A Opinião do Leitor

Cartas sobre a edição 2188

Por: - Atualizado em

capa 2188
(Foto: Veja São Paulo)

ASSUNTOS MAIS COMENTADOS

46%

Especial de aniversário

19%

Ivan Angelo

5%

Guarujá

2%

Musicais

28%

Outros

Especial de aniversário

Sou uma senhora de 54 anos e, pelas minhas contas, assino VEJA há uns trinta. Ao receber a edição comemorativa, tive uma sensação que me remeteu ao passado (“25 pessoas, parcerias e coisas que ajudaram a construir a história de São Paulo”, 27 de outubro). Lembrei da minha surpresa, alegria e curiosidade na primeira vez em que VEJA SÃO PAULO chegou, há 25 anos. Surpresa pela novidade e curiosa pelas informações. E curiosa também para saber se continuaria a receber ou se era apenas uma novidade passageira. Lembro de ter chamado a atenção de meu irmão (que se foi em 1987, mas que também era fã) e de ter me encantado com a revista. E hoje, após 25 anos, ainda mantenho o ritual de relaxar no domingo à tarde lendo, no aconchego do meu sofá, primeiro VEJA e depois Vejinha. E quantas crônicas de Walcyr Carrasco e Ivan Angelo me emocionaram. Parabéns aos profissionais que tanto se dedicam para nos trazer informações interessantes, curiosas e importantes. Continuem com essa disposição. Ainda bem que a minha alegria não foi passageira. É uma alegria que se renova a cada semana, há 25 anos.

MÁRCIA RODRIGUES DE MORAES

Parabéns, pessoal de VEJA SÃO PAULO, pelos 25 anos de excelente profissionalismo editorial e demonstração escancarada de amor à cidade.

MAESTRO JÚLIO MEDAGLIA

Quero parabenizar VEJA SÃO PAULO pela sensacional edição comemorativa de seus 25 anos. O primoroso texto de Roberto Pompeu de Toledo, ladeado pelas fotos de Cristiano Mascaro, resultou em um material excelente, à altura da revista, que acompanho desde seu nascimento. Conta a história de nossa querida metrópole com paixão, informação e qualidade. Recomendo a ótima leitura a todos.

ANDREA MATARAZZO - Secretário de Estado da Cultura

Maravilhoso o especial de Roberto Pompeu de Toledo e Cristiano Masca Maravilhoso o especial de Roberto Pompeu de Toledo e Cristiano Mascaro! Ainda não terminei a leitura, pois tenho degustado como um bom vinho, lentamente. Quando li sobre as ruas do centro, passaram pela minha lembrança as fotos encontradas em restaurantes, onde os frequentadores do passado circulavam com seus chapéus, paletós e gravatas. Lembrei dos carros de aluguel estacionados diante da Catedral da Sé e do primeiro arranha-céu. Escutei músicas que evocam a cidade, como ‘Trenzinho Caipira’ e tantas outras. O povo paulistano merece e precisa tomar conhecimento dessa história de forma lúdica.

LUIS CARLOS PEDROSO GARCI

25 Anos de Vejinha

Bem-nascida

De mãe destemida,

Cresceu de bem com a vida.

Charme, glamour, independência,

Desenvoltura, estatura e consistência,

O imperativo da verdade na consciência,

Supedâneos do viço, do vigor e do progresso,

Vejinha — 25 anos, aplausos e loas ao sucesso.

ALCEU SEBASTIÃO COSTA

Com a reportagem especial de Roberto Pompeu de Toledo aprendi muito mais sobre a cidade em que nasci e onde vivi por cinquenta anos. E melhor: tive o privilégio de conhecer e revisitar personagens e locais selecionados, apresentados e descritos com a competência de quem domina seu ofício e a cidade também. Parabéns a VEJA SÃO PAULO e obrigada por mais esse grandioso presente.

ELIETE DELLA SANTINA

Agradeço pela alegria e emoção que senti ao ler a edição desta semana, que descreve a construção da história de São Paulo. Queria que meu pai, Aníbal, fosse vivo para organizarmos um sarau de tão empolgante leitura e nos deleitarmos com a justiça feita a Manoel da Nóbrega, o idealizador, motivador, aquele que identificou o local ideal e pôs mãos à obra. Enfim, o fundador desta metrópole. Anchieta, na época acólito de Nóbrega, chegou para a missa de inauguração do Colégio. Sensa-cional!

