As Boas Compras

Natal sem crise: mais de 130 presentes por até 100 reais

Selecionamos roupas, acessórios e objetos bacanas vendidos a preços que não pesam (muito) no bolso

Por: Sophia Braun [Produção de Larissa Faria e Luiza Brenner] - Atualizado em

Capa 2456 NATAL
Árvore recheada (Foto: )

Uma seleção de mais de 130 sugestões de produtos vendidos por menos de 100 reais, de peças de roupas a utensílios domésticos, para dar de presente neste Natal.

Acesse os links abaixo para conferir os itens divididos por temas:

+ Ideias criativas para o amigo-secreto

+ Objetos bacanas para encher a casa sem esvaziar o bolso

+ Sugestões para adultos

+ Ideias para presentear jovens

+ Brinquedos para agradar as crianças

+ Aquisições espertas para quem gosta de viajar

+ Itens de pegada cult para impressionar

+ Moda acessível

+ Acessórios para aproveitar a cidade ao ar livre

+ Itens gourmets em conta

E... para quem quiser inestir um pouco mais no presente, reunimos vinte produtos de valor mais salgado:

+ Sugestões acima de 100 reais

  • Veja São Paulo Recomenda

    Atualizado em: 10.Dez.2015

    Boas indicações de filme, show, peça de teatro e endereços gastronômicos
    Saiba mais
  • Cartas da edição 2456

    Atualizado em: 11.Dez.2015

  • Com financiamento coletivo, a expedição será realizada em uma Kombi 
    Saiba mais
  • Francisco Moreira da Costa usou manuais do século XIX para criar máquinas do processo fundador da fotografia
    Saiba mais
  • Ação inspirada em cidades como Paris e Nova York é conhecida como Jornada do Patrimônio e dura o fim de semana todo
    Saiba mais
  • Além de defesas antológicas, como na final do Mundial de Clubes de 2005, craque anotou 131 gols em mais de 25 anos no São Paulo
    Saiba mais
  • Instant Article

    Confira as novidades da semana do Terraço Paulistano

    Atualizado em: 1.Dez.2016

    Notas exclusivas sobre artistas, políticos, atletas, modelos e empresários que são destaque na cidade
    Saiba mais
  • Avenida Mateo Bei, líder nesse tipo de ocorrência na capital, tem um furto a cada três dias
    Saiba mais
  • Os pets fazem de tudo, de resgate em desastres a acompanhamento em atendimento médico
    Saiba mais
  • Confira como a cidade está se mobilizando para 'Star Wars — O Despertar da Força', o primeiro filme da saga em dez anos
    Saiba mais
  • A moda detox chegou aos cabelos

    Atualizado em: 14.Dez.2015

    Tratamento oferecido na capital promete retirar os produtos químicos depositados nos fios
    Saiba mais
  • Cozinha contemporânea

    Cantaloup

    Rua Manuel Guedes, 474, Itaim Bibi

    Tel: (11) 3078 3445 ou (11) 3078 9884

    VejaSP
    5 avaliações

    A parceria do proprietário Daniel Sahagoff com o chef Valdir de Oliveira tem mantido o Cantaloup numa posição privilegiada entre os representantes contemporâneos. Nota-se esse entrosamento pela qualidade de pratos como a tortinha de queijo gorgonzola doce enfeitada com noz-pecã e folhas de mache ao vinagrete de mel (R$ 39,00) e o lombo de cordeiro em crosta de amêndoa com risoto de cogumelo (R$ 98,00). Numa apresentação diferente, o petit gâteau de framboesa vem cercado por uma casquinha crocante ao lado de sorvete de pistache (R$ 29,00).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

    Saiba mais
  • Peixes e frutos do mar

    Amadeus

    Rua Haddock Lobo, 807, Cerqueira César

    Tel: (11) 3061 2859 ou (11) 3088 1792

    VejaSP
    7 avaliações

    A chef Bella Masano mescla receitas introduzidas por seus pais, Ana e Tadeu Masano, com suas próprias criações. É o caso de um tentador camarão-rosa na companhia de arroz negro (R$ 138,00). O mesmo acompanhamento, feito dessa vez com vôngoles, torna-se par da pescada-amarela guarnecida de couve e cenoura (R$ 96,00). Antes, prove o mutante couvert (R$ 16,00, no almoço, e R$ 19,00, no jantar), que pode ser composto de pastel de camarão, polvo com abobrinha e berinjela com aliche, além de uma sopinha. Uma nota de doçura vem das texturas de coco (R$ 32,00), um trio de manjar na calda de caju, sorvete e cocada mole. Há também dois menus degustação, um a R$ 215,00 e o outro a R$ 255,00.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

    Saiba mais
  • Bar-restaurante

    Espírito Santo

    Avenida Horácio Lafer, 634, Itaim Bibi

    Tel: (11) 3078 7748

    VejaSP
    3 avaliações

    O botequim luso-chique ocupa uma concorrida esquina do Itaim Bibi, onde engravatados costumam esvaziar copos de um bem tirado chope Brahma (R$ 8,40) depois do expediente. Há também boas pedidas de bacalhau, como os bolinhos (R$ 35,00, seis unidades) e a versão apelidada de nunca chega (desfiado com cebola, presunto cozido e batata palha; R$ 63,00). O arroz de polvo traz pedaços macios do molusco, mas pode vir com os grãos meio quebrados (R$ 83,00).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

    Saiba mais
  • Chope e cerveja

    Genial

    Rua Girassol, 374, Vila Madalena

    Tel: (11) 3812 7442

    VejaSP
    5 avaliações

    A casa pertence aos mesmos donos dos bares Filial e Genésio. O velho cardápio, aquela pastinha cheia de páginas, foi transformado em uma peça menor, dobrável e de diagramação moderna. Na prática, permanece com boas pedidas das antigas, como o caldo de feijão na caneca acompanhado de torresmo (R$ 12,00). Os croquetes de camarão têm boa quantidade de crustáceos no interior (R$ 32,00, meia dúzia). A bebida de regra continua a ser o chope Brahma (R$ 7,90 o claro e R$ 9,80 o escuro). Só fuja de coquetéis clássicos como o negroni (R$ 29,00), que costuma vir com excesso de Campari.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

    Saiba mais
  • Cafés

    HM Food Café

    Rua Ferreira de Araújo, 1056, Pinheiros

    Tel: (11) 3034 5319

    VejaSP
    Sem avaliação

    Salão de beleza, galeria de arte, oficina de motocicletas. O Studio Dama é um endereço multifuncional em Pinheiros cheio de atributos, mas só o cafezinho já faz valer a visita. Instalado logo na entrada do espaço, o modernos o HMFood Café foi aberto em junho por Hesli Carvalho e Murilo Nogueira, dupla de entusiastas da bebida que elegeu oblend da marca Kento Café para preencher as xícaras. Tirado na forma de expresso, custa R$ 4,50 e vai bem na companhia dos ótimos doces que levam aassinatura do confeiteiro Arnor Porto. Um deles é uma torta de pera e amêndoa servida morna com calda de caramelo (R$ 13,00). Outra sugestão é o pudim de leite aromatizado com cumaru (R$ 13,00), de textura sedosa. No sábado é servido brunch (R$ 44,00) e no almoço durante a semana há sempre um prato do dia. O frango grelhado com cuscuz marroquino, vegetais assados e homus (R$ 28,00,com salada à vontade) tem vez às sextas.

    Preços checados em 2 de março de 2016.

    Saiba mais
  • No show especial O Natal do Patati Patatá, a dupla de palhaços diverte a plateia mirim com brincadeiras e coreografias para músicas como Seu Mestre Mandou e AEIOU.
    Saiba mais
  • Grátis / Exposições

    Sergio Camargo
    VejaSP
    Sem avaliação
    Morto há vinte anos, o carioca Sergio Camargo está em um momento de alta. Em 2009, uma obra sua foi arrematada por 1,5 milhão de dólares em um leilão da Sotheby’s, em Nova York. Agora, o Instituto de Arte Contemporânea lhe dedica uma boa mostra. Claro Enigma abrange quatro décadas de produção do artista, nascido em 1930. Foram reunidos trinta trabalhos, entre desenhos repletos de anotações (uma mistura de estudos preparatórios e comentários filosóficos), esculturas e os relevos que o tornaram célebre construtivista. Uma das surpresas da seleção é um bronze realizado na década de 50, espécie de figura de corpo retorcido. Mais tarde, Camargo encontrou um caminho único ao espalhar, de maneira variada e criativa, pequenos cilindros pelos relevos de madeira — podem ser tanto dois ou três quanto centenas deles. Fez ainda esculturas de mármore de Carrara inspiradas pelo romeno Constantin Brancusi (1876-1957).  De 14/08/2010 a 24/10/2010.
    Saiba mais
  • Depois da bem-sucedida montagem de Killer Joe, que chegou a cumprir temporada no carioca Teatro Poeira, o diretor Mário Bortolotto e o grupo Cemitério de Automóveis investiram em outro exemplar da cena americana contemporânea. O drama policial O Canal, escrito por Gary Richards em 1993 e inédito no Brasil, repete a essência de opressores e oprimidos fora da lei na tentativa vã de retomar o caminho do bem. No centro da trama estão quatro homens envolvidos em desmanches de automóveis. Vinny (interpretado por Carcarah) herdou do pai uma oficina mecânica que virou fachada para carros roubados.  O ladrão drogado Willie (o ator Dudu de Oliveira) e o policial corrupto Jerry (papel de Bortolotto) viabilizam os esquemas, e Vinny  tenta encontrar uma maneira de se livrar das chantagens da dupla. Sua vida fica ainda mais complicada com a chegada de Chick (Jiddu Pinheiro, ótimo em cena), um playboy que ameaça despejá-lo do imóvel onde funciona o negócio. Bortolotto reafirma o domínio na construção de encenações realistas. Frases curtas, diálogos ágeis e situações surpreendentes dão o tom ao espetáculo. Desta vez, porém, a melancolia atropela o suspense e, enquanto o protagonista se afunda mais e mais, o espectador já não torce para que ele vença os vilões, mas que pene o menos possível. E, nessa barra-pesada, o ator Carcarah confirma o amadurecimento já verificado em Killer Joe. Estreou em 7/10/2015. Até 28/8/2016.
    Saiba mais
  • Filha do grande cantor e compositor Itamar Assumpção, Anelis Assumpção conquistou seu lugar na cena independente com influências de dub, reggae, samba e afrobeat. Desde 2014, roda com o elogiado disco Anelis Assumpção e os Amigos Imaginários, de arranjos bem-acabados que exaltam a voz afinada da moça. As faixas Cê Tá com Tempo?, a mais agitada Minutinho e Eu Gosto Assim mostram sua versatilidade. Dia 2/12/2016.
    Saiba mais
  • Drama / Suspense

    O Clã
    VejaSP
    5 avaliações
    Em 1985, um caso policial veio à tona e chocou a nação argentina. Arquímedes Puccio, sua mulher e filhos foram presos e acusados de sequestros e assassinatos. O Clã, dirigido sem firulas nem gordurinhas por Pablo Trapero (do sensacional Abutres), relembra os três anos em que a família atuou em Buenos Aires. Contador e dono de uma rotisseria, Arquímedes, interpretado com precisão cirúrgica por Guillermo Francella, orquestrava os raptos auxiliado pelo primogênito, Alejandro (Peter Lanzani), um elogiado jogador da seleção argentina de rúgbi. A primeira vítima, inclusive, pertencia ao time de Alejandro. Depois de conseguir a grana do resgate, Arquímedes matou o jovem. O cativeiro era um quarto na própria residência de Arquímedes. Sua esposa fazia as refeições. Os Puccio tinham mais quatro filhos, dois rapazes e duas moças. O que espanta na trajetória deles é a frieza do patriarca, um ex-militar da época da ditadura, em conduzir as negociações. Senhor aparentemente acima de qualquer suspeita, Arquímedes era um lobo em pele de cordeiro. Trapero examina o clã com olhar clínico e, não à toa, seu filme foi o escolhido para representar a Argentina no Oscar. Estreou em 10/12/2015.
    Saiba mais
  • Não poderia haver melhor acerto do que escalar J.J. Abrams para ser o diretor e um dos roteiristas desta aventura, que está arrasando nas bilheterias mundiais. Abrams revitalizou as franquias Missão: Impossível e Star Trek e, agora, faz o mesmo com a saga interestelar criada por George Lucas, em 1977. O novo longa-metragem dá sequência a O Retorno de Jedi, de 1983, e começa com uma frase bombástica: Luke Skywalker (Mark Hamill), o último cavaleiro Jedi, está desaparecido. Quem vai atrás de uma pista dele no planeta Jakku é Poe (Oscar Isaac). O piloto, porém, esconde a informação no droide BB-8 após ser capturado pelos stormtroopers, soldados do exército da Primeira Ordem (o Império rebatizado) e integrantes do lado negro da Força. Lidera o batalhão o misterioso Kylo Ren (Adam Driver). Para encurtar a história, não dar spoilers nem estragar as (muitas) surpresas, a catadora de lixo espacial Rey (Daisy Ridley) e Fynn (John Boyega), um stormtrooper desertor, vão se unir para encontrar Luke, tido por eles como um mito. E é assim, nessa mistura de lenda e fantasia revisitada, modernidade e nostalgia, que o sétimo episódio de Star Wars se desenrola sob os olhares atentos dos fãs. Há uma heroína guerreira interpretada com magnetismo pela novata Daisy Ridley, batalhas espaciais de tirar o fôlego, piadinhas na hora certa e ousadias em um roteiro afiado. Embora tenha sido esnobado nas categorias principais, Star Wars concorre ao Oscar de melhor efeitos visuais, montagem, edição de som, mixagem de som e trilha sonora. Estreou em 17/12/2015.
    Saiba mais
  • Há um ponto de partida divertido e fora da curva em Até que a Casa Caia. Na pele de Rodrigo, o versátil (e sempre eficiente) Marat Descartes (de Trabalhar Cansa) é um professor que mantém com a ex-esposa, Ciça (Virginia Cavendish), um relacionamento amigável. Ambos moram sob o mesmo teto em Brasília e têm um filho adolescente rebelde (papel de Emanuel Lavour). Ao ser contratado para trabalhar para um deputado, Rodrigo se encanta com a secretária do político, Leila (Marisol Ribeiro). Não demora muito para a moça, doidinha para arranjar um marido, se instalar no apartamento do novo namorado. O diretor Mauro Giuntini explora com humor as picuinhas das relações conjugais e traz à tona observações incisivas do cotidiano da classe média. O problema, contudo, está no encaminhamento irregular da trama, que começa como comédia, insinua ser um romance e termina de forma dramática. Na oscilação de gêneros, o filme perde o prumo. Estreou em 10/12/2015.
    Saiba mais
  • Chef renomado em Paris, com duas estrelas no Guia Michelin, Adam Jones (Bradley Cooper) acabou se envolvendo com drogas e fugiu da cidade deixando desafetos. Quer, agora, recomeçar a carreira em Londres. Para isso, vai atrás de Tony (Daniel Brühl), cujo pai é dono de um luxuoso hotel na capital inglesa. Embora Tony gerencie o restaurante de lá, a presença de Adam o incomoda bastante. O cozinheiro, porém, usa métodos pouco leais para conquistar seu objetivo. Alçado ao posto de líder das caçarolas, Adam começa a comandar seu pequeno exército de serviçais com punhos de aço. Os bastidores da alta gastronomia chegam ao cinema em Pegando Fogo, misto indefinido de comédia e drama. Se há humor até no mau humor do protagonista, seus lampejos de redenção e os traficantes na sua cola indicam uma direção de roteiro mais densa. No frigir dos ovos, trata-se de um passatempo descartável, mas com um galã charmoso, Londres bem fotografada e pratos de dar água na boca. Estreou em 10/12/2015.
    Saiba mais
  • Inspirado em episódios reais, ocorridos entre 1979 e 1984, o diretor e roteirista Chico Faganello abre um debate sobre o fanatismo religioso no drama Oração do Amor Selvagem. Acompanhado da pequena filha (Camilla Araújo) e da mulher, que está muito doente, Thiago (Chico Diaz) sai em busca de um médico e chega a uma aldeia de Santa Catarina. Encontra por lá o líder de uma seita de atitudes suspeitas e, após a morte da esposa, vai embora sentindo-se abalado. Consegue, então, abrigo na casa de uma viúva evangélica (Sandra Corveloni), que o emprega em troca de hospedagem e comida. Thiago é um matuto de poucas palavras, rude e trabalhador. Mesmo com a integridade em dia, ele será alvo do irredutível pastor do vilarejo, interpretado por Ivo Müller. Embora a ambiência sinistra dê ares de estranheza à encenação da realidade, o filme tem força para questionar o papel da religião. A explosão de violência no desfecho deve acirrar a discussão. Estreou em 10/12/2015.
    Saiba mais
  • Fantasias no Jabaquara

    Atualizado em: 11.Dez.2015

Fonte: VEJA SÃO PAULO