Comportamento

Jovens bombam na internet e viram best-sellers das livrarias

Ao tratarem questões pessoais com humor e pitadas de autoajuda, garotos das redes sociais se tornam fenômenos editoriais

Por: Ana Carolina Soares

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O tagarela Christian Figueiredo emudeceu ao ver mais ou menos 1 000 seguidores virtuais materializar-se em uma fila de adolescentes animados. A turma extrapolava os limites da Livraria Cultura, estendia-se pela Alameda Santos, pela Rua Padre João Manuel e só acabava na Avenida Paulista. “Sabia que me comunicava com um público considerável, mas não tinha ideia do tamanho real dele ou da cara dessas pessoas”, lembra o rapaz de 20 anos, detentor de mais de 4 milhões de fãs em suas redes sociais. Era noite de 11 de fevereiro, dia do lançamento de seu primeiro livro, Eu Fico Loko. As 160 páginas cheias de fotos e ilustrações receberam o mesmo título de seu vlog (videoblog, espécie de diário no mundo virtual) no YouTube, com quase 2 milhões de inscritos acumulados desde a estreia, em junho de 2010. Os textos narram a adolescência, descrita pelo garoto como uma fase “duuuura” (dita assim mesmo, cheia de vogais e caretas), com situações marcantes e constrangedoras, como amores platônicos, o complexo de magreza e o início da vida sexual. “Lembro quando tentei colocar, na primeira tentativa — sim, foram várias tentativas— a camisinha entrou e pulou para fora”, conta o autor em um dos capítulos.

 

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Com suas caras e bocas viralizadas nas principais redes sociais, Chris chamava atenção na rede como um novo porta-voz teen. Agora, experimenta o gostinho do sucesso fora da internet. Durante as quase quatro horas da noite de autógrafos no evento da Cultura, meninas gritaram, meninos se descabelaram e os executivos da editora Novo Conceito vibraram com a venda dos aproximadamente 1 000 exemplares, que saíram em uma só tacada. Na semana de estreia, o livro do vlogueiro foi o principal best-seller do país, segundo ranking do PublishNews, boletim informativo do setor. “É um feito inédito para um autor jovem”, diz Cassia Carrenho, gerente do veículo.

Bruna Vieira
Bruna Vieira em sua casa: faturamento mensal entre 15 000 e 60 000 reais (Foto: Mario Rodrigues)

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Até agora, Eu Fico Loko vendeu mais de 70 000 exemplares. Acima desse patamar, aparecem apenas blockbusters do porte do romance erótico Cinquenta Tons de Cinza e de Nada a Perder 3, de Edir Macedo, da Igreja Universal. Chris é o exemplo mais bem-sucedido do momento de um novo fenômeno editorial: os autores jovens que nasceram no mundo on-line. A seu favor, contam coma vantagem de abordar um universo com forte apelo comercial. Segundo dados da Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, títulos do gênero infantil, juvenil e educacional representam atualmente 30% das vendas totais de livros no país, a maior fatia entre todas as categorias. Trata-se de um negócio que movimenta mais de 1 bilhão de reais no Brasil por ano. Outro fator que facilita a onda é que essa nova safra de escritores já traz um público cativo nos lançamentos. Além de Chris, destacam-se na leva nomes como a blogueira Isabela Freitas, mineira de Juiz de Fora, 24 anos e 300 000 cópias vendidas de seu primeiro título, Não Se Apega, Não. Lançada no ano passado pela editora Intrínseca, a obra revela como e por que a escritora dispensou seu “namorado dos sonhos”.

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Casos assim estão gerando uma corrida nas editoras em busca de outros valores. “A internet virou porta de entrada para os estreantes. Ficamos de olho nessa produção e nas curtidas que esses autores recebem nas redes sociais”, diz Alessandra Ruiz, publisher da editora Gutenberg, uma das que investem no filão. Desde o fim de 2012, a empresa introduziu no mercado off-line quatro blogueiros. A Paralela, selo popular da Companhia das Letras, tem planos de lançar neste ano o primeiro título da blogueira “desbocada” Kéfera Buchmann (22 anos e quase 3 milhões de fãs no Facebook) e de Vic Ceridono, 28 anos, com 78 000 inscritos em seu canal do YouTube especializado em maquiagem. “Essa turma disputa espaço com gigantes como Rick Riordan (da saga Percy Jackson) e clássicos como O Pequeno Príncipe, de Saint-Exupéry”, afirma Ismael Sousa, coordenador da Nielsen.

