A opinião do leitor

Cartas sobre a edição 2148

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(Foto: Veja São Paulo)

ASSUNTOS MAIS COMENTADOS

Hebe (capa)                      26%

Walcyr Carrasco               21%

Roteiro da Semana            9%

Adoniran Barbosa               9%

Mistérios da Cidade           9%

Outros                                 26%

Hebe

Confesso que nunca fiz parte do público de Hebe e até tinha certa aversão a ela. Achava aquele sorriso forçado, falso (“O drama da nossa estrela”, 20 de janeiro). Isso até 1999, quando a conheci pessoalmente em Belo Horizonte, onde ela gravava um programa. Depois desse dia virei fã. Nunca havia deparado com pessoa mais simpática, educada e doce. Ela vai sair dessa.

JOSIMAR LOPES

Hebe Camargo é sinônimo de alegria, otimismo e coragem. Nada vai abatêla. O Brasil inteiro reza por ela.

JOANA CAMPANI CAMPOS

Hebe, na mitologia grega, significa deusa da mocidade. Precisa dizer mais?

HEBE DORADO

Quero engrossar o número de pessoas que escrevem à redação em apoio a essa grande mulher, Hebe Camargo. Independentemente de fazer ou não parte de seu público, é impossível não reconhecer que a apresentadora está muito além disso. Ela já se tornou um ícone brasileiro por sua exuberância, franqueza, simpatia e estilo. Essa doença, o câncer, é difícil e complicada, mas tenho certeza de que a força do espírito de Hebe fará com que ela a enfrente muito combativamente. Estarei torcendo para que mais uma vez ela seja exemplo para todos nós.

FABIANA SEPPE LAFORGA

Adoniran Barbosa

Parabenizo a revista por divulgar os eventos que envolvem as comemorações do centenário do inigualável e maravilhoso Adoniran Barbosa (“Foi aqui, seu moço”, 20 de janeiro). Só sinto que tenham se esquecido de citar que a agenda lançada no fim de dezembro foi idealizada por Fred Rossi e tem textos do querido jornalista Wladimir Soares, do saudoso Spazio Pirandello.

SELMA MARIA DOMINGUES EL HAGE

Águas importadas

A matéria “Água dura de engolir” (20 de janeiro) apresenta um ótimo alerta sobre o preço das marcas importadas em alguns restaurantes paulistanos. No último sábado, fomos em dois casais ao restaurante Arola-Vintetres e acabamos gastando 96 reais somente para beber água. Saímos com a sensação terrível de termos sido roubados por homens armados de garrafas italianas.

ANDRÉA CARIONI

Tamanho GG

Finalmente alguém se lembrou das pessoas que usam tamanhos grandes (“Fashion Week Tamanho GG”, 20 de janeiro). É muito difícil encontrar nas lojas roupas bonitas com numeração acima de 46, meu manequim. Por conta do meu trabalho, preciso me apresentar bem, e é sempre complicado.

MARGARETH FERREIRA NIPRUS

Mistérios da Cidade

É impressionante a falta de uma política integrada dos nossos governantes e da sociedade como um todo (“Por que a gangue dos rodinhos sempre volta a agir”, 20 de janeiro). Ela deveria contemplar o combate de fato ao problema do menor infrator, que perambula, agride e causa insegurança e aborrecimentos para nós, pobres mortais. Os cidadãos contribuintes são achacados por uma carga tributária paquidérmica, que propicia aos cofres públicos montanhas de dinheiro. O problema é que esses recursos são, muitas vezes, gastos de maneira leviana e irresponsável. Deveriam ser usados, sim, para minorar os verdadeiros problemas sociais, como o acima mencionado, que são abundantes e imutáveis ano após ano, governo após governo.

FRANCISCO RODRIGUES DE LIRA

Roteiro da Semana

Ficamos muito felizes com seus comentários sobre o Le Jazz (“Um francês bom e barato”, 20 de janeiro) e honrados por estar entre os dez melhores restaurantes de 2009 no vídeo presente no site. A força da resenha na revista é tão grande que tivemos de mandar 35 carros embora no último domingo para não deixar clientes esperando mais de duas horas na porta.

GIL CARVALHOSA LEITE

Orlando

O Blue Tree Hotels, do Grupo Chieko Aoki, esclarece que não tem nenhuma ligação com o Hotel Blue Tree Resort, citado pela leitora Daniela Antunes na seção “A Opinião do Leitor” (13 de janeiro) sobre a reportagem “O roteiro das compras em Orlando” (2 de dezembro). A bandeira brasileira possui 29 unidades, sendo 24 no Brasil, duas no Chile e três na Argentina.

KANUCHA B. DA MATA - Assessora de imprensa da empresa

Jardins

Parabéns pela reportagem “Defensores dos Jardins” (13 de janeiro) por cuidar do verdadeiro bairro, e não de Cerqueira Cesar, que de uns anos para cá começou a se autodenominar pedante e erroneamente de Jardins. Embora eu não seja morador, esclareço que sou defensor ferrenho desses quatro bairros, que são patrimônio da cidade e não deveriam em hipótese alguma ter suas características mudadas. E que surjam mais defensores de outros bairros verdes, tão necessários para conter a sanha dos especuladores, do comércio predador e de sucessivos governos ausentes e coniventes.

RUI PORTO

Walcyr Carrasco

Eu sou a senhora alegre de 61 anos da qual você fala numa das melhores crônicas que li ultimamente (“A sabedoria dos antigos”, 13 de janeiro). Ouso acrescentar que as experiências, alegrias, tristezas, amizades e amores que carrego não caberiam num corpo de 20 anos. Envelhecer não é desistir de sonhar.

NADIA GABRIEL

Sua crônica é a mais pura verdade. Não sou de ficar curtindo o passado, mas, cá entre nós, certas coisas eram bem melhores do que hoje. Atualmente fala-se muito em produtos orgânicos. Ora, minha avó já fazia isso na horta da casa dela. Lembro que a gente subia nos pés de mexerica e de caqui, e apanhava frutas. Uvas, então, nem se fala. Eram doces como mel. Só da goiaba é que eu não gostava, por causa dos bichos que vinham de presente. Era tão bom chegar à casa da avó e sentir aquele cheirinho de pão assando no forno de carvão! Acho que a modernidade e o avanço da tecnologia são maravilhosos, mas fico um pouco triste, pois acabaram a doçura e a singeleza das coisas. Hoje tudo é para ontem e as pessoas só pensam em dinheiro. E o bem-estar? O amor? E a fraternidade?

MARIA CECILIA ZANGIACOMI

É perfeito este trecho da crônica: “Há coisas que não farei mais, outras só posso fazer agora”. Ele resume de forma poética as mudanças da vida. Infelizmente algumas pessoas insistem em se comportar de maneira diferente de sua idade. Agem como se o tempo não tivesse passado. Elas não sabem o que estão perdendo. A plenitude da vida só é alcançada com amadurecimento, e isso só os anos trazem.

NÁDIA SEGATTO MARÇAL

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Fonte: VEJA SÃO PAULO