Opinião do leitor

Cartas da edição 2436

Por:

Capa - 2435
Tão fácil quanto chamar um táxi (Foto: Fabio P. Corazza)

› Trânsito

Após ter lido a reportagem “Uma lógica a cada esquina” (22 de julho), não consegui conter minha revolta. Conduzir um carro pelas ruas de São Paulo se mostra quase impossível. Elas estão totalmente esburacadas, mal sinalizadas, repletas de radares, ciclovias e corredores de ônibus. A redução de velocidade nas marginais beira o ridículo. Como podem transformar vias expressas em vias onde os carros terão de circular a ridículos e irritantes 70 quilômetros por hora? Álvaro dos Anjos

A prefeitura e as autoridades de trânsito abandonaram qualquer outra medida educativa e orientadora ao adotar a indústria de radares como única alternativa para proporcionar segurança no trânsito. José Luiz Carvalho

Fiz o teste na Marginal Pinheiros. Percorrer a pista local a 50 quilômetros por hora é de dar sono em qualquer um. Precisamos ficar o tempo inteiro desacelerando, com medo de ser multados. Marcelo Schwartz

› Tecnologia

Adorei! Achei superútil a reportagem “72 horas, 15 missões, 1 celular” (22 de julho). Parabéns! Camila Noda

› Televisão

Bertolazzi é o cara (“Afiada é a língua”, 22 de julho): simpático, exigente e firme, mas elegante. Não há necessidade de ser mal-educado para convencer os telespectadores. Levou o programa até o fim com muito charme. Que venham outras atrações comandadas por ele. Isa Maria Borba

› Negócios

Enquanto o Brasil enfrenta uma crise feroz, tem gente rasgando dinheiro (“Noitada de 2 500 reais”, 22 de julho). Levy Lucc

Fonte: VEJA SÃO PAULO