Mistérios da Cidade

Por que o capacete rosa é moda no trânsito entre homens?

Acessório que se destaca entre os motoqueiros não passa, na verdade, de uma comodidade entre maridos e esposas

Por: Larissa Faria

Capacete rosa
Modelo Astone GT, vendido por 598 reais na Casa do Capacete (Foto: Divulgação/Casa do Capacete)

Honda CG 125cc, macacão preto, botas e capacete... rosa. Quem circula pela capital já percebeu que o acessório desse tom tem proliferado entre os cerca de 220 000 motociclistas paulistanos.

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Sua popularização é creditada a um motivo singelo. Maridos costumam presentear a esposa com o pink, mas acabam lançando mão do modelo, geralmente sem muito uso, quando o próprio equipamento se desgasta.

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“Trata-se de praticidade e economia”, diz o presidente do sindicato estadual da categoria, Gilberto Almeida dos Santos. Na Casa do Capacete, na Avenida Rebouças, uma média de quinze artigos do tipo é vendida por mês, cerca de 5% do total. “Eles são femininos. Até o tamanho costuma ser um pouco menor”, conta o gerente Donato Esposito.

Fonte: VEJA SÃO PAULO