A OPINIÃO DO LEITOR

Cartas da edição 2420

Por: Veja São Paulo - Atualizado em

Capa - 2419
No corredor do crack (Foto: Arte/Veja São Paulo)

Drogas

A reportagem de VEJA SÃO PAULO a respeito do combate à Cracolândia mostra bem como funciona o petismo na administração pública (“A solução da prefeitura”, 1º de abril). De braços abertos, só se for para ir ao inferno. Deprimente. Ademar Monteiro de Moraes

Gostaria de parabenizar as jornalistas Adriana Farias e Aretha Yarak pela apuração sobre a realidade dos beneficiários do programa municipal. É com reportagens assim que poderemos combater essa doença infernal, e não com políticas de tentativa de recuperação lançadas sem estrutura, sem profissionais que realmente entendam do problema e que só injetam dinheiro em um programa que, indiretamente, contribui para o consumo do crack. Antonio Carlos Silveira

Trouxas somos nós que pagamos impostos para que programas sem noção como esse sejam postos em prática por um prefeito que vive no mundo mágico dele! Dar dinheiro a viciado é como dar arma e munição a um suicida. Michelle Reneé Tamam

É impressionante como nenhum projeto da atual prefeitura se salva. São sempre escândalos, fatos mal explicados e medidas feitas de forma precária. Até quando? Rodrigo Helfstein

O programa não serve para recuperação, e sim para dar alguma dignidade a essas pessoas. Sinceramente, não deu certo. Como ninguém viu os traficantes recolhendo o dinheiro? Cadê a fiscalização e a organização desse projeto? Renata Ribeiro

Comportamento

Um museu serve para ver exposição de obras de arte (“Pau de selfie não entra”, 1º de abril). Trata-se de um lugar para aprender e conhecer, e não para atrair atenção nas redes sociais. Vinícius Moreira Almeida

Animais

Fiquei assustado só de ler a reportagem “Uma nova chance ao pedigree feroz” (1º de abril). Raças agressivas de cães deveriam ser eliminadas porque podem pôr em alto risco a vida das pessoas. Senhores vereadores de São Paulo, eis um assunto importante a ser tratado. Mauro Asperti

Matthew Shirts

Adoro ir ao local do centro da cidade citado em sua última crônica, mesmo probleque não compre nada por lá. Nessas ocasiões, gosto de caminhar pelos corredores, olhar as vitrines e entrar em alguma loja só para pegar algo nas mãos (“A Galeria do Rock”, 1º de abril). Dificilmente levo alguma coisa, pois também me considero já meio fora daquele contexto. Acabo de fazer 50 anos, meio século de vida!! E lembro-me da Galeria dos tempos em que eu era uma adolescente! Poxa, bateu saudade. Volto lá no próximo fim de semana!!! Duda Martinez

Crise hídrica

Gostaria de parabenizar a revista pela reportagem “Pressão total na Zona Sul” (25 de março). Achei bem interessante o quadro “Estoque diversificado”, que mostrou a atual situação dos reservatórios responsáveis pelo abastecimento da metrópole. Ele ajuda a conscientizar as pessoas do problema. Devemos economizar água mudando hábitos, como não deixar a torneira aberta na hora de escovar os dentes. Lucas Gabriel Quinteiro

CORREÇÃO: na crônica “Em nome de Deus”, de Ivan Angelo (25 de março), o trecho citado no texto é Êxodo 32,28.

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Fonte: VEJA SÃO PAULO