A Opinião do Leitor

Cartas sobre a edição 2297

Por: Redação Veja São Paulo - Atualizado em

Capa da Veja SP
(Foto: Veja SP)

ASSUNTOS MAIS COMENTADOS

Matthew Shirts: 50%

Bons e baratos (capa): 17%

Doutor José Osmar Medina Pestana: 17%

Miriam Mamber: 8%

Outros: 8%

Bons e baratos

A equipe da Cantina Brasiliani está feliz e agradecida pelo reconhecimento (“Sem esfolar o bolso dosclientes”, 28 de novembro). Fomos citados como um dos 35 lugares da cidade onde o cliente pode comer bem sem ser “esfolado” na hora de pagar a conta. Somos um endereço com matéria-prima e trabalho de qualidade, no qual se preserva a tradição da massa italiana artesanal.

GIANCARLO CASSONE E MARIANGELA NESPATTI

Proprietários da Cantina Brasiliani

Gostaria de falar sobre o lado B do sucesso do restaurante Le Jazz Brasserie. Desde que foi inaugurada, a casa tem primado pelo pouco-caso em relação à vizinhança, pelo uso indevido do espaço público e pelo desrespeito aos pedestres. O restaurante utiliza a calçada, que é um espaço público, como uma extensão de seu estabelecimento, fazendo dela bar e sala de espera da freguesia. Os clientes ficam ali fora consumindo bebidas e fazendo barulho madrugada adentro, diariamente. Tais fatos já foram relatados ao proprietário do Le Jazz, Gil Carvalhosa, que infelizmente não tomou nenhuma providência.

MAURO PERET ANTUNES

Medicina

É brilhante a reportagem “De torneiro a doutor” (28 de novembro). Mais brilhante ainda é o desprendimento do doutor. Ao conhecer sua carreira, é possível entender a raiz da sua generosidade. Gente que vem de baixo e dá duro a vida inteira sabe se respeitar e trabalhar para o próximo. O trabalho dele com seus alunos é magistral. A reportagem nos trouxe uma chama de esperança para provar que nem tudo está perdido no Brasil. Parabéns pela iniciativa.

WILMA PASTORE

Gostaria de parabenizar a revista pela excelente reportagem sobre o doutor Medina. Sou paciente dele desde 2000 e durante dois anos tive de passar por sessões de hemodiálise. O périplo chegou ao fim quando fui submetida a um transplante de rim, em que recebi o órgão, 100% compatível, de minha irmã. Graças a essa operação, pude engravidar no Natal passado, aos 42 anos e naturalmente. Realizei meu sonho. Durante toda a gestação contei com um excelente acompanhamento obstétrico e nefrológico. Eu já havia sido desestimulada por outros médicos da ideia de ser mãe. Mas, ao me tornar paciente do doutor Medina, tudo mudou. Como a maioria dos filhos de mães transplantadas, Fabrizio nasceu prematuro, com 36 semanas, em 21 de agosto deste ano.

LILIANA LUCIA C FORNERIS

Matthew Shirts

Meu filho, Rudá Alessi, hoje neuroclínico, também nasceu no Hospital Adventista de São Paulo, em 1983 (“Água com gás”, 28 de novembro). Eu curtia a comida do hospital, mas às vezes ia ao boteco na esquina saborear aqueles salgadinhos...

JOAQUIM ALESSI

Matthew Shirts dá um show de brasilidade. Fala de si mesmo para falar bem do Brasil.

FERNANDO DE SOUZA GRANATO

Matthew, adoro suas crônicas e seu jeito gringo de ver o meu país. Em 1993, fiz uma viagem aos EstadosUnidos e fui incumbida de comprar pôsteres para meu filho, então adolescente. Entre as imagens que ele me pediu, estava a de um filhote de foca muito branquinho em uma paisagem gelada. Bem, estava eu com a minha filha mais velha quando entramos em uma dessas lojas de shopping com pôsteres aos montes. E quem disse que nós nos lembrávamos como se diz foca em inglês? Claro que a vendedora não falava nenhuma palavra de português. Eu me desdobrei para tentar ser entendida e nada. Mas sem o pôster eu não sairia de lá. Aí fiz como seu pai: saí pela loja imitando uma foca, batendo as mãos sobre a cabeça e emitindo sons como hul, hul, hul! Aí finalmente a vendedora entendeu: “Oh, yes, seal, seal!”. Comprei, enfim, o pôster, mas até hoje minha filha não me perdoa pela vergonha que passou.

SONIA HADDAD

A definição que Matthews Shirts faz do pai dele pai é sensacional! Parabéns pelas crônicas. Gosto muito delas. Morei no Canadá por vários anos e me identifico muito como seu olhar estrangeiro.

SUZANA CHEN

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Fonte: VEJA SÃO PAULO