A Opinião do Leitor

Cartas da edição 2373

Por: Redação Veja São Paulo

Novos ares em Cumbica
Novos ares em Cumbica (Foto: VEJA SÃO PAULO)

› Capa

Espero que melhore o serviço prestado aos usuários do Aeroporto de Guarulhos, que ficou anos sem investimento adequado e sem atualizações importantes (“Será que agora decola?”, 14 de maio). Ainda faltam obras de mobilidade, como acesso por trens e metrô. Eduardo Pereira

Cheguei à conclusão de que, no Brasil, para uma obra ser finalizada e funcionar, basta deixar que ela seja feita em cima da hora, à beira de um evento que atrairá milhares de pessoas, se não milhões. Aparentemente o Brasil tem levado muito em conta o pensamento de Joseph Goebbels, que diz que “uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”. Tenta ludibriar os turistas que virão para cá com um aeroporto de padrões europeus, enquanto pessoas vivem na miséria. João Pedro Oliveira

Será que as coisas só funcionam quando são privatizadas? Falta eficiência governamental para manter toda São Paulo no mesmo padrão do novo terminal. É incrível pensar que em dois anos, desde a privatização de Cumbica, foram realizadas muito mais melhorias do que em décadas de administração governamental. Por meio do exemplo dessa reportagem, fica claro que podemos melhorar o Brasil. O que falta é vontade. Felipe Pimenta

Trata-se de um belo terminal, mas o acesso a Cumbica permanecerá o mesmo. A Marginal Tietê continuará imprevisível. A Avenida Monteiro Lobato, que se transformou em uma das principais vias de entrada de Guarulhos, seguirá comum fluxo de veículos acima de sua capacidade. Portanto, chegar ao aeroporto continuará a ser uma experiência e tanto... Walter Camargo

A construção do terminal 3 teve o intuito de melhorar o aeroporto e resolver alguns problemas do transporte aéreo brasileiro, tais como a superlotação e a falta de organização. Mas isso será suficiente para a Copa? Nosso transporte, tanto o público quanto o privado, será suficiente? Lucas de Oliveira

› Paulistano nota dez

Jornalista André Ricardo Gravatá (Paulistano Nota Dez, 14 de maio), que o seu trabalho sirva de locomotiva e arraste outros belos projetos como o seu. Você conseguiu vencer os desafios, apesar de tudo e de todos. Parabéns! Maria Contrera

› Patrimônio

É triste a situação do Museu do Ipiranga nestes últimos anos (“Um quadro crítico”, 14 de maio). Quem frequentava o lugar observava sua deterioração. Em uma das últimas vezes que fui com minha afilhada, dava medo de os beirais de estuque caírem na nossa cabeça. O descaso com o museu é um desrespeito à memória nacional! Iara Volponi

› Perfil

Na reportagem “Tudo azul no império do jeans” (7 de maio), a revista citou a Zoomp como “extinta”, fato que não corresponde à realidade, pois a empresa, apesar de estar em recuperação judicial, continua viva e trabalhando. Hoje temos 289 multimarcas, cinco franquias e quatro lojas próprias. Carlos Valmer e Claudio Fernandes, diretores da Zoomp

› Ivan Angelo

Em sua crônica “Silêncio” (14 de maio), Ivan Angelo conseguiu ser abrangente e sucinto ao narrar as mazelas que nos impõe a falta de cidadania daqueles que não sabem que sua liberdade acaba onde começa a dos outros. Roberto Blatt

CORREÇÃO

O avião que pousou pela primeira vez no Aeroporto de Guarulhos em 30 de março foi o Boeing 747-8 enão o Boeing 747, conforme publicado na reportagem “Será que agora decola?” (14 de maio).

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Fonte: VEJA SÃO PAULO