A opinião do leitor

Cartas sobre a edição 2192

Por: - Atualizado em

Cartas - capa - 2192 - 2193
(Foto: Veja São Paulo)

ASSUNTOS MAIS COMENTADOS 33%

Hipismo (capa)

19%

Teste

11%

Consumo

8%

Música

29%

Outros HIPISMO

Parabéns por abordar a equoterapia (“O salto do hipismo”, 24 de novembro). Esse projeto é muito importante e pouco divulgado. Deveríamos ter mais incentivo a esse tratamento, que é tão eficaz, além de alegrar qualquer criança.

SONIA PRADO

É impressionante o espaço que o hipismo ganhou nos últimos anos devido aos excelentes resultados obtidos. Parabéns à revista por abordar o esporte, incentivando novos atletas.

ROBERTO LUNARDELLI

O jornalista João Batista Jr. soube pontuar diferentes etapas do treinamento, mostrando como iniciar no esporte.

LUIZ ROBERTO GIUGNI - Presidente da Confederação Brasileira de Hipismo

Sofro de uma doença autoimune e por isso comecei com a equoterapia. Devido aos grandes avanços motores e sensoriais, passei a praticar o hipismo adaptado, em que sela, estribos e outros materiais são devidamente adequados às limitações de cada praticante. Vamos abraçar essa causa.

PEGGY GOTTLIEB

Minha neta Rafaela, hoje com 3 anos, ainda usava fraldas quando montou um cavalo pela primeira vez. Mal sabia falar e já demonstrava adoração pelos animais. Começou então a ter aulas de equitação, o que tem proporcionado um desenvolvimento físico e mental fantástico para a idade dela. É uma emoção ver seu dorso ereto e elegante subindo e descendo na sela, em movimentos ritmados acompanhados de alegres risadas.

MARILZA MARCONDES DE OLIVEIRA

A prática do hipismo em um grande centro urbano infelizmente não está acessível a todos. É uma pena, pois a convivência com esses animais é algo muito especial e proporciona momentos de paz e de muita alegria. E os programas de equoterapia revelam a importância do cavalo até no tratamento de algumas deficiências.

URIEL VILLAS BOAS

CONSUMO

O novo centro de compras não apenas mudou a cara do bairro, mas passou a interferir, antes mesmo de sua inauguração, na qualidade de vida dos moradores da Granja Viana (“Gigante em meio ao verde”, 24 de novembro). Em seus 30 000 metros quadrados, em vez de tatus, lebres, tucanos, gaviões, árvores e uma nascente, há toneladas de concreto e compensações ambientais com espécies exóticas de pequeno porte. Suas paredes ainda reverberam o som da rodovia para dentro de nossas casas.

GENI ALBUQUERQUE

A reportagem mostra a grandeza de um empreendimento indesejado por muitos e bem-vindo para outros tantos. Sua construção abalou a vida de todos os que vivem, trabalham e circulam em nosso bairro, que já foi um pequeno paraíso. Sem falar nas rachaduras provocadas pela construção em muros e paredes das casas vizinhas. O glamour é enaltecido, mas a realidade ninguém mostra.

TELMA DE FRANCISCO

Dizer que o shopping fez uma concessão aos moradores é risível. Nunca obtivemos uma atitude simpática por parte dos empreendedores. Será difícil que consigam conquistar os verdadeiros “granjeiros”.

ARLEY JOSÉ GONZALIS

TESTE

Que sorte a repórter Giuliana Bergamo não ter incluído no teste uma visita ao Sam’s Club (“Quando a barriga é um privilégio”, 24 de novembro). Vivi duas más experiências na loja da Avenida Radial Leste quando estava grávida. Por outro lado, fui muito bem atendida no Cinemark do Shopping Center Norte e no UCI do Shopping Anália Franco.

SANDRA LUCCHETTI

Estou grávida de sete meses e achei a reportagem interessantíssima. Quem sabe com ela alguns estabelecimentos mudam o tratamento e respeitam a prioridade? Fiquei uma hora e meia na espera do restaurante Outback do Shopping Eldorado. É uma falta de consideração!

ILANA CAFÉ

Há muito tempo sinto a dificuldade de não termos uma lei concisa com relação ao atendimento a preferenciais. Meu filho é autista e diabético, e gostaria muito que algum político assumisse a causa e criasse um mecanismo na lei que permitisse que casos críticos tivessem prioridade, mesmo entre os preferenciais.

SANDRA REGINA DA ROCHA AMBROSIO

TRÂNSITO

Eis que surge a verdadeira razão da inspeção veicular: aumentar a arrecadação municipal (“Radar de olho na fumaça”, 24 de novembro). Há um enorme número de veículos circulando sem nenhuma condição e nada acontece com eles.

JOSÉ RENATO NASCIMENTO

A Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente esclarece que o porcentual geral de reprovação na inspeção veicular ambiental, de janeiro a outubro, foi de 21%.

ERIKA SENA – ASSESSORA DE COMUNICAÇÃO DA SECRETARIA

PERFIL

Muito triste meu nome não ter sido citado na reportagem “Lobão paulistano” (24 de novembro). Assino com ele a autobiografia.

CLAUDIO JULIO TOGNOLLI

MÚSICA

A reportagem “De Tatuí para o mundo” (24 de novembro) presenteou seus leitores com uma boa dose de esperança e incentivo, especialmente para os brasileirinhos com talentos musicais ainda não despertados. Que iniciativas como a da Orquestra de Metais Lyra Tatuí sejam multiplicadas Brasil afora, para que possam aumentar cada vez mais a autoestima do nosso país. Parabéns ao músico e professor de regência Adalto Soares, um cidadão exemplar.

PROFESSOR JOSÉ MARIA CACELLIERO – PRESIDENTE DO CENTRE DO PROFESSORADO PAULISTA (CPP)

Que a capital da música continue servindo de inspiração e demonstração de responsabilidade no uso do Erário para municípios que tão mal empregam seu orçamento em shows caríssimos, em vez de investir em iniciativas como essa, que poderiam tirar jovens das ruas.

EDUARDO KAMEI YUKISAKI

COMIDA

Queremos agradecer a delicadeza com que os jornalistas Arnaldo Lorençato e Helena Galante desenharam a reportagem sobre nosso livro Bistrô & Trattoria — Cozinhas da Alma (“Duelo de caçarolas”, 10 de novembro). A repercussão não poderia ter sido melhor. Helena informou como é possível, ao mesmo tempo, a experiência de profissionais talentosos aliada à amizade de figuras apaixonadas pelo que fazem dar vida a um livro rico em informações e com bom humor. Afinal, sem alegria, nada tem graça.

NILU LEBERT, HAMILTON MELÃO E YANN CORDERON

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