Opinião do leitor

Cartas da edição 2437

Por: Veja São Paulo

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Medicina

É muito importante a reportagem “Os passos da transformação” (29 de julho). Ela é esclarecedora, inclusive para novos casos semelhantes. O mais indicado a fazer em casos de disforia de gênero em jovens, se o desconforto for persistente, é consultar médicos, psicólogos ou psiquiatras para reconhecer a situação e acertar o melhor tratamento, cirúrgico ou não, com o objetivo de auxiliá-los nas adaptações que lhes sejam cabíveis e necessárias, para que possam ser felizes. Isso é o fundamental. Rose Barollo Sforcin

Essas crianças merecem carinho, atenção e respeito. Parabéns aos profissionais que lidam com a questão dos transgêneros. Vocês são responsáveis por dar a essas crianças condições de se tornarem adultos confiantes e seguros. E, aos preconceituosos de plantão, coloquem-se no lugar dessas pessoas e pensem: ninguém escolhe sofrer, então parem de tentar explicar o que não entendem. Petuel Preda

Na minha opinião, se o “eu” interior de alguém não se identifica de forma alguma com o sexo do corpo com que nasceu e quer mudá-lo, toda a sociedade deveria aceitar e facilitar esse processo de transformação em prol da saúde física e emocional dessa pessoa. Quem é saudável dá menos despesas à saúde, cria menos problemas para a segurança, investe mais na educação,enfim, devolve à sociedade muito mais equilíbrio, harmonia, desenvolvimento e, consequentemente, paz. Mônica Delfraro David

Paulistano Nota Dez

Li na edição on-line, como faço todas as semanas, em qualquer parte do mundo onde me encontre, o fantástico exemplo do empresário paulistano Hélio Silva, que, com consciência ecológica e uma bela visão de mundo, resolveu se dedicar a plantar milhares de árvores e cuidar delas, recuperando um ambiente degradado, revitalizando-o e contribuindo para melhorar a qualidade de vida de todos (29 de julho). Vida longa a Hélio Silva, e que seu exemplo incentive mais pessoas a fazer o mesmo. Luiz Thadeu Nunes e Silva

Mistérios da Cidade

Para se ter uma ideia do problema no metrô (“Campanha grudenta”, 29 dejulho), se as 700 000 pessoas que utilizam diariamente a Linha 4 deixarem um chiclete nos vagões, isso dará para encher uma caixa-d’água de 1 000 litros. Abel Pires Rodrigues

Ivan Angelo

Ao ler sua crônica “Sábio precoce” (29 de julho), já nos primeiros parágrafos vi meu filho João. Ele tem esse nome em razão do significado: “agraciado por Deus”. E realmente o é! Também é, tal qual seu neto, muito sábio... Tem apenas 5 anos. Mas, nesse breve tempo, já sinto não ter catalogado suas falas, pois o tempo pode fazer com que se percam...Outro dia João disse que há “glânulas”no corpo que regem nossas emoções. Afirmou que a “glânula” da vergonha (nele) está sequinha. Por isso ele é... sem-vergonha! A minha “glânula” do orgulho e da paixão está sempre em estado crítico! Obrigada por me emocionar e me fazer refletir! Carla Vecchi

Enquanto profissional comprometida com a infância, não poderia deixar de comentar o texto. Infelizmente, o que o senhor recortou sobre a pretensa inteligência da referida criança constitui as bases das condutas patológicas da nossa sociedade brasileira, bem como a triste realidade que estamos vivendo no país: a famosa lei de Gerson e todas as suas implicações e derivações. Vera Zimmermann

Trânsito

Esses novos limites de velocidade nas Marginais valem para nós, motoristas de carro (“Uma lógica a cada esquina”, 22 de julho). As motos continuam trafegando na velocidade que querem, pois não são flagradas pelos radares, e algumas escondem as placas. Além disso, os ambulantes e moradores de rua permanecem andando pelas pistas. Ou seja, na parte que lhe cabe na redução de atropelamentos e acidentes, a prefeitura não fez nada. Alexandre Fontana

Fonte: VEJA SÃO PAULO