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A migração de autores da internet parao papel começou com Bruna Vieira, de 20 anos. No fim de 2012, ela lançou Depois dos Quinze, pela editora Gutenberg, com mesmo nome e proposta de sua página na internet, que tem média de 1,5 milhão de acessos mensais. Em textos simples, mas com personalidade, ela falava sobre sua timidez, complexos e o bullying sofrido por ser tímida, gordinha e estrábica. Depois, lançou outros três títulos: A Menina que Colecionava Borboletas (espécie de continuação de Depois dos Quinze), além dos romances De Volta aos Quinze e De Volta aos Sonhos. Nascida em Leopoldina, no interior de MinasGerais, ela se mudou para o bairro do Ipiranga,em São Paulo, aos 17 anos para participar de eventos e campanhas publicitárias, e chega a faturar hoje cerca de 60 000 reais por mês, entre direitos autorais e publicidade na internet. No fim do ano passado, seus pais (Mauro, serralheiro, e Luzia, secretária), além do irmão (Mauro, programador, de 23 anos), largaram seu cotidiano e emprego em Minas e se mudaram para Atibaia, para trabalhar com a caçula. “Comecei meu blog como um diário, um desabafo, porque fui esnobada por um garoto. No fim, a internet me deu autoestima e uma profissão”, diz. De quebra, o rapaz ainda lhe pediu desculpa. Neste ano, Bruna lançará dois livros. Um deles será uma revista em quadrinhos. Com o projeto, a jovem pretende virar boneca e faturar ainda mais com produtos licenciados em 2015. O outro plano envolve uma seleção de crônicas junto com dois pesos-pesados de romances juvenis,Thalita Rebouças e Paula Pimenta. “São minhas maiores referências, ao lado de Martha Medeiros e Meg Cabot (de O Diário da Princesa, que virou filme com Anne Hathaway).”

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JESSICA GRECCO E ARIANE FREITAS, 25 ANOS - Na internet: contabilizam 7,7 milhões de seguidores em contas nas redes sociais. O blog "Indiretas do Bem" possui em média 150 000 acessos mensais. Nas livrarias: a primeira obra delas, O Livro do Bem, foi lançada em novembro e vendeu aproximadamente 17 000 exemplares. Renda mensal: entre 20 000 e 50 000 reais. Perfil: a dupla fala de seu cotidiano, além de mandar mensagens curtas de superação e autoajuda (Foto: Mario Rodrigues)

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Os ídolos de Bruna apontam o caminho dos jovens best-sellers. Eles são doces,românticos, politicamente corretos e bem-humorados. A rebeldia típica da fase só aparece em um ou outro palavrão. Todos apresentam o sentimento como tema principal de suas obras: a dificuldade de se entrosar com a turma, de acertar no amor e as rusgas com a família. Um exemplo é Fred Elboni, de 24 anos, autor do blog Entenda os Homens, com 5 milhões de acessos mensais, além dos livros Um Sorriso ou Dois e Meu Universo Particular, lançado neste mês. Em seus textos, aborda tabus, como sexo no primeiro encontro, e faz alguns desabafos, como a saudade do pai, o publicitário Fábio Elboni, que morreu de câncer no estômago quando o jovem tinha 14 anos. “Minha mãe, que era divorciada, vivia dizendo para eu ligar mais para ele”, lembra Fred. “Eu acabava sempre deixando para depois. Poderia ter curtido mais a companhiado meu pai. Hoje falo aos meus leitores para aproveitarem melhor os momentos com as pessoas queridas.”

