A opinião do leitor

Cartas sobre a edição 2147

- Atualizado em

Cartas sobre a edição 2147_2148
(Foto: Veja São Paulo)

ASSUNTOS MAIS COMENTADOS

Walcyr Carrasco                 43%

Mistérios da Cidade          13%

Saladas (capa)                     9%

São Luiz do Paraitinga        5%

Outros                                  30%

Saladas

Gostei muito da reportagem de capa (“Deliciosas, coloridas e refrescantes”, 13 de janeiro). As sugestões de saladas são muito bem-vindas nesta temporada. As fotos estão ótimas. Dão uma sensação refrescante quando a gente passa pelas páginas da edição. Vou experimentar algumas delas.

ANDRÉ SARTORELLI

Ficamos muito contentes e agradecidos pelo fato de a niçoise do Spot ter sido sugerida. A força da revista é tão grande que, só no último domingo (10), 100 saladas foram pedidas pelo público.

MARIA HELENA GUIMARÃES - Sócia-proprietária do restaurante Spot

São Luiz do Paraitinga

A tragédia que se abateu sobre São Luiz do Paraitinga trouxe ao conhecimento de muita gente o verdadeiro patrimônio cultural que aquela pequena cidade acumulava (“Como evitar catástrofes assim”, 13 de janeiro). Às providências para a recuperação do lugar deveriam ser acrescentadas medidas preventivas em relação a outras cidades do mesmo nível. Afinal de contas, como diz o ditado popular, é sempre mais fácil prevenir do que remediar.

URIEL VILLAS BOAS

Quero prestar minha solidariedade às vítimas das enchentes da belíssima São Luiz do Paraitinga. Vimos relatos de famílias inteiras que perderam tudo. Por isso estamos realizando uma campanha através do site www.drsorriso.com.br. Faremos as entregas em quatro etapas: dias 16 e 30 de janeiro, 27 de fevereiro e 27 de março. Quem puder contribuir deve levar roupas, calçados, cobertores, fraldas e alimentos à Rua Fortunato, 286, Santa Cecília.

DIOGO VILELA

Mistérios da Cidade

Gostei muito da iniciativa da publicitária Luciane Sarraf de lançar esse calendário, que, além de ajudar os cachorros, é lindo (“Cãozinho do mês”, 13 de janeiro).

MARCELO CAMPOS

Parabenizo a revista pela excelente nota. Sou ligadíssimo em cachorros e acho que a sociedade deve se comprometer com o destino deles. Tenho dois cães vira-latas de adoção e eles fazem toda a minha família muito feliz.

LUIS GROTTERA

Walcyr Carrasco

De muita sensibilidade a crônica de Walcyr Carrasco (“A sabedoria dos antigos”, 13 de janeiro) na qual ele resgata a simplicidade das coisas da vida. É muito triste quando uma pessoa não se aceita como é, rejeitando a beleza de sua idade. Cada traço marcado no rosto traz uma história, uma experiência, bagagem que com certeza teria muito a nos ensinar. O mundo mudou em vários aspectos. Parece que a essência e os valores passados pelos antigos foram esquecidos em alguma prateleira empoeirada da vida.

SUELY OTANI

Lutar contra o tempo é realmente uma grande besteira. Sou psicóloga e, atendendo crianças, tenho observado quão prejudicial ao desenvolvimento emocional pode ser essa postura com relação a elas. Alguns pais simplesmente esquecem que elas não são pequenos adultos e não podem assumir a mesma rotina e obrigações deles. Precisam brincar e estar perto daqueles que são importantes para elas. Os adolescentes também não podem ser tratados como bebês, isentos de qualquer responsabilidade sobre seus atos. Infelizmente esse comportamento é mais frequente a cada ano que passa.

FERNANDA FAUSTINO

Tenho 67 anos e falo e escrevo muito melhor hoje. Sou mais seguro e, acredito, mais competente. Leciono e, quando dou palestras, a primeira atitude que tomo é falar sobre a minha idade, explicando as vantagens dos 60 e poucos anos. Afinal, vi o surgimento do rock, da bossa nova, da televisão, dos shopping centers e a chegada do homem à Lua.

CARLOS MAGNO GIBRAIL

Achei providencial sua admiração por aqueles que vivem em ciclos baseados em semear, colher, descansar e plantar novamente. Estou num momento mágico e feliz por simplesmente estar colhendo o que plantei: filhos bem resolvidos e netos que me dão uma energia imensa para que eu possa executar outras tarefas prazerosas com muita alegria.

MARINA DE ARAUJO BUFARAH

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Fonte: VEJA SÃO PAULO