OPINIÃO DO LEITOR

Cartas da edição 2449

Por: Veja São Paulo

CAPA C&B 2015-2016
Comer & Beber 2015/2016 (Foto: Mario Rodrigues)

COMER & BEBER

Ficamos muito honrados com o prêmio de melhor carne da cidade concedido ao Rubaiyat tanto pelo júri quanto pelos leitores (VEJA COMER & BEBER 2015, 21 de outubro). É extremamente prazeroso ter o reconhecimento do nosso trabalho. O movimento nos nossos restaurantes, na Avenida Brigadeiro FariaLima e na Alameda Santos, aumentou 15% desde então, o que mostra a força e o prestígio da revista. Parabéns pelo excelente trabalho jornalístico.

Belarmino Fernandez, sócio do Grupo Rubaiyat

Quase caí de costas com a premiação da Vinheria Percussi como o melhor restaurante italiano da cidade em 2015, segundo os leitores. É difícil acreditar, mas estamos lá, ao lado de outros grandes nomes da gastronomia paulistana. Depois de trinta anos de trabalho, esse reconhecimento chega como um bálsamo restaurador, uma injeção de ânimo, um sinal de que estamos caminhando pela trilha certa. Há raros guias com credibilidade comparável ao produzido por VEJA SÃO PAULO e nenhum outro com a mesma visibilidade. Fica aqui o meu agradecimento pela atenção contínua, visitas e degustações. Que juntos continuemos o trabalho sério, difundindo a boa mesa e o prazer de viver.

Lamberto Percussi, sócio da Vinheria Percussi

Parabéns mais uma vez ao bar Quintal da Mooca, vencedor como o melhor boteco da cidade. O lugar é ótimo, além da comida e do tratamento dispensado aos clientes.

Margareth Maia

Eleita a melhor sorveteria de São Paulo, a Davvero Gelato Tradizionale merece todo o sucesso. E mais o que vier pela frente no futuro. Sou fã de carteirinha do local.

Joyce Rodrigues

O guia anual de gastronomia da Vejinha é sempre muito esperado pelos leitores. Gostaria apenas de oferecer uma sugestão: incluir mais indicações de restaurante vegetariano. Sei que há uma relação de ovolactovegetarianos dentro da categoria Naturais. De qualquer forma, o número de consumidores que vêm aderindo a esse tipo de alimentação cresce a cada dia. Não sou totalmente vegetariana nem “vegan”, mas creio que estabelecimentos focados nesse tipo de comida estão cada vez mais badalados.

Vera Augusta Vailati Bertolucci

Queria sugerir para as próximas edições do especial que sejam incluídas informações a respeito dos estabelecimentos na metrópole que permitem a entrada de cães e gatos. Trata-se de um serviço importante. Referência única na cidade, VEJA SÃO PAULO poderia trazer mais esse diferencial a seus leitores.

Rosana Fernandes

› Quíntuplos

Li com muita atenção a excelente reportagem sobre os quíntuplos (“A grande família”, 14 de outubro). Fiquei bem comovido com as alegrias e as dificuldades que o casal progenitor vai encarar daqui para a frente. Gostaria de contribuir com um valor insignificante de 50 reais por mês, que corresponde a 1 litro de leite diário para um dos bebês. Sei que a quantia é irrisória, mas minha intenção é dar um exemplo a alguns dos milhares de leitores generosos da revista e, assim, estimular outros a também beneficiar os “pobres ricos” pais.

Eugênio Barros

› AACD

É lamentável e triste ver uma instituição tão séria e batalhadora como a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), que ajudo há décadas, enfrentando uma crise desse tamanho (“Corte de emergência”, 14 de outubro). Isso, sim, é um episódio que machuca. Mas acredito muito no potencial de pessoas que se dedicam de corpo e alma a ajudar o próximo, sem receber nada em troca. Tenho certeza de que logo vão se recuperar para continuar sua linda e brilhante tarefa de “fazer o bem sem olhar a quem”. Que Deus os ilumine e lhes dê mais força ainda nessa missão.

Antonio José Marques

› Musas fitness

Quando vejo uma reportagem dessas, chego a me envergonhar de ser mulher (“As rainhas do tanquinho”, 7 de outubro). É justamente por causa de atitudes e de personagens como essas que muitos homens ainda nos confundem com objetos. Meros rostinhos bonitos e corpos sarados, mas com a cabeça completamente vazia. Uma ideia simples: já que a Gabriela Pugliesi conta com tantos seguidores nas redes sociais, porque ela não realiza alguma campanha de conscientização? Poderia ser, por exemplo, sobre o câncer de mama, levando em consideração que estamos no Outubro Rosa.

Tania Marcia

› Terraço

A assistente de palco Carol Nakamuraf ez bem em não atender a um pedido de um fã nas redes sociais para postar uma foto do seu pé (“A revanche de Nakamura”, 14 de outubro). Ninguém merece isso.

Abel Pires Rodrigues

› Matthew Shirts

Foi uma grata surpresa ler sua última crônica em VEJA SÃO PAULO (“O sacolão hipster”, 14 de outubro). Agradeço muito pelas palavras tão elogiosas. Gostaria de contar a você que a ideia de instalar sacolões sob os viadutos da cidade foi da ex-prefeita Luiza Erundina.

Mara Rasmussen

Acompanho suas crônicas desde que apareceram na revista — são adoráveis. Sinto-me, como fã, no direito de pedir-lhe um favor curioso: não fale que vai tomar caldo de cana, mas garapa. Com ou sem pastel. Se for o caso, até com sabor maracujá, abacaxi ou o delicioso e precursor limão.

Flora Bender

A cada quinze dias, procuro sua crônica e a leio com grande prazer. Sinto um gosto especial pelas suas andanças, experiências, aventuras e descobertas na cidade. Os textos me fazem rir e refletir, pois, mesmo tendo nascido na cidade de São Paulo, não enxergo tanto quanto você. Sua visão dos espaços que visita e destaca é bem romântica. Continue ressaltando as descobertas positivas e negativas de seu cotidiano e rotina na metrópole. No fundo, acho que você apenas nasceu nos Estados Unidos: seu espírito é bem paulistano.

Prometheu José Matsuda Cannecchia

› Ivan Angelo

Admiro muito seu trabalho. Suas crônicasalegram o meu fim de semana (“O velho campeão”, 7 de outubro). Por isso, sempre abro VEJA SÃO PAULO de trás para a frente, propositadamente começando a ler a revista pela última página, onde o encontro. Parabéns!

Georgia Campanelli

Fonte: VEJA SÃO PAULO