Além da temática de dramas e encanações adolescentes, os autores têm outros pontos em comum. Por viverem grudados no celular (“é um membro do meu corpo”, define Bruna Vieira), trabalham praticamente todos os dias. Postam de segunda a segunda nas redes sociais e usam como trilha sonora de seus vídeos as canções pop que ouvem, de Aerosmith a Katy Perry. Na maioria dos casos, o próprio quarto faz as vezes de cenário. “É uma delícia porque raramente pegamos trânsito e as reuniões acontecem por WhatsApp”, diz Jessica Grecco. Ela e a amiga Ariane Freitas são donas da página do Facebook Indiretas do Bem, com mensagens positivas, e lançaram a primeira obra, O Livro do Bem, em novembro passado. Em maio, colocarão no mercado a segunda, tendo como alvo o Dia dos Namorados. “Nossa única pretensão ao abrir a página no Face era apaziguar um grupo de amigos que se engalfinhava na timeline”, diz Jessica. No início de 2013, as garotas transformaram o hobby em um negócio e planejam aumentar o número de objetos licenciados. A linha atual tem artigos como canecas, almofadas e quadros. Elas querem incrementar o portfólio com uma linha de camisetas. “Nossos projetos são sempre de curto prazo, no tempo da internet, para não virarem algo obsoleto”, explica Ariane.

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Manter-se no mercado é uma grande preocupação dessa nova turma. “A permanência deles nas primeiras posições não apresenta a mesma longevidade de outros best-sellers”, observa Ismael Sousa, coordenador da Nielsen. O bom desempenho das vendas depende da presença dos autores nas livrarias. “Os garotos estão mais para ídolos do que para escritores. O público vai aos eventos para ver a personalidade de perto e conseguir uma selfie”, analisa Cassia Carrenho, do PublishNews. Ricardo Azevedo, premiado autor infantojuvenil com maisde cinquenta obras em catálogo, olha o movimento com certa desconfiança.“Comemoro a diversidade de autores, mas me incomoda tratar uma obra de literatura como sabão em pó. Livro é cultura, não produto”, critica. Os escritores teen sabem que ainda estão em fase de amadurecimento. “Não sou lá um Fernando Sabino, mas eu me orgulho de ser a porta de entrada para novos leitores. Quero crescer no mesmo tempo da minhagalera”, planeja Chris.

Frederico-Elboni
FRED ELBONI, 24 ANOS - Na internet: seu blog, Entenda os Homens, tem mais de 5 milhões de acessos mensais. Fred também possui quase 800 000 seguidores em contas nas redes sociais. Nas livrarias: lançou seu primeiro título, Um Sorriso ou Dois, em março do ano passado, e vendeu aproximadamente 70 000 livros. A segunda obra, Meu Universo Particular, entrou em pré-venda em 5 de março com uma tiragem inicial de 20 000 exemplares. Renda mensal: entre 20 000 e 60 000 reais. Perfil: conta suas experiênciase impressões sobre amor e relacionamentos com uma linguagem sincera, às vezes irônica, mas sempre sensível (Foto: Mario Rodrigues)

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O autor de O Menino no Espelho inspira o vlogueiro desde a infância. Naquela época, Chris pedia de presente à mãe, Lilian Figueiredo, dona de uma empresa de congelados vegetarianos, cadernos escolares e os transformava em livros caseiros, sempre de suspense ou ação. Na capa dos títulos, como em Os 13 Fantasmas e Assalto Perfeito, já reservava um espaço dedicado ao autógrafo.“Pegava algo para ler, mas abandonava no meio porque vinha uma ideia e queria logo escrever. Ainda sou assim, inquieto, com leitura.” Com o pai, o publicitário e artista plástico Wanderley Caldas, aprendeu a editar vídeos no computador. Aos 17, viu-se sem rumo ao terminar o 3º ano do ensino médio na Escola Waldorf Rudolf Steiner, no Alto da Boa Vista. Tentou um curso técnico de cinema, mas desistiu após um mês.“Achei lento, ritmo de musiquinha de filme argentino, sabe?” Passou três meses praticamente trancado no quarto, só assistindo a seriados, sob o olhar apreensivo dos pais. “Eles não tinham dinheiro, muito menos intenção de sustentar filho ‘vagabundo’.” Seguidor do vlogueiro carioca Felipe Neto, Chris decidiu postar pelo menos dois vídeos semanais em sua conta no YouTube, que andava meio parada desde o fim do colégio. No primeiro mês, teve 400 000 acessos, e o canal depositou1 000 reais em sua conta. “Enquanto Felipe detona ídolos como JustinBieber e a saga Crepúsculo, eu falo do que o adolescente gosta”, afirma.

