A opinião do leitor

Cartas sobre a edição 2300

Por: Redação VEJA SÃO PAULO - Atualizado em

Capa Como nasce um brinquedo
(Foto: VEJA SÃO PAULO)

ASSUNTOS MAIS COMENTADOS

Ivan Angelo 41%

Matthew Shirts 23%

Brinquedos 17%

Outros 19%

 

Brinquedos

A reportagem de capa é tocante, sensível e nos leva a viajar do passado ao futuro (“Como nasce um brinquedo”, 19 de dezembro). Só faltou dizer que os produtos precisam ser testados, avaliados, certificados e receber o selo de qualidade do Inmetro, para que seja garantida a segurança das nossas crianças.

MARCO BUCCIARELLI ROQUE

Discordo da indicação do Hospital das Bonecas, Brinquedos e Games (“O S.O.S. da diversão”, 19 de dezembro). No dia 8 de novembro, deixei lá duas bonecas para ser consertadas-- ambas seriam limpas e teriam os elásticos trocados, e uma delas receberia uma lavagem nos cabelos --a um custo total de 130 reais. Após mais de um mês e insistentes telefonemas, elas ainda não me foram devolvidas.

NEUZA TURELLA

 

Malhação depois dos 40

Interessante a reportagem que mostra um novo perfil de pessoas preocupadas ,talvez em demasia, com a saúde (“O novo perfil da malhação”,12 de dezembro). Elas investem em um corpo sarado, numa busca desenfreada pela manutençãoda juventude, que não existe mais. O corpo pode ter um ótimo desempenho, de “causar inveja aos colegas”, mas o envelhecimento é inevitável. Sem falar no custo alto que essas pessoas estão dispostas a pagar (de 900 a 5 000 reais por mês) ,o que é um insulto num país em que o salário mínimo não atinge nem 700 reais.

PAULA FRANCIULLI

 

Afogamentos

Sobre a reportagem “Tragédia em poucos segundos” (19 de dezembro), o Centro Educacional Brandão reitera sua consternação com o incidente que levou ao falecimento do aluno Bernardo Giacomini Gonçalves. Em quarenta anos de história, a escola sempre cumpriu estritamente todas as medidas para garantir o bem-estar de seus alunos. Por isso mesmo, jamais nos conformaremos com o que aconteceu.Reiteramos, também, toda a nossa solidariedade, neste momento de dor, à família de Bernardo, em especial a seus pais, Aléssio e Maria Fernanda, cujo sofrimento não pode sequer ser mensurado.

MARTA ZERLOTTI, diretora pedagógica do Centro Educacional Brandão

 

Pagode

Foi-se o tempo em que o samba era escutadoapenas nas periferias e nos baresde bairro (“O repique do pagode”, 19de dezembro). A aceitação é enormepor todo tipo de público. E novos gruposestão revolucionando o gênero,mesclando ritmos e músicas de diferentesépocas, animando todos, independentementede idade e classe social. Vivaa música brasileira!

PEDRO TREBBI

 

Ivan Angelo

Ao ler sua crônica, lembrei-me da primeira vez em que vi o mar (“Mar é um só”, 19 de dezembro). Eu tinha 12 anos e cheguei à praia com minha família debaixo de uma chuva torrencial. Quando pisei na água, sent iuma espécie de vertigem devido ao ir e vir das ondas. Mesmo assim, fiquei fascinada. A partir daquele momento eu me apaixonei, e, ao menos uma vez por ano, preciso ir à praia para recarregar as minhas baterias. Só de contemplar a água ,meu coração se alegra.

ADELISA MARIA ALBERGARIA PEREIRA

Sou professor na área de computaçãoda Unicamp, e esta é a primeira vez que escrevo a um articulista .Abri uma exceção por causa da crônica de Ivan Angelo sobre o mar. Trata-se de um texto com muito mais inspiração do que costumamos encontrar em trabalhos de outros autores. É fascinante, surpreendente e deslumbrante a cada palavra. 

FERNANDO VON ZUBEN

 

Matthew Shirts

Sua crônica veio a calhar (“O peru paulistano”, 12 de dezembro). Fa ztempo que tenho vontade de cozinhar um peru de Natal daqueles de filmes americanos, grandes, reluzentes. Mas nunca sei se vou agradar ao paladar dos convidados. Depois de lê-lo, criei coragem, comprei a ave e vou tentar.

ANA MARIA FURTADO PONTES

 

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Fonte: VEJA SÃO PAULO