CYNTHIA ALVES DE CARVALHO

Sou estudante do curso técnico de Agenciamento de Viagens pela Escola Técnica Estadual Professor Aprígio Gonzaga. As recentes edições, com reportagens sobre histórias de bairros e notas de Memória Paulistana, têm me ajudado muito em sala de aula e funcionam como complemento de meu curso. Senti vontade de expressar minha satisfação e alegria ao ver a magnífica reportagem de capa, que mostra o Banespão. Trabalho na Rua Líbero Badaró e sempre admiro esse lindo edifício. Sinto-me privilegiada. Obrigada à revista por fazer parte da minha formação profissional!

VALÉRIA NONATO

Parabéns a VEJA SÃO PAULO por falar de Caio Alcântara Machado. Ele foi o responsável pelo desenvolvimento do turismo no Brasil. Trouxe as feiras de negócios, que criaram milhares de empregos. Foi um visionário. Ele costumava dizer que, no ano 2000, quem não fizesse feira não faria negócio e que o Anhembi já estaria pequeno em 2010. Esse foi Caio Alcântara Machado, meu companheiro por 34 anos, de quem muito me orgulho.

ADELINA ALCÂNTARA MACHADO

Ótima reportagem feita sobre os 25 marcos da cidade de São Paulo. Com o material, resgatamos um pouco de nossa história, muitas vezes esquecida. Voltamos às aulas de história do Brasil. Quanta informação deixamos de lado ao terminar o curso! Vale também para os turistas que vêm de outras regiões para conhecer melhor cada ponto turístico de São Paulo.

EDNA SOARES ZAGATTI

Quero parabenizar a revista e o senhor Roberto Pompeu de Toledo pela brilhante reportagem sobre São Paulo e os 25 anos de VEJA SÃO PAULO. Sou estudante e recentemente fiz um passeio com meu professor de geografia pelo centro. Pude revivê-lo com a revista. No entanto, achei que a imagem da capa, do prédio do Banespa, ficou perdida, já que nenhuma citação foi feita a ele.

VALÉRIA GOBETTI

A revista comemora seus 25 anos e nos presenteia com 25 artigos deliciosos de Roberto Pompeu de Toledo ilustrados pelas fotos de Cristiano Mascaro, que registrou marcos de nossa cidade. Acredito que, como eu, todos os amantes da cidade de São Paulo se sentiram emocionados e ainda mais orgulhosos dela depois que este rico material foi publicado.

LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA

Estava lendo a excelente reportagem de capa de VEJA SÃO PAULO quando tropecei num erro. Na página 121, a transcrição da letra de Adoniran Barbosa ficou assim: ‘Domingo nós fumo num samba no Bexiga/ Na Rua Major, na casa do Nicola/ A mesa não deu conta, saiu uma baita duma briga...’. O verso correto é: ‘À mezzanotte o’clock saiu uma baita duma briga’.

MÁRIO VIANA

Segurança no Guarujá

Como cidadã da Praia Grande, fico indignada cada vez que as emissoras locais de televisão indicam minha cidade como a campeã de crimes na região. Ora, isso não é verdade. Acredito que tal reputação seja reforçada porque o município recebe um grande número de turistas durante a temporada de verão. Por isso, foi uma grata surpresa ver o quadro detalhado da reportagem ‘Tecnologia contra o crime’ (27 de outubro), que aponta onde estão os maiores níveis de criminalidade na Baixada Santista — e Praia Grande não é o maior foco. Pelo contrário, no número de assassinatos, está em penúltimo lugar, perdendo apenas para Peruíbe. Agradeço a VEJA SÃO PAULO o artigo e à Polícia Militar o excelente trabalho de monitoramento das praias por meio de câmeras. Praia Grande foi uma das pioneiras, se não a primeira, a instalar o “Big Brother Praiano” e a garantir maior segurança em nossas areias, ajudando a diminuir a má fama que esta cidade veranista ainda tem.

