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Boca de Ouro surpreende com boa seleção de bebidas e petiscos

No novo bar de Pinheiros, há ainda atrativos como uma sinuca de uso gratuito e uma caprichada trilha sonora

Por: Marcelo Cobra - Atualizado em

boca de ouro bar
No salão estreito: banquetas à beira do balcão (Foto: Lucas Lima)

Ponto discreto, conhecido por ter abrigado a primeira versão da premiada cafeteria Coffee Lab, um pequeno sobrado de Pinheiros foi transformado no boteco Boca de Ouro. Por trás da fachada envidraçada do endereço aberto em janeiro, há um ambiente simples que parece não ter muito a oferecer além de um balcão e da sinuca de uso gratuito, esta no segundo piso. Mas basta se acomodar nas banquetas espalhadas pelo estreito salão para descobrir os atrativos da casa, vindos da cozinha, da geladeira e das caixas acústicas.

Ao som de soul e vintage pop, de figurões como Booker T. Jones, Dusty Springfield e Tom Waits, a clientela encontra 25 rótulos de cerveja. Duas pedidas acertadas são a americana St. Rogue Red Ale (R$ 19,00), de tom avermelhado, e a belga St. Bernardus Abt 12 (R$ 27,00), de sabor frutado. Há também long necks da Heineken (R$ 7,00).

boca de ouro drinque
O fitzgerald (R$ 23,00): gim, limão-siciliano e angostura (Foto: Lucas Lima)

Num quadro-negro, é listada uma meia dúzia de drinques, preparados por um dos donos, Arnaldo Hirai. Entre eles o batizado de fitzgerald, equilibrada mistura de gim, limão-siciliano e gotas de bitter de angustura (R$ 23,00).

Para comer, o cardápio apresenta apenas seis porções, a mais cara delas a R$ 12,00. Por esse valor, saboreia-se rabada sobre um cremoso pirão feito de caldo da carne e farinha de mandioca. Sequinhos e crocantes, os torresmos (R$ 10,00) são bem carnudos. Outro petisco, o ovo no purgatório (R$ 12,00) é para provar sem culpa: ao forno e coberto por queijo parmesão ralado assentado no molho de tomate.

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Fonte: VEJA SÃO PAULO