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Boteco do Valdir alia petiscos benfeitos a cerveja gelada

O sucinto cardápio relaciona petiscos triviais, a exemplo da carne-seca acebolada puxada na manteiga

Por: Fabio Wright - Atualizado em

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A movimentada varanda: iluminação equilibrada e mesas à beira da calçada (Foto: Fernando Moraes)

Logo abaixo do logotipo do Boteco do Valdir, aparece escrito: “Desde 1959”. Os clientes, naturalmente, estranham, pois a casa abriu as portas dois meses atrás e está novinha em folha. Trata-se de uma brincadeira com o ano de nascimento de um dos proprietários, o empresário Valdir Mello, que decidiu ter um bar em sua festa de aniversário de 50 anos.

Curiosamente, outro de seus quatro sócios também se chama Valdir. Sem grandes diferenciais, o pequeno e muito claro salão filia-se ao estilo dos botecos chiques ao combinar azulejos nas paredes, ventiladores de teto na cor cobre e baleiro. Nas noites menos frias, faz sucesso a varanda, de iluminação mais equilibrada.

O sucinto cardápio relaciona petiscos triviais, a exemplo da carne-seca acebolada puxada na manteiga e temperada no ponto (R$ 24,00, para dois). Outra pedida interessante são os minissanduíches de pernil (R$ 14,00; cinco unidades). Entre os drinques, o caju amigo (gim, suco de caju concentrado, pedaços da fruta, açúcar e club soda; R$ 16,00) veio com destilado em excesso.

Prefira as cervejas — apesar de restrita, a carta agrada. Quem quiser alternativa às onipresentes Bohemia, Original e Serramalte (R$ 7,50 cada uma) encontrará opções como a saborosa mineira do tipo abadia Medieval (R$ 18,00), erroneamente incluída na lista de importadas. Atente-se ainda para a frutada alemã de trigo Justus (R$ 15,00) e a ruiva inglesa Batemans XXXB (R$ 22,00), amarga na medida. Nas tardes de sábado, um trio de chorinho embala a feijoada na cumbuca (R$ 36,00, individual).

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Fonte: VEJA SÃO PAULO