Evento

Confira bons programas para celebrar o Dia Internacional da Mulher

Exposições, filmes, shows e teatro: um roteiro cultural especial para aproveitar a data

Por: Veja São Paulo - Atualizado em

Zezé Motta
Zezé Motta faz show gratuito na Caixa Cultural  (Foto: Divulgação)

Neste domingo (8) é comemorado o Dia Internacional da Mulher. Para marcar a passagem da data, selecionamos diversos programas culturais na cidade. Entre eles estão duas montagens que oferecem diferentes visões sobre Carmen Miranda, o show gratuito de Zezé Motta na Caixa Cultural e a exposição de Jessica Lange no MIS.

+ Mulheres são homenageadas em restaurantes da cidade

+ Veja quais programas vão agitar a cidade em março

 

 

  • Além de autora do best-seller, a inglesa E.L. James é uma das produtoras de Cinquenta Tons de Cinza. Dizem que a escritora supervisionou cada detalhe nos sets para nada sair fora de seu alcance. E assim foi. A adaptação do primeiro volume da trilogia segue à risca o livro — além dos mesmíssimos diálogos, as situações (tirando uma ou outra cena) são idênticas às da literatura. Resumo: o fã não vai se sentir traído, porém falta personalidade ao longa-metragem. De tão arrumadinho para agradar, o filme perde em autenticidade e calor. Muito comentada pela mídia no último ano, a história trata de um romance pouco convencional para os padrões de Hollywood. Anastasia Steele (Dakota Johnson), uma estudante virgem recém-formada que mora em Vancouver, conhece numa entrevista, em Seattle, o empresário bilionário Christian Grey (Jamie Dornan). A atração entre os dois é imediata. Conquistador charmoso, Grey passa a assediá-la até chegar o momento da confissão: ele não curte romance e gosta de sexo sadomasoquista. Denomina-se “o dominador” enquanto sua parceira seria “a submissa”. Em seu “quarto vermelho da dor”, há algemas, correntes, chicotes e uma série de apetrechos para aliar prazer e dor (não necessariamente nessa ordem). Anastasia, apaixonada, embarca no vale-(quase)-tudo. A versão para o cinema reduziu drasticamente as cenas de sexo, embora duas delas sejam poderosas e tórridas. Pela duração (duas horas), o romance entre os protagonistas perde em intensidade e raramente decola. A química entre Grey e Anastasia demora a engrenar e, não à toa, os dois se entregam mais aos papéis nos derradeiros minutos. A surpresa, contudo, tem nome: Dakota Johnson não perde o rebolado nem mesmo quando totalmente despida. Dornan, ao contrário, construiu um Grey automático e frio. Ex-modelo, inclusive de cuecas, o ator irlandês tem beleza, refinamento e sensualidade, mas perde no quesito “pegada”, algo fundamental para o personagem. Estreou em 12/2/2015. + Teste seus conhecimentos em um quiz sobre Cinquenta Tons de Cinza + Onde encontrar Christian Grey em São Paulo + As diferenças entre o livro e o filme + Conheça o apartamento de Christian Grey em vídeo inédito + Fotos dos bastidores mostram os atores bem à vontade + Sete coisas e situações estranhas influenciadas pelo filme
    Saiba mais
