A opinião do leitor

Cartas sobre a edição 2152

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(Foto: Veja São Paulo)

ASSUNTOS MAIS COMENTADOS

Estacionamentos                  20%

Sabrina Sato (capa)              15%

Roteiro da Semana               15%

Lions Club                               15%

Feiras livres                          10%

IPTU (capa)                         10%

Outros                                 15%

Sabrina Sato

Parabéns pela excepcional reportagem sobre Sabrina Sato (“A vitória da bobinha”, 17 de fevereiro). Ela é sensacional e mereceu o destaque que a revista lhe deu. Acredito que há ainda mais trabalho nos bastidores do que o apresentado ao público. Com sua agilidade e ousadia, ela vai longe. Bobinhos somos nós.

PAULO YOKOTA

Estacionamento

A revista tocou num assunto da maior importância para o paulistano: estacionar em São Paulo custa caro, ainda mais porque aqui a única opção para locomoção rápida é o carro (“Vagas de ouro”, 17 de fevereiro). A reportagem mostra quanto somos explorados. Só faltou mencionar o custo dos estacionamentos dos aeroportos de Congonhas e de Guarulhos. Com certeza, eles ocupariam o topo do ranking dos mais caros, apesar de estarem em área pública.

FRANCISCO LIRA

Além do preço abusivo cobrado pelos estacionamentos, gostaria de comentar um fato recorrente na região de restaurantes dos Jardins, que sofreu uma redução no número de vagas de Zona Azul. O pouco espaço disponível costuma ser loteado de forma acintosa e abusiva pelos restaurantes. Desde as primeiras horas da manhã, funcionários de alguns deles ocupam as vagas com seus automóveis e motos. Ao longo do dia, eles costumam mudar os veículos de lugar, administrando o espaço público e impedindo que o contribuinte faça uso democrático das vagas. A isso vale acrescentar que muitos clientes dessas casas pagam por um estacionamento que não é utilizado, já que o automóvel permanece na via pública. Já me dirigi mais de uma vez a guardas de trânsito, que alegaram nada poder fazer e sugeriram que eu encaminhasse minha reclamação diretamente à CET.

MARIA IRENE BRASSO

Feiras livres

É muito engraçado como as pessoas procuram defender sempre apenas os próprios interesses (“A xepa em xeque”, 10 de fevereiro). Elas só sabem falar dos proveitos que tiram das feiras. Não consigo entender como não enxergam a sujeira e a falta de higiene presentes nesses locais. Funcionários urinam nos cantos das calçadas, atrás das bancas, e depois voltam a manipular os alimentos a ser vendidos. Esse tipo de tradição é um puro faz de conta. O correto seria haver um local próprio para esse comércio, onde existisse toda a infraestrutura necessária.

MARIO ELIAS

IPTU

A Savoy Imobiliária Construtora Ltda., citada na reportagem “Os campeões do IPTU” (10 de fevereiro), entende que é relevante prestar esclarecimentos complementares, e o faz na condição de desenvolvedora, promotora, comercializadora e administradora dos shopping centers Aricanduva, Interlagos e Central Plaza, de propriedade de diversos investidores e empreendedores. A Savoy possui equipe técnica especializada não apenas para analisar nulidades ou irregularidades de IPTU, mas, principalmente, para verificar a correção ou não do lançamento desse e de outros tributos. Constatada inconsistência, a equipe avalia a conveniência de questionar, ou não, a incorreção do imposto nos âmbitos administrativo ou judicial. Nesse último caso, a Savoy o faz mediante depósito do valor cobrado e, em qualquer das situações, se verifica suspensão da exigibilidade do tributo cobrado. Por essa razão, a empresa não pode nem deve ser considerada devedora pela prefeitura. Além de ser um direito de todo contribuinte, esse tipo de discussão revela exercício de cidadania e é instrumento de justiça tributária, pois ninguém é obrigado a pagar mais imposto do que o devido. O IPTU do Shopping Center Aricanduva, por exemplo, é mais que o dobro do tributo do Shopping Iguatemi, espaço comercial com valor equivalente ao de áreas nobres de Paris e Nova York, o que revela uma tremenda injustiça tributária. Na contramão de outros municípios, que desenvolvem políticas tributárias visando a atrair investidores, a prefeitura de São Paulo pune e tenta afastar o investidor, principalmente aquele que contribui há cinquenta anos para o desenvolvimento e a valorização da cidade.

OTAVIO A.M.M. CAETANO - Assessor jurídico da Savoy

Imobiliária Construtora Ltda

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Fonte: VEJA SÃO PAULO