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Há um ano, Chris alcançou mais de 1 milhão de seguidores e começou a ganhar dinheiro como “gente grande” (uns 30 000 reais por mês, segundo seus cálculos). Na época, saiu do apartamento dos pais. Banca o aluguel de 2 500 reais mensais e investe para comprar um imóvel também em Moema, onde vive e foi criado. Em abril do ano passado, teve a primeira experiência como popstar. Levou a namorada, a estudante Aline Becker, de 18 anos, para ver o filme Noé no Shopping Market Place e passou em frente a um evento da banda teen Fly. Acabou reconhecido e “choveu menina”em torno dele. “O segurança me escoltou até a saída do shopping, quase perdi o filme e meu namoro, mas foi um sinal de que estava no caminho certo.”

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O convite para estrear nas prateleiras veio em agosto do ano passado. Ele foi acompanhar o vlogueiro Rafael Moreira, seu amigo, em uma reunião na editora durante a Bienal do Livro de São Paulo. Chris anunciou o passeio no Twitter e dezenasde fãs apareceram no estande, gritando pelo garoto. “Lançamos os dois amigos, e eles seguem em turnê nacional juntos, mas a tiragem de Eu Fico Loko é bem maior do que a de Diário de um Adolescente Apaixonado”, diz Thiago Mlaker, editor da Novo Conceito. Como sua página no Facebook e no canal do YouTube, as duas nomeadas de Me Apaixonei, a obra traz as impressões de Rafa: um garoto sensível, ex-gordinho, que virou blogueiro-galã da revista CAPRICHO em 2012 e é bem romântico. “Acredito na castidade. Por que vou trocar experiências tão importantes se não for como amor da minha vida?”, prega o rapaz, filho de pastores. Christian e Rafael se conheceram por meio da internet e viraramos melhores amigos. “Não há disputa entre nós. Ele é um sucesso, e ajudo a organizar a fila de autógrafos quando a minha termina”, conta Rafa.

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  • Carnes

    Rubaiyat - Itaim Bibi

    Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2954, Itaim Bibi

    Tel: (11) 3165 8888

    VejaSP
    5 avaliações

    No ano em que simplificou seu nome de Baby Beef Rubaiyat para apenas Rubaiyat, a rede fatura seu 15º prêmio, um recorde da categoria nos vinte anos de história de VEJA COMER & BEBER. Para evitar o déjà-vu da clientela, o restaurateur Belarmino Iglesias Filho e o chef madrileno Carlos Valentí constantemente oferecem novidades no menu. Mas são as carnes de sempre, grelhadas precisamente no ponto solicitado, com batatas suflês crocantes, que fazem valer a visita. O capricho não diminui em nada no executivo (R$ 98,00), que inclui cortes como o bife de chorizo acompanhado de purê de batata.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Franceses

    La Paillote - Jardim Paulista

    Rua Doutor Melo Alves, 769, Jardim Paulista

    Sem avaliação
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  • Chope e cerveja

    Amigo Leal

    Rua Amaral Gurgel, 165, Vila Buarque

    Tel: (11) 3223 6873

    VejaSP
    3 avaliações

    1967. Esse foi o ano de fundação deste clássico bar, que felizmente resiste sob o concreto do Minhocão. Só pelos canapés frios, como o rococó (copa e gorgonzola sobre fatias de pão; R$ 25,00), a ida já vale a pena. Salgadinho, o acepipe pede chope Brahma (claro, R$ 8,00; escuro, R$ 9,80), cremoso na medida. Para animar ainda mais a noitada, steinhäger gelado (R$ 11,00, nacional). Caso a fome aperte, peça o bolinho de carne (R$ 8,00), melhor que o de joelho de porco, chucrute e requeijão (R$ 8,00).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Empórios ou mercados gourmet