  • Mais de 150 000 pessoas já passaram pela Praça das Artes para conferir a mostra O Mundo segundo Mafalda, que explora de forma criativa o universo da curiosa personagem criada na década de 60 pelo cartunista argentino Quino. O espectador encontra na exposição que comemora os 50 anos da protagonista treze seções temáticas, além de oficinas de invenções e de desenho de histórias em quadrinhos. Cada uma aborda as características dessa interessante figura. Durante o passeio, chama atenção um grande painel montado com fores de pano, que representa o amor da menina pela primavera — este, aliás, é um dos points mais fotografados pelos visitantes do espaço. Ao som de Beatles (sua banda favorita), são feitas no ambiente referências a itens que ela odiava, da sopa a moscas e guerras. Os inseparáveis amigos da menina, Manolito, Felipe, Susanita, Miguelito, Guille e Libertad, também marcam presença. Com seu humor ácido e crítico, Mafalda trouxe questionamentos importantes e ainda atuais sobre política e meio ambiente, que aparecem nas tirinhas distribuídas por todos os lados. Para a garotada, foram montadas as chamadas estações de criação. Em uma delas, o desafio é criar a própria história em quadrinhos com carimbos e giz de cera. De 17/12/2014 até 15/3/2015. + Mafalda completa 50 anos; relembre outros personagens que marcaram época + Mauricio de Sousa reclama e perfil do Twitter exclui piadas da Mônica
    Saiba mais
  • Whoopi Goldberg já era uma atriz bastante conhecida quando protagonizou o filme de Emile Ardolino em 1992. Tinha até um Oscar de coadjuvante por Ghost, do Outro Lado da Vida. Para a cantora Karin Hils, no entanto, interpretar a personagem Deloris na adaptação do longa, que, no formato musical, foi visto em onze países, tem tudo para ser a consagração. Sob a direção original de Jerry Zaks, a montagem é repleta de qualidades e, mesmo assim, o carisma e o vozeirão da ex-integrante da banda Rouge saltam aos olhos e ouvidos do público. Na trama, Deloris Van Cartier é uma cantora despachada, cercada de más companhias. O tempo fecha assim que ela testemunha um assassinato e, no desespero de salvar a pele, se esconde num convento. Por lá, a moça conquista a simpatia das freiras e revoluciona o coral da instituição. Os adaptadores Bianca Tadini e Luciano Andrey injetam uma deliciosa pegada pop na versão brasileira do texto de Cheri e Bill Steinkellner com músicas de Alan Menken e letras de Glenn Slater. As cenas têm ritmo, as piadas, mesmo que algumas fáceis demais, arrancam risadas e as interpretações carregam uma naturalidade incomum no gênero. Entre os 31 atores, Adriana Quadros e Andrezza Massei são destaque como a Madre Superiora e a Irmã Maria Patrícia, respectivamente. Na pele do atrapalhado policial Eddie, Thiago Machado é uma surpresa. Estreou em 5/3/2015. Até 25/10/2015.
    Saiba mais
  • Sem lançar disco desde 2000, Zezé voltou aos estúdios e apresenta Negra Melodia, álbum dedicado a composições dos cariocas Luiz Melodia e Jards Macalé. Acompanhada pelos violonistas Pedro Braga e Zeppa Souza, o repertório mescla Magrelinha, Fadas e Estácio, Holly Estácio, de Luiz Melodia, e Negra Melodia, Pano Pra Manga e Soluços, de Jards Macalé, com algumas músicas que marcaram a carreira da cantora, como Senhora Liberdade, Muito Prazer Zezé e Rita Baiana. Dia 18/4/2015.
    Saiba mais
  • Tragicomédia

