A opinião do leitor

Cartas sobre a edição 2159

- Atualizado em

capa 2159_rec
(Foto: Veja São Paulo)

ASSUNTOS MAIS COMENTADOS

Walcyr Carrasco                  43%

Orelhões quebrados          10%

Mistérios da Cidade           10%

Alberto Goldman (capa)       5%

Outros                                    32%

Alberto Goldman

Faz sessenta anos que voto nas eleições federais, estaduais e municipais, sempre esperançoso de estar fazendo a escolha certa (“A vez de Goldman”, 7 de abril). Entre as centenas de votos que já dei, o de Alberto Goldman é um dos pouquíssimos do qual não me arrependo.

OSMAR VALENTIM

Faltou dizer que, além de Liszt, Chopin e Beethoven, Goldman também é fã de Bach, o compositor da partitura que está no piano.

MAURÍCIO TAKEDA

Yakisobas

Gostaríamos de registrar a nossa admiração pela força da revista. Na segunda- feira seguinte à publicação da matéria “O teste do yakisoba” (7 de abril), em que nosso restaurante foi citado, tivemos um acréscimo de 50% no volume de vendas. A avaliação só nos faz crescer e melhorar a qualidade das refeições e do atendimento, na medida em que nos mostra que estamos no caminho certo.

DÉCIO TANAKA - Proprietário do Yakissoba Yah

HAYDENN LAURA ACCHOR - Vice-presidente da Guide Franquias

Carlos Apolinario

Em relação às cartas publicadas nesta revista (A Opinião do Leitor, 7 de abril), gostaria de esclarecer que não creio que o turismo de São Paulo será prejudicado se a Parada Gay não for realizada na Avenida Paulista. Esse argumento é uma falácia. O Grande Prêmio de Fórmula 1 ocorre na Zona Sul e nem por isso deixa de ter público. O Carnaval e a Fórmula Indy acontecem no Sambódromo, na Zona Norte, e também atraem muitos turistas do Brasil e do exterior. É fraco o argumento de que o turismo de São Paulo perderá com a transferência do evento para outro local, recomendação, aliás, que não é minha, mas do Ministério Público e da Polícia Militar, que entendem que aquele não é o local apropriado para esse tipo de manifestação. Os gays deixariam de comparecer à parada se ela fosse realizada em outro lugar? Todos precisam ter bom senso.

CARLOS APOLINARIO - Vereador da Câmara Municipal de São Paulo

Disputa lasca a lasca

Sou cliente assídua da Kopenhagen há mais de trinta anos e não posso deixar de pactuar com o leitor Marcio Weiler (A Opinião do Leitor, 7 de abril). Apesar de reconhecer as dificuldades do mercado, ainda torço para que, um dia, a chocolateria pense em relançar produtos de seu passado de glória, com a mesma qualidade de outrora, como os miúdos de nozes e carvalho.

MARIA DE CASSIA TAVARES DE PAIVA

Concordo plenamente com Marcio Weiler quando ele diz que o chocolate não é mais o mesmo de trinta anos atrás. Como a leitora Tânia Zillio, também fui acostumada desde criança com as gostosuras da Kopenhagen e passei para meus filhos essa tradição. Há cerca de dez anos ou mais, estive em uma loja para comprar os ovos de Páscoa e disse à vendedora que seria o último ano, porque o chocalate não valia mais o preço.

MARIA CRISTINA RUSSO

Orelhões quebrados

Oportuna e precisa a matéria sobre o péssimo serviço de telefones públicos na cidade (“Precisa de um orelhão? Xiii...”, 7 de abril). Valeria a pena fazer uma segunda avaliação em estabelecimentos públicos que não têm orelhão, pois são muitos. Há também aqueles lugares onde os aparelhos são instalados em pontos inadequados. Recentemente, a Sala São Paulo deslocou os dois telefones do saguão principal para um apertado corredor, entre o bebedouro e os banheiros, tornando praticamente inviável o seu uso.

ROBERTO ALVES

A matéria mostra por que quando precisamos fazer uma ligação nem sempre podemos contar com esse serviço de utilidade pública essencial. Pelo levantamento que a revista fez, temos praticamente 40% de probabilidade de ficar mudos. Resta então a pergunta: como estão funcionando as tais agências reguladoras que devem acompanhar e fiscalizar o cumprimento dos contratos de concessão pública?

FRANCISCO RODRIGUES LIRA

Roteiro da Semana

Não consegui ficar calado diante do absurdo e desrespeitoso artigo (“O toque de Midas falhou”, 31 de março). Assistindo ao espetáculo O Despertar da Primavera, em cartaz no Teatro Sérgio Cardoso, e, comparando- o ao parecer de outros críticos renomados, como Barbara Heliodora, do jornal O Globo, ou Maksen Luiz, do Jornal do Brasil, chega a ser constrangedor ler e levar a sério o texto mencionado, principalmente por ter sido publicado numa revista do porte de VEJA SÃO PAULO. Lamenta-se tamanha falta de respeito por um trabalho sério, feito por pessoas igualmente sérias e comprovadamente capazes. Atitudes como essa descaracterizam São Paulo como grande centro cultural do país.

DONCASTER JOSÉ CARNIO

Walcyr Carrasco

Walcyr Carrasco faz um retrato tristemente sábio e preciso da vida empresarial (“Loucos por reuniões”, 7 de abril).

ROBERTO BLATT

Bem oportuna a crônica sobre a realidade de muitas empresas, principalmente as multinacionais. Nesses lugares, as pessoas têm necessidade de afirmar que todos participam de decisões, de formar forças-tarefa, de passar mensagens por meio de multiplicadores. Há também os treinamentos do tipo caminhar descalço sobre milho, abraçar árvore, passar uma bolinha de mão em mão. Em um deles, os executivos tiveram de confeccionar pipas e sair empinando-as pelas ruas da cidade. Enquanto as reuniões acontecem, a concorrência avança.

MÁRIO PÁSCOA

Acho que o conteúdo do artigo poderia incluir também os “loucos por trabalho”. Tento ficar imune, mas não sei até quando vou conseguir. Tenho amigos que trabalham horas e horas a mais por dia e também nos fins de semana e feriados. Um deles é corintiano fanático. Depois de uma vitória consagradora, quando voltávamos à série A, mandei uma mensagem de ce lular para ele, comemorando o resultado. Ele me retornou perguntando se o Corinthians estava jogando. Meu amigo nem sabia do jogo, pois, apesar de ser fim de tarde de sábado, estava trabalhando! Na semana passada, eu estava analisando o cronograma de fechamento da empresa e encontrei compromissos marcados para o feriado de Páscoa. Acho que a nossa sociedade está ficando louca, mas vivemos um momento muito diferente dos anos 70 e 80, quando o único cidadão que trabalhava em datas comemorativas na rua em que eu morava era meu pai, que era policial militar.

GILBERTO PINTO

Correção: a foto publicada na página 20 da edição 14, na seção Mistérios da Cidade, é do poeta Guilherme de Almeida e não do ator Procópio Ferreira. Os curadores do livro Chico Albuquerque Fotografias informam que, nos arquivos do fotógrafo, a imagem está identificada como sendo de Procópio Ferreira. A editora fará a correção na próxima tiragem.

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Fonte: VEJA SÃO PAULO