    Casa Santa Luzia

    Alameda Lorena, 1471, Jardim Paulista

    Tel: (11) 3897 5000

    VejaSP
    3 avaliações

    São noventa anos dedicados a abastecer cozinhas com produtos de alta qualidade. Numa circulada rápida pelas gôndolas do supermercado, dá para encontrar, por exemplo, pappardelle italiano da marca Campofilone (R$ 22,60, 200 gramas), farinha de trigo “00” Antimo Caputo (R$ 12,90, 1 quilo) ou flor de sal de Guérande (R$ 42,00, 125 gramas). Na padaria tem baguetes, bagels e petit-fours e no açougue, cortes como paleta de cordeiro com osso. A adega é das boas, com 2 500 rótulos, e o mezanino abriga uma cafeteria na qual é possível tomar um bom expresso.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Há quinze anos, a série Aprendiz de Maestro, realizada pela Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer (Tucca), oferece concertos especiais ao público infantil. Inaugura esta temporada o espetáculo Lendas Amazônicas, que aborda o mágico universo do folclore. A história que serve de fio condutor para a montagem narra o romance proibido entre um caboclo, que é transformado em boi, e a filha de um fazendeiro. Enquanto a atriz Ana Luísa Lacombe apresenta o conto, a orquestra Sinfonieta Tucca Fortíssima executa peças do compositor paraense Waldemar Henrique (1905-1995) a exemplo de Boi-Bumbá, Curupira, Foi Boto, Sinhá!, Tamb atajá e Uirapuru. Quem comanda a atração é o simpático maestro João Maurício Galindo, integrante do projeto desde seu início. Escrita e dirigida por Paulo Rogério Lopes, a performance conta também com a participação do pianista Aimar de Noronha Santinho, do Projeto Guri. Ao todo serão oito espetáculos, entre quatro peças inéditas e reprises, como O Forrobodó da Chiquinha, programada para 5 de maio. A sequência de exibições ocorre sempre aos sábados sem periodicidade fixa, até dezembro, quando um episódio de Natal encerrará a agenda. Dia 21/3/2015.
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  • Mediterrâneos