    As Criadas
    VejaSP
    5 avaliações
    De 1987 a 2001, o Grupo Tapa, comandado pelo diretor Eduardo Tolentino de Araújo, levou ao Teatro Aliança Francesa, na Vila Buarque, montagens que estabeleceram um padrão de rigor e refinamento nos palcos paulistanos. Com As Criadas, peça escrita pelo francês Jean Genet em 1947, o encenador volta à antiga sede amparado por três atrizes fundamentais na consagração do grupo, Clara Carvalho, Denise Weinberg e Emilia Rey. O resultado inegavelmente encanta pelo saudosismo, mas prova que nenhum clássico — seja um texto, seja uma companhia teatral longeva — se firma como tal à toa. Nas mãos de Tolentino, o espetáculo transita pelo drama e pela tragicomédia para tratar de uma incômoda relação entre opressor e oprimido. As irmãs Clara e Solange (interpretadas por Clara e Denise) são empregadas de uma mansão. Em relação a Madame (papel de Emilia), elas só alimentam raiva e têm como passatempo vestir as roupas e as joias da patroa para, como duas meninas, promover uma inversão de papéis lúdica e perversa. Em um duelo vigoroso, Clara e Denise alternam ira, fragilidade, rancor e agressividade em minutos, muitas vezes gerando desconforto no público. A ironia cabe a Emilia, que, por cerca de quinze minutos, tem participação marcante na pele de Madame. Reforçado pelo tom grave de Denise, o denso final traz um impactante discurso social e mostra que o Tapa, quando reúne bons nomes para atuar em uma obra consistente, dignifica sua marca. Estreou em 16/1/2015. Até 23/8/2015.  
    Saiba mais
  • Certos espetáculos conseguem conquistar o espectador pela simplicidade. Esse é o caso da comédia escrita pela israelense Anat Gov (1953-2012), capaz de provocar risos e também reflexões em quem estiver disposto. Na trama, um homem misterioso (Dan Stulbach) entra no consultório de Ana (Irene Ravache), uma psicóloga fatigada depois de um dia de trabalho. Deprimido, ele pensa em se matar, mas esse ato viria seguido de uma consequência extrema — afinal, ele é o Criador. Ateia, Ana nunca dedicou seu tempo às orações e, em alguns momentos, chegou a ser dominada pela revolta. Custou a aceitar, por exemplo, o fato de ter um filho autista (Pedro Carvalho). Em cena, a carismática Irene cativa pela forma como expressa a perplexidade da personagem e se mostra fundamental para estabelecer a empatia com a plateia. Stulbach, por sua vez, se sai melhor quando consegue controlar o exagero inicial apoiado na segurança da parceira. Estreou em 28/3/2014. Até 29/3/2015. Tema universal: a peça, escrita por Anat Gov em 2008, já foi montada em Israel, na Argentina, na Itália e nos Estados Unidos.
    Saiba mais
  • Em 2002, a atriz Stella Miranda protagonizou South American Way, superprodução comandada por Miguel Falabella. Na pele da cantora Carmen Miranda (1909- 1955), ela faturou o Prêmio Shell e, agora, retoma a personagem em um musical de bolso — aquele sem uma superprodução — carregado de ritmo e balangandãs. Batizada de Miranda por Miranda, a peça traz o intimismo do clima dos cafés-concerto dos anos 40 e 50. Também responsável pela encenação, Stella dialoga com o público para costurar fragmentos de sua biografia a com a de Carmen, como o apogeu em Hollywood e a rejeição dos brasileiros ao seu sucesso. Os atores Renato Bellini, Cayo Caesar, Guilherme Moscardini e Will Anderson, além de três instrumentistas sob a direção musical de Tim Rescala oferecem um eficiente suporte. O espetáculo traz ao todo 22 canções, como Disseram que Eu Voltei Americanizada e Na Batucada da Vida. Estreou em 5/7/2014. Até 19/4/2015.
    Saiba mais
  • Sob o comando do dramaturgo e diretor Marcelo Marcus Fonseca, a Cia. Teatro do Incêndio acumula acertos em uma fórmula ousada. O grupo sacode a mesmice do gênero musical com uma linguagem crítica e de análise histórica, além de uma produção econômica e criativa. Apoiada em uma sólida dramaturgia, a atual montagem vence a proposta um tanto ambiciosa: apresentar os caminhos percorridos pela MPB, dos primórdios do samba ao estouro internacional da bossa nova. Carmen Miranda (interpretada por Gabriela Morato) e Ismael Silva (Matheus Campos) aparecem em cenas de fácil comunicação. São mostrados ainda episódios como o suicídio de Assis Valente e a relação de Noel Rosa (Guilherme Ciccotelli) e Aracy de Almeida (Rebeca Ristoff). Em um dos melhores momentos, o espaço da sede do grupo transforma-se em uma animada beira de praia. O espectador é convidado a se jogar na areia e a cantarolar junto aos atores e instrumentistas a canção Tarde em Itapuã. Estreou em 15/11/2014. Até 2/11/2015.
    Saiba mais
  • Monólogo cômico

