A opinião do leitor

Cartas sobre a edição 2316

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O Índice Margherita
O Índice Margherita (Foto: VEJA SÃO PAULO)

Novo projeto gráfico

A nova embalagem visual está deliciosa de ver e tornou a leitura da revista ainda mais prazerosa. Confesso que sou bastante resistente a mudanças, mas me adaptei imediatamente ao novo layout. Foi amor à primeira vista. Parabéns! Belíssimo trabalho!

Elaine Negrão

Parabéns à equipe pela nova cara de VEJA SÃO PAULO. Todo fim de semana abrimos a revista e, com o tempo, nem percebemos como estamos acomodados com o layout. A mudança deu umar mais clean às páginas e, ao mesmo tempo em que parecem ter mais conteúdo, as reportagens estão mais organizadas. Adorei a seção de Bichos e, principalmente, a Paulistano Nota Dez.

Carolina Garone de Lucca

A revista ficou tão gostosa quanto a pizza margherita que ilustra a capa.

Fausto Ferraz Filho

Nota 1.000 para a “nova cara” da Vejinha. Gostei de tudo: ela ficou leve e fácil de ler.

Ana Langello

Excelente a mudança. O conteúdo mais detalhado enriqueceu consideravelmente a revista.

Reinaldo Cruz Filho

Sou assinante de VEJA há mais de doze anos. No domingo, após o café da manhã, eu peguei a Vejinha e abri direto nas páginasde Shows e Cinema, como faço sempre. Bati oolho e já comentei com o meu marido a mudança. Adorei a repaginada. Quando fui para o começo da revista, vi na Carta ao Leitor a equipe linda que teve essa missão. A frase “Ninguém é melhor que todos nós juntos”, que estampamos na nossa empresa, serve também para vocês.

Jacqueline Cardoso

 

Pizza

Excelente a reportagem “O Índice Margherita” (10 de abril), sobre as pizzas paulistanas, símbolo gastronômico da nossa cidade. Por mais que elas sejam benfeitas e apreciadas em ambientes agradáveis, o preço está muito inflado em comparação com o que se verifica em cidades europeias como Nápoles, Paris, Londres... Se deixássemos de comprar o produto por alguns meses, certos estabelecimentos com certeza baixariam seus preços. Isso acontece com carros, eletrodomésticos e em várias cadeias de consumo.

Eduardo Pereira

Na manhã de sexta, cheguei cedo de viagem aos Estados Unidos. Em Miami, comi uma ótima pizza na Domino’s Pizza e paguei 7 dólares por ela. Ainda na sexta, à noite, fui a uma pizzaria no meu bairro. A pizza napolitana custou 60 reais. Tudo no Brasil é muito caro! Está na hora de os consumidores começarem a reagir.

Fernando Meibak

Sou proprietário de pizzaria em São Paulo e não gostei da reportagem de capa, pois parece que todas as pizzarias cobram absurdos valores por suas redondas. O critério, a seriedade e a demonstração dos fatos estão corretos, mas a capa assustará as pessoas. Vivemos tempos bicudos e precisamos de estímulos para que os clientes voltem a frequentar nossos salões. Cada hora é uma que aprontam para nós: Lei Secas em transporte público à noite, táxis que devem ser os mais caros do mundo, proibição de cigarros, arrastões, problemas com valets...

Alexandre Levy

Temos a melhor e a mais gostosa pizza do mundo, sim, mas o preço, de fato, é um absurdo. Aproveito para deixar o meu registro: linda e apetitosa a capada edição.

Eduardo Zago

Trabalho com alimentação e fiquei muito surpresa com a informação de que, na Maremonti, a taxa de cartões está em 1%. Isso é para eles, pois para mim as empresas cobram 2,2% no débito e 3,2% no crédito, sem falar nos tíquetes-refeição, que variam entre 4% e 8%! O governo deveria intervir nessas empresas de cartõespara evitar tal tipo de distorção, pois quem está financiando a taxa baixa para grandes restaurantes são os pequenos comerciantes.

Yaemi Watanabe

 

Ivan Angelo

Saboreei a crônica “Caçador de empadinhas” (10 de abril) com grande prazer. Especialmente o trecho “a massa tem de ser podre? Daquelas se esfarinhando, amanteigadas, favorecendo intimidades com o recheio?” Eu digo: a massa tem deser podre, sim. “Favorecendo intimidades com o recheio” foi a descrição mais perfeita possível. Dá para sentir o gosto na boca.

Sonia Helena

 

Terraço Paulistano

Com relação à nota “E agora, patroa?” (10 de abril), complemento aqui minha opinião: leis são feitas para ser cumpridas. Quer eu goste, quer não, cumprirei, como sempre fiz.

Marina de Sabrit

 

Casagrande

Após ler a reportagem “De volta ao jogo davida” (3 de abril), referindo-se ao lançamento da biografia do comentarista Casagrande, eu me identifiquei com o sofrimentodele, pois há dez meses venho lutando contra uma forte depressão. Procurei auxílio médico, mas infelizmente sem sucesso até agora. Estou com 51 anos, sou casada e tenho um filho de 22. Toda a família está muito desgastada. Gostaria de pedir a ajuda de um profissional para que eu possa vencer esse difícil momento da minha vida.

Valdete Fátima do Nascimento Crepaldi

A respeito da minha declaração publicada na reportagem, gostaria de esclarecer que eu não poderia comentar o conteúdo do livro, porque ainda não o havia lido. Durante a produção da biografia, achei melhor que o jornalista Gilvan Ribeiro e o Walter a escrevessem sem meus sentimentos ou colocações. Desejo que meu ex-marido seja feliz. Internei meu sogro em 1996 e meu ex-marido em 2006 e 2008. É preciso coragem. Se a pessoa corre risco de vida e põe em risco a vida de outras pessoas, deve receber ajuda profissional e assim ter a chance de superar-se diante da adicção. As drogas levam o indivíduo a uma tentativa de driblar a dor de viver, é uma ação descontrolada de manifestação do sofrimento íntimo, da dificuldade de perdoar a si mesmo e aos outros ou de vivenciar um grande descontentamento pessoal diante de algum fracasso. A alteração bioquímica impede a razão, a pessoa deixa de pensar de maneira coerente e apenas tenta satisfazer o impulso que a falta da química provoca. Torna-se uma dependência. É uma desgraça.

Monica Feliciano

 

Marcos Bassi

Marcos Guardabassi (“Ciao, Marquinhos”, 3 de abril) foi um forte esteio da saga dos imigrantes italianos e seus descendentes, que ajudaram a criar esta nossa megalópole multirracial. Com sua habilidade e dedicação, Marquinhos colaborou decisivamente para que nossa cidade se tornasse uma referência mundial em gastronomia de alto nível.

Claudio Guardabassi

 

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Fonte: VEJA SÃO PAULO