MARIA ROSARIO GARCIA

Como morador do Guarujá, quero informar que a maioria das câmeras de monitoramento de praias e ruas não funciona. Prova disso é que, nesta semana, vi pessoas da empresa responsável pela manutenção de tais equipamentos consertando diversos deles na Praia da Enseada. Ou seja, depois de publicada a reportagem por VEJA SÃO PAULO. A situação da cidade é precária em todos os aspectos: saúde, segurança, educação, trânsito, ruas e calçadas cheias de buraco, sujeira, esgotos entupidos, entre outros graves problemas.

HYRTACIDES CAMPOS

Musicais

Parabéns pela matéria sobre musicais em São Paulo (“Loucos por musicais”, 27 de outubro). Em breve, esta cidade terá a sua Broadway mundialmente reconhecida. Só fiquei chateado pelo fato de não ter contribuído com o meu depoimento. Sou super fã e tento conciliar a carreira no Tribunal de Justiça com a de ator e estudante de canto. Minha paixão por musicais é recente, mas já tenho um bom repertório: entre minhas viagens a Londres e Nova York e montagens paulistanas, assisti seis vezes a ‘Les Misérables’ e ‘O Fantasma da Ópera’, quatro vezes a ‘Miss Saigon’, ‘A Bela e a Fera’ e ‘Cats’, sem contar ‘Bob Fosse’, ‘Hair’, ‘Rei Leão’, ‘Mamma Mia!’, ‘A Noviça Rebelde’, ‘Sweet Charity’, ‘Chicago e West Side Story’. Minha última loucura por tais espetáculos foi uma viagem rápida a Londres somente para ver ‘Love Never Dies’ (continuação de O Fantasma da Ópera). Foi simplesmente fabuloso!

NELSON RODRIGUES

Os Melhores da Arquitetura

Gostaria de informar que o projeto do clube Hot Hot também é assinado pelo designer Alexandre Nino (“Criativos, funcionais e belos”, 27 de outubro).

GUTO REQUENA - Arquiteto

Ivan Angelo

Adorei a crônica desta semana (“Nova geração”, 27 de outubro) e posso dizer que essa vontade de liberdade não é só privilégio dos mais jovens. Creio que muitas pessoas pensam como esse rapaz. Não podem, porém, dar-se ao luxo de negar um emprego e têm de lidar com assuntos como cultura organizacional, integralização, metas, foco, valores e padrões de vestimenta. Acho que muitas dessas pessoas sentem prazer no trabalho que fazem, mas, se perguntarmos a elas se gostam do emprego que têm, boa parte vai dizer que não.

ERICA DE FATIMA NEBLAS ESPANHA

Ao ler a crônica de Ivan Angelo, eu me lembrei do tempo em que era professora e ficava pouco à vontade quando, nas reuniões pedagógicas, ouvia palavreados que não levavam a lugar nenhum, tais como “parâmetros”, “estratégia”, “princípios político-pedagógicos”, “paradigmas”, “interdisciplinaridade”, e por aí vai. Seria mais simples se, em ocasiões assim, a orientação viesse de uma forma prática e menos teórica. Eu acredito que os professores jovens não querem mais ficar horas ouvindo essas terminologias. Eles querem indicações de como tornar uma aula mais interessante.

BERENICE RABELLO

ANIVERSÁRIO EM DOSE DUPLA

Julia Pimentel 2189
Júlia Pimentel de Barros: de 10 anos, aluna do 5º ano do Colégio Santa Clara (Foto: Mario Rodrigues)

Com frequência, chegam à revista cartas de alunos e professores que relatam usar em sala de aula as reportagens produzidas por VEJA SÃO PAULO. A edição desta semana, em especial, foi objeto de diversas mensagens (“25 pessoas, parcerias e coisas que ajudaram a construir a história de São Paulo”, 27 de outubro). Entre elas estava a da leitora Júlia Pimentel de Barros, de 10 anos, aluna do 5º ano do Colégio Santa Clara, na Zona Oeste, que escreveu: “Achei a reportagem interessante, pois estudei neste ano a importância e a influência do café no desenvolvimento de São Paulo. Li os itens sobre o café, a mula e o trem e fiquei encantada com a história de minha cidade. No domingo (23), fiz aniversário e a revista foi um presente para mim. Vou levá-la para minha professora e colegas. Parabéns à revista por esse excelente trabalho”. Parabéns a Júlia também.

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Fonte: VEJA SÃO PAULO