    Myrna Sou Eu
    VejaSP
    6 avaliações
    Ninguém jamais viu a cara de Myrna. Só havia uma certeza: tratava-se de uma mulher que distribuía conselhos sentimentais nas páginas de um jornal no fim dos anos 40. O ator Nilton Bicudo criou uma imagem para representar no monólogo cômico esse pseudônimo feminino do dramaturgo Nelson Rodrigues. Elegante e sóbria, a personagem surge com um cabelo curto e grisalho e, diante de um microfone, reflete sobre relacionamentos, inquietações e solidão feminina. Sob a direção de Elias Andreato, Bicudo mostra o domínio de cena ao saltar da ironia para o escracho e ainda transitar pela melancolia em diversas passagens da montagem. É capaz de arrancar gargalhadas e, em seguida, transmitir uma amargura intrigante. Um dos pontos altos é a hora em que o ator traz à tona fragmentos da peça Toda Nudez Será Castigada, escrita por Nelson em 1965, e transforma Myrna na emblemática personagem Geni. Nessa cena, a conselheira sentimental entra em desespero durante uma conversa telefônica com o namorado e, humana, contradiz boa parte de tudo o que prega. Estreou em 22/5/2013. Até 11/12/2016. + Leia entrevista com o ator Nilton Bicudo no Blog do Dirceu. Conselheira amorosa: Myrna assinou crônicas no jornal Diário da Noite nos idos de 1949.
    Saiba mais
  • Esqueça as cores vibrantes típicas dos cenários mexicanos. As lentes da atriz e também fotógrafa americana Jessica Lange, de 65 anos, enxergam apenas o lado sombrio, triste e decadente do país latino. Suas 135 imagens em preto e branco podem ser vistas na mostra Jessica Lange: Fotógrafa, em cartaz no MIS. Jessica foi revelada no longa King Kong, de 1976, já levou duas estatuetas do Oscar por sua atuação em Tootsie (1983) e Céu Azul (1995) e atualmente faz sucesso entre os adolescentes na série de TV American Horror Story. Algumas fotografias, aliás, parecem saídas do seriado de terror. Elas retratam palhaços assustadores e parques de diversões com jeito de lugar abandonado. Contudo, o que mais chama atenção na maioria dos trabalhos é a melancolia — as crianças não sorriem, há muitos personagens de costas e até no Carnaval da região de Chiapas sobressaem a pobreza e o olhar cansado dos foliões. O conjunto exibido é bom e tem algo de fantástico. A visita vale também para conhecer essa outra carreira de Jessica Lange. De 11/2/2015. Até 5/4/2015. + Exposição de Jessica Lange reúne fãs de 'American Horror Story'
    Saiba mais
  • Para apresentar a escritora paulista Hilda Hilst (1930-2004), o Itaú Cultural decidiu montar uma mostra em primeira pessoa. Há pouco espaço para textos explicativos e são abundantes os trechos de diários, rascunhos e anotações feitos pela autora entre as 220 peças originais. Um vídeo projetado em cortinas traz apenas entrevistas com a poeta. Penduradas em uma das paredes, as fotografias eram as mesmas que decoravam o quarto de sua residência, conhecida como Casa do Sol, em Campinas. Todo o cenário foi inspirado no lugar, e o resultado é uma mostra acolhedora, apesar de um pouco hermética. Quem não conhece a fundo a obra de Hilda pode sentir dificuldade de entrar nesse mundo de vocabulário preciosista e permeado por temas obscenos. Mas aqueles que quiserem embarcar no universo da autora vão se deliciar com diversas anotações em que se observam o processo de construção de personagens e a escolha do título dos livros, além de acompanhar suas angústias ao buscar uma editora disposta a publicar os manuscritos. De 28/2/2015. Até 21/4/2015.
    Saiba mais
  • A proposta desta exposição que levou a São Paulo Companhia de Dança para dentro do MAM chama atenção pela originalidade. Saltos e piruetas são apresentados entre obras de arte — elas funcionam como cenário — e convidam os visitantes a interagir. Os ensaios que ocorriam na sala menor foram suspensos e, agora, o grupo se apresenta apenas três dias por semana. “Queríamos estimular o público a estabelecer uma relação mais corporal com a arte, que não fosse só contemplativa”, diz o curador Felipe Chaimovich. A conquista é mais aparente quando os integrantes da companhia vão para dentro da mostra e sentam nas cadeiras feitas pelo coletivo Opavivará! ou passam pela instalação de Ernesto Neto. A empolgação dos espectadores é tamanha que algumas peças foram protegidas para não ser tocadas. Quando os artistas saem de cena, dá para flagrar pessoas dançando aleatoriamente maravilhadas com a encantadora experiência. Sem a presença dos bailarinos a exposição perde a força, então cheque os horários das apresentações. Até 13/6/2015. Confira a programação: As perfomances acontecem nos seguintes horários:  6/6 sábado – 12h30 às 13h e 14h30 às 15h  13/6 sábado – 12h30 às 13h
    Saiba mais
  • As três cantoras encontram-se para comemorar o Dia Internacional da Mulher. Acompanhadas pelo quinteto formado por Fabio Tagliaferri (viola), Mario Manga (violoncelo e violão), Michel Membrive (piano), Daniel Nakamura (guitarra) e Adriano Busko (bateria), elas interpretam sozinhas quatro canções cada. Canto de Ossanha (Baden Powell e Vinicius de Moraes) está na lista de Céline. Ná canta Na Batucada da Vida (Ary Barroso) e Anelis lembra o pai, Itamar, em Mulher Segundo Meu Pai. No final da apresentação, elas se exibem juntas. Dia 8/3/2015.
    Saiba mais
  • Vencedor do Oscar 2015 de melhor filme estrangeiro, o drama polonês, em belíssima fotografia em preto e branco, traz uma marcante austeridade na realização do diretor Pawel Pawlikowski. O longa tem um formato de tela quase quadrado (recurso usado por Wes Anderson em O Grande Hotel Budapeste) e enquadramentos formidáveis, que fogem do convencional. A beleza estética emoldura uma história triste. Na Polônia comunista de 1962, Anna (Agata Trzebuchowska), uma noviça órfã prestes a fazer seus votos, é retirada do convento para ir ao encontro da tia. Wanda (Agata Kulesza), sem meias palavras, revela que Anna, na verdade, é Ida Lebenstein, filha de judeus mortos durante a II Guerra. A situação delicada ganha tratamento de distância emocional, afinal se trata de uma fita cercada pelo rigor e pela contenção sentimental do cinema polonês. Wanda, porém, decide pegar a sobrinha e tentar localizar as últimas pessoas que tiveram contato com seus pais. Será uma dura jornada de descobertas. Estreou em 25/12/2014.
    Saiba mais
  • Drama

    Blind
    VejaSP
    Sem avaliação
    Premiado nos festivais de Sundance e Berlim, entre outros, Blind é o primeiro longa-metragem do diretor norueguês Eskil Vogt. Trata-se de uma estreia relevante. Sem usar o lugar-comum e tratando duramente o cotidiano de uma deficiente visual, Vogt, também roteirista, capricha numa história recheada de estranhezas, meandros psicológicos e imaginação. Ingrid (Ellen Dorrit Petersen) ficou cega em decorrência de uma doença genética e está se acostumando a viver sem enxergar nada. Ela raramente sai do apartamento e, ex-professora, tenta escrever um livro. É aí que a história dá suas curiosas viradas. O marido de Ingrid, o arquiteto Morten (Henrik Rafaelsen), reencontra Einar (Marius Kolbenstvedt), um amigo de faculdade, no cinema. Ambos atravessam delicados momentos na vida afetiva. Viciado em pornografia na internet, Einar está de olho numa vizinha, a quem espia diariamente. Ela é Elin (Vera Vitali), uma mãe solteira que acabou de trocar a Suécia por Oslo e... está com lapsos de visão. Decifra-me ou te devoro, eis a proposta do realizador. Cabe à plateia acenar com um sim ou um não ao quebra-cabeça. Estreou em 5/3/2015.
    Saiba mais
  • Docerias

    Condimento

    Rua Itapura, 1400, Tatuapé

    Tel: (11) 3554 1525

    VejaSP
    19 avaliações

    É comum enfrentar alguns minutos de espera para sentar-se a uma das mesas do gracioso salão com papel de parede florido e móveis brancos. Dona do negócio, Carol Doher prepara guloseimas tentadoras, expostas numa mesa na lateral da doceria. Entre as queridas do público, está o brownie alpino com pedacinhos do chocolate, que pode levar cobertura de Nutella (R$ 18,00). Agrada também o bolinho de banana, servido aquecido com calda bem densa de doce de leite (R$ 12,00). Para que a gulodice venha acompanhada de uma bola de sorvete, os preços sobem para R$ 22,00 e R$ 16,00, respectivamente. Entre os salgados, há lanches montados na ciabatta. Desses, o chamado panini mignon (R$ 29,00) leva filé-mignon, queijo, cebola caramelada e mostarda de Dijon no pão prensado.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

    Saiba mais
  • Docerias

    Le Jardin Secret

    Rua Harmonia, 293, Vila Madalena

    1 avaliação
  • Cafés

    Sofá Café - Jardins

    Alameda Franca, 1104, Jardim Paulista

    3 avaliações

Fonte: VEJA SÃO PAULO