A Opinião do Leitor

Cartas sobre a edição 2225

Por:

Capa da edição 2225 - A opinião do leitor 2226
(Foto: Veja São Paulo)

Noite

Gostaria de agradecer o cuidado que os repórteres Carolina Giovanelli e João Batista Jr. tiveram ao produzir meu perfil (“O novo reizinho da noite”, 13 de julho). Além de fazer minha mãe verter lágrimas de orgulho do filho, a reportagem contribuirá muito para que meus negócios continuem crescendo, afinal VEJA SÃO PAULO é considerada por muitos uma bíblia do que acontece na cidade. Saibam que o trabalho de vocês transforma a vida de muita gente. Salut!

FACUNDO GUERRA

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Rede D’Or

Muito me preocupa essa invasão de hospitais da Rede D’Or em São Paulo (“Ponte aérea da medicina”, 13 de julho). Em abril, visitei parentes no Rio de Janeiro acompanhado de minha esposa e de meu filho de 1 ano, que teve uma febre alta. Ao levá-lo ao Hospital Barra D’Or, fui informado de que não havia pediatras. Isso em plena sexta- feira, em horário comercial. Saí sem atendimento e resolvi voltar para São Paulo mais cedo.

PAULO ROBERTO ZAGO

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Educação

O Brasil é mesmo um país de contrastes (“Berçários de primeira classe”, 13 de julho), onde convivem o atendimento de segunda linha das creches públicas e os cuidados vips de quase 280 creches privadas que cobram até 5 000 reais por mês.

FRANCISCO RODRIGUES LIRA

Itaquerão

Nem a Copa do Mundo ajudará a resolver os problemas de São Paulo (“Dá para ter jogo aqui?”, 13 de julho). Imagine se empresários e políticos, que não desistem de levar vantagem em tudo, iriam perder a oportunidade de atrasar as obras para superfaturá-las. Se tivessem investido na reforma do Morumbi, as obras certamente estariam bem adiantadas.

MARIA CRISTINA MATIAS

Moda

É bom que os estilistas comecem a pensar mais em roupas bonitas para pessoas gordinhas (“A ‘Ana Paula Arósio GG’”, 13 de julho). Com as delícias que comemos e a dificuldade para emagrecer, esse nicho de mercado será cada vez mais próspero.

MÔNICA DELFRARO DAVID

Rodoanel

Em resposta aos leitores Maurício Gomes de Souza e Eduardo Britto sobre o Rodoanel (“A Opinião do Leitor”, 13 de julho), esclareço que, desde o início da implantação do Rodoanel, em 1998, a Dersa vem reduzindo o impacto de suas obras. Em 2002, foi entregue a primeira alça, o trecho Oeste, e em 2010, o trecho Sul. Durante todo esse período preservamos as áreas de mananciais e a vegetação. Para a construção do trecho Norte não será diferente. O projeto não afeta diretamente nenhuma unidade sob proteção integral. Três trechos que cruzam o Parque Estadual da Cantareira serão de túneis. O traçado escolhido, além de ser o mais curto, é o de menor impacto. A quantidade de árvores plantadas como compensação será cinco vezes maior do que o número suprimido durante a construção. Não nos furtamos a preservar o ambiente em nossos empreendimentos.

ANTÔNIO CARLOS SILVEIRA, assessor de imprensa da Dersa

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A obra causará transtornos e impactos irreversíveis à região da Cantareira. O trecho metropolitano da Fernão Dias já nos dá uma ideia dos problemas causados por uma estrada que rasga a cidade: torna-se uma cicatriz. Também não é difícil imaginar o estrago que oito pistas podem fazer em um trecho de mata tão delicado. A vida dos animais que estão no local será brutal e irremediavelmente atingida.

JUCA ORLANDI

Walcyr Carrasco

Falta de vida social e saudade dos filhos, já crescidos, influenciam nosso comportamento (“Infidelidade cibernética”, 13 de julho). De certa forma, a tecnologia substitui o contato com outras pessoas. Mas é importante tomar cuidado em uma relação amorosa pela internet e nunca acreditar em tudo o que a outra pessoa diz.

VINICIUS BERNARDES MONDIN GUIDIO

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Walcyr, nem sei há quantos anos leio suas crônicas. Para mim, são sempre uma viagem de risos e fantasias, me transportam para fora do tempo e do espaço. Nunca havia comentado nenhuma delas, mas desta vez não pude evitar. Sou corretor de imóveis e, depois de ler o seu texto, acho que minha esposa pensará que sou eu o paquera cibernético desmascarado que você descreveu.

FRANCISCO SCHUBERT MENESES

Ônibus

A Casa do Bom Conteúdo, assessoria de imprensa da Bus TV, esclarece que, ao contrário do que foi informado à reportagem de VEJA SÃO PAULO, a empresa tem 900 monitores instalados nos ônibus de São Paulo, e não 450 (“Um novo canal na praça”, de 6 de julho).

BRUNO PINHEIRO

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Ivan Angelo

Sua crônica “A hora de acabar” (6 de julho) traduziu o que sinto hoje e conseguiu me fazer entender aquilo por que eu mesma optei: a hora de acabar. É difícil, doloroso, mas inevitável. Lendo o texto, tudo pareceu óbvio e natural. Fiquei mais confortada. Escrevi para desabafar e para agradecer. Obrigada por me fazer uma pessoa mais feliz.

REGINA HASHIGUCHI

Estou passando por uma separação e sei que acabar é difícil. Sentimos que somos perdedores de muitas conquistas, inclusive aquela primeira — a ex-mulher ou o ex-marido.

MANOEL TADEU CAMPANINI

Pedestres

Excelente a reportagem “Respeito atropelado” (29 de junho). Campanhas educativas não são tão eficientes se não forem acompanhadas de multas e fiscalização rigorosa. No Brasil, o motorista é agressivo e maleducado. Só com multas as pessoas vão aprender.

EDUARDO C. PEREIRA

Achei muito boa a reportagem. Gostei das críticas à campanha e aos motoristas e compartilho desse sentimento. Porém, faço algumas ressalvas. O texto fala dos erros dos motoristas e de como eles deveriam ser educados e punidos, mas quase não menciona as falhas dos pedestres. Eles correm por entre os carros, atravessam na frente dos ônibus e andam no meio da rua. Arriscam sua vida e a vida dos motoristas também.

PAULA DE CARVALHO

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Correções: ao contrário do que foi publicado na reportagem “Ponte aérea da medicina” (13 de julho), o faturamento da Rede D’Or em 2010 foi de 2,3 bilhões de reais, e não de 1,4 milhão de reais, como informado. O Hospital e Maternidade Assunção fica em São Bernardo do Campo, e não em São Caetano do Sul.

■ O nome do quarterback do Corinthians é Kenneth Charles Frost II (“A muralha do Parque São Jorge”, Terraço Paulistano, 13 de julho).

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