A Opinião do Leitor

Cartas da edição 2368

Por: Redação VEJA SÃO PAULO - Atualizado em

Capa da edição 2368
(Foto: Divulgação)

› Perfil

Excelente a reportagem “O psicanalista mais pop da cidade” (9 de abril). Concordo com a citação de Contardo Calligaris: “As concessões ao prazer que a gente se dá hoje são mínimas”. É isso mesmo. Hoje o jovem não faz deseus sonhos deleites de sua vida e seus sentimentos. Vive ansiosamente para ser bem-sucedido e acumular bens materiais. Perdeu-se o encanto do arriscar, do descobrir. Terezinha Dias Rocha

É incrível como o psicanalista leva a vida de “conquistador” com tanta naturalidade e é ainda mais impressionante como ele emprega os fatos “estranhos” da sua vida no seu seriado. Isso, na minha opinião, é uma falta de respeito e uma grande desvalorização da imagem feminina (e masculina também). Ressalto ainda que Psi vai causar muita polêmica porque, na certa, vai infringir os valores e princípios que imperam na sociedade. Giovanna Amendola Bonome

Em uma época em que se apregoa sexo seguro em altos brados e que a quantidade de meninas menores que se tornam mãe solteira é cada vez maior, um profissional do calibre do senhor Contardo deveria servir de exemplo, principalmente para jovens “descolados” que possivelmente admiram sua vida “descolada” e bastante “pra frente”. Miriam Abuhab

Chamar o senhor Contardo Calligaris de o psicanalista mais pop da cidade foi bem colocado, pois ele foge ao padrão de seriedade que esperamos de um profissional dessa área. Parece-me estranho, para dizer o mínimo, um terapeuta que brinca com sentimentos, chegando a dizer que “a gente deveria poder se separar por WhatsApp”. A reportagem com ele me pareceu mais uma propaganda da série Psi, da TV a cabo. Pela linha do autor, não deve acrescentar nada. É apenas mais um programa “pop”. Elisabeth Jesus

› Polícia Civil

A tecnologia está cada vez mais avançada e isso é sempre bom, principalmente quando ela vem ajudar a polícia nas investigações de crimes que, a princípio, não seriam desvendados (“Investigação em 3D”, 9 de abril). Como advogado e, claro, cidadão, parabenizo o recém-inaugurado laboratório de artes forenses da Polícia Civil, um progresso para provas periciais. Ruvin Ber José Singal

› Falta d’água

A falta de chuva na região de rios e da represa que abastece a cidade de São Paulo propicia uma ótima oportunidade para pensar em intensificar a captação de água da chuva nos telhados de edifícios, empresas e casas da grande metrópole (“Secou”, 2 de abril). Quando chove muito na capital, toda essa água de nada adianta, e a população apenas lamenta os transtornos causados pelas enchentes e pelos megaengarrafamentos. Mas não faz uma pausa para concluir que esse mesmo imenso volume d’água poderia ajudar a resolver o atual grave problema de abastecimento. Chegou a Era das Cidades Sustentáveis. Flávio Güttler

› Seja o crítico

Parabéns a VEJA SÃO PAULO pela iniciativade criar a coluna Seja o Crítico, em que os leitores têm autonomia total para opinar sobre cinema, teatro, restaurantes, comidinhas... Bacana também reunir os usuários dessa “rede social” numa happy hour tão descontraída no agradável bar Vila Justino, na Vila Madalena. Antonio Carlos Damm

› Ceagesp

O que está acontecendo com a Ceagesp dói. Sempre levávamos os amigos e parentes do exterior para lá com muito orgulho e recebíamos elogios de todos pelo fantástico entreposto de São Paulo. Eu gostava de comprar minhas plantas e a árvore de Natal lá! Mas, como acontece em outros lugares no Brasil, esqueceram de modernizá-lo, restaurá-lo e melhorá-lo. Tampouco entendo por que esse entreposto foi cair nas mãos federais. Gerda Nageli

ESCREVA PARA NÓS

E-mail: vejasp@abril.com.br

As mensagens devem trazer a assinatura, o endereço, o número da cédula de identidade e o telefone do remetente. Envie para Diretor de Redação, VEJA SÃO PAULO. Por motivos de espaço ou clareza, as cartas poderão ser publicadas resumidamente.

Redes sociais: facebook.com/vejaspe @vejasp (twitter)

Atendimento ao leitor: ☎ (11) 3037-2541

Sobre assinaturas: ☎ (11) 5087-2112

Atenção: ninguém está autorizado a solicitar objetos em lojas nem a fazer refeições em nome da revista a pretexto de produzir reportagens para qualquer seção de VEJA SÃO PAULO.

 

Fonte: VEJA SÃO PAULO