A opinião do leitor

Cartas sobre a edição 2155

- Atualizado em

Capa 2155_rec
(Foto: Veja São Paulo)

ASSUNTOS MAIS COMENTADOS

Walcyr Carrasco                   42%

Ambiente                                29%

Fórmula Indy (capa)             14%

Outros                                     15%

Fórmula Indy

Excelente a reportagem “Anhembi a 300 por hora” (10 de março). É muito importante para o desenvolvimento da nossa economia e do esporte que eventos dessa magnitude ocorram no nosso país e na nossa cidade. Minha única preocupação é quanto à escolha de interditar a via local da Marginal Tietê para a corrida. Já não basta o trânsito caótico que estamos enfrentando todos os dias, com as interdições feitas para as obras de melhorias? Não poderiam ter escolhido outro local, como o autódromo, por exemplo?

GUILHERME DA CRUZ MONTEIRO

Mais uma vez a região do Campo de Marte, onde se localiza, entre outras coisas, o Hospital da Aeronáutica, será palco de barulhos infernais, agora com a Fórmula Indy. Certa vez, tive a infelicidade de passar uma noite em claro ao lado do meu pai, que estava em um leito desse hospital. A culpa foi de um evento no Sambódromo que começou na tarde do sábado e só acabou no domingo às 10 horas da manhã. Muito me comove saber que pacientes desse estabelecimento ficam pelo menos três noites em claro na época do Carnaval.

MARIA AMALIA LEÃO DE ARAUJO

Ambiente

Apesar da obrigatoriedade de todos os veículos licenciados na cidade passarem pela inspeção veicular, certamente a melhora da qualidade do ar será relativa (“Nosso ar agradece”, 10 de março). Como é fácil notar nas filas enormes que se formam nos acessos às marginais, a maioria dos veículos pesados que rodam por aqui não é licenciada em São Paulo.

ORLANDO MOSCHINI

Se a CET quisesse ajudar a reduzir a poluição, era só retirar de circulação os carros que hoje rodam sem pagar IPVA, além daqueles que não têm itens obrigatórios de segurança.

JOSÉ HEITOR DO AMARAL GURGEL

Como o proprietário do Gurgel fotografado na reportagem, tenho um carro ano 2008 (já inspecionado em 2009) que utilizo diariamente para realizar meu trabalho e pagar meus impostos em dia. Mas sou proprietário também de um Passat 1980 em perfeitas condições de uso e que tem valor sentimental para mim. Utilizo esse veículo duas vezes por mês, para frequentar encontros de autos antigos. Pois bem, esse meu carro já foi reprovado duas vezes, por emissão acima do permitido de HC (hidrocarbonetos), pela Controlar. Isso mesmo tendo seus itens, características e funcionamento originais e em perfeitas condições. Gostaria de saber como a prefeitura e a Controlar chegaram aos níveis recomendados por eles de emissão de poluentes. Veículos antigos preservados fazem parte da nossa história. Com seus encontros e eventos, trazem renda e impostos para esta cidade. Ao contrário do que pensa o secretário do Verde e do Meio Ambiente, Eduardo Jorge, não devemos jogar no lixo a história automobilística de São Paulo.

RENATO GUALDA

Acho desnecessária a inspeção para veículos novos (com até dois ou três anos de fabricação). Creio que a divulgação das estatísticas de reprovação por ano de fabricação mostraria que estou certo. Já solicitei essa informação à Controlar, que disse ser a responsabilidade da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente. Não se discute a importância do controle de emissão de gases pelos veículos automotores, mas deve haver bom senso para que não fique a impressão de que essa é apenas mais uma medida com fins puramente arrecadatórios.

FÁBIO FARIA

Walcyr Carrasco

É com certa dose de preocupação e melancolia que tenho constatado que as crianças de hoje em dia parecem se divertir somente com brincadeiras tecnológicas (“A cara vida moderna”, 10 de março). Luto para convencer o meu filho a brincar ao ar livre. Se depender dele, só quer saber de videogame e computador. São cada vez mais raras as brincadeiras de antigamente — esconde- esconde, pega-pega, roda... Quase tenho de brigar com ele para jogarmos uma partida de xadrez ou caminharmos no parque. Não sei por quê, mas tenho a sensação de que no meu tempo é que era bom ser criança.

SUELY OTANI

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Fonte: VEJA SÃO PAULO