passaram por um processo inédito: a informatização de seus acervos. Esse trabalho, iniciado em 2005 e recentemente concluído, permitiu avaliar todos os livros que formam a coleção das bibliotecas e retirar de circulação os que se encontravam em mau estado ou desatualizados. Todos os livros estão à disposição para consulta pela internet no site bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov. br/pesquisa, de modo que um leitor cadastrado em uma biblioteca em Guaianazes, na Zona Leste, possa pegar livros emprestados em uma biblioteca da Vila Buarque, na região central, por exemplo.

Giovanna Longo

Assessora de comunicação da Secretaria Municipal de Cultura

Ciclofaixa

Sobre a reportagem “A ciclofaixa da discórdia” (30 de novembro), gostaria de relatar um problema que enfrento na ciclofaixa que vai do Parque do Ibirapuera à Vila Olímpia. Tenho notado a invasão dessas faixas exclusivas por corredores e skatistas. Nada contra a liberdade de cada um praticar o esporte de sua preferência, mas, depois de tanto tempo buscando um espaço exclusivo para bicicletas, é lamentável vê-lo disputado por praticantes de outras atividades. Já reclamei com fiscais que atuam nos cruzamentos e com fiscais da CET, sem resultado. Os skatistas já têm espaços exclusivos na cidade. E os corredores realmente precisam correr na ciclofaixa?

José Gonzalez

Paulistanos GG

As pessoas que estão acima do limite de peso enfrentam problemas de saúde, de autoestima e também dificuldade nos relacionamentos amorosos (“O aperto dos gordinhos”, 30 de novembro). O que pode ser feito para que se convençam de que é possível controlar o peso e se safar desses problemas?

Uriel Villas Boas

Correção: o Siquini Beach Parador, em Ilhabela, leva a assinatura do Spa Sete Voltas, localizado em Itatiba, não em Sorocaba (“Operação Litoral Norte”, 30 de novembro).

 

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Fonte: VEJA SÃO PAULO