A opinião do leitor

Cartas sobre a edição 2166

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(Foto: Veja São Paulo)

ASSUNTOS MAIS COMENTADOSIvan Ângelo                            25%

Turismo da saúde (capa)   22%

Mistérios da cidade                5%

Festival da Mantiqueira          5%

Outros                                     43%

Turismo da saúde

São Paulo vem se tornando a capital da saúde (“Motivo da viagem: saúde”, 26 de maio). Conheço várias pessoas que fazem maratonas para vir à capital para um tratamento ou exame laboratorial. Agora, para minha surpresa, ao ler VEJA SÃO PAULO percebo que, além do fluxo interno de pacientes, existem milhares de estrangeiros que adotaram o mesmo procedimento. Sou paulistano e vejo isso como mais um forte motivo para não me mudar de São Paulo.

RUVIN BER JOSÉ SINGAL

A constatação de que 50 000 estrangeiros vêm ao Brasil nesse turismo da saúde expõe um conflito. Embora o nível dos nossos médicos tenha repercussão no exterior, o que é motivo de orgulho, fica evidente a dificuldade do brasileiro em consultar-se com tais profissionais. Isso porque eles normalmente cobram muito caro pelo atendimento que prestam. Como solucionar a questão? Afinal de contas, os especialistas precisam ser bem remunerados, mas a população de todas as camadas sociais também precisa ser atendida.

URIEL VILLAS BOAS

Mistérios da Cidade

Só elogios ao projeto Seis na Sé (“Teatro no metrô”, 26 de maio). Trabalho em frente à Praça da Sé e sou fã de teatro. Às terças-feiras, tenho horário reservado na agenda para assistir a peças de forma descontraída, conversando e até falando ao celular se for preciso. Depois do evento, a volta para casa ficou mais bacana! Parabéns a Expedito Araújo e equipe pela iniciativa.

MAGDA WAJCBERG

Festival da Mantiqueira

Parabéns a VEJA SÃO PAULO por tão bem divulgar o Festival da Mantiqueira — Diálogos com a Literatura, na pequenina São Francisco Xavier (“Literatura na serra”, 26 de maio). O evento é de elevada importância para nossa gente, que tem sede de cultura e fome de dignidade. Que o Brasil multiplique iniciativas como essa e priorize, com urgência, a educação. Só assim teremos um povo lúcido, capaz de sustentar uma nação de Primeiro Mundo, inserido numa sociedade consciente, segura e responsável.

PROFESSOR JOSÉ MARIA CANCELLIERO - Presidente do Centro do Professorado Paulista

Filas nos restaurantes

São Paulo é uma cidade com milhares de opções gastronômicas (“O teste das filas”, 26 de maio). Ter a pachorra de ficar três horas esperando por uma mesa em restaurante é exagero.

CRIS COSTA

Assalto à Tiffany

Realmente, não existe expressão melhor do que o título da matéria: “Brilho roubado” (26 de maio). A reportagem descreve detalhes do assalto ousado praticado contra a joalheria Tiffany & Co. em um shopping de luxo da Zona Sul da capital. Tudo aconteceu em plena tarde de domingo, sob sistema de segurança. Em seis minutos, os assaltantes renderam funcionários, dispararam tiro, fizeram reféns e levaram as peças das vitrines. Deixaram para trás a perplexidade, o mal-estar, a loja fechada e a demonstração de que não há segurança em lugar algum deste país. Todos e tudo estão à mercê da bandidagem.

FRANCISCO RODRIGUES LIRA

Teatro São Pedro

Gostaria de acrescentar informações à matéria “Acordes para óperas” (26 de maio), de Daniel Salles. Sou cantor lírico e estou indignado com a proposta oferecida pela Associação Paulista dos Amigos da Arte (Apaa) aos cantores que integrarão o coral do Teatro São Pedro. Os instrumentistas, segundo a reportagem de VEJA SÃO PAULO, ganharão em torno de 3 700 reais, com edital garantindo salário fixo. Já os cantores do coro são contratados apenas por cachê. Não podemos contar com o salário do próximo mês, pois não temos certeza de que haverá trabalho. Para o primeiro concerto da temporada, que terá duas récitas e oito ensaios de três horas cada um, os cantores receberão 300 reais, sem extras para transporte ou refeição. São cerca de 10 reais por hora. Por que os instrumentistas são contratados num esquema tão diferente? Os coralistas não são menos merecedores.

RICARDO VALADARES

Irmã batuta

Gostaríamos de parabenizar a revista pela reportagem “A irmã é batuta” (19 de maio). Aproveitamos também para fazer uma observação sobre a gestão do Projeto Guri. A Santa Marcelina Cultura ficará responsável por 55 polos, incluindo 35 novos, apenas na capital e na região metropolitana. Quanto ao cargo atribuído à irmã Rosane Ghedin, esclarecemos que ela ocupa o posto de diretora-presidente da Organização Social de Cultura Santa Marcelina e do Complexo de Saúde Santa Marcelina.

MAURÍCIO AYER - Coordenador de comunicação da Santa Marcelina Cultura

Ivan Angelo

“Dedos pianíssimos e pés passarinhos” é demais! Voltei ao tempo em que se namorava na longínqua Sumaré, num esconde-esconde entre os bancos da praça. Antigos namorados deixam saudade e são solitariamente necessários.

LOURDES MOREIRA

Texto primoroso, gostoso, sutil e delicado. Perfumado tal e qual as antigas namoradas. Parabéns.

IVAN CAIRES

Tudo o que nós pensamos, mas não sabemos escrever, você coloca em palavras memoráveis.

MARIA CECÍLIA FERREIRA

Santos

Apesar de ser linda e histórica (“Santos, a bola da vez”, 19 de maio), é uma cidade muito suja. Há fezes de cachorro nas ruas, faltam calçadas, o comércio não funciona direito, alguns locais carecem de manutenção, além de existirem bêbados e drogados nas ruas. Sugiro faxina de choque!

ROSANGELA SENE CORTEZ THOMSEM

Roteiro da Semana

Realmente inacreditáveis a força da seção 100 Restaurantes, de VEJA SÃO PAULO, e a confiança que os leitores têm em Arnaldo Lorençato! Batemos todos os recordes de venda do tagliatelle com ragu de pato e cogumelo shiitake, receita publicada na última edição (“Receita de Chef”, 26 de maio).

PAULO BARROSO DE BARROS - Chef e proprietário do restaurante Due Cuochi

Minhocão

Escrevo para parabenizar o repórter Henrique Skujis pela matéria “Minhocão de contrastes” (19 de maio). Aproveito para fazer uma observação que considero pertinente ao momento. Sou membro da Igreja Batista Ágape, citada na reportagem, e, confesso, teria ficado muito feliz por vê-la retratada numa revista conceituada como VEJA SÃO PAULO, mas devo observar que a construção em questão, situada ao lado do Minhocão, não conta com vitrais em sua fachada, tampouco em seu interior. Imagino que Skujis tenha se enganado de igreja, visto que do lado oposto da rua existe uma outra, com as características apontadas por ele, chamada Igreja Matriz da Paróquia de São Geraldo.

ELAINE PAGANATTO

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Fonte: VEJA SÃO PAULO