Crianças

Boliche do Shopping Vila Olímpia dispõe de facilidades para iniciantes

Instalado numa área de 1 200 metros quadrados do 4º piso do shopping, o Villa Bowling é uma boa opção na região de Pinheiros e Itaim

Por: Luiz Fukushiro - Atualizado em

Villa Bowling
Pista do Villa Bowling: barreiras bloqueiam as canaletas e evitam as bolas perdidas (Foto: Ligia Skowronski)

Na virada dos anos 80 para os 90, os boliches tiveram seu auge na cidade — era muito comum, por exemplo, crianças e adolescentes marcarem aniversário e reunirem amigos nessas casas. Hoje existem dezesseis locais dedicados ao esporte, segundo a Confederação Brasileira de Boliche. Alguns deles na rua, como o Planet Bowling, na Lapa (Praça Jácomo Zanella, 187, tel. 3617-3941/3509), com 26 pistas. A maioria, no entanto, funciona dentro de shoppings, entre os quais o Strike Bowling (tel. 5562-9085), no Interlagos; o SP Bowling (tel. 5541-2222), no SP Market; e o Dragon Bowling (tel. 2252-2754), no Center Norte. A esse time, juntou-se em novembro o Villa Bowling, no Shopping Vila Olímpia.

Instalado numa área de 1 200 metros quadrados do 4º piso, o Villa é uma boa opção na região de Pinheiros e Itaim, depois do fechamento do Boliche 300, do Shopping Eldorado, em 2008. Seu espaço, que custou 5 milhões de reais, foi inspirado no Red Rock Lanes, o famoso e imponente boliche de Las Vegas. São doze pistas de tamanho oficial automatizadas, uma área com vinte máquinas de jogos eletrônicos e um bar e restaurante. Para que os menorzinhos (ou os adultos menos talentosos) consigam fazer seus strikes, as pistas estão equipadas com bumpers (barreiras móveis), que protegem as bolas para que não entrem direto nas canaletas, e também com uma espécie de escorregador para quem tem dificuldade de lançá-las.

Villa Bowling. Shopping Vila Olímpia, 4º piso, tel. 3047-6387. 10h/2h (dom. a qui.); 10h/4h (sex., sáb. e feriados). R$ 86,00 a R$ 146,00 (hora da pista para até seis jogadores). Cc: A, M e V. Cd: M e V. Estac. (R$ 8,00 a primeira hora). www.villabowling.com.br.

Fonte: VEJA SÃO PAULO