    Tempranillo Vinho & Cozinha

    Rua Jacques Félix, 381, Vila Nova Conceição

    5 avaliações
  • Um dos pioneiros da performance no Brasil, Ivald Granato tem seus cinquenta anos de carreira revistos na mostra Registro Arte Performance, em cartaz na Caixa Cultural. Entre as 130 obras estão fotografias de seu primeiro trabalho, A Safada de Copacabana, no qual, com apenas 15 anos, o artista aparecia vestido de mulher. Para sorte do público, Granato tinha o cuidado de fazer colagens, desenhos e pinturas com essas imagens históricas, imprimindo aos registros seu jeito frenético e debochado de ver o mundo. No conjunto, que conta também com obras recentes, percebe-se que o artista fluminense de 65 anos, nascido em Campos, via a performance como um grandioso ato visceral. “A gente era racional e completamente louco ao mesmo tempo”, conta. Em pequenos monitores, é possível assistir em vídeo a quase setenta ações, a exemplo de Mitos Vadios, realizada em parceria com Hélio Oiticica em 1978. No dia 28 de março, às 11 horas, ele deve refazer, ao lado de uma mulher nua, a apresentação Quando Cortei Meu Cérebro, originalmente criada na antiga boate Gallery, de 1987. Além dos filmes, completam a exposição pôsteres e peças de vestuário utilizadas por Granato. De 7/3/2015. Até 10/5/2015.
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  • Jorge Takla é o homem dos grandes musicais e também dos dramas profundos. Demorou, no entanto, quatro décadas para o prestigiado diretor investir em uma comédia. o resultado é puro refinamento e bom gosto para emoldurar o entretenimento de Vanya e Sonia e Masha e Spike, sucesso do americano Christopher Durang, lançado na Broadway, que remete ao universo ficcional do autor russo Anton Tchecov (1860-1904). a trama é repleta de citações a textos, tipos e frases do escritor de A Gaivota e O Jardim das Cerejeiras. Se você tiver conhecimento sobre essas peças, o espetáculo, sem dúvida, se tornará mais saboroso, mas nada é fundamental para embarcar no jogo intertextual. o trio central remete ao clássico As Três Irmãs, sendo que, aqui, a mais velha conseguiu se libertar da mediocridade familiar. Masha é uma estrela de cinema (representada por Marília Gabriela) em visita à casa de campo onde vivem os irmãos solteirões Vanya e Sonia (interpretados por Elias andreato e Patricia Gasppar). Ela chega acompanhada do jovem namorado (o ator Bruno Narchi) e, por lá, ainda encontra a aspirante a atriz Nina (Bianca Tadini) e uma empregada com poderes mediúnicos (papel de Teca Pereira). Está montado um divertido e surtado retrato familiar para enternecer o público. Bem à vontade, Marília Gabriela tira sarro de si mesma e brinca com as modulações de sua voz. Bianca e Narchi foram bem conduzidos por Takla, enquanto Patricia Gasppar convence no papel mais difícil, o da neurótica. os destaques, porém, ficam com a impagável Teca Pereira e com Elias Andreato, que contorna a afetação gay do personagem para brilhar em um belo monólogo na reta final, dando um puxão de orelha em boa parte da plateia. Estreou em 6/3/2015. Até 19/7/2015.
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  • Em 2014, o cantor e compositor Chico Buarque virou setentão. Sua veia de dramaturgo foi homenageada no Rio de Janeiro com essa nova versão do musical de 1978 que, agora, chega aos palcos paulistanos. Inspirado em A Ópera do Mendigo (1728), de John Gay, e A Ópera dos Três Vinténs (1928), de Bertolt Brecht e Kurt Weill, o texto de Chico ganhou inusitada adaptação e direção de João Falcão. O elenco, basicamente masculino, causa estranhamento e exige um desprendimento maior do público em relação aos personagens femininos, originalmente carregados de sensualidade. Ambientada na Lapa carioca dos anos 40, a peça traz a história do contrabandista Max Overseas (vivido por Moyseis Marques). Ele se casa com a jovem Teresinha (interpretada pelo ator Fábio Enriquez) e provoca a ira do sogro, o cafetão Duran (Ricca Barros). A ótima direção musical e os arranjos de Beto Lemos para canções como Folhetim, Teresinha e Geni e o Zepelim, junto com o talento dos intérpretes, valorizam o conjunto. Com Guilherme Borges, Adren Alves, Alfredo Del Penho, Eduardo Landim, Renato Luciano e Larissa Luz, a única mulher no grupo, entre outros, além de seis músicos. Estreou em 13/3/2015. Até 3/5/2015.
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  • No último dia 10, os autores Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez, da Cia. Os Satyros, venceram o Prêmio Shell de melhor texto referente a 2014 pelo espetáculo Pessoas Perfeitas. A dramaturgia, no entanto, é o ponto menos interessante da montagem justamente por repetir uma fórmula já explorada em grandes peças do grupo, como A Vida na Praça Roosevelt (2005). Encontros e desencontros de personagens marginalizados pela metrópole paulistana é o mote. A vigorosa encenação construída por Vázquez oferece grande fôlego ao mosaico de histórias e alivia a duração arrastada. Em uma delas, a jovem Medalha (papel de Julia Bobrow) namora o michê Binho (Henrique Mello) e nada sabe de sua vida. Ele não procura os pais (Eduardo Chagas e Marta Baião) há anos. A melhor das tramas é a da cantora Maristela (a ótima Adriana Capparelli), que se prepara para a morte. O bom elenco é completado por Fábio Penna, Ivam Cabral e Gustavo Ferreira. Estreou em 15/8/2014. Até 27/6/2015.
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  • Filho de uma belga e de um ruandês (que foi morto no genocídio que assolou o país africano em 1994), o cantor e compositor Paul Van Haver, o Stromae, cita entre suas principais influências a música cubana, a rumba congolesa, a eurodance dos anos 90 e o conterrâneo Jacques Brel. A mistura deu certo. Em 2009, ele lançou o sucesso Alors on Danse, que alcançou o topo das paradas de vários países da Europa. Não é (só) mais um hit eletrônico grudento feito na medida para as pistas. É isso também, mas com densidade e certo niilismo, como mostra a letra sobre dançar para esquecer os problemas. Ele voltou à bem-sucedida fórmula em Racine Carrée, lançado em 2013, ano em que arrancou elogios do jornal americano The New York Times: “Stromae é um músico que conseguiu canalizar o cinza que atualmente paira sobre a Europa”. Ele visita pela primeira vez o país como parte da programação do festival Back2Black, que acontece no Rio de Janeiro, e estica a passagem para São Paulo. O público pode esperar por Ave Cesaria, Tous les Mêmes e Papaoutai, single do disco mais recente. Dia 22/3/2015.
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  • O Golpista do Ano (2009), estrelado por Jim Carrey, e Amor a Toda Prova (2011), com Steve Carell e Ryan Gosling, foram os dois primeiros longas-metragens da dupla de diretores e roteiristas Glenn Ficarra e John Requa. No terceiro trabalho, a aventura Golpe Duplo, eles não conseguem ter o mesmo bom resultado de antes. O roteiro possui uma divisão (não só por causa da passagem do tempo), que prejudica a fluência da narrativa. A segunda metade perde o brilho e a graça da primeira (e empolgante) trama. Os protagonistas são os mesmos, mas é como se o espectador comprasse ingresso para ver um filme e assistisse a dois. Nicky (Will Smith) participa de um grupo de golpistas profissionais com um esquema muito bem armado. Pelas ruas, homens e mulheres batem carteiras e furtam artigos valiosos. Tudo vai parar num depósito onde o fruto dos roubos é vendido pela internet. Ao notar que a belezura Jess (Margot Robbie) é uma sedutora mão-leve, Ricky a introduz na quadrilha e na arte do crime. Corte rápido para três anos depois. Nicky abandonou a turma e está em Buenos Aires na intenção de espionar uma escuderia a mando de Garriga (Rodrigo Santoro), um magnata da Fórmula 1. Detalhe: Jess também se encontra por lá e, bingo!, namora o poderoso empresário. Haverá novos golpes, contratempos e reviravoltas. Mas muito aquém dos sessenta minutos iniciais. Estreou em 12/3/2015.
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    O crítico Miguel Barbieri Jr. selecionou as produções mais bem avaliadas
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  • Na era medieval, Mestre Gregory (Jeff Bridges) larga a bebedeira para ir atrás de Malkin (Julianne Moore), a mãe de todas as bruxas, que escapou de sua cela nas trevas. Para acompanhá-lo na empreitada, escolhe Tom (Ben Barnes), um jovem filho de fazendeiros, inexperiente no assunto. Driblando os feitiços da poderosa e enfrentando criaturas do mal, a dupla segue tranquila na missão. O aparecimento de Alice (Alicia Vikander), uma moça de traços delicados, condenada à morte por bruxaria, vai mudar a situação. Tom se encanta por ela sem saber que se trata da sobrinha de sua maior inimiga. Diretor russo de O Guerreiro Genghis Khan (2007), Sergei Bodrov capricha no visual de época de O Sétimo Filho, amparado em uma avalanche de efeitos visuais. Há deslizes, porém, duros de engolir. Bridges, fazendo um ancião de queixo tremulante, e Julianne Moore, interpretando a vilã de olhos nervosos, só não são piores do que a insossa mistura de fantasia, aventura e terror dominando o roteiro. Estreou em 12/3/2015.
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  • Quem viu O Filho da Noiva (2001) e Longe Dela (2006) enfrentou dramas pesados sobre personagens com a doença de Alzheimer. Perto das histórias desses longas-metragens, Para Sempre Alice vai parecer fichinha. A atuação de Julianne Moore, recompensada com o Oscar de melhor atriz, é qualidade à parte. Ela interpreta a professora de linguística Alice Howland, casada e mãe de três filhos. Aos 50 anos, sua vida muda radicalmente após ser diagnosticada com uma rara doença cerebral degenerativa. O roteiro, elaborado em elipses, capta momentos ao longo do tempo da protagonista — do primeiro sintoma na  caminhada diária aos cuidados recebidos da caçula (Kristen Stewart), quando Alice já apresenta graves lapsos de memória. Brando na apresentação do caso, o filme também não se aprofunda no relacionamento da personagem com a família. É como se o longa-metragem fosse feito exclusivamente para Julianne e também Kristen brilharem. Estreou em 12/3/2015.
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  • Extraído do livro homônimo da irlandesa Cecelia Ahern, Simplesmente Acontece faz jus ao bom título em português. A trama enfoca o relacionamento entre os ingleses Rosie (Lily Collins) e Alex (Sam Clafin), amigos desde a infância que, embora sintam atração um pelo outro, não conseguem se declarar. Na festa de formatura, Rosie faz a besteira de transar com um colega (Christian Cooke) e Alex vira alvo da devoradora Bethany (Suki Waterhouse). Dias depois, o sonho de ambos de mudar para Boston será desfeito e... simplesmente acontece: a moça fica grávida e o rapaz parte para estudar nos Estados Unidos. O tempo vai passar, novos amores entrarão na vida dos protagonistas e a sensação de ter perdido aquela única oportunidade deixará um nó na garganta. Tão simpático quanto previsível, o romance abusa de situações-clichê, mas é daqueles filmes em que se torna impossível não torcer pelo casal — e o carisma de Lily e Clafin contribui para isso. Estreou em 5/3/2015.
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  • O tenor alemão Jonas Kaufmann e a soprano holandesa Eva-Maria Westbroek estrelam a ópera Andrea Chénier, de Umberto Giordano, em montagem da Royal Opera House de Londres. Cartaz da rede Cinemark nos shoppings Cidade Jardim, Eldorado, Iguatemi, Market Place, Metrô Santa Cruz, Pátio Higienópolis e Pátio Paulista, o espetáculo, de 170 minutos, tem exibição neste domingo (15/3), às 15h30, e na terça (17/3), às 18h30. Ingresso: R$ 60,00 e R$ 75,00 (Cidade Jardim).
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  • Hospedado num hotel em Paris, o escritor americano Michael (Liam Neeson) reencontra a amante (Olivia Wilde) e, raramente, fala ao telefone com a esposa (Kim Basinger). Ele tenta escrever um novo livro sob a pressão de seu editor. Em Roma, um espertalhão (Adrien Brody) procura ajudar uma prostituta (Moran Atias) a resgatar a filha das mãos de bandidos. Quem também quer seu rebento de volta é uma batalhadora arrumadeira de um hotel de Nova York (papel de Mila Kunis), em guerra na Justiça com o pai (James Franco) do garoto. Duas das tramas com um tema em comum e um autor em crise, abalado por uma fatalidade. Premiado diretor e roteirista, Paul Haggis (de Crash) volta ao filme-coral (em que os personagens de núcleos diferentes se encontram), agora de um modo, digamos, menos óbvio. Mas isso não livra Terceira Pessoa de cair na vala comum das fitas do gênero, como seu próprio Crash (2004) ou Babel (2006), de Alejandro González Iñárritu. O prestígio de Haggis, porém, é inabalável e, não à toa, seu elenco estelar colabora para o longa-metragem, em pré-estreia na cidade, ser mais instigante do que parece. Estreou em 19/3/2015.
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  • Com a indicação ao Oscar 2016, a bela animação paulistana volta às telas. Num universo atolado de animações em 3D, esse desenho revela-se um sopro de renovação e criatividade. Os méritos são do realizador paulistano Alê Abreu (de Garoto Cósmico), que extrai da técnica em 2D, aparentemente simples, traços deslumbrantes e uma explosão de cores. Numa mistura de pintura e colagem, a história segue a trajetória de um menino em busca do pai. Entre suas andanças, o garoto vai parar numa colheita de algodão, onde faz amizade com um tecelão de ponchos. Embora a trama tenha seu encanto, o visual arrebata mais. O diretor não situa a época nem a localização — há referências que vão dos morros cariocas a alguma língua de um país do Leste Europeu. Sem diálogos e movido por uma empolgante trilha sonora percussiva (com a participação de Naná Vasconcelos e Barbatuques), o caminho do pequeno protagonista é cheio de atalhos lúdicos e amargas surpresas. Reestreou em 21/1/2016. Ouvidos atentos: criado para o filme, o rap Aos Olhos de uma Criança leva a assinatura de Emicida e acompanha os créditos finais.
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  • O artista plástico aposentado Ben (John Lithgow) e o professor de música George (Alfred Molina) são companheiros há 39 anos. Pouco tempo depois de se casarem, precisam vender o apartamento do Greenwich Village, em Nova York, por um triste motivo: George perdeu o emprego em um colégio católico após sua união vir à tona. Sem muita grana e desnorteado, o casal toma rumos distintos. Enquanto Ben se instala na casa da família de um sobrinho, George se muda para o apartamento de dois policiais gays. O recomeço para ambos será penoso, e O Amor É Estranho trata com delicadeza vários temas de uma só tacada. Envelhecimento, casamento homossexual e solidão na terceira idade são, contudo, abordados superficialmente. O desfecho acena para a emoção, trazendo uma conclusão realista, porém amarga e infeliz. Estreou em 12/3/2015.
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  • Restaurantes

    Pizza no almoço?

    Atualizado em: 13.Mar.2015

Fonte: VEJA SÃO PAULO