A Opinião do Leitor

Cartas sobre a edição 2311

Por:

Veja São Paulo, edição 2311
Capa da edição 2311 (Foto: VEJA SÃO PAULO)

ASSUNTOS MAIS COMENTADOS

Matthew Shirts: 25%

Reforma (capa): 21%

Ivan Angelo: 18%

Calçadas: 11%

Outros: 25%

 

Reforma

Obras em casa são verdadeiramente algo de arrepiar (“Reforma quase sem sufoco”, 6 de março). Podem virar uma novela sem fim pela enrolação dos pedreiros. Uma vez, tive a infeliz ideia de rebaixar o teto do meu quarto de casal. No fim, além da enorme sujeira, precisei trocar todos os móveis, pois havia pó de gesso at éno jardim de fora do apartamento. Se não for contratada uma pessoa competente, profissional e responsável, o bicho pega.

Antonio José Marques

 

Fico pensando se esses problemas não seriam evitados (ou minimizados ao máximo) se fossem contratadosa rquitetos, designers ou engenheiros habilitados para atender o cliente em suas exigências, fornecendo o projeto executivo antes do início da reforma. Falo de profissionais para elaborar planilhas e montar cronogramas, com competência para acompanhar e gerenciar não somente a obra mas a equipe que irá executá-la do início à conclusão.

Benezet Morgado

 

Que sorte têm os afortunados que podem pagar por todos esses serviços. Infelizmente, depois de ser enganada por pedreiros desonestos, não tive muita escolha. Eu precisava de um quarto para a chegada da Millena, que hoje tem 4 meses e continua sem o cômodo. Minha mãe fez o que podia, mas ainda falta muito para a bebê ter um cantinho para dormir em paz.

Fabiana Okabayashi

 

Achei as dicas boas, mas faltou esta: antes de começar a reforma, consulte, várias vezes, um bom psiquiatra.

Fausto Ferraz Filho

 

Tive uma experiência extremamente desagradável com um empreiteiro. Contratei seus serviços para trocar todo o encanamento de um banheiro, além de colocar piso e azulejos novos. Foram levados três pedreiros totalmente despreparados. Na hora de arrancar os azulejos  antigos com uma britadeira elétrica, furaram o cano de gás do aquecedor. Em outro momento, eu mesmo tive de ensinar a eles como cortar as peças do piso. Um armário novinho que fica debaixo do lavatório foi arrancado a marretadas. Quase chorei quando vi que eles juntaram os pedaços em um canto para jogar fora. O tal empreiteiro aparecia de vez em quando para pegar dinheiro e me ouvir reclamar. A pequena reforma durou intermináveis trinta dias. Ou seja,f azer uma obra com profissionais competentes depende exclusivamente de sorte, muita sorte.

Edmar Horta

 

Em nome da Dicico, gostaria de comentar a reportagem que trouxe um comparativo de preços e pontuou alguns itens que não tínhamos disponíveis. Esclareço que trabalhamos com as principais marcas líderes do mercado e nosso vasto sortimento de produtos oferece opções similares aos itens listados pela revista. Os produtos que ofertamos são considerados por nós como opções melhores no quesito custo-benefício para nossos clientes.

Jorge Letra, copresidente da Dicico

 

Mistérios da Cidade

Como assíduo frequentador de hotéis pelo Brasil afora, lamento constatar que os empresários do ramo achem que com uma simples mão de tinta e duas almofadinhas vermelhas conseguem mudar a cara de um estabelecimento (“Hotelaria em ritmo de Copa”, 6 de março). Que pena que o Hotel Transamérica São Paulo vai nvestir 24 milhões de reais para trocar seis por meia dúzia.

Walter Lopes Neto

 

Cinema

Em nome da produtora Paranoid, gostaria de parabenizar VEJA SÃO PAULO e o repórter Miguel Barbieri Jr. pela ótima reportagem sobre o nosso longa-metragem Serra Pelada, do diretor Heitor Dhalia (“Serra Pelada em Mogi das Cruzes”, 6 de março). A publicação foi muito fiel a todas as informações e pretensões do filme. Além disso, acredito que tenha deixado o público ansioso pela estreia, dando um gostinho do que vem por aí.

Tatiana Quintella, sócia da produtora Paranoid

 

Matthew Shirts

Conheci a raquete elétrica há pouco tempo, na casa de uma amiga (“A raquete elétrica”, 6 de março). Achei muito interessante. Coisas boas devem ser propagadas. 

Nilce Martins

 

Matthew, gosto dos seus escritos. Aprendi com você, por exemplo, como a baguete virou pão francês neste meu e nosso país tropical. A raquete que queima pernilongos e outros insetos voadores é uma excelente invenção. Existe também um repelente natural, que é uma planta chamada citronela. Os pescadores usam pulseiras impregnadas da substância por ser vítimas dos referidos pernilongos.

Sergio Ottoni

 

Algo está errado comigo! Abomino a forma de matança dos animais para sustento do ser humano. Fico pensando no que seria considerado cruel por uma pessoa que usa uma raquete elétrica e sente prazer em ouvir o som da fritura do inseto.

Jane Pangardi

 

Delicio-me com seus textos em VEJA SÃO PAULO, com os assuntos que aborda e com o modo de referir-se às diferenças de mentalidade entre brasileiros e americanos. Confesso-lhe uma coisa, Matthew: somos, minha família e eu, americanófilos convictos. Vivemos um tempo em Maryland. Nas férias, nós e nossas filhas percorríamos o país. Meu marido se sentia absolutamente em casa, sempre maravilhado com o senso de beleza e de simplicidade dos americanos.

Marina Frazão

 

Li e reli a crônica “Um americano na canoa” (20 de fevereiro). Encontrei ali uma leitura deliciosa. Obrigado por nos brindar com sua fantástica visão do cotidiano.

Claudio Marttuci

 

Calçadas

Parabéns pela reportagem “Caminhe aqui, se puder” (27 de fevereiro). Mesmo havendo buracos, desníveis e outros empecilhos, as ruas dos bairros avaliados possuem calçadas. Aqui onde moro, no bairro Clube de Campo, em Santo André, nem calçadas existem. As pessoas precisam andar no meio das ruas, que são de terra, entre buracos causados pela má conservação. Nesta época de chuvas, elas ficam intransitáveis.

Edison Schulze

 

Realmente, é uma tristeza a feiura de nossas calçadas. Elas contam com um monte de degraus desnecessários, além de representar um risco potencial de acidentes e de impossibilitar o tráfego de cadeirantes e carrinhos de bebê. Na minha opinião, as calçadas deveriam ser padronizadas e construídas pelo poder público, com empreiteiros treinados, experientes e caprichosos, de modo a haver um mínimo de uniformidade em cada quarteirão. O povo poderia, aí, fiscalizar as obras e exigir qualidade dos serviços em frente à sua casa. Um bom exemplo fica na Rua Tucuna, na Pompeia, em frente ao número 969, em que a construtora do prédio reformou a calçada de todo o quarteirão.

Nelson Miyashita

Rua Tucana
Rua Tucuna, na Pompeia, em frente ao número 969. A construtora do prédio reformou a calçada de todo o quarteirão (Foto: Nelson Miyashita)

Achei excelente a reportagem sobre as calçadas da capital. A prefeitura deveria ser mais ativa na fiscalização e na cobrança dos proprietários e responsáveis pela conservação dos passeios. Na Rua Joaquim Floriano, por exemplo, trocaram todas as calçadas há menos de um ano. Cimentaram tudo do começo ao fim da rua e abriram espaço para pequenos jardins e arbustos. O problema é que agora, sem cuidado, as plantas crescem desordenadamente e a grama fica alta. Como não existem gradinhas para proteger as plantas, as pessoas acabam pisando nelas. Poucos são os proprietários das lojas em frente que se preocupam com a situação.

Eduardo Pereira

 

Ivan Angelo

No artigo “Minhas praias” (27 de fevereiro), o senhor citou várias praias e, ao comentar sobre a de Lido, em Veneza, classificou-a de feia, assim como a Praia Grande. Não concordo com a afirmação. A natureza dotou a Praia Grande de incrível beleza natural. Entre as praias urbanas, ela mantém uma estrutura incomparável, com limpeza efetuada diariamente — que poderia ser evitada, não fosse a falta de educação dos usuários com relação ao lixo e ao meio ambiente. Não à toa, chegou ao posto de uma das mais procuradas pelo turismo doméstico no Brasil.

Manoel Carlos Peres

 

Oh, que triste! Minha Praia Grande é tão feia de belezas naturais, mas tão linda de pessoas amigas. Afinal, na vida, o que vale são as pessoas.

Thaiis Barbosa

 

Falar mal da Praia Grande para paulistanos é politicamente incorreto. Afinal, é a nossa praia de todo fim de semana prolongado. E o Guarujá, cadê?

Maria Eliana Quiaratti

 

Entre os parágrafos do texto “Pequenas esquisitices” (30 de janeiro), o autor comenta as manias de limpeza e o hábito de pessoas que falam sozinhas e involuntariamente pelas ruas. Ivan Angelo esqueceu que o TOC e a síndrome de Tourette são doenças. Seus portadores são vítimas frequentes de preconceito, oriundoda falta de informação e do conceito geral de que, em vez de doentes, essas pessoas são apenas esquisitas.

Rafaella Gavino

 

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Fonte: VEJA SÃO PAULO