A OPINIÃO DO LEITOR

Cartas da edição 2402

Por: VEJA SÃO PAULO

Capa - 2402
Devore-me (Foto: Arte)

Natal

Assim que meus olhos depararam com as reportagens “Ceia sem drama” e “Casa em festa” (3 de dezembro), meu coração levou aquele susto costumeiro: já o Natal? De fato, chegou mais uma festa, mais um ano foi vivido. Adorei as sugestões. A revista ficou tão bonita como deveriam ser nossos Natais. Maria de Carvalho Contreta Todo ano fico ansioso esperando as dicas de VEJA SÃO PAULO sobre ceias, vinhos, enfeites e árvore de Natal. A revista sempre se supera trazendo aos seus leitores novidades por preços convidativos, que atendem a todos os gostos e bolsos. Ruvin Ber José Singal

Justiça

O caso do monitor Assis exige um cuidado extremo na avaliação (“Uma pridade são, muitas dúvidas”, 3 de dezembro). É abominável o crime de estupro contra crianças, mas é inaceitável pôr na cadeia um inocente. Abel Pires Rodrigues

Como três crianças tão pequenas teriam a ideia de acusar o tio da escola de um ato tão adulto? Fico pensando: será que elas combinaram a acusação? Não acho possível. Onde tem fumaça, tem fogo. Eu acreditaria na minha filha. Elaine Taveira

Não sejamos levianos! Devemos tomar cuidado com conclusões precipitadas, pois nada foi provado de fato ainda. Fernanda Fernandes

Pelo jeito, estão tentando condenar um inocente. Trata-se do mesmo caso da Escola Base. Tutu Peruche

Indignação, esse é meu sentimento em relação ao episódio Mackenzie. O conteúdo da peça processual é tido como duvidoso. Estando sob pressão, a criança pode ser manipulada. Seus depoimentos devem ser analisados com muito cuidado. Paulo Rogerio Tavares

Terraço Paulistano

Não nasceu quem possa prever o futuro, mas, ainda assim, em pleno século XXI, existem pessoas que acreditam nesses futurólogos, que trazem transtornos e prejuízos à sociepridade (“O profeta da previsão furada”, 3 de dezembro). Mauro Asperti

Giovanna Antonelli continua sendo uma ótima atriz (“No papel de rainha da estética”, 3 de dezembro). Só passou a investir em outras coisas, como restaurante e clínica de estética. Sem contar as dezenas de publicidades que estrela. Acho ela linda e supercarismática. Deve mesmo partir para outros campos. Vanêssa Geraldi

Noite

Ainda me recordo do Passatempo antigo, quando comecei a frequentá-lo em 1996 (“Passa a saideira”, 3 de dezembro). Lembro que, na primeira vez que fui, estava tendo show do Elymar Santos. E aí se iniciaram duas paixões: “Passa” e Elymar. Carla Barros

Achei muito triste a notícia do fechamento. Os músicos nesse bar eram de primeira linha. Adriana Godoy

Amigos andavam reclamando do preço do couvert e principalmente do valor das bebidas da casa. A noite para um casal, sem extravagâncias, saía por 400 reais. Francisco Morrone

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Fonte: VEJA